Mostrar mensagens com a etiqueta Restauro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Restauro. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 30 de outubro de 2012

AJUDE O JARDIM BOTÂNICO: VOTE projecto 227


Últimos dias de Votação OP

Faltam apenas dois dias para os cidadãos escolheram os projetos que consideram mais prioritários para a cidade. 

A votação deste ano já conta com mais de vinte e dois mil votos, resultantes da participação dos cidadãos que votaram diretamente no portal da Participação Lisboa Participa ou nas Assembleias de voto que, durante este mês, decorreram em diferentes freguesias de Lisboa.

A última Assembleia de Voto realiza-se dia 30 de outubro, na Junta de Freguesia das Mercês, entre as 10h e as 17h00.

Se ainda não votou, aproveite até dia 31 de Outubro para o fazer.

E porque Lisboa é de todos, todos têm uma palavra a dizer.

Vote, Lisboa agradece!

AJUDE O JARDIM BOTÂNICO E VOTE NO PROJECTO Nº 227, UM PROJECTO QUE PREVÊ OBRAS DE REABILITAÇÃO. Para mais informações e de como votar: http://vota227.ul.pt

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Comunicado de Imprensa: Inauguração de obras ilegais no Jardim Botânico


COMUNICADO DE IMPRENSA - 13 de Junho de 2012

CARTA ABERTA AO MAGNÍFICO REITOR DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

INAUGURAÇÃO DE OBRAS ILEGAIS NO JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

1 - Após décadas sem investir no restauro, requalificação e gestão do Jardim Botânico, a Universidade de Lisboa decidiu agora intervir de modo superficial neste Monumento Nacional, ignorando a legislação do Património Cultural (Lei nº 107/2001 de 8 de Setembro e Decreto Lei nº 140/2009 de 15 de Junho) e os padrões internacionais de conservação. Avançou com obras medíocres, inadequadas e ilegais no Jardim Botânico, nomeadamente nos lagos, gradeamentos, pontes, caminhos, pinturas dos bancos, sem o parecer obrigatório e vinculativo da tutela do Património. Agiu contra os procedimentos instituídos na Lei do Património Português e das Cartas Internacionais para o restauro, protecção e valorização do património de que Portugal é país signatário.

Acresce a instalação de estruturas metálicas perfurantes em toda a fachada do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, para colocação de telões, danificando-a irremediavelmente e contrariando o despacho de Não Aprovação da DRCLVT/IGESPAR.

2 - A Universidade de Lisboa planeou, implementou e executou trabalhos no Jardim Botânico como se isso fosse um assunto que apenas lhe dissesse respeito, parecendo esquecer-se que o sítio está classificado como de Interesse Nacional (Decreto nº 18/2010, DR nº 250, Série I de 2010-12-28).

3 - O Jardim Botânico não é um simples parque urbano ou espaço verde comum – é um lugar de conhecimento e cultura científica, reconhecido e protegido pela Lei do Património Cultural da República Portuguesa como sítio com valor histórico, artístico e científico do mais alto grau. A Lei do Património é clara quanto à natureza e metodologia a seguir em qualquer intervenção num Monumento Nacional.

4 - A Universidade de Lisboa, enquanto reconhecida e respeitada instituição de ensino superior – e especialmente tendo à sua guarda o Jardim Botânico – devia ser exemplar em todas as suas acções. Mas estas obras vão contra os princípios de boa conduta, boas práticas e interesse público. Vão contra uma sociedade que se deve organizar com base no conhecimento.

5 - Esta infeliz intervenção no Jardim Botânico, afigura-se irresponsável pelo mau exemplo que projecta para a sociedade – porque, por um lado, perpetua a ignorância que ainda persiste nas intervenções em imóveis do património e, por outro, porque vem forçosamente perturbar e comprometer a integridade e autenticidade de um bem cultural.
Será que houve um projecto formal e/ou relatório preliminar? Quem são os autores que assinam esta intervenção? Como foi selecionado o empreiteiro para executar obras num Monumento Nacional? Houve diálogo, partilha de informação e colaboração construtiva entre todas as partes interessadas, como mandam as boas práticas de conservação e gestão do património? Porque não foi submetido à entidade da tutela (DRCLVT/IGESPAR) projecto para parecer obrigatório e vinculativo conforme a Lei?

