Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Património. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 7 de março de 2016

Visita dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa ao Palácio Palmela: sábado 12 Março 11:30

VISITA GUIADA AO PALÁCIO PALMELA
                    
DATA: 12 de MARÇO - 11H30M

GUIA DA VISITASandra Belo

LOCAL DE ENCONTRO: Entrada da Rua da Escola Politécnica 201

ORGANIZAÇÃO: Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa

LOTAÇÃO: Visita limitada a 30 participantes.
Inscrição obrigatória para: amigosdobotanico@gmail.com
Transportes públicos: Metro estação Rato e autocarros 758, 720

Palácio Palmela (actualmente Procuradoria-Geral da República)

Edifício de finais do século XVIII, foi projectado em 1792 pelo arquitecto Manuel Caetano de Sousa para sua residência pessoal. Adquirido em 1823 pelo primeiro conde da Póvoa, Henrique Teixeira de Sampaio, que encarrega a arquitecto Luigi Chiari de efectuar uma campanha de obras. Dessa fase, resulta o actual aspecto da construção, bem como a capela e a escadaria nobre. Em 1837, por ocasião do casamento de D. Maria de Sousa, irmã do proprietário, com o filho do duque de Palmela, D. Domingos de Sousa Holstein, é despoletada uma nova campanha de obras, centrada na consolidação do andar superior. O Pavilhão Escultórico no jardim, concebido pelo escultor francês A. Calmels, assumiu um papel importante na ambiência artistico-criativa da excelente escultora que foi D. Maria de Sousa Holstein, duquesa de Palmela. A fachada principal, virada a Oeste, compõe-se de um corpo único, onde uma cornija saliente marca a passagem para o último piso. Rasgam-se ao longo desta fachada, janelas de secção rectangular, que ao nivel do terceiro e quarto piso (ao centro) são percorridas por varandas com gradeamento em ferro forjado. A ladear a porta principal encontramos duas esculturas alegóricas, aludindo à Força Mental e ao Trabalho, da autoria de Calmels, sendo o remate da entrada coroado por um frontão curvo com as armas dos duques de Palmela (Sousas do Prado). 
O imóvel foi adquirido pelo Estado Português em 1977 para aí ser instalada a Procuradoria Geral da República.
O comjunto formado pelo Palácio Palmela e seu Jardim-terraço está classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público.
Foto: Palácio Palmela por Joshua Benoliel em 1917 (Arquivo Municipal de Lisboa)

sábado, 18 de julho de 2015

Jardim Botânico de Singapura: Património Mundial da UNESCO!















No passado dia 4 de Julho na 39ª sessão do Comité Mundial do Património em Bona, o Jardim Botânico de Singapura foi classificado Património Mundial da Humanidade. Parabéns!

Para saber mais sobre este Jardim Botânico visite: www.sbg.org.sg

quinta-feira, 28 de maio de 2015

«LISBOA ENTRE SÉCULOS» Conferência, sábado dia 30 de Maio de 2015

DATA: sábado 30 de Maio 2015  
LOCAL: Sala dos Actos, Escola Médica - Campo dos Mártires da Pátria  
PROGRAMA:  
9:30 Boas-vindas e introdução - Fórum Cidadania Lx  

I PARTE - Conhecimento para Reabilitar  

9:45 Carlos Bessa, Chefe da Divisão de Salvaguarda do Património Arquitetónico e Arqueológico DGPC 
10:00 Reabilitação Urbana em Lisboa: estratégia, protecção e casos práticos - Teresa Duarte, Divisão de Reabilitação Urbana CML  
10:15 Do campo do curral ao “campus” das ciências: cidade, arquitectura e síntese das artes - Paula André  
10:30 Mobiliário Urbano de Lisboa Entre Séculos: “habitar” a rua - Pedro Bebiano Braga  

11:00 Pausa  

II PARTE - Reabilitar com Conhecimento  

11:15 Casa na Rua da Alegria, Porto - Arqª Inês Pimentel  
11.30 A “Casa Verde” em Alcântara, Lisboa - Arq. José Adrião  
11:45 "Gaioleiro” nas Avenidas Novas, Lisboa - Eng. Filipe Ferreira  
12:00 A Casa do Jardim, Lisboa - Arq. João Soares  

12:15 Debate e encerramento da Conferência LES 2015  

Moderador: Luís Maio  
ENTRADA LIVRE

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Fachada do BRITISH MUSEUM em 2012



Fachada principal do British Museum de Londres, em Dezembro de 2012, com 2 paineis publicitando exposições. Um exemplo de boa integração numa fachada de um edifício classificado e muito emblemático da cidade de Londres.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Cinco grupos de cidadãos uniram-se contra a construção de mais um parque subterrâneo



















Cinco grupos de cidadãos uniram-se contra a construção de mais um parque subterrâneo no centro de Lisboa e prometem não baixar os braços.  Por Marisa Soares, Público de 18 Julho 2014  

A Plataforma contra o Parque Automóvel, que junta cinco grupos de cidadãos de Lisboa, manifestou-se nesta quinta-feira contra a construção de um parque de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real, pedindo à Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) que reprove o projecto. Caso contrário, avisam, será como enfiar “um elefante numa loja de porcelana”, com consequências “fatais” para aquela zona. 

