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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Setembro: Lisboa Capital Mundial dos Museus

Lisboa, Capital Mundial dos Museus - Setembro de 2011

XVIª Reunião trianual do ICOM CC

(Conservação e Restauro)

Dias 19 a 23

Antiga FIL, Junqueira


XIª reunião do ICOM UMAC

(Museus Universitários)

Dias 21 a 25

Museu de Ciência

Rua da Escola Politécnica


VI Encontro ICOM CPLP

(Museus de Países e Comunidades de Língua Portuguesa)

Dias 26 e 27

Museu do Oriente, Alcântara


CONFERÊNCIA DE IMPRENSA CONJUNTA

Dia 13 de Setembro, às 11h

Sala do Conselho, Museus da Politécnica

Rua da Escola Politécnica, 59


Foto: Edifício da Sala do Conselho

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Curso: «Objectos em Silêncio» 2011

Em Portugal, e mesmo lá fora, são escassas as oportunidades de formação em cultura material da ciência e da técnica. O Museu das Comunicações (Fundação Portuguesa das Comunicações) e o Museu de Ciência da Universidade de Lisboa estabeleceram uma parceria para fornecer quatro mini-cursos de uma semana sobre este tema (dois em Lisboa, um no Porto e um em Portimão) ao longo de 2011. O primeiro mini-curso é já na última semana de Janeiro, em Lisboa. As inscrições são gratuitas mas limitadas. Este programa «Objectos em Silêncio» é em parte subsidiado pelo Programa PROMUSEUS (Ministério da Cultura) e conta com o apoio do Museu dos Transportes e Comunicações (Porto) e do Museu de Portimão.

Para mais informações: info@fpc.pt

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Cinema em Portugal - os primeiros anos

Inauguração: "Cinema em Portugal - os primeiros anos"
Dia 9 Dez de 2010, 19h00

Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

Rua da Escola Politécnica 56

Lisboa

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Seminário Património Científico: Instituto de Investigação Científica e Tropical

Na 5ª feira, dia 28 de Outubro, terá lugar mais uma sessão dos seminários dedicados ao património científico português. A oradora convidada é Ana Martins, investigadora do Instituto de Investigação Científica e Tropical, e a palestra terá como tema "As colecções de Arqueologia do Instituto de Investigação Científica e Tropical: contextos e percursos".

O local será, como é habitual, o anfiteatro Manuel Valadares do Museu de Ciência, pelas 18 horas.

Foto: Jardim Botânico Tropical

domingo, 10 de outubro de 2010

«Faltam 30 milhões de euros para um novo museu de ciência em Lisboa»

A Universidade de Lisboa vai fazer 100 anos em 2011 e quer recuperar a sua história e valorizar o património. O programa das comemorações é anunciado amanhãA Universidade de Lisboa (UL) quer criar um importante pólo museológico, reunindo grande parte das suas colecções científicas, no que são hoje os Museus da Politécnica. O centenário da universidade - que se assinala em 2011, mas cujo programa de comemorações é anunciado oficialmente amanhã, na abertura do ano académico - seria o momento ideal para lançar esse projecto. Para o concretizar falta essencialmente uma coisa, segundo o reitor António Sampaio da Nóvoa: trinta milhões de euros para o investimento inicial.

Cem anos é uma idade respeitável, e a UL quer aproveitá-la para recuperar muito da sua história e da sua memória na cidade. "Queremos mostrar como a Universidade esteve ligada à cidade desde o século XIII. Há um património vastíssimo do ponto de vista dos edifícios, que as pessoas conhecem mal", explica António Nóvoa. Neste momento está já a fazer-se o registo deste património e a planear-se percursos pela cidade para o quem quiser conhecer melhor.

Para além dos edifícios, existem as colecções, que também estão a ser inventariadas. "Gostaríamos de publicar um livro sobre elas e aproveitar este balanço para revalorizar a dimensão museológica da Universidade e conseguir construir pelo menos um grande pólo museológico nos actuais Museus da Politécnica, e um segundo pólo mais centrado nas questões da saúde no edifício histórico do Instituto Bacteriológico Câmara Pestana", diz Nóvoa.

A discussão sobre o projecto já foi lançada - e tem estado rodeada de alguma polémica. O reitor pediu um parecer a um grupo internacional de peritos presidido por Rosalia Vargas, presidente da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, e uma das recomendações foi a de fundir os dois principais museus da Politécnica, sob o nome de Museu Nacional de História Natural. Uma hipótese que implicaria o "desaparecimento" do actual Museu da Ciência com este nome e a integração das suas colecções no novo museu.

Apresentado no final de Junho numa sessão pública, o relatório foi alvo de muitas críticas por parte de pessoas ligadas à comunidade museológica e científica, que viam com preocupação essa diluição do Museu da Ciência. António Nóvoa prefere salientar os pontos mais consensuais. "O debate foi muito conclusivo em relação à necessidade de requalificação de todo aquele espaço." Até porque, sublinha, "a situação que se vive actualmente [nos Museus da Politécnica] é impensável, quase do domínio do degradante."

