segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

XIII Simpósio AIMJB: Lisboa 22-26 Setembro 2014‏

"A origem dos jardins nas civilizações do Livro"
















A Fundação Calouste Gulbenkian, na sequência do ciclo de conversas sobre "A origem dos jardins nas civilizações do Livro", vai organizar, aos sábados, o ciclo " A origem do jardim - mito ou realidade", com o preço de 5€ por sessão de cerca de 90 minutos, para maiores de 16 anos. O ponto de encontro será no hall da Fundação. 

Datas: 
    
4 Out. 2014 - sáb. -  17:30 - O jardim nas culturas ameríndias  

18 Out - 16:45 - O jardim nas culturas orientais  

8 Nov. - 16:45 - O jardim nas culturas africanas   

Foto:  Sri Lanka, Jardim Botânico de Kandy

terça-feira, 16 de Setembro de 2014

Um projecto de Hortas Urbanas para o antigo Hospital Miguel Bombarda?
















Para quem estiver interessado em hortas urbanas (100% biológicas) na cidade de Lisboa, informamos que está agendada uma reunião para amanhã, Quarta-feira, dia 17 de Setembro, às 18.30 h, nas instalações do CIDAC com o objetivo de formular uma proposta concreta para a criação de uma horta urbana em terreno devoluto existente no complexo do antigo Hospital Miguel Bombarda, que serviu de horta até praticamente ao fecho do hospital.  

A reunião terá lugar nas instalações do CIDAC - Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral, Rua Tomás Ribeiro, nº 3 a 9, 1em Lisboa (junto à saída Norte do Metro/Picoas).  

Para mais informações ligar: 93 3207951.

segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Campanha 'Uma Árvore pela Floresta'!
















Os CTT e a Quercus estabeleceram uma parceria que vai permitir florestar com espécies vegetais autóctones algumas zonas do nosso país mais afectadas pelos incêndios. E a sua ajuda é FUNDAMENTAL!

COMO FUNCIONA?

1. Compre um kit “Vale uma Árvore”, disponível em 210 lojas CTT  

2. Os CTT comunicam à Quercus  

3. A árvore é plantada antes da Primavera de 2015  

4. A árvore é cuidada durante 5 anos  

5. Registe a sua árvore aqui com o código do autocolante do seu kit “Vale uma Árvore”  

6. Receba notícias e acompanhe o bosque onde a sua árvore foi plantada

OBJECTIVOS:

Criar bosques autóctones, mais resistentes à propagação dos incêndios e melhores para amenizar o clima, promover a biodiversidade, proteger a nossa paisagem, a água e os solos.  As plantações serão efetuadas em áreas classificadas do Norte e Centro de Portugal, onde a floresta autóctone apresenta um maior nível de degradação. Os locais elegíveis são as Serras da Peneda e Gerês, a Serra de Montemuro, do Alvão e a Serra da Estrela.   A Quercus organizará uma ação de voluntariado para plantação das árvores, destinada aos apoiantes que registarem o(s) código(s) da(s) árvore(s) no site do projecto.

http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/

terça-feira, 9 de Setembro de 2014

SETEMBRO NO MUSEU: Welwitschia!


«Governo vai abater palmeiras da residência oficial do primeiro-ministro»

