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sábado, 1 de outubro de 2016

Jardim Botânico de Kew, Londres: «Prioridades Estratégicas»

KEW GARDENS, LONDON:

Strategic Priority 1

To document and conduct research into global plant and fungal diversity and its uses for humanity.

Strategic Priority 2

To curate and provide data-rich evidence from Kew’s unrivalled collections as a global asset for scientific research.

Strategic Priority 3

To disseminate our scientific knowledge of plants and fungi, maximising its impact in science, education, conservation policy and management

https://www.youtube.com/watch?v=g4-EkRL-J2M

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O exemplo do Jardim Botânico de Coimbra

Estão a decorrer importantes obras de reabilitação e restauro no Jardim Botânico de Coimbra. Muitas das intervenções são exactamente aquelas que a LAJB tem vindo a destacar como essenciais para que o Jardim Botânico cumpra a sua missão de aproximar as pessoas ao mundo das Plantas. Falamos nomeadamente da questão das estufas de exibição mas também de investigação. Como é sabido, as estufas do nosso jardim estão em estado de ruína há várias décadas e no seu lugar chegou a ser proposta a construção de galerias comerciais (!) no âmbito do Plano de Pormenor do Parque Mayer. Mas aqui fica o exemplo de Coimbra:
 
Requalificação das Infra-estruturas  de Apoio e Divulgação da Ciência no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra  
 
A decorrer no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, o projecto foi aprovado em 2010 e financiado no âmbito de uma candidatura ao QREN / Mais Centro - Programa Operacional Regional do Centro e está a ser executado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
 
Este projecto prevê o reforço e reabilitação de algumas das infra-estruturas científicas e tecnológicas que asseguraram o contributo histórico no sentido de as dotar de melhores condições. Serão várias as estruturas a ser alvo de intervenção:
ESTUFAS
- Reabilitação da estufa grande, um dos edifícios mais antigos da arquitectura de ferro em Portugal (1854), que está dividida em três secções com climas distintos: tropical, subtropical e temperado. Reabilitação da “estufa da Victoria”, que possui um lago artificial onde é mantido o maior nenúfar do mundo originário do Rio Amazonas.
 
- Reabilitação da estufa fria, construída em 1946, um espaço destinado a uma flora adaptada a ambientes húmidos e sombrios, estando as plantas rodeadas por uma cascata mural e um pequeno riacho.
 
- Edificação de uma nova estufa de investigação.

BANCO DE SEMENTES
- Montagem de laboratório de citometria de fluxo, ferramenta analítica de rendimento elevado que permite a detecção e quantificação simultânea de múltiplas propriedades ópticas de partículas em suspensão.
 
- Com 140 anos comemorados em 2008, o Index Seminum é uma publicação anual cujo principal objectivo é a conservação, divulgação e intercâmbio de sementes da Flora Portuguesa. Sendo o maior do país, possui cerca de 50% das espécies nativas da Flora Portuguesa, incluindo diversas espécies raras ou ameaçadas. A não existência de condições de frio impede a preservação das sementes por períodos superiores a 2 anos.
GABINETE DE CIÊNCIA IN SITU
- Criação de um espaço interior onde possam decorrer acções de promoção de ciência e workshops de carácter mais aplicado, num contexto logístico favorável a dinâmicas inovadoras.
 
- Melhoria do equipamento de apoio ao jardim que se encontra visivelmente degradado. Instalação de novos pontos de repouso, sinalização de pontos de interesse e possíveis roteiros de visita, disponibilização de meios de acesso a informação ligada a conhecimento científico.

http://www.uc.pt/jardimbotanico/projetos/qren/

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O exemplo de Paris: Jardin des Plantes






Exemplo de telas e sinalética de exposições no Museu Nacional de História Natural de Paris e Jardin des Plantes. Um dos portões de entrada, suporte para cartazes dentro do jardim e sinalética temporária da nova "Galerie de Botanique du Muséum». Fotografias da primeira semana de Junho de 2014 enviadas por um nosso associado.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Plantas que não temos no nosso Jardim Botânico: COUROUPITA GUIANENSIS








Esta extraordinária planta é nativa das florestas Tropicais da América Central e do Sul. O seu nome científico, Couroupita guianensis, foi dado pelo Botânico francês Jean Baptiste Christophore Fusée Aublet em 1755. É conhecida pelo nome vulgar cannonball tree, numa referência aos enormes frutos esféricos.
Infelizmente, e apesar da histórica ligação do nosso país ao Brasil, o nosso Jardim Botânico não tem ainda um exemplar desta magnifica árvore. Esta planta verdadeiramente extraordinária dos trópicos só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa. Várias estufas de Jardins Botânicos na Europa têm esta magnífica planta nas suas colecções vivas.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Candidatura do Jardim Botânico de Singapura a Património Mundial da Humanidade - Unesco