6- A presença do Jardim Botânico no Observatório – WATCH 2012 – da organização internacional World Monuments Fund (WMF) é um reconhecimento da comunidade internacional dos perigos que ameaçam a sua conservação e sobrevivência. Esta última série de intervenções de “fachada”, totalmente ineficazes na resolução dos reais problemas que afectam o Jardim Botânico, com padrão de qualidade insuficiente, apenas vem reforçar a urgência em se planear um projecto sério e rigoroso, de restauro e gestão do Jardim Botânico de Lisboa com a elaboração de um Plano de Pormenor de Salvaguarda como obriga a Lei do Património.

7- A Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa está inteiramente disponível para todo e qualquer esclarecimento e colaboração cívica que contribua para a salvaguarda do Jardim Botânico de Lisboa. Enquanto representantes da sociedade civil, não nos demitimos dos nossos deveres consagrados na Lei: «Todos têm o dever de defender e conservar o património cultural, impedindo, em especial, a destruição, deterioração ou perda de bens culturais.»

LIGA DOS AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA

domingo, 3 de junho de 2012

Lei do Património Cultural: Artigo 21º


Lei nº 107/2001 de 8 de Setembro
Estabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural

Artigo 21º

Deveres especiais dos detentores

1- Os proprietários, possuidores e demais titulares de direitos reais sobre bens que tenham sido classificados ou inventariados estão especificamente adstritos aos seguintes deveres:

a) Facilitar à administração do património cultural a informação que resulte necessária para execução da lei;

b) conservar, cuidar e proteger devidamente o bem, de forma a assegurar a sua integridade e a evitar a sua perda, destruição ou deterioração;

c) Adequar o destino, o aproveitamento e a utilização do bem à garantia da respectiva conservação.

2 - Sobre os proprietários, possuidores e demais titulares de direitos reais sobre bens que tenham sido classsificados incidem ainda os seguintes deveres:

a) Observar o regime legal instituído sobre acesso e visita pública, à qual podem, todavia, eximir-se mediante a comprovação da respectiva incompatibilidade, no caso concreto, com direitos, liberdades e garantias pessoais ou outros valores constitucionais;

b) executar os trabalhos ou obras que o serviço competente, após o devido procedimento, considerar necessários para assegurar a salvaguarda do bem.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Jardim da Condessa d'Edla: água e morcegos


Das intervenções de restauro realizadas no jardim (2008), grande importância foi dada  ao sistema original de captação, distribuição e armazenamento de águas que envolveu pôr a descoberto lagos, canais e condutas. Neste aspecto do seu design o Jardim da Condessa d'Edla apresenta grandes semelhanças com a rede de regatos artificiais que vemos no nosso Jardim Botânico - afinal ambos datm do séc. XIX. 
Foram tiradas amostras das argamassas de cal que revestiam os regatos - em canaletos - para com rigor efectuar o restauro nos sectores onde era necessário. Também os materiais de construção dos lagos foram minuciosamente estudados: foi descoberto, com alguma surpresa, que eram impermeabilizados com asfalto, uma novidade para a época. Este asfalto original do séc. XIX foi recolhido e derretido para assim se proceder à sua nova aplicação como impermeabilizante dos lagos. Nos casos onde já não existia quantidade suficiente de material para o fazer, foi aplicado um asfalto novo mas com propriedades semelhantes.  
Nota final para a reabilitação das dezenas de minas de captação de água existentes no jardim. Como se pode observar na imagem, as portas que em muitos casos eram de madeira forma substituídas por novas de ferro com barras horizomntais dimensionadas de maneira a permitir a entrada de morcegos. Esta alteração, por respeito destes animais que habitam a Serra de Sintra, contou com a colaboração de uma sociedade internacional dedicada ao estudo e defesa de morcegos. 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Futuro Restauro: Estufas de Exibição da Condessa

A próxima fase do restauro dos Jardins da Condessa d'Edla vai incluir a Estufa de Exibição, estrutura do séc. XIX, actualmente em ruínas. Sabemos que estava compartimentada em 3 sectores para exposição de plantas de climas diversos: Estufa Quente, Fria e Temperada. Ainda é possível ver a caldeira de aquecimento original in situ. A LAJB irá com certeza voltar para ver esta belíssima estrutura restaurada em toda a sua glória. 