"Ter um olhar nacional"

É preciso melhorar, portanto. "Criou-se um movimento genuíno para a requalificação daquele espaço e isso é muito importante porque havia gente, dentro e fora da universidade, com uma atitude muito conservadora. O discurso de que é preciso proteger é muito importante, mas a protecção sem alternativas leva à decadência. Se não se fizer nada as coisas vão desaparecendo e um dia alguém fecha a porta porque já não há nada para proteger."

Mas, como reitor da UL, é sensível às preocupações manifestadas em relação ao futuro do Museu da Ciência? "Sou extraordinariamente sensível a isso, mas julgo que temos que ser inteligentes e audazes. Todos reconhecemos que Portugal tem museus a mais. Acho que a Universidade não deve reproduzir essa lógica. Temos que perceber como é que se consegue preservar o trabalho de grande qualidade que se faz no Museu da Ciência. Mas sabemos que há outras universidades que também têm planos para fazer museus da Ciência e da Técnica. Temos que olhar para isto do ponto de vista do país e não dos interesses locais. Um dos problemas de Portugal - e isto é verdade para os museus como para as universidades - é que temos um olhar muito local." Aponta para uma cadeira vazia à sua frente. "Achamos que esta cadeira é muito importante e que temos que a preservar e depois desconhecemos que há duas mil cadeiras destas espalhadas pelo país. A preservação e divulgação das colecções têm que ter um contexto nacional."

Uma segunda conclusão do debate, na leitura do reitor, foi a de que "é preciso haver um projecto integrado para aquele espaço". Ou seja, "a ideia de que há um Museu de História Natural e um Museu da Ciência e um Jardim Botânico e mais um museu disto e daquilo, é impensável. A certa altura é uma coisa completamente balcanizada, que não tem leitura para o visitante, não tem capacidade de gestão integrada e sobretudo não tem nenhuma contemporaneidade do ponto de vista do que é um projecto museológico."

Por fim, parece ser pacífica a ideia de que é importante que aquele espaço se abra à cidade. A Câmara Municipal de Lisboa lançou um concurso de ideias para a zona que vai do Parque Mayer, junto à Avenida da Liberdade, até à Rua da Escola Politécnica, e a proposta vencedora foi do arquitecto Manuel Aires Mateus. Até que ponto os planos para o pólo museológico da UL estão dependentes de este projecto avançar ou não?

O projecto "não intervém" directamente sobre o património da Universidade (Museus da Politécnica e vários outros edifícios que os rodeiam), explica o reitor. Com duas pequenas excepções: "a requalificação das casotas que existem à volta do Picadeiro, mas que correspondem a um espaço mínimo", e "a possibilidade de, no prolongamento da alameda das palmeiras, fazer um edifício que crie uma ligação com o parque de estacionamento em baixo". Esta última solução ajudaria a resolver aquele que é um dos principais problemas dos Museus da Politécnica: os acessos.

Mas se para todas estas questões em aberto - e que deverão ser resolvidas por uma comissão instaladora a criar em breve - António Nóvoa acredita que serão encontradas soluções relativamente consensuais, há um outro problema que o reitor considera o mais complicado: a falta de dinheiro. "O grande problema vai ser arranjar os fundos para investir a sério naquele espaço."

Para manter os museus a funcionar como estão actualmente - num "estado de sobrevivência" - a UL gasta anualmente três milhões de euros. "É uma verba que, para um orçamento como o nosso, é muito significativa. Retiramos um bocadinho a Direito, outro a Medicina, outro a Letras... Não temos tido apoio de ninguém. O Jardim Botânico custa fortunas em água e nunca tivemos qualquer apoio. Estamos sozinhos nesta batalha."

Apesar disso, Nóvoa acredita que a UL poderá continuar a dispor dessa soma todos os anos e que ela será suficiente para assegurar o funcionamento do novo museu, juntamente com algumas receitas próprias que este viesse a gerar e uma ou outra loja que abrisse no local. Mas deixa uma crítica: "Há uma forma de financiamento das universidades em Portugal que não considera o património nem os museus, contrariamente ao que acontece em países como o Reino Unido. E isso obviamente penaliza as universidades mais antigas, em primeiro lugar Coimbra, com todo o património histórico que tem que cuidar, mas também a UL."

Quanto aos trinta milhões, a Universidade põe a hipótese de "recorrer a empréstimos, associar outras entidades, fundações, a câmara municipal, o Governo, e ir buscar alguns fundos europeus, embora isso seja muito difícil no caso de Lisboa". Mas "tudo isto é curto", lamenta o reitor. "O plano de sustentabilidade de um museu a sério consegue-se. O nosso grande problema é onde vamos encontrar os trinta milhões." in Público, 10-10-2010

domingo, 19 de setembro de 2010

Seminário: Imagens e padrões em inventários de azulejos

Depois de um intervalo para férias, vão ser retomados os Seminários de Estudos de Caso de Cultura Material.