“A DGPC tem todos os instrumentos legais para dizer não a este parque, e se não o fizer vai ceder ao interesse privado em detrimento do interesse público”, afirmou Jorge Pinto, do Grupo dos Amigos do Príncipe Real, numa conferência de imprensa realizada à sombra dos enormes “braços” do cedro-do-Buçaco, um dos ex-libris do centenário jardim. 

Em causa está a construção de um parque subterrâneo com formato em “U” a contornar a estrutura do jardim, com 300 lugares distribuídos por quatro pisos – mais um do que o previsto na versão inicial do projecto apresentado em 2001, ainda durante a presidência de João Soares na Câmara de Lisboa. Na altura, o projecto foi chumbado pelo ex-Instituto Português do Património Arquitectónico (actual DGPC) e esbarrou no protesto de moradores e ambientalistas. Mais tarde, em 2006, o instituto acabou por emitir um parecer favorável condicionado, mas a obra nunca avançou. 

O presidente da câmara, António Costa, disse em Junho que é "negativo" construir ali um parque subterrâneo mas acrescentou que ele poderá ser “uma mais-valia” caso resolva o problema do estacionamento de residentes e não ponha em risco o jardim. Esta resposta “vaga” não satisfez os membros da plataforma – a qual reúne, além dos Amigos do Príncipe Real, o Fórum Cidadania Lx, a Liga dos Amigos do Jardim Botânico, a Associação Lisboa Verde e a Associação Árvores de Portugal – que prometem não baixar os braços. 

Ambientalistas, urbanistas e arquitectos antecipam "impactos desastrosos" na estrutura dos edifícios da zona. Receiam, sobretudo, que a obra ponha em causa o Reservatório da Patriarcal, um núcleo do Aqueduto das Águas Livres (classificado como Monumento Nacional) que existe no subsolo do jardim. “Há muitos anos desejamos que seja apresentada a candidatura do Aqueduto a Património da Humanidade da UNESCO, se o parque avançar será mais um obstáculo”, afirmou Margarida Ruas, ex-directora do Museu da Água. 

A discreta porta de entrada no Reservatório fica no centro do jardim e dá acesso a uma cisterna octogonal subterrânea, com capacidade para 880 metros cúbicos, sustentada por dezenas de pilares em pedra com cerca de dez metros de altura, com arcos de cantaria no topo. Dali partem as galerias que, no século XIX, levavam água até aos chafarizes da Baixa e do Bairro Alto. O Reservatório foi desactivado na década de 1940 e actualmente pode ser visitado em alguns dias da semana. 

Os cidadãos consideram que a construção do parque “a um metro" das galerias terá “efeitos irreversíveis e imprevisíveis”. A DGPC também tem dúvidas sobre o impacto da construção no aqueduto - foi por isso que chumbou os dois pedidos de alteração para acrescentar o quarto piso, submetidos pelo promotor a 3 de Agosto de 2012 e a 14 de Janeiro de 2014. Na sequência do chumbo, a empresa encomendou um estudo hidrogeológico do local, sobre o qual a DGPC ainda não se pronunciou. “Está, assim, em vigor a aprovação condicionada de 23/11/2006 pelo ex-IPPAR”, esclarece este organismo ao PÚBLICO. 

A plataforma destaca também os impactos do empreendimento no jardim, onde existem sete árvores classificadas. Em Maio, o responsável da Empark em Portugal, Paulo Nabais, disse ao PÚBLICO que “a obra não tem interferência com o jardim”, mas não convenceu os opositores. "O parque não vai ficar só sob o alcatrão, vai ficar sob os passeios e a orla do jardim", diz Jorge Pinto. 

“Em qualquer cidade da Europa, este jardim seria considerado um monumento”, considera Margarida Cancela d’Abreu, presidente da Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas, avisando que a construção de uma “cofragem de betão” em torno daquela área verde vai alterar o sistema de drenagem e levar à morte das árvores - muitas já fragilizadas com obras de requalificação do jardim realizadas pela câmara em 2009. 