O Governo decidiu mandar abater as palmeiras do Palácio de São Bento, residência oficial do primeiro-ministro, por considerar que o tratamento à praga do escaravelho-das-palmeiras não está a dar resultado e é dispendioso, de acordo com o Observador. Segundo o site, as palmeiras da residência oficial do primeiro-ministro foram atacadas pelo escaravelho-das-palmeiras, que chegou a Portugal em 2007 e já destruiu grande parte das palmeiras-das-canárias – cerca de 500, incluindo as 13 do jardim do Palácio de São Bento. Quando as folhas começam a secar e a cair pode já ser tarde demais – quando se começam a notar os primeiros sinais de morte das folhas a infestação pode já estar numa fase avançada. Por outro lado, podem coexistir na mesma palmeira mais de mil indivíduos. Nestes casos a única solução é o abate e destruição dos restos vegetais. Para prevenir a infestação ou para tratar os casos em que as plantas estão pouco afectadas podem ser realizadas podas cuidadas e tratamentos fitossanitários (com químicos ou agentes biológicos). “Em Abril de 2013, foi feito um levantamento das espécies atacadas e efectuado um tratamento preventivo/curativo em 12 palmeiras durante três meses (instalação de tubos ao longo do tronco para injecção de produtos fitofármacos e nutrientes)”, explicou o gabinete de imprensa de São Bento ao Observador. No entanto, o tratamento não apresentou os resultados esperados. “Do resultado desta acção seria elaborado um plano de trabalho, porquanto este tipo de tratamento é bastante dispendioso. O resultado não se mostrou satisfatório pelo que foi decidido proceder ao abate por corte e incineração de, inicialmente de sete palmeiras e posteriormente de mais seis palmeiras”, acrescentou. in GreenSavers a 24 de Agosto de 2014 

http://greensavers.sapo.pt/2014/08/26/governo-vai-abater-palmeiras-da-residencia-oficial-do-primeiro-ministro/

Foto: Palmeiras das Canárias na Rua de S. Domingos (Estrela)

segunda-feira, 8 de Setembro de 2014

Recomendação do PEV na AML: “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”

Propostas do Partido Ecologista “Os Verdes” para discussão na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de amanhã, 9 de Setembro 

O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” entregou os seguintes documentos na Assembleia Municipal de Lisboa para serem discutidos e votados na reunião de amanhã, dia 9 de Setembro: 

- Moção “Lojas do Cidadão em Lisboa” 

- Recomendação “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa” 

O Grupo Municipal de «Os Verdes» apresenta a Moção “Lojas do Cidadão em Lisboa”, pretendendo que a Câmara Municipal de Lisboa reconheça a relevante função do serviço público de proximidade aos munícipes de Lisboa desempenhada pelas Lojas do Cidadão; persista numa posição pró-activa perante o Governo, face ao encerramento da Loja do Cidadão nos Restauradores e à ausência de alternativas funcionais para as Lojas das Laranjeiras e de Marvila; diligencie junto do Governo para que este informe, com urgência, que medidas pondera vir a tomar para, no curto prazo, inverter esta acentuada redução de serviços públicos de proximidade na cidade de Lisboa, e ainda para que o Governo especifique, de entre os lugares disponibilizados pelo Município, em que local ou locais planeia vir a instalar novos Espaços do Cidadão. Por fim, o Grupo Municipal de «Os Verdes» pretende ainda que a CML solicite junto do Governo, para que este esclareça com que tipo de serviços, meios e recursos pondera vir a abrir nova ou novas Lojas do Cidadão em Lisboa, calendarizando essas iniciativas. 

Com a Recomendação “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”, o PEV pretende que a autarquia prepare, calendarize e apresente os estudos e verbas previstos no âmbito do Orçamento Participativo para o projecto “Jardim Botânico de Lisboa, Proteger, Valorizar e Promover”; recolha os elementos e execute o levantamento topográfico necessários para a implementação do projecto, designadamente, para as previstas renovação de caminhos e sistema de circulação de água, a criação de um jardim mediterrânico e de uma zona de relvado para lazer, bem como a abertura do portão que dá acesso à Praça da Alegria; estabeleça uma parceria entre a Universidade de Lisboa e a Escola de Jardineiros e Calceteiros, no sentido de obviar a necessidades pontuais de pessoal que se têm verificado para a manutenção do Jardim, designadamente de jardineiros; e ainda que promova as diligências imprescindíveis à elaboração do Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico. 

Para mais informações contactar o Grupo Municipal de “Os Verdes”, através do número de telefone 919 615 508 
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes”.                 
Lisboa, 8 de Setembro de 2014

sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

PALMEIRAS do JARDIM BOTÂNICO



Apesar de todos os esforços, já há várias vítimas mortais na nossa colecção de palmeiras, conforme vai ilustrado neste post.

segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

«No healthy city is complete without trees»















BANGKOK: battle to save the 'big trees'
No healthy city is complete without trees. Planting lots of large trees in urban areas can benefit not only the environment but also the people. That was the main reason behind the launch of the “Urban Tree Care” project.
 