RESTAURO: Jardins da Condessa d'Edla






Para a recuperação do Jardim da Condessa e da Quinta da Pena, foi reunida uma equipa multidisciplinar apoiada por vários consultores e empresas especializadas em restauro de Jardins Históricos. A metodologia adoptada ao longo do processo de restauro valorizou aspectos históricos, ecológicos, estéticos e funcionais, em rigorosa observância das recomendações das cartas internacionais para o restauro, protecção e valorização do património.
Em primeiro lugar foi realizado um trabalho prévio de pesquisa histórica aprofundada, por sondagens  no local assim como em arquivos e bibliotecas (listas de compras de plantas datadas da época de construção do jardim, nos arquivos da fundação da Casa de Bragança, por exemplo). Os trabalhos de preparação envolveram ainda a caracterização dos solos, limpeza de vegetação, a execução de levantamentos topográficos rigorosos e o mapeamento e classificação botânica de toda a vegetação. 
Também foi levado a cabo uma inventariação exaustiva dos elementos de composição do jardim. A título de exemplo é de referir o restauro dos regatos, em canaletos de alvenaria e reboco de argamassas de cal: após análise da composição exacta das argamassas, estas forma rigorosamente replicadas - assim se evitou o erro muito comum que é o de reconstruir ou reparar estruturas antigas recorrendo a argamasas á base de cimento. O cimento, material recente, não só é incompatível com estruturas antigas, o que provoca muitas vezes patologias precoces, mas contribui também para a desvalorização da autenticidade dos imóveis património).
Desta forma metódica e bem planeada, foi possível restaurar o Jardim da Condessa a um estado muito próximo do original, isto é, com elevado grau de autenticidade - afinal o objectivo maior de qualquer intervenção de restauro.

sábado, 1 de outubro de 2011

O exemplo do Jardim Botânico do Porto II

No ano das comemorações dos 100 anos da fundação da Universidade do Porto, o Jardim Botânico está assim como mostram as imagens (Julho 2011): limpo, restaurado, com boa manutenção e em funcionamento. Os caminhos foram devidamente reabilitados, as estufas, fontes e lagos restaurados, os bebedouros oferecem água e a sinalética foi repensada e refeita. Está disponível e ao serviço da comunidade. Sabe bem qual é a sua missão no séc. XXI. Entretanto o nosso Jardim Botânico em Lisboa está não só em mau estado de conservação (algumas partes em completa ruína) como também ameaçado por um "Plano de Pormenor" mais preocupado em disciplinar e oferecer oportunidades para a ocupação dos solos na zona de protecção do monumento do que promover uma defesa efectiva e genuína a longo prazo. Será que o Porto aceitaria um anel de 30 mil m2 de construção na zona de protecção do seu Jardim Botânico? Pois é isso que quer fazer a CML com a capa diáfama de «coberturas verdes» em cima de lajes de betão armado como propõe o Plano de Pormenor.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O exemplo do Jardim Botânico do Porto I

Imagens do Jardim Botânico do Porto, propriedade da Universidade do Porto. Para além de se encontrar restaurado e com bons padrões de manutenção (pelo menos até à presente data), oferece aos seus visitantes:

- Espaços de Exposição

- Cafetaria com esplanada

- Estufas de Exibição

- Sinalética

- Bancos e zonas de descanso

- Bebedouros

- Loja

Horário: Dias úteis das 9h às 16h. A entrada é gratuita.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O exemplo de Portugal: O Jardim Botânico da Universidade do Porto ‏

O Jardim Botânico do Porto é uma das unidades de ligação da Universidade do Porto à comunidade, espaço histórico da Faculdade de Ciências, que assegura a sua gestão.

Com mais de 4 hectares, o Jardim Botânico apresenta espaços muito diversificados, dominados pela elegante forma da Casa Andresen, cujo nome evoca importantes vultos da literatura portuguesa do século XX: Sophia de Mello Breyner Andresen e Ruben A.

Apesar de limitado no seu espaço, a beleza do Jardim Botânico do Porto não deixa o visitante indiferente. O jardim romântico – que mantém o traçado delineado nos finais do século XIX – envolve a Casa Andresen, estendendo-se desde os frondosos espaços fronteiros que protegem a propriedade do movimento automóvel da Rua do Campo Alegre até às altas sebes de japoneiras, a sul, que escondem no seu interior três delicados jardins, um dos quais perpetua no entrelaçado do buxo as iniciais dos seus antigos proprietários, Joana e João Andresen, avós de Sophia e Ruben A.: o Jardim dos Jota.