A plataforma considera também que o parque não vai resolver o congestionamento de tráfego e a falta de estacionamento naquela zona central da cidade, defendendo em alternativa a reposição do eléctrico 24, que ligava o Largo do Carmo a Campolide. Existe já uma petição online contra o projecto, que tem quase três mil assinaturas.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Fachada do Teatro Nacional de D. Maria II

O Teatro Nacional de D. Maria II sempre soube dar o exemplo de boa integração de telas de divulgação das suas actividades na fachada do imóvel classificado. As telas tiram partido das linhas de composição da fachada, não obliterando elementos arquitectónicos. A presença das telas é pacífica. Também não há lugar a prefuração das paredes do imóvel - as estruturas de suporte das telas são perfeitamente reversivéis e inócuas ao monumento. 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

«Cultura manda retirar telas da fachada do Museu de História Natural»

















Dois anos depois de serem montadas ilegalmente, as telas que cobrem a frente do edifício foram objecto de uma ordem de remoção.

A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) determinou, no fim de Abril, a remoção das megatelas informativas que foram montadas há dois anos na fachada do Museu Nacional de História Natural e Ciência, na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa. A direcção do museu confirma que foi notificada, mas diz que “está a tratar do assunto junto das entidades competentes”.

Instaladas em Maio de 2012, as duas telas, com 18 metros de comprimento por dez de altura cada uma, foram colocadas em cima de um estrutura metálica tubular de grandes dimensões que, por sua vez, foi fixada às paredes do museu (antiga Faculdade de Ciências). A iniciativa — justificada com a necessidade de dar projecção às actividades do museu — suscitou polémica na altura, tanto mais que a Direcção Regional de Cultura tinha emitido seis meses antes um parecer desfavorável à sua concretização.

Para lá das dimensões das telas, a montar na frente de um edifício que estava em vias de classificação (no ano passado, foi classificado como monumento de interesse público), o parecer criticava o facto de elas serem “salientes relativamente ao plano” da fachada principal, provocando “um forte impacto visual sobre o núcleo museológico”. Nessa altura, porém, não foi ordenada a sua retirada, sendo criado um grupo de trabalho conjunto, entre a Direcção Regional de Cultura, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico e a Universidade de Lisboa, com o objectivo de corrigir a situação e encontrar uma solução compatível com a salvaguarda dos valores patrimoniais em presença.

A criação daquele grupo de trabalho foi decidida pelo director-geral do Património Cultural logo em Maio de 2012, o qual considerou que as telas se manteriam com carácter provisório até ser encontrada uma alternativa. O provisório, porém, prolongou-se até hoje, não havendo referência na informação técnica que agora levou à ordem de remoção a qualquer reunião ou decisão daquele grupo de trabalho.

No final do ano passado, a DGPC questionou a Câmara de Lisboa sobre se as telas tinham sido objecto de alguma licença camarária, tendo a autarquia respondido que, naquele caso concreto, a instalação estava isenta de licenciamento municipal.  Face às queixas chegadas à DGPC sobre o facto de tudo continuar na mesma, o subdirector-geral, João Carlos Santos, ordenou no dia 22 de Abril a remoção das telas e das estruturas metálicas, devendo ser reposta a fachada no estado em que se encontrava anteriormente.  

A informação que deu origem ao despacho do subdirector-geral sugere que seja encontrada uma outra solução com menor impacto visual, “mantendo-se, contudo, a possibilidade de se publicitar a actividade e eventos culturais do museu, de uma forma digna, bem visível ao público, eventualmente através de pendões de dupla face, menos agressivos para o imóvel classificado”.  

Contactado pelo PÚBLICO, o director do museu, José Pedro Sousa Dias, confirmou que já conhecia a posição da DGPC. “O museu cumprirá necessariamente a lei, mas estamos a tratar do assunto junto das entidades competentes”, afirmou.  

Sousa Dias acrescentou que há “um grupo de trabalho conjunto com a DGPC por causa da zona de protecção [em que o museu se insere] e que a questão das telas é uma das que aí estão a ser tratadas”. Quanto à data de retirada das polémicas estruturas, o director do museu nada disse.

PÚBLICO, 5 de Junho de 2014 por JOSÉ ANTÓNIO CEREJO

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Fachada do Museu Nacional de História Natural e da Ciência em Lisboa

















Imagem de 4 de Junho de 2012 - faz hoje 2 anos que se instalaram as estruturas metálicas para suporte de 2 telões que iriam tapar a maior parte da fachada do MNHNC. Este imóvel está classificadao como Monumento de Interesse Público. 