O Jardim Botânico de Singapura é oficialmente candidato à lista do Património Mundial da Humanidade. Em Junho de 2012, Singapura ratificou a Convenção do Património Mundial e em Dezembro do mesmo ano entregou à UNESCO a lista tentativa manifestando interesse na inscricção do Jardim Botânico de Singapura como Património Mundial da Humanidade. No dia 11 de Setembro de 2013 foi aberta a consulta pública por um período de 4 meses com o objectivo de receber contributos dos cidadãos para a elaboração do documento final que inclui um Plano de Salvaguarda/Gestão do monumento. O dossier final de candidatura já foi entretanto entregue à UNESCO. O dossier de candidatura e Plano de Gestão estão disponíveis para consulta aqui:

http://www.sbg.org.sg/index.php?option=com_k2&view=item&id=886:singapore’s-first-unesco-world-heritage-site-nomination-draft&Itemid=352

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim: DELONIX REGIA



O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica árvore, vulgarmente conhecida como «Flame of the Forest». Quando está em floração, a sua copa fica coberta de grandes flores de um vermelho vivo e luminoso! A planta foi "descoberta" na Ilha de Madagáscar por um Botânico francês em 1824. Esta planta extraordinária dos trópicos só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa/Portugal. Várias estufas na Europa, como no Kew Botanic Garden, têm esta magnífica planta.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

«La nuestra es una cultura poco permeada por las ciencias naturales»

«MUNDOS BOTÁNICOS» por ANTONIO MUÑOZ MOLINA 

Para las personas de imaginación aventurera pero de carácter perezoso el mejor sustituto de las expediciones novelescas que no llegarán a hacer nunca son las visitas a los jardines botánicos, más que los libros de viajes. Sin duda hay un placer extraordinario en leer las aventuras de Shackleton en la Antártida, o el diario del capitán Franklin en los hielos del Ártico, o seguir en una buena biografía los itinerarios del capitán Cook, que llegó a Tahití cuando parecía el paraíso terrenal y avanzó mucho más al sur de lo que se había atrevido nadie, vislumbrando entre nieblas de tormenta los acantilados antárticos, o caminar por las  soledades de la Patagonia o de los desiertos de Australia en las páginas de Bruce Chatwin. Pero el contraste entre el nomadismo esforzado de los relatos y el confort de la lectura es demasiado grande como para dejarle a uno la conciencia tranquila, y después de todo leer es una tarea demasiado sedentaria y demasiado intelectual, que debe ser compensada de inmediato con el ejercicio físico, para evitar ese peligro de desequilibrio entre la vida real y los mundos de los libros del que fue tan consciente Cervantes.  

Un buen jardín botánico es la solución perfecta. Los árboles de los trópicos o los del Himalaya o los de las islas del Pacífico se ofrecen a la mirada y al tacto de uno y le regalan su exotismo, sin la penosa servidumbre de los animales en las jaulas tristísimas de los zoológicos, y desde luego sin los padecimientos pavorosos del explorador que se abre paso entre los pantanos y los mosquitos de una jungla, o el que se juega la vida escalando una montaña. En un botánico, a diferencia de en la naturaleza, cada árbol y cada planta tienen un letrero con su nombre científico y su nombre vulgar, lo cual es un placer para quien disfruta de la sonoridad de los bellos nombres latinos y un alivio para el aficionado ansioso que no sabe ver de verdad una planta o un pájaro si no puede nombrarlos. El problema es más grave en la literatura en español, y quizás más todavía la española, en la que la naturaleza, con raras excepciones, tiene una presencia vaga y general o directamente no existe. Nosotros no hemos tenido un Wordsworth, un Thoreau, un Robert Frost, un William Carlos Williams que celebren con precisión de naturalistas la riqueza botánica del mundo. Tenemos, desde luego, a Antonio Machado, a Miguel Delibes, a José Antonio Muñoz Rojas, pero la nuestra es en general una cultura poco permeada por las ciencias naturales, en la que cualquier referencia no alegórica o despectiva al campo, a los paisajes, a los jardines, queda cancelada por el miedo a la cursilería, o peor aún, al costumbrismo rural.  

