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terça-feira, 12 de abril de 2016

Visita Guiada: Estufa Fria - 16 de Abril - 10:00

















Visita Guiada à Estufa Fria de Lisboa para associados da LAJB

Dia 16 de Abril - sábado - às 10:00

Número máximo de participantes: 20

Inscrição obrigatória para: amigosdobotanico@gmail.com

Ponto de Encontro: Entrada principal da Estufa Fria

Localização: Parque Eduardo VII

Organização: Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa e CML

A Estufa Fria de Lisboa é um dos mais importantes espaços verdes existentes na cidade. Autêntico museu vivo, constitui um dos ex libris de Lisboa, sendo um dos locais mais visitados por alunos e turistas. Inicialmente pensada como um abrigo para plantas, a Estufa Fria de Lisboa é um dos espaços verdes mais aprazíveis da capital, onde se pode desfrutar de agradáveis momentos por entre lagos, cascatas, regatos, obras de estatuária, e centenas de espécies de plantas diferentes oriundas de todo o mundo, que transmitem aos seus visitantes uma paz de espírito de excelência. Gerida pela Câmara Municipal de Lisboa, é constituída por três áreas: Estufa Fria, Estufa Quente e Estufa Doce.
http://estufafria.cm-lisboa.pt/

Foto: Estúdio Mário Novais, c.1952 - Arquivo Fotográfico Municipal

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O exemplo do Jardim Botânico de Coimbra

Estão a decorrer importantes obras de reabilitação e restauro no Jardim Botânico de Coimbra. Muitas das intervenções são exactamente aquelas que a LAJB tem vindo a destacar como essenciais para que o Jardim Botânico cumpra a sua missão de aproximar as pessoas ao mundo das Plantas. Falamos nomeadamente da questão das estufas de exibição mas também de investigação. Como é sabido, as estufas do nosso jardim estão em estado de ruína há várias décadas e no seu lugar chegou a ser proposta a construção de galerias comerciais (!) no âmbito do Plano de Pormenor do Parque Mayer. Mas aqui fica o exemplo de Coimbra:
 
Requalificação das Infra-estruturas  de Apoio e Divulgação da Ciência no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra  
 
A decorrer no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, o projecto foi aprovado em 2010 e financiado no âmbito de uma candidatura ao QREN / Mais Centro - Programa Operacional Regional do Centro e está a ser executado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
 
Este projecto prevê o reforço e reabilitação de algumas das infra-estruturas científicas e tecnológicas que asseguraram o contributo histórico no sentido de as dotar de melhores condições. Serão várias as estruturas a ser alvo de intervenção:
ESTUFAS
- Reabilitação da estufa grande, um dos edifícios mais antigos da arquitectura de ferro em Portugal (1854), que está dividida em três secções com climas distintos: tropical, subtropical e temperado. Reabilitação da “estufa da Victoria”, que possui um lago artificial onde é mantido o maior nenúfar do mundo originário do Rio Amazonas.
 
- Reabilitação da estufa fria, construída em 1946, um espaço destinado a uma flora adaptada a ambientes húmidos e sombrios, estando as plantas rodeadas por uma cascata mural e um pequeno riacho.
 
- Edificação de uma nova estufa de investigação.

BANCO DE SEMENTES
- Montagem de laboratório de citometria de fluxo, ferramenta analítica de rendimento elevado que permite a detecção e quantificação simultânea de múltiplas propriedades ópticas de partículas em suspensão.
 
- Com 140 anos comemorados em 2008, o Index Seminum é uma publicação anual cujo principal objectivo é a conservação, divulgação e intercâmbio de sementes da Flora Portuguesa. Sendo o maior do país, possui cerca de 50% das espécies nativas da Flora Portuguesa, incluindo diversas espécies raras ou ameaçadas. A não existência de condições de frio impede a preservação das sementes por períodos superiores a 2 anos.
GABINETE DE CIÊNCIA IN SITU
- Criação de um espaço interior onde possam decorrer acções de promoção de ciência e workshops de carácter mais aplicado, num contexto logístico favorável a dinâmicas inovadoras.
 
- Melhoria do equipamento de apoio ao jardim que se encontra visivelmente degradado. Instalação de novos pontos de repouso, sinalização de pontos de interesse e possíveis roteiros de visita, disponibilização de meios de acesso a informação ligada a conhecimento científico.

http://www.uc.pt/jardimbotanico/projetos/qren/

terça-feira, 14 de maio de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim: RAVENALA MADAGASCARIENSIS

O Nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica planta, que, embora pertença à família das bananeiras, é vulgarmente conhecida como «Traveller's Palm». Esta, assim como tantas outras plantas extraordinárias dos trópicos, só poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não poderiam sobreviver ao ar livre. O exemplar na imagem foi fotografado no Jardim Botânico de Penang na Malásia. 