Certamente já ouviram falar do magnífico trabalho de levantamento e estudo da azulejaria portuguesa feito pela Rede Temática em Estudos de Azulejaria e Cerâmica João Miguel dos Santos Simões (Instituto de História da Arte, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa): http://redeazulejo.fl.ul.pt/

Ocasionalmente, o Museu de Ciência tem colaborado com a Rede e talvez venha a colaborar ainda mais, no âmbito da segunda fase do projecto Thesaurus de Instrumentos Científicos

A Rosário Salema de Carvalho é uma das coordenadoras da Rede e vai explicar um dos aspectos mais importantes do trabalho: o reconhecimento de imagens e padrões.

Imagens e padrões em inventários de azulejos: Projectos interdisciplinares na área da azulejaria

Rosário Salema de Carvalho

Terça-feira, 21 de Setembro, 17 h

Anfiteatro Manuel Valadares

Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

FOTO: azulejos de fachada na Freguesia de Santa Isabel

sexta-feira, 12 de março de 2010

Jardim Botânico na SIC K

O canal de televisão SIC K, destinado ao público mais jovem e com transmissão exclusiva no MEO, realizou um conjunto de reportagens sobre o Museu Nacional de História Natural e o Museu de Ciência.

Com início no próximo sábado, dia 13, o Jardim Botânico estará em destaque numa visita guiada conduzida pela Alexandra Escudeiro.

Este conjunto de reportagens será transmitido no programa Factor K, um magazine semanal para o público entre os 12 e os 16 anos. O programa tem início às 19h00 e repetindo em diversos horários ao longo da semana.

Foto: Arboreto

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Visita guiada: Inverno no Jardim Botânico


Amanhã, quinta-feira dia 14, entre as 13h e as 14h, o Jardim Botânico promove mais uma sessão das visitas animadas pelas 4 estações. Esta iniciativa pretende dar a conhecer algumas curiosidades sobre as plantas do Jardim Botânico nas diferentes estações do ano.

Também na quinta-feira, e integrado na exposição Medir os Céus para dominar a Terra: a Astronomia na Escola Politécnica de Lisboa, 1837-1911, o Museu de Ciência promove novo ciclo de conferências. A primeira sessão de 2010 terá lugar esta quinta-feira, a partir das 18h no auditório Manuel Tavares. Terá como orador Fernando Correia de Oliveira, especialista em relógios e questões associadas ao tempo. O tema será O Tempo e a sua medição na Escola Politécnica de Lisboa. A Conferência será antecedida por uma visita guiada à exposição com início às 17h.

Fotos: Sapindus mukorossi Gaertn, no Arboreto

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

«Medir os Céus para Dominar a Terra»

A Astronomia na Escola Politécnica - 1837-1911

22 de Outubro de 2009 a 30 de Abril de 2010

Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

Inauguração da exposição: hoje às 18:30h

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Exposição na BN: «Estrelas de Papel»

A exposição «Estrelas de Papel: Livros de Astronomia dos séculos XIV ao XVIII» inaugurou no passado dia 29 de Abril na Biblioteca Nacional de Portugal. Estará aberta ao público até 31 de Julho.

Trata-se de mais uma exposição apresentada pela BN e comissariada por Henrique Leitão, do Centro Interuniversitário de História das Ciências e Tecnologia. Apresenta um conjunto excepcional de obras de astronomia só muito raramente expostos ao público: manuscritos medievais, os célebres livros de Copérnico, Galileu, Kepler e Newton, grandiosos atlas celestes dos séculos XVII eXVIII, e obras fundamentais da astronomia portuguesa (de Pedro Nunes, Manuel Bocarro, Castro Sarmento, Eusébio da Veiga, Monteiro da Rocha, etc.).

A exposição apresenta também dois instrumentos do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa que nunca foram expostos: um telescópio do séculoXVIII construído por Thomas Nairne & Edward Blunt, proveniente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e um extraordinário quadrante construído em Lovaina em 1573.

A Exposição «Estrelas de Papel» está integrada nas Comemorações de 2009: Ano Internacional da Astronomia.

Mais informações no site do CIUHCT: http://chcul.fc.ul.pt/

e no site da BNP: www.bnportugal.pt

domingo, 26 de abril de 2009

Workshop: Inventário Instrumentos Científicos

O que é um objecto de museu? Como se regista, inventaria, classifica,fotografa e arruma? O que é um catálogo? Quais as normas e procedimentos deinventário e documentação seguidos pelos museus, em particular museus deciência e de medicina? Quais as principais fontes documentais e impressasnecessárias a um inventário?

O Museu de Ciência da Universidade de Lisboa vai realizar no dia 6 de Junho um Workshop de Introdução ao Inventário de Instrumentos Científicos e de Medicina (6 horas).

A Workshop destina-se a profissionais e voluntários de museus de ciência e técnica, estudantes de museologia e de história da ciência bem como outros interessados em colecções de equipamento histórico-científico. Tem componente teórica e prática.

Há descontos nas inscrições para estudantes e membros do ICOM.

Mais informações e inscrições:
Tel. 213921808
geral@museus.ul.pt

Museu de Ciência
Universidade de Lisboa