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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O exemplo do Jardim Botânico de Coimbra

Estão a decorrer importantes obras de reabilitação e restauro no Jardim Botânico de Coimbra. Muitas das intervenções são exactamente aquelas que a LAJB tem vindo a destacar como essenciais para que o Jardim Botânico cumpra a sua missão de aproximar as pessoas ao mundo das Plantas. Falamos nomeadamente da questão das estufas de exibição mas também de investigação. Como é sabido, as estufas do nosso jardim estão em estado de ruína há várias décadas e no seu lugar chegou a ser proposta a construção de galerias comerciais (!) no âmbito do Plano de Pormenor do Parque Mayer. Mas aqui fica o exemplo de Coimbra:
 
Requalificação das Infra-estruturas  de Apoio e Divulgação da Ciência no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra  
 
A decorrer no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, o projecto foi aprovado em 2010 e financiado no âmbito de uma candidatura ao QREN / Mais Centro - Programa Operacional Regional do Centro e está a ser executado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
 
Este projecto prevê o reforço e reabilitação de algumas das infra-estruturas científicas e tecnológicas que asseguraram o contributo histórico no sentido de as dotar de melhores condições. Serão várias as estruturas a ser alvo de intervenção:
ESTUFAS
- Reabilitação da estufa grande, um dos edifícios mais antigos da arquitectura de ferro em Portugal (1854), que está dividida em três secções com climas distintos: tropical, subtropical e temperado. Reabilitação da “estufa da Victoria”, que possui um lago artificial onde é mantido o maior nenúfar do mundo originário do Rio Amazonas.
 
- Reabilitação da estufa fria, construída em 1946, um espaço destinado a uma flora adaptada a ambientes húmidos e sombrios, estando as plantas rodeadas por uma cascata mural e um pequeno riacho.
 
- Edificação de uma nova estufa de investigação.

BANCO DE SEMENTES
- Montagem de laboratório de citometria de fluxo, ferramenta analítica de rendimento elevado que permite a detecção e quantificação simultânea de múltiplas propriedades ópticas de partículas em suspensão.
 
- Com 140 anos comemorados em 2008, o Index Seminum é uma publicação anual cujo principal objectivo é a conservação, divulgação e intercâmbio de sementes da Flora Portuguesa. Sendo o maior do país, possui cerca de 50% das espécies nativas da Flora Portuguesa, incluindo diversas espécies raras ou ameaçadas. A não existência de condições de frio impede a preservação das sementes por períodos superiores a 2 anos.
GABINETE DE CIÊNCIA IN SITU
- Criação de um espaço interior onde possam decorrer acções de promoção de ciência e workshops de carácter mais aplicado, num contexto logístico favorável a dinâmicas inovadoras.
 
- Melhoria do equipamento de apoio ao jardim que se encontra visivelmente degradado. Instalação de novos pontos de repouso, sinalização de pontos de interesse e possíveis roteiros de visita, disponibilização de meios de acesso a informação ligada a conhecimento científico.

http://www.uc.pt/jardimbotanico/projetos/qren/

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Plantas que não temos no nosso Jardim: THEOBROMA CACAO

 

Theobroma cacao significa "alimento dos deuses" e é o nome da planta que dá origem ao fruto que vulgarmente chamamos cacau. É da família Malvaceae e tem origem na América do Sul. Sem dúvida uma das plantas mais emblemáticas do mundo - e das mais importantes para todos aqueles que apreciam chocolate! Infelizmente não existe nenhum exemplar no nosso Jardim Botânico por falta de uma estufa de exibição com as condições adequadas ao crescimento desta planta. Foto: exemplar fotografado no Vietname.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Plantas que não temos no nosso Jardim Botânico: COUROUPITA GUIANENSIS








Esta extraordinária planta é nativa das florestas Tropicais da América Central e do Sul. O seu nome científico, Couroupita guianensis, foi dado pelo Botânico francês Jean Baptiste Christophore Fusée Aublet em 1755. É conhecida pelo nome vulgar cannonball tree, numa referência aos enormes frutos esféricos.
Infelizmente, e apesar da histórica ligação do nosso país ao Brasil, o nosso Jardim Botânico não tem ainda um exemplar desta magnifica árvore. Esta planta verdadeiramente extraordinária dos trópicos só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa. Várias estufas de Jardins Botânicos na Europa têm esta magnífica planta nas suas colecções vivas.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim: DELONIX REGIA