A collaboration between Chulalongkorn University’s faculty of architecture, Somdet Chaopraya Institute of Psychiatry, PTT Plc and Big Trees Project Group, Urban Tree Care is designed to educate urbanites about the knowledge and skills needed to take care of big trees in their urban areas.
 
The first course, which started yesterday, was pitched at managers and high-ranking officials whose work relates to big trees in the city, with the aim of enhancing the beauty of the cityscape.  After campaigning to raise public awareness about the priceless value of big trees in the city for the past four years, Oraya Sutabutr, from Big Trees Project Group, said the group has received many complaints about tree felling in many areas.
 
Trees are also cut down to a smaller size instead of being trimmed, while others that are decades-old are felled completely for business purposes, she said.  “The complaints reflect the fact that city dwellers are now more active in tree conservation. That encouraged us to work together to come up with a project that can give them knowledge and important skills to take care of big trees in the city,” Ms Oraya said, adding that the skills people learn from the training can even lead to a new occupation such as arborist, which is new to Thai people.
 
After lengthy discussions, a plan was formed. Chulalongkorn University’s faculty of architecture would be responsible for developing a training programme; Big Trees Project Group would coordinate the parties concerned; Somdet Chaopraya Institute of Psychiatry would provide the room for the training programme, while PTT Plc agreed to be the sponsor.
 
Topics of discussion in the programme include the life of big trees, the unique characteristics and benefits of urban forestry; basic tools for gardening and tree maintenance; possible dangers posed by big trees as well as how to handle dead trees. Course attendees also learn how to trim branches and deal with root problems, how to maintain big trees on a construction site, how to assess the value of trees and manage tree maintenance.
 
The programme typically takes 150 hours and includes coursework and a workshop.  A field trip is also an important requirement to complete the programme. Taradon Tunduan, an experienced arborist and guest speaker for the programme, said there are two main problems with big trees in urban environments — the tree itself and the effects of the tree on the city’s environment.  He has been working with big city trees for many years. Mr Taradon said Thais lack knowledge of big trees. There are only a few people working in this field. “Many don’t realise that some trees are sick and need special care,” he said.  He cited the failure to recognise the importance of big trees in the city. When a big tree branches out and gets entangled in electrical wires, the first choice is to keep the wires and cut the tree.
 
Often they are cut short rather than being trimmed, he added. Trimming a tree makes it pleasing to the eye while helping to reduce possible dangers.  However, some trees can be too big and may cause structural damage when dried branches fall on houses, cars and roads during a heavy storm, he warned.  Mr Taradon, who has more than two decades of experience, said officers at the Bangkok Metropolitan Administration (BMA) and the Treasury Department and staff at real estate companies don’t fully understand the concept of “big trees in the city”.
 
“When the idea is mentioned, most of them think of small trees and bushes in a garden,” he said.  Singapore is widely recognised for its green space, with a large number of big trees in the urban environment. Mr Taradon said the Singapore government realises the importance of big trees in the city to make it a sustainable green city.  Big trees need very good care when they are first planted. They have big roots that can store a quantity of water. They may need occasional care and maintenance when they branch out and threaten structural damage to properties.
 
Garden trees and ornamental plants are hugely popular in Thailand and they tend to get daily care — watering and trimming. When they are not well taken care of, they dry out and die. “The planting of big trees was a good move for Singapore to achieve the goal of becoming a sustainable green city,” Mr Taradon said, adding that Thailand needs to take the green city concept very seriously before it’s too late.  In his view, individuals whose houses have big trees should have priority to acquire knowledge and skills in big tree maintenance. “I’ve learned many families sell their houses which have big trees to real estate companies which want to develop a condominium — and the trees that have been kept for decades are cut down. That’s very regrettable,” Mr Taradon said.
 