A transformação em 1952 da Quinta do Campo Alegre em Instituto de Botânica Dr. Gonçalo Sampaio: Laboratório e Jardim Botânico – liderada pelo multifacetado professor Américo Pires de Lima (médico, antropólogo, botânico, explorador…) – proporcionou, para além do grande enriquecimento em espécies botânicas, a criação de espaços ajardinados modernos durante as décadas de 50 e 60, entre os quais se destaca o belo Jardim do Xisto, da autoria de Franz Koepp, com as suas plantas aquáticas. Mas muitos outros espaços foram implantados nesta época: nos antigos terrenos de cultivo da parte baixa da quinta desenvolveu-se a área de bosque, criou-se o lago grande e, a poente, surgiram as novas estufas e o viveiro.

Durante muitas décadas, a Casa Andresen foi a sede do Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências, que continuou a promover o acréscimo das espécies botânicas do jardim, cuja diversidade se pode verificar nesta página. Aos estudantes de biologia vegetal, juntaram-se posteriormente os de arquitectura paisagista até à contrução de instalações modernas em edifícios vizinhos.

A vocação do Jardim Botânico do Porto, de apoio ao trabalho científico, por um lado, e de divulgação do conhecimento, de sensibilização ambiental e fruição estética, por outro, foi acentuando estes últimos aspectos de ligação à comunidade, potenciados pela renovação das infra-estruturas do jardim. Esta extensa obra, sob orientação de Teresa Andresen (actual directora do Jardim) e projecto de execução da autoria de Manuel Ferreira, permitiu uma maior adequação a espaço público, visitável de forma livre ou guiada.

O Jardim Botânico do Porto está aberto, nos dias úteis, das 9h00 às 16h00, sendo a entrada livre. A Universidade do Porto mantém um programa de visitas guiadas pagas – para grupos escolares ou outros grupos organizados –, enquadrando os aspectos históricos, botânicos e literários do mais belo espaço universitário do Porto. in http://jardimbotanico.up.pt/

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Setembro: Lisboa Capital Mundial dos Museus

Lisboa, Capital Mundial dos Museus - Setembro de 2011

XVIª Reunião trianual do ICOM CC

(Conservação e Restauro)

Dias 19 a 23

Antiga FIL, Junqueira


XIª reunião do ICOM UMAC

(Museus Universitários)

Dias 21 a 25

Museu de Ciência

Rua da Escola Politécnica


VI Encontro ICOM CPLP

(Museus de Países e Comunidades de Língua Portuguesa)

Dias 26 e 27

Museu do Oriente, Alcântara


CONFERÊNCIA DE IMPRENSA CONJUNTA

Dia 13 de Setembro, às 11h

Sala do Conselho, Museus da Politécnica

Rua da Escola Politécnica, 59


Foto: Edifício da Sala do Conselho

sábado, 28 de maio de 2011

ESTUFAS: Amazing Glass

Years ago when coal and servants came cheap and greenhouse gases were more likely to be the noxious fumes used to kill pests, magnificent greenhouses would stretch around the perimeter of walled gardens. Elsewhere, in the ornamental areas of the gardens, grand conservatories and orangeries livened up the scene.


Today many of the structures have dual use – as places to grow and to socialise. The architecture of the best greenhouses reflects this and many are beautiful as well as functional. Better still, new materials and double-glazing have made them more efficient than the attractive but fuel-hungry greenhouses the Victorians enjoyed. Like the Victorians, today’s glasshouses are used to grow food as well as to raise seeds, bring on tender plants and keep exotics that would not otherwise survive in the northern hemisphere. Here are the best on the market.


Dome
It is the geodesic shape of these greenhouses that makes them strong enough to withstand winds and storm. Solardome has been operating for 40 years fine-tuning its aluminum and glass construction. Their shape allows air to circulate freely without cold or hot spots and maximum light. Their largest dome is 10m in diameter and 5m high, tall enough for bananas and palms.
http://www.solardome.co.uk/


Aluminium
Alitex’s aluminium frame offers strength and longevity. The National Trust first approached Alitex to create greenhouses in 2004, and they have since developed a full installation service. Fittings and accessories include climate control, options on venting, hot water heating control and humidity regulators. Alitex’s greenhouses have been installed at Loch Lomond Golf Club.
Hartley Botanic is another aluminium greenhouse. Hartley’s range includes the smallest domestic greenhouse to magnificent commercial glasshouses seen in the Glasgow and Oxford Botanic Gardens. Every Hartley greenhouse is hand made and can be shipped and assembled throughout the world.