Imagem de um dos corpos da fachada principal a 18 de Junho de 2012 já com os trabalhos concluídos (2 níveis de 6 vãos cada obstruídos pela colocação de telas 3D).

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Visita da LAJB ao Palácio Vilalva a 25 Maio



Visita ao belo Palácio Vilalva em Lisboa, no passado dia 25 de Maio, que foi guiada pelo Coronel Geraldo (Director do Jornal do Exército) a quem agradecemos a disponibilidade e cuidado com que nos recebeu. As fotos são da autoria da nossa associada Cristina Girão.

domingo, 18 de maio de 2014

Visita Guiada ao Palácio Vilalva em Lisboa

Visita Guiada ao Palácio Vilalva em Lisboa    
DATA:  25 de Maio - 11H 
LOCAL: Largo de São Sebastião da Pedreira, Lisboa 
GUIA DA VISITA: Coronel Geraldo (Director do Jornal do Exército) 
ORGANIZAÇÃO: Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) 
INSCRIÇÃO: Visita limitada a 30 participantes. É necessário inscrição prévia para amigosdobotanico@gmail.com ou TM: 935 587 982.  

O Palácio Vilalva, também conhecido como Palácio José Maria Eugénio ou Palácio de São Sebastião da Pedreira, foi a antiga residência da Família Eugénio de Almeida.  

As origens do actual edifício remontam ao ano de 1730 quando o seu primeiro proprietário, o arquitecto francês Fernand Larre (Provedor dos Armazéns de D. João V), decidiu levantar neste local a sua residência. Este palácio, com vasta área arborizada anexa - a Quinta da Provedoura - passou depois para os herdeiros de Larre que o beneficiaram interiormente recorrendo ao famoso estucador milanês Giovanni Grossi e a outros artistas italianos como Félix Salla, Biel e Gomassa.   

Em 1859 a propriedade passou para o grande capitalista José Maria Eugénio de Almeida (1811-1872), um dos sócios do «Real contrato do tabaco, sabão e pólvora», que logo iniciou a sua reedificação e ampliação, conforme hoje o vemos. O projecto foi da autoria do arquitecto francês Jean Colson. Os relevos escultóricos da fachada são do escultor francês Anatole Calmels (no tímpano do frontão uma composição representa as Artes e as Ciências numa alegoria "Estímulo para o Estudo"). O desenho e execução do parquet foi entregue ao famoso belga Joseph Godefroy e as serralharias artísticas vieram da oficina Parisiense de Alexandre Bertrand. Notável também é a grande Bibiloteca com estantes esculpidas em carvalho maciço. José Maria Eugénio teve um envolvimento muito activo em todas as fases do projecto, escrevendo cartas aos fornecedores e artistas estrangeiros. De facto, este palácio contém um conjunto notável de interiores oitocentistas, seguindo o gosto de Paris e Bruxelas:   

No contexto da sociedade portuguesa do século XIX, a relevância e o estatuto alcançados pelos membros da elite social eram acompanhados por um trem de vida com sublinhados de conforto e de distinção que se manifestavam na exuberância dos palácios, nos rituais de sociabilidade, na elegância do vestir e, claro está, no requinte decorativo dos espaços de residência. Adquirido em 1859, o Palácio de São Sebastião da Pedreira foi a residência principal da família Eugénio de Almeida em Lisboa. A ornamentação dos interiores constituiu também um instrumento de afirmação do estatuto social dos seus promotores, agora pela via da estética e da arte, au goût de Paris e Bruxelas. (Isabel Mendonça, FCSH-UNL)  

O parque fronteiro aos jardins do palácio - Parque de Santa Gertrudes - estendia-se então até à actual Avenida de Berna num total de 86000 m2 e era inteiramente rodeado de muro ameado. O parque, com projecto inicial de 1864 do arquitecto português Valentim Correia, teve a sua plantação iniciada em 1866 sob a direcção do jardineiro suiço Jacob Weifs. Em 1866 é entregue ao arquitecto italiano Giuseppe Cinatti o projecto da construção de luxuosas cocheiras e cavalariças num estilo que sugeria um castelo inglês (separadas do palácio pela Avenida Duque de Ávila). Em 1920 estas cocheiras seriam transformadas em habitação pelo Arquitecto Raul Lino, servindo de residência particular dos herdeiros até aos dias de hoje. No Parque de Santa Gertrudes esteve instalado o Jardim Zoológico de Lisboa entre 1890 a 1909.   