Somneuk Janthanaporn, a Khlongsan district officer and who is attending the training programme, said staff at all Bangkok district offices who are responsible for the cutting down of trees are required to undergo training concerning tree maintenance.  However, the knowledge and skills they learn are not applied because of work overload.  “Every day we have to work with hundreds of trees, particularly those that branch out and get entangled with wires, as we need to protect people from fires that might occur. You can imagine how much work we handle. If we have to do every step of the job, we are not able to get our tasks done in time,” Mr Somneuk said.  Ms Oraya said Big Trees Project Group is using Somdet Chaopraya Institute of Psychiatry for the next operative training programme. “One important thing that we want to see is executives of the BMA and other government officers responsible for maintenance of trees getting the chance to take part in governmental policy covering the green city project,” she said.
 
The programme began on Tuesday with a lecture on “The life of a big tree”, delivered by national artist emeritus Prof Decha Boonkham, who has frequently castigates the BMA and the Metropolitan Electricity Authority for cutting down trees.  The first programme kicked off yesterday and runs to June 11. It is limited to 15 people and the fee is 3,000 baht.
 
in Bangkok Post, 10/05/2014 Supoj Wancharoen

http://m.bangkokpost.com/latestnews/409027

segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

Em Floração: MELALEUCA PREISSIANA


Plantas que não temos no nosso Jardim: THEOBROMA CACAO

 

Theobroma cacao significa "alimento dos deuses" e é o nome da planta que dá origem ao fruto que vulgarmente chamamos cacau. É da família Malvaceae e tem origem na América do Sul. Sem dúvida uma das plantas mais emblemáticas do mundo - e das mais importantes para todos aqueles que apreciam chocolate! Infelizmente não existe nenhum exemplar no nosso Jardim Botânico por falta de uma estufa de exibição com as condições adequadas ao crescimento desta planta. Foto: exemplar fotografado no Vietname.

quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

In memoriam

In memoriam

Primeiro aniversário da morte de Alexandra Escudeiro.
Dia 15 de Agosto, na Igreja de S. João de Deus, com missa às 19.00 horas.


Até sempre Alexandra!

segunda-feira, 11 de Agosto de 2014

«Faltam jardineiros para limpar Jardim Botânico»

O jardineiro Carlos Fazendeiro, 64 anos, é um dos dois funcionários do quadro no Jardim Botânico do Príncipe Real. Há também uma funcionária que faz a coordenação, mas não efectua trabalho de jardinagem.
Conta-se ainda quatro colaboradores, que ali chegaram através do Instituto de Emprego e Formação Profissional, por estarem desempregados, e que mudam todos os anos.
Porém, segundo o jardineiro e o diretor do Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, que gere o jardim, não chegam para efetuar a manutenção de uma área de quatro hectares onde estão espécimes vegetais vindas de várias partes do mundo.
“O problema maior é que o jardim não tem o aspeto que eu e todos os colegas gostaríamos, mas não conseguimos porque somos poucos e fazemos o que podemos”, lamentou Carlos Fazendeiro, em declarações à Lusa.
“Normalmente faço uma ou duas horas por dia a mais, que não são pagas, mas não me queixo. Gosto do que faço e às vezes sinto-me frustrado por chegar ao fim do dia, estar cansado e olhar para trás e ver pouca coisa feita”, acrescentou.
A situação está a levar à “falta de limpeza” do espaço, que nalguns casos pode levar à morte das plantas: “Se as infestantes não forem limpas a tempo, podem matá-las”, alertou o diretor do Em causa está o “problema orçamental global” e a “dificuldade de contratação de pessoas desde que começou a crise”, assente na “falta de oferta de condições [de trabalho] e na dificuldade de abrir concursos”, explicou o diretor do museu, José Pedro Dias.
Feitas as contas, seriam necessários três jardineiros nos quadros, que trabalhassem na terra e não efetuassem apenas tarefas de coordenação, e mais três colaboradores, especificou, falando em números “comedidos”.
Para manter o jardim são gastos cerca de 15 mil euros por mês, sete mil em água e oito mil nos salários dos funcionários, apontou o responsável. Enquanto estes últimos são pagos pelo dinheiro que é atribuído ao museu, que inclui também o jardim, a água é paga através das receitas das entradas no jardim (cada uma custa dois euros), que costumam aumentar “fortemente no verão” no caso dos visitantes individuais, referiu.
Durante os restantes meses, há atividades do serviço educativo que, apesar de serem importantes para os rendimentos, têm vindo a cair.
A situação no Jardim Botânico da Ajuda, pertencente ao Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Lisboa, é diferente. Numa resposta escrita enviada à Lusa, a direção do espaço indicou que “o jardim tem um número de jardineiros suficiente” para realizar a manutenção.
Nas alturas mais críticas, fazem falta “mais um a dois jardineiros”, acrescentou, explicando que as baixas são colmatas através da equipa de jardineiros da Tapada da Ajuda e de estagiários.
Já o Jardim Botânico Tropical de Belém “tem colmatado as suas necessidades de jardinagem, através de recursos próprios e da prestação de serviços por uma instituição particular de solidariedade social e isso é evidente no espaço”, referiu o Instituto de Investigação Científica Tropical, que gere o espaço, num esclarecimento solicitado pela Lusa, assegurando que “a manutenção do jardim não tem sido negligenciada”. in Lusa, 3 Agosto 2014