Timber

Marston & Langinger’s timber greenhouses are wider than average. The frames can be finished in more than 70 colours. M&L greenhouses include clever details such as scallop-edged panes to drain rain away from the glazing bars, the option to add extra shelving, automated electric ventilation and heating controls. It is my greenhouse of choice.
http://www.marston-and-langinger.com/


Hybrid materials
Gabriel Ash is the only greenhouse company endorsed by the Royal Horticultural Society. The RHS approached it to design and install their teaching greenhouse at Harlow Carr in northern England. The requirement was to be wide and long enough to house plants and tools, with space to teach large groups. Installed in 2010, the result is superb. All greenhouses are built in Cedar with aluminum reinforcement forming a hybrid that incorporates the strength of both materials. It is possible to create hot and cool spaces, for various growing zones.
http://www.gabrielash.com/


Technology
Solar Innovations are world leaders in contemporary greenhouse engineering. Aluminium is used for the frame, which means no rusting, rotting, or annual maintenance, and greenhouses can be glazed in glass, acrylic or polycarbonate. Interior and exterior is planned in detail to include insulation, ventilation, heating, cooling, humidifying, and shading. Price depends on design, location and accessories chosen.
www.solarinnovations.com


Arch
Made in the US and shipped worldwide, this gracefully curved Gothic Arch design is tough enough to withstand winter blizzards. Available in various sizes in a range of freestanding and lean-to models, the frame is built in Cypress, a naturally insulating timber.
http://www.gothicarchgreenhouses.com/



Orangery
Amdega orangeries evoke the Victorian era when citrus trees were over-wintered in a unique building that allowed them to catch the sun. Amdega commissions are tailored to the garden and client. Every design allows for strong proportions and individual details; no two orangeries are the same. http://www.amdega.co.uk/


in Financial Times, 19-20 de Março de 2011


Foto: Estufa do séc. XIX em Loch Lomond, Escócia, restaurada pela empresa Alitex. Infelizmente a bela estufa do séc. XIX do nosso Jardim Botânico foi demolida nos anos 60 do séc. XX para se construir outra estufa em betão armado - actualmente em muito mau estado de conservação, sem valor patrimonial e com pé-direito insuficiente para exposições de plantas de escala maior. Será possível reconstruir a estufa histórica? Ou devemos criar uma nova estufa de exibição de design contemporâneo? Este debate, esta reflexão, ainda está por fazer. Mas como se constata por este artigo, só no Reino Unido há várias empresas competentes na área de projecto, restauro e execução de estufas. O mais importante é planear a construção de uma estufa para que o nosso Jardim possa cumprir com um dos grandes objectivos dos jardins botânicos que é divulgar e promover cultura botânica junto de todos os cidadãos.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Anuário da Conservação do Património 2011

O elevado número de agentes, empresas, profissionais, decisores com actividade no sector da reabilitação do edificado e da conservação e restauro do Património arquitectónico, torna premente a publicação de um guia completo que disponibilize informações relevantes, facilitando o acesso a serviços, produtos ou equipamentos.

O Anuário da Conservação do Património 2011, editado pelo GECoRPA em parceria com o Canto Redondo – Edição e Produção, terá como enfoque principal as “Boas Práticas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico” e incluirá as empresas e organizações públicas e privadas que, a nível regional e nacional, actuam nas seguintes áreas: projecto, fiscalização e consultoria; levantamento, inspecções e ensaios; conservação e restauro; serviços; produtos; equipamentos e salvaguarda do Património.

O Anuário, com data de publicação prevista para Junho de 2011, será composto por duas partes: um dossiê com artigos técnicos e estudos de caso sobre o tema, previamente avaliados por uma comissão de arbitragem científica constituída para o efeito; e uma segunda parte, com listagens detalhadas das empresas e entidades que actuam no sector da reabilitação do edificado e da conservação e restauro do Património Arquitectónico.

Num sector em que a actualização e a credibilidade dos dados são factores preponderantes, estamos certos de que esta publicação, pela diversidade de informações que encerra, constituirá um instrumento de consulta ímpar para todos aqueles que, no seu quotidiano, se deparam com os protagonistas do sector. Saber quem são, o que fazem e onde estão é o objectivo desta nossa publicação.