O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica árvore, vulgarmente conhecida como «Flame of the Forest». Quando está em floração, a sua copa fica coberta de grandes flores de um vermelho vivo e luminoso! A planta foi "descoberta" na Ilha de Madagáscar por um Botânico francês em 1824. Esta planta extraordinária dos trópicos só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa/Portugal. Várias estufas na Europa, como no Kew Botanic Garden, têm esta magnífica planta.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim Botânico: TAMARINDUS INDICA


O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta importante árvore, vulgarmente conhecida pelo seu fruto/vagem tão presente na culinária e medicina tradicional da Ásia e África. Esta planta extraordinária, nativa da África e Ásia tropical, só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa. Várias estufas de Jardins Botânicos da Europa, como no Kew Botanic Garden de Londres, têm esta planta.

sábado, 28 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Estufa do Mediterrâneo

 

Estufa nº 3 dedicada às plantas da região do Mediterrâneo.

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Estufa das Ilhas Atlânticas (Madeira, Açores, Canárias)

 As bancadas originais em, ferro fundido do séc. XIX, foram rigorosamente restauradas.
 Exemplar de Dragoeiro em vaso
 As plantas estão em vasos de barro - não há objectos dissonantes em plástico
Estufa de Exibição nº 2, de estrutura em madeira, dedicada à exposição de plantas das Ilhas Atlânticas (Madeira, Açores, Canárias e Santa Helena).

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Cool Fern House






The Thomas Moore Fernery - Outra Estufa de Exibição, edifício histórico bem restaurado e com boa interpretação e sinalética a pensar no visitante.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim: RAVENALA MADAGASCARIENSIS

O Nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica planta, que, embora pertença à família das bananeiras, é vulgarmente conhecida como «Traveller's Palm». Esta, assim como tantas outras plantas extraordinárias dos trópicos, só poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não poderiam sobreviver ao ar livre. O exemplar na imagem foi fotografado no Jardim Botânico de Penang na Malásia. 

sábado, 9 de março de 2013

Esta Palmeira não temos no nosso Jardim: ELAEIS GUINEENSIS

O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta famosa palmeira da África tropical, bem conhecida pelo óleo alimentar que se obtém dos seus frutos. Esta, assim como tantas outras plantas de grande importância para contar a história entre o Homem e as Plantas dos trópicos, só poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não conseguem sobreviver ao ar livre em Lisboa. O exemplar na imagem foi fotografado no Jardim Botânico de Penang (Malásia). Esta palmeira, originária do Oeste do continente Africano, foi primeiro levada para o Jardim Botânico de Singapura em 1870. As sementes deste primeiro exemplar estiveram na origem das primeiras plantações da Península da Malásia. Hoje em dia, enormes plantações desta palmeira dominam a paisagem de várias regiões da Malásia, Indonésia e Tailândia com grandes prejuízos para a rica biodiversidade desta parte do mundo.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Palmeiras que não temos no nosso Jardim: OREODOXA REGIA

O Nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica palmeira, vulgarmente conhecida como «Royal Palm». Esta, assim como tantas outras plantas extraordinárias dos trópicos, só a poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa/Portugal. O exemplar na imagem foi fotografado numa ilha da Malásia. 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

«Plantas raras nas estufas da Escola Politécnica»


Título: «Grupo de orquídeas exóticas em floração»
Imagem integrada na reportagem "Plantas raras nas estufas da Escola Politécnica".
Ilustração Portuguesa. Lisboa: Empresa do Jornal O Século. N.º 70 (24/06/1907), p. 796.

