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sábado, 1 de outubro de 2016

Jardim Botânico de Kew, Londres: «Prioridades Estratégicas»

KEW GARDENS, LONDON:

Strategic Priority 1

To document and conduct research into global plant and fungal diversity and its uses for humanity.

Strategic Priority 2

To curate and provide data-rich evidence from Kew’s unrivalled collections as a global asset for scientific research.

Strategic Priority 3

To disseminate our scientific knowledge of plants and fungi, maximising its impact in science, education, conservation policy and management

https://www.youtube.com/watch?v=g4-EkRL-J2M

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Fachada do BRITISH MUSEUM em 2012



Fachada principal do British Museum de Londres, em Dezembro de 2012, com 2 paineis publicitando exposições. Um exemplo de boa integração numa fachada de um edifício classificado e muito emblemático da cidade de Londres.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Fachada do Museu da Fundação Wellcome Collection, Londres (Novembro de 2012)


















Fachada do Museu da Fundação Wellcome Collection, Londres (Novembro 2012). Um bom exemplo de como publicitar um museu e as suas exposições sem agredir, nem entrar em conflito com a Arquitectura de um imóvel com valor patrimonial elevado e classificado como bem cultural de interesse público ou nacional. Os edifícios têm sítios naturais, lógicos para instalação de dispositivos de publicidade. Os dispositivos de publicidade não devem retirar protagonismo à Arquitectura classificada.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Loja e Cafetaria

 Cartaz na entrada do edifício do "Serviço Pedagógico"
 Venda de plantas, projecto em regime de voluntariado dos "Amigos do Jardim"
 Loja/Livraria
Esplanada da Cafetaria/Restaurante

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Sobreiro!



Quem imaginaria um belo sobreiro em pleno centro de Londres! É uma das "estrelas" deste histórico Jardim Botânico de Londres.

domingo, 29 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Exposição "Super Foods" (quinoa, cenoura, couve...)



 
 

Uma interessante, e muito bem montada, exposição dobre as plantas consideradas "Super Foods", como por exemplo a batata doce, a cenoura, a beterraba, a quinoa ou a simples mas super nutritiva couve! Esta exposição é um óptimo exemplo do que deve ser a missão de um Jardim Botânico na sociedade actual: contribuir para o aumento da literacia botânica do cidadão através de projectos informais, simples, directos e portanto, eficazes.  

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Jovens Jardineiros!




Por todo o jardim se vêm jovens e energéticos jardineiros a trabalharem - por isso é que o jardim está num "invejável" e belo estado de conservação . Não podemos deixar de mostrar grande preocupação pela crónica falta de jardineiros de que padece o nosso Jardim Botânico há várias décadas - o último jardineiro que restava nos quadros, estará reformado num final de 2013. É possível ter um jardim sem jardineiros?

sábado, 28 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Estufa do Mediterrâneo

 

Estufa nº 3 dedicada às plantas da região do Mediterrâneo.

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Estufa das Ilhas Atlânticas (Madeira, Açores, Canárias)

 As bancadas originais em, ferro fundido do séc. XIX, foram rigorosamente restauradas.
 Exemplar de Dragoeiro em vaso
 As plantas estão em vasos de barro - não há objectos dissonantes em plástico
Estufa de Exibição nº 2, de estrutura em madeira, dedicada à exposição de plantas das Ilhas Atlânticas (Madeira, Açores, Canárias e Santa Helena).

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Cool Fern House






The Thomas Moore Fernery - Outra Estufa de Exibição, edifício histórico bem restaurado e com boa interpretação e sinalética a pensar no visitante.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Estufa de Plantas Carnívoras e Cactos




Uma pequena Estufa de Exibição, em madeira, com duas exposições: de um lado plantas carnívoras e do outro cactos e suculentas. A LAJB tem vindo a defender a construção de "Estufas de Exibição" no nosso jardim como forma de enriquecer as colecções vivas, mas também como instrumento vital para a sustentabilidade financeira do Jardim. De facto, as estufas de exibição, se forem bem geridas, e com um bom programa de exposições ao longo do ano, conseguem atrair mais públicos e dessa forma ajudam a cumprir melhor a missão de um Jardim Botânico mas também contribuem para o aumento das receitas de bilheteira. Infelizmente, e até ao momento, não se tem dado a devida atenção a este importante tema como ficou provado com o Plano de Pormenor aprovado recentemente.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O exemplo do Chesea Physic Garden, Londres

 Entrada, com edifício da bilheteira construído em madeira









O Chesea Physic Garden é um dos mais antigos Jardins Botânicos da Europa. Fundado em 1673 pela Worshipful Society of Apothecaries of London, este jardim tem sido durante séculos um lugar privilegiado para a apreciação e descoberta das plantas e dos seus usos pelo Homem. A sua coleção viva é extraordinariamente rica pela sua diversidade e história. A longa existência deste jardim  tem sido possível graças ao interesse e apoio dos visitantes. Aliás, por todo o jardim, nos seus mais variados aspectos, é notório um esforço e uma atenção muito focada na figura do visitante. A comunicação dos conteúdos é muito boa, assim como os serviços que se disponibilizam: uma bela loja e cafetaria/restaurante, exposições nas Estufas de Exibição, serviços pedagógicos para crianças. Nota máxima igualmente para os elevados padrões de conservação do património construído: todos os imóveis (estufas, etc.) e estruturas (muros, estatuária, etc.) estão devidamente restaurados. É também evidente que há um plano eficaz de manutenção para se evitar os proibitivos custos de reabilitação que estão sempre associados à falta de manutenção periódica como acontece em Portugal - de que o nosso jardim é um perfeito e triste paradigma. Não é pois de admirar que este jardim receba tantos visitantes! Sem dúvida alguma que o Chelsea Physic Garden de Londres é um bom exemplo a todos os níveis - de boa gestão de um monumento, mas também de relação saudável com a sociedade civil/comunidade.