Hablo por experiencia propia. Yo creo que no me fijé de verdad en una planta hasta pasados los cuarenta años. Por miedo a parecer paletos, los fugitivos del campo cultivábamos con vehemencia el esnobismo de lo urbano. Era parte de esa negación algo neurótica del pasado que suele afectar a sociedades que se modernizan tardía y atolondradamente, y destruyen y malvenden a cambio de baratijas lo más valioso de su patrimonio popular. Por fortuna, los jardines botánicos, como algunas obras maestras de la literatura, no se dejan afectar por las tonterías de las modas culturales, y esperan con paciencia a que uno llegue a la madurez necesaria para disfrutarlos. El tiempo de los árboles es más lento y mucho más largo que el de las vidas humanas. Los científicos y los jardineros que los cuidan están menos sujetos a las veleidades del gusto que los artistas o los literatos, menos ansiosos por halagar al público. Los jardines botánicos tienen el mismo origen ilustrado que los museos nacionales, que las bibliotecas públicas y que las instituciones públicas de enseñanza. Como nacieron en la época en la que el conocimiento formaba parte del impulso general de la emancipación humana, y en el que la curiosidad científica era uno de los placeres de la imaginación, los jardines botánicos son simultáneamente lugares de investigación y de recreo, parques públicos y laboratorios, espacios de retiro y centros de enseñanza. En un país tan arboricida y tan poco hospitalario para el saber como España, cada vez que uno entra a un jardín botánico le dan ganas de pedir asilo político.

En el Botánico de Madrid hay una armonía geométrica de parque francés del siglo XVIII. La primera vez que entra al de Lisboa el visitante novelero siente enseguida que se sumerge en un bosque, en una selva tupida pero también apacible, con dragos de Madeira y araucarias y casuarinas gigantes de Australia y Nueva Zelanda, con palmeras altísimas que oscilan como mecidas por un viento del Pacífico. El Botánico de Madrid es plano y de ángulos rectos: el de Lisboa está en cuesta, y sus senderos son sinuosos, de manera que las perspectivas están cambiando siempre, y hay momentos en los que uno se encuentra completamente rodeado por una vegetación tan densa como la que atravesaban a machetazos los exploradores de los antiguos libros de viajes. En el Botánico de Lisboa, cuando el viento ha arreciado, el rumor poderoso de los árboles borra por completo los ruidos de la ciudad. Salgo de él al cabo de una visita de una hora y es como si volviera de un retiro en una montaña y de una expedición.  

Fernando Pessoa escribió que se bajaba del tranvía después de un breve trayecto con el mareo de un viaje al otro lado del mundo. El viaje más exótico de mi vida, y también uno de los más confortables, lo he hecho yo en poco más de un cuarto de hora, en el tranvía número 15, entre la parada de la Praça do Comércio y la de Belém, que me ha dejado a unos pasos del Jardim Tropical, una mañana de domingo entre soleada y nubosa, en este clima que es lo bastante húmedo y lo bastante templado para que prosperen en él plantas que no resistirían los inviernos de Madrid. En el Jardim Tropical hay ficus australianos de cortezas como lomos de paquidermos, de extrañas ramas que cuelgan como estalactitas, de sistemas de raíces que se hunden en la tierra como vastas copas invertidas; hay pavos reales y grandes gallos portugueses de porte arrogante y cresta roja; hay invernaderos abandonados que parecen ruinas de puestos coloniales devoradas por la selva; hay pérgolas con azulejos de tigres, de leones, de elefantes y de gacelas; hay pórticos con tejadillos chinos que dan paso a jardines secretos en los que crecen árboles de Macao y de Goa; hay palmeras decapitadas como columnas de templos emergiendo en la jungla; hay un palacio de amplias estancias sucesivas donde se guardan tesoros cartográficos de la época colonial, anaqueles con muestras de semillas, láminas de plantas disecadas, estanterías de una xiloteca en la que en vez de libros se guardan ordenadas más de tres mil muestras de maderas. En la luz cambiante, en el sol y el nublado, el bosque era unas veces umbrío y otras luminoso. De vez en cuando me cruzaba con alguien tan hechizado como yo. De un botánico así se salen con ganas de escribir un libro de viajes. in El País, 20 Novembro 2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim Botânico: TAMARINDUS INDICA


O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta importante árvore, vulgarmente conhecida pelo seu fruto/vagem tão presente na culinária e medicina tradicional da Ásia e África. Esta planta extraordinária, nativa da África e Ásia tropical, só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa. Várias estufas de Jardins Botânicos da Europa, como no Kew Botanic Garden de Londres, têm esta planta.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CHELSEA PHYSIC GARDEN: Loja e Cafetaria

 Cartaz na entrada do edifício do "Serviço Pedagógico"
 Venda de plantas, projecto em regime de voluntariado dos "Amigos do Jardim"
 Loja/Livraria
Esplanada da Cafetaria/Restaurante