Autor: Joshua Benoliel. Fonte: Torre do Tombo. Agradecemos a Maria João Torgal a descoberta e envio desta imagem.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O exemplo de Zurique: Estufa histórica



No primitivo Alter Botanischer Garten ainda existe a primeira estufa de exibição, a chamada Palmenhaus. Esta bela estrutura de ferro e vidro, de planta octogonal, foi erguida em 1851 para a conservação e exibição de uma colecção de palmeiras. Actualmente encontra-se restaurada e com uma pequena exposição de plantas da Flora mediterrânica, onde não falta um exemplar de Oliveira. Este espaço também é usado para outras actividades. A Universidade de Zurique gere um grande complexo de Estufas de Exibição no novo Jardim Botânico da cidade criado em 1976. 

sábado, 28 de abril de 2012

Jardim Botânico da Universidade de Zurique

Tal como o nosso Jardim Botânico de Lisboa, também este é um Jardim Botânico no meio da cidade. Mas as semelhanças parece que ficam por aí...


No matter the season, a visit to our Botanic Garden is always rewarding, regardless of whether it relates to a botanical interest, a joy in flowers or simply for relaxation.Here the different senses are always stimulated: the eyes, via the beauty, shapes and colours of the plants; the nose via the wonderful scents, and the touch, via the feel of the different textures of the leaves and bark. With around 9000 different plant species spread over an area of about 53,000 m2 there is always something in flower, not to mention the diversity of fruits and leaves which are also on show. A large meadow and a pond (which is Spring is full of singing frogs) also tempts visitors to spend time in our Gardens.


Entry: Entry is free. Dogs are not allowed in both the Old and New Botanic Gardens. Facilities to secure your dog are positioned at the 107 Zolliker Street entrance (New Botanic Garden) or on the corner of Tal- and Pelikan Streets (Old Botanic Garden). Guide dogs are naturally allowed! Also bicycles, roller blades and skate boards are forbidden. Bicycle stands are located at the entrances to the New Botanic Garden and in the public car parks. In the Old Botanic Garden bicycle stands are located on the corner of Tal- and Pelikan Streets.


Addres: Botanic Garden of the University of Zurich


Zollikerstr.


1078008 Zürich


Tel: 044 634 84 Fax: 044 634 84 04






March - September:


Mon - Fri: 7am - 7pm; Sat - Sun: 8am - 6pm


October - February:


Mon - Fri: 8am - 6pm; Sat - Sun: 8am - 5pm


Fotos: canteiros dedicados à Flora Mediterrânica.

domingo, 20 de novembro de 2011

Exposição: Plantas do tempo dos Dinossáurios na Estufa

As Plantas do tempo dos Dinossáurios estão de volta ao Jardim Botânico da Universidade de Lisboa. Inauguração: 23 de Novembro na Estufa da Classe.

domingo, 6 de novembro de 2011

Novo Jardim Botânico em Singapura: Gardens by the Bay

Enquanto a Câmara Municipal de Lisboa produz um Plano de Pormenor que na verdade mais não é que um plano de urbanização para a construção de cerca de 30 mil m2 de edifícios em plena zona de protecção do Jardim Botânico, a cidade-estado de Singapura decidiu construir um segundo Jardim Botânico em pleno centro da cidade. Este novo espaço verde terá 54 hectares (o nosso Jardim Botânico tem 4,5 hectares) incluirá um notável complexo de estufas monumentais destinadas à exibição de plantas de clima mediterrânico (lá estarão as nossas oliveiras, alfarrobeiras, cerejeiras, etc.). Se houvesse visão de futuro em Lisboa, o Parque Mayer, propriedade municipal, seria naturalmente destinado à expansão do Jardim Botânico da capital. E o mesmo destino deveria ser dado a muitos dos logradouros abandonados na zona de preotecção do Jardim Botânico. Aliás, esta ideia já está pensada e estudada desde a década de 60 do séc. XX - até saiu um Decreto-lei com a planta da futura expansão do jardim para o Parque Mayer.


The total size of Gardens by the Bay is 101 hectares or 177 football fields. Bay South is 54 hectares, Bay East is 32 hectares and the Bay Central is 15 hectares.

In January 2006, an international master plan design competition for the Gardens was launched. Some 70 teams comprising 170 firms, from over 24 countries, including 35 from Singapore, participated in the competition.

An 11-member Jury comprising local and international experts shortlisted eight teams and two winners were announced in September 2006; namely Grant Associates for Bay South and Gustafson Porter for Bay East, both from the UK. Bay Central will be developed later. A public exhibition of the master plan concepts and models of the winning teams was held from 6 - 23

September 2006. Some 10,000 people visited the exhibition and over 700 gave feedback directly via feedback forms, face-to-face interviews, online feedback and focus groups surveys.
An overwhelming majority (85%) of those surveyed liked the features in the master plans and over 97% said they would visit the gardens.