sexta-feira, 1 de Agosto de 2014

As Árvores e a Cidade: "Bela Sombra" nos Anjos

A torre campanário da Igreja dos Anjos e uma Phytolacca dioica ("Bela Sombra") vista da Rua Luis Pinto Moitinho.

segunda-feira, 28 de Julho de 2014

"Historietas do Jardim" por Cristina Girão



Obrigada amiga Cristina Girão não só pela visita guiada mas também pela oferta à LAJB do livro "Plantas Aromáticas de Portugal" que irá enriquecer a nossa humilde Biblioteca. 

"Historietas do Jardim" por Cristina Girão











Algumas imagens da interessantíssima visita guiada que a nossa associada Cristina Girão tão generosamente nos ofereceu. A visita decorreu na manhã de domingo, dia do aniversário do fundador do Jardim Botãnico, o Conde de Ficalho. A Cristina Girão é bióloga e tem o curso de guia do Jardim Botânico. Obrigada Cristina e até à próxima viagem!

quinta-feira, 24 de Julho de 2014

LX GARDENS: apresentação dos resultados
















Apresentação dos Resultados do Projeto LX GARDENS - Jardins e Parques Históricos de Lisboa:

Estudo e inventário do património paisagístico.

Research Project funded by FCT PTDC/EAT-EAT/110826/2009   

29 de Julho de 2014 às 14h00 na Sala de Atos  
Instituto Superior de Agronomia  - Tapada da Ajuda - Lisboa

terça-feira, 22 de Julho de 2014

Dia do Fundador: Visita guiada ao Jardim Botânico no dia 27 de Julho às 10H30
















Estimadas/os associadas/os   

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico vai organizar uma visita guiada para os seus associados no dia 27 de Julho (domingo) às 10H30M, data do nascimento do Conde de Ficalho, fundador do Jardim Botânico que nasceu a 27 de Julho de 1837.  

A visita será guiada pela nossa associada, a bióloga Cristina Girão.    
O tema da visita guiada: "Historietas do Jardim"   

Saudações botânicas   

P' Direcção  

Manuela Correia     

VISITA GUIADA AO JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA   

Data - 27 de Julho - 10h30m   
Tema da Visita - "Historietas do Jardim"   
Guia da Visita - Cristina Girão   
Inscrições - amigosdobotanico@gmail.com; TM: 962112171   
Número de participantes - 30 pessoas   
Local do encontro - Bilheteira do Jardim Botânico. 

Foto: Acacia karroo em floração na Classe

domingo, 20 de Julho de 2014

Amigos do Jardim Botânico: Os voluntários!





Os canteiros 30-B, 25-B e 18-B livres de infestantes e limpos graças aos nossos 11 voluntários: Fátima Moura, Isabel Pereira, Catarina Abrantes, Margarida Bom, Graça Lopes, Gustavo Baptista, Carlos Carrilho, Luís Leitão, Fernando Jorge, Manuela Correia e a curadora do Jardim Botânico, Teresa Antunes. A todos muito obrigado pela generosa oferta da manhã de domingo para cuidar do Jardim Botânico!