Nos princípios de 1946 o Estado adquiriu o palácio ao bisneto Vasco Maria Eugénio de Almeida, 2º Conde de Vilalva, realizando-se durante os dois anos seguintes obras de beneficiação e de adaptação à nova função. Estes trabalhos foram dirigidos pelo arquitecto António Quirina e os engenheiros João de Deus Pimentel e Filipe Ribeiro. A 28 de Agosto de 1948 o edifício foi oficialmente inaugurado como Quartel-General do Governo Militar de Lisboa, no qual permaneceu até à sua extinção a 15 Julho de 2006. Desde 2007 o Palácio Vilalva alberga o Centro de Finanças Geral (CFG), a Inspecção Geral do Exército (IGE), o Conselho Superior de Disciplina do Exército (CSDE) e o Jornal do Exército (JE).

domingo, 20 de outubro de 2013

Amigos do Botânico na 1ª FEIRA DO PATRIMÓNIO

Vista geral do stand da LAJB na 1ª FEIRA DO PATRIMÓNIO a decorrer desde o passado dia 18 até domingo, dia 20 de Outubro, no MUSEU DE ARTE POPULAR em Belém, Lisboa. Apareça e conheça instituições públicas e privadas, empresas, associações ou simplesmente os cidadãos que trabalham com paixão no estudo, defesa e salvaguarda do nosso património cultural. Há conferências, debates, animação cultural, provas gastronómicas e muito conhecimento para partilhar. Nota: domingo a Feira encerra às 20H.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Feira PATRIMONIO.PT


A Liga dos Amigos do Jardim Botânico vai estar presente.

Feira do Património - 18, 19 e 20 de Outubro
Museu de Arte Popular, Belém, Lisboa
http://www.igespar.pt/pt/news/9/2936/

sábado, 31 de agosto de 2013

«Memórias do Museu e do Jardim Botânico»

A iniciativa Memórias do Museu e do Jardim Botânico pretende recolher, guardar e partilhar memórias com interesse para a história do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.

Esta campanha, a nível nacional, procura recolher testemunhos visuais e orais dos espaços e vivências do Museu, imprescindíveis à recuperação da sua história e passado.

As vivências académicas e pessoais das múltiplas gerações de estudantes, professores e visitantes do Museu e do Jardim Botânico são contribuições essenciais para a preservação da identidade da nossa instituição.

Para isso, o Museu precisa da sua ajuda. Envie-nos as suas fotografias, postais, notícias, testemunhos e recordações.

Participe na certeza de que as suas recordações ficam bem entregues e tenha o orgulho de contribuir na construção de uma memória colectiva.

 Contacte-nos para: memorias@museus.ul.pt

quinta-feira, 25 de julho de 2013

LISBOA vista por PORTUGAL

Uma bela exposição para ser vista até ao final de Agosto no Arquivo Municipal de Lisboa na Rua da Palma. O fotógrafo Eduardo Portugal também fotografou o nosso Jardim Botânico.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Visita LAJB: Embaixada de Itália em Lisboa - 2







Visita à Embaixada de Itália, antigo Palácio dos Condes de Pombeiro
12 de Junho às 17h30m - Largo Conde Pombeiro 6, Lisboa
A LAJB agradece ao Exmo. Sr. Embaixador de Itália, Dr. Renato Varriale, a oportunidade que tão generosamente nos ofereceu de conhecer este belo exemplar do património cultural de Lisboa.

Visita LAJB: Embaixada de Itália em Lisboa - 1











O Exmo. Sr. Embaixador de Itália, Dr. Renato Varriale, recebeu de braços abertos o nosso grupo de 30 associados da LAJB. Fomos guiados primeiro pelos belíssimos salões do piso térreo onde nos surpreendemos com uma magnífica sala (actualmente sala de jantar da Embaixada) pintada a fresco pelo pintor português Cirilo Wolkmar Machado (1748-1823). Antes de passarmos ao jardim do palácio fomos guiados à entrada oficial da Embaixada, com silhares de azulejo atribuídos ao Pintor Jorge Colaço (1868-1942). No jardim bem cuidado, divido em dois sectores distintos, observarmos belos exemplares de tílias, ciprestes, um jacarandá, uma magnolia grandiflora e muitos limoeiros entre outras plantas, algumas delas raras. No final  do agradável passeio pelo jardim, regressamos a uma soalheira loggia do palácio onde nos foi servido um lanche. A título de agradecimento por esta generosa visita, a LAJB convidou o Exmo. Sr. Embaixador a visitar o Jardim Botânico de Lisboa e ofereceu um conjunto de publicações sobre o nosso Jardim assim como colecções de postais.