The site for the Gardens (Bay South and Bay East) was hoarded up in June 2007. The first phase of the Gardens is expected to complete by end 2011.

The 54-hectare (approximately 72 soccer fields) garden in Marina South will be a colourful and vibrant heart of our Garden City featuring floral displays and tropical blooms and foliage. Its recreational amenities include an outdoor concert and events arena, and a flower fairground that will be home to the Singapore Garden Festival. The unique feature of this garden will be a cool conservatory complex which will allow visitors to enjoy flowers from around the world in a cool environment.

Key Features

Conservatory Complex

Two conservatories (a cool dry and a cool moist) covering more than 2 hectares (about 3 soccer fields) will showcase Mediterranean, Tropical Montane and temperate annual plants and flowering species. They will also provide a flexible flower themed venue for events and exhibitions.

Heritage Gardens:

This is a collection of gardens that reflects the history and culture of Singapore's 3 main ethnic groups, as well as the city-state's colonial heritage.

- The Malay Garden tells the story of life in a traditional "kampong" (village).
- The Indian Garden's layout echoes a traditional illustrated flower motif.
- The Chinese Garden reflects the role of gardens in Chinese culture as places of inspiration for writers, poets and artists, through seclusion and tranquility.
- The Colonial Garden tells the story of plants as "Engines of Empire" - lucrative crops, spices and plants that formed important trade routes between the East and the West.

The World of Plants:

The second collection of gardens are based on the theme "plants and planet" and showcase the biodiversity of plant life on our planet.

Foto: Estufas em fase final de construção (Setembro de 2011)

sábado, 1 de outubro de 2011

O exemplo do Jardim Botânico do Porto II

No ano das comemorações dos 100 anos da fundação da Universidade do Porto, o Jardim Botânico está assim como mostram as imagens (Julho 2011): limpo, restaurado, com boa manutenção e em funcionamento. Os caminhos foram devidamente reabilitados, as estufas, fontes e lagos restaurados, os bebedouros oferecem água e a sinalética foi repensada e refeita. Está disponível e ao serviço da comunidade. Sabe bem qual é a sua missão no séc. XXI. Entretanto o nosso Jardim Botânico em Lisboa está não só em mau estado de conservação (algumas partes em completa ruína) como também ameaçado por um "Plano de Pormenor" mais preocupado em disciplinar e oferecer oportunidades para a ocupação dos solos na zona de protecção do monumento do que promover uma defesa efectiva e genuína a longo prazo. Será que o Porto aceitaria um anel de 30 mil m2 de construção na zona de protecção do seu Jardim Botânico? Pois é isso que quer fazer a CML com a capa diáfama de «coberturas verdes» em cima de lajes de betão armado como propõe o Plano de Pormenor.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Queen Sirikit Botanic Garden: Estufas de Exibição

O Complexo de Estufas do QSBG foi inaugurado a 26 de Janeiro de 2001. É constituído por 4 grandes estufas de exibição e 8 estufas pequenas para exposição de colecções de plantas.

The Tropical Rainforest House: é a maior estufa de exibição do complexo, com 1000 m2 de área e uma altura máxima de 33 metros. Contém uma colecção de espécies tropicais da Tailândia e do Sudeste asiático, como por exemplo palmeiras, bananeiras e outras da espectacular família do gengiber.

The Arid House: plantas de habitats deserticos como por exemplo catos e agaves das Américas; euphorbias e aloés da África, assim como euphorbes. Num dos topos desta estufa situa-se a colecção de Cycas.

The Orchids and Ferns House: Contém uma variedade de orquideas tropicais assim como fetos: Of the 177 genera that comprises 1,200 species, QSBG has 80 genera of native orchids including 350 species in its living collection.

The Aquatic House: Abriga mais de 100 espécies de palntas aquaticas, ou seja, que crescem junto a rios, lagos e outras zonas húmidas. A exibição inclui colecções de fetos, lótus.

Fotos: Interior da Estufa da Floresta Tropical