O prazo de entrega para a proposta de artigos é 25 de Abril de 2011. As propostas devem ser enviadas para:


GECoRPA

Tel.: 213 542 336 / Fax: 213 157 996


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

EM DEFESA DO JARDIM BOTÂNICO: GECoRPA

Recebemos mais um apoio para a causa de salvaguarda do Jardim Botânico: o GECORPA

O Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico é oficialmente membro da Plataforma de Defesa do Jardim Botânico.

O GECoRPA é uma associação de empresas da área da reabilitação do edificado em geral, e da conservação do património arquitectónico, em particular. O GECoRPA propõe-se agregar não só empresas construtoras vocacionadas para esta área, mas também as que operam no mesmo “cluster”, desde a concepção e projecto das intervenções ao fornecimento de produtos especializados, passando pelo levantamento, inspecções e ensaios.

Os grandes objectivos do Gecorpa:

• Cooperação na defesa de interesses comuns das empresas, de um melhor ordenamento do sector e, em particular, de uma adequada regulação do mercado;

• Formação e informação especializadas e promoção das boas práticas;

• Contributo cívico para o progresso da Sociedade e do País, em defesa do património arquitectónico e, por extensão do património natural.

Em relação ao edificado corrente, o GECoRPA propõe-se promover a reabilitação, contribuindo para reduzir os excessos da urbanização e da construção nova sobre o património natural do nosso país e sobre o património histórico das nossas cidades e aldeias. Entende, no entanto, que o sucesso da reabilitação depende de uma cuidadosa selecção das empresas a quem são confiadas a concepção e a execução das intervenções. Nesse sentido, o GECoRPA bate-se por um sistema de qualificação das empresas adaptado à nova realidade do sector da construção.

Em relação ao património arquitectónico, o GECoRPA propõe-se promover a boa prática na sua conservação, partindo de três princípios fundamentais:

- O primeiro é a contenção. As intervenções nos monumentos e edifícios históricos são sempre perturbadoras do seu equilíbrio, representando, portanto, um risco. A extensão dessas intervenções deve, por consequência, ser a mínima necessária para atingir, com eficácia, os objectivos preconizados.

- O segundo aspecto é o rigor. As intervenções no património arquitectónico deverão ser, primeiro, cuidadosamente concebidas e planeadas e, depois, executadas de acordo com o plano.
- O terceiro aspecto é a responsabilidade. As intervenções no património arquitectónico exigem uma participação responsável de todos os agentes, em particular dos que têm a seu cargo a execução dos trabalhos.

É neste duplo contexto que se justifica a criação do GECoRPA: Prioridade à reabilitação e excelência na conservação.

Para mais informações: http://www.gecorpa.pt/index2.html

Em nome da Plataforma de Defesa do Jardim Botânico, o nosso muito obrigado ao GECoRPA!

Foto: Cerca Pombalina do Jardim Botânico (face virada aos logradouros da Rua do Salitre) ameaçada pelos mais de 30 mil m2 de construção nova proposta pelo Plano de Pormenor.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Seminário de Cultura Material: Restauro

No próximo Seminário de Cultura Material, Helena Nunes, do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, irá abordar o tema As múmias da Igreja do Santíssimo Sacramento em Lisboa. O outro tema em destaque, O estudo e restauro da «Colecção Henrique de Carvalho» da Sociedade de Geografia de Lisboa, será da autoria de Lia Jorge, da referida Sociedade. Amanhã, dia 3 de Abril, às 17h00, no Auditório Manuel Valadares.

FOTO: Igreja do Sacramento, circa 1900, por fotógrafo não identificado. Arquivo Fotográfico Municipal

segunda-feira, 16 de março de 2009

Seminário de Cultura Material: Restauro

Amanhã, dia 17 de Março, às 17h, terá lugar no auditório Manuel Valadares mais um Seminário de Cultura Material, desta vez dedicado ao Restauro.

Marta Lourenço abordará o tema Colecções e Investigação no MCUL em 2008. Manuel lemos, da Archeofactu, falará sobre O restauro da colecção do Laboratório Chimico da Escola Politécnica.

O restauro da pasta Correspondência Scientífica de Arruda Furtado, do Arquivo do Museu de Ciência, será o tema de Silvía Sequeira e Cláudia Augusto, do Instituto de Investigação Científica Tropical. Esta pasta contem cartas de Darwin, encontrando-se de momento cedida à exposição a «Evolução de Darwin» da Fundação Gulbenkian.

FOTO: Busto de Pedro Nunes na Antiga Biblioteca da Escola Politécnica, um dos espaços a precisar de restauro.