sábado, 9 de março de 2013

Esta Palmeira não temos no nosso Jardim: ELAEIS GUINEENSIS

O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta famosa palmeira da África tropical, bem conhecida pelo óleo alimentar que se obtém dos seus frutos. Esta, assim como tantas outras plantas de grande importância para contar a história entre o Homem e as Plantas dos trópicos, só poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não conseguem sobreviver ao ar livre em Lisboa. O exemplar na imagem foi fotografado no Jardim Botânico de Penang (Malásia). Esta palmeira, originária do Oeste do continente Africano, foi primeiro levada para o Jardim Botânico de Singapura em 1870. As sementes deste primeiro exemplar estiveram na origem das primeiras plantações da Península da Malásia. Hoje em dia, enormes plantações desta palmeira dominam a paisagem de várias regiões da Malásia, Indonésia e Tailândia com grandes prejuízos para a rica biodiversidade desta parte do mundo.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Palmeiras que não temos no nosso Jardim: OREODOXA REGIA

O Nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica palmeira, vulgarmente conhecida como «Royal Palm». Esta, assim como tantas outras plantas extraordinárias dos trópicos, só a poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa/Portugal. O exemplar na imagem foi fotografado numa ilha da Malásia. 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

«Plantas raras nas estufas da Escola Politécnica»




Título: "'Nepenthes', orquídea carnívora: as folhas contraem-se quando qualquer insecto pousa nelas, asfixiando-o" 
Imagem integrada na reportagem "Plantas raras nas estufas da Escola Politécnica".
Ilustração Portuguesa. Lisboa: Empresa do Jornal O Século. N.º 70 (24/06/1907), p. 794.

Autor: Joshua Benoliel. Fonte: Torre do Tombo
Nota: Agradecemos a Maria João Torgal a descoberta e envio desta imagem.

domingo, 28 de outubro de 2012

«Plantas raras nas estufas da Escola Politécnica»


Título: 'Platycerios', fetos de frondes inteiras, lobadas, originários da Austrália; o exemplo maior, de folhagem verde-amarelada, é notabilíssimo".
Imagem integrada, com legenda colectiva, na reportagem "Plantas raras nas estufas da Escola Politécnica".
Ilustração Portuguesa. Lisboa: Empresa do Jornal O Século. N.º 70 (24/06/1907), p. [793].

Autor: Joshua Benoliel. Fonte: Torre do Tombo
Nota: Agradecemos a Maria João Torgal a descoberta e envio desta imagem.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Futuro Restauro: Estufas de Exibição da Condessa

A próxima fase do restauro dos Jardins da Condessa d'Edla vai incluir a Estufa de Exibição, estrutura do séc. XIX, actualmente em ruínas. Sabemos que estava compartimentada em 3 sectores para exposição de plantas de climas diversos: Estufa Quente, Fria e Temperada. Ainda é possível ver a caldeira de aquecimento original in situ. A LAJB irá com certeza voltar para ver esta belíssima estrutura restaurada em toda a sua glória. 

domingo, 29 de abril de 2012

Jardim Botânico da Universidade de Zurique: Estufas

O Jardim Botânico da Universidade de Zurique tem um complexo de Estufas de Exibição (presentemente em obras de restauro) para além de duas estufas de investigação e viveiristas. As Estufas de Exibição são constituídas por três estruturas em cúpula sendo a maior dedicada aos Trópicos, e as duas menores à Savana e Clima Sub-Tropical. Para além da óbia vantagem que constituem em termos de enriquecimento das colecções vivas de um jardim Botânico, este tipo de equipamentos desempenham também um papel muito importante no âmbito da sustentabilidade financeira pois nos meses de Inverno conseguem atrair públicos.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Jardim Botânico do Porto: Estufas de Exibição

Imagens das Estufas de Exibição do Jardim Botânico do Porto que reabriram recentemente após restauro. Se a Universidade do Porto consegue fazer a reabilitação, e a programação de exibições, nas estufas do seu Jardim Botânico porque razão a Universidade de Lisboa ainda tem as nossas estufas em ruína avançada?

sábado, 28 de maio de 2011

ESTUFAS: Amazing Glass

Years ago when coal and servants came cheap and greenhouse gases were more likely to be the noxious fumes used to kill pests, magnificent greenhouses would stretch around the perimeter of walled gardens. Elsewhere, in the ornamental areas of the gardens, grand conservatories and orangeries livened up the scene.


Today many of the structures have dual use – as places to grow and to socialise. The architecture of the best greenhouses reflects this and many are beautiful as well as functional. Better still, new materials and double-glazing have made them more efficient than the attractive but fuel-hungry greenhouses the Victorians enjoyed. Like the Victorians, today’s glasshouses are used to grow food as well as to raise seeds, bring on tender plants and keep exotics that would not otherwise survive in the northern hemisphere. Here are the best on the market.


Dome
It is the geodesic shape of these greenhouses that makes them strong enough to withstand winds and storm. Solardome has been operating for 40 years fine-tuning its aluminum and glass construction. Their shape allows air to circulate freely without cold or hot spots and maximum light. Their largest dome is 10m in diameter and 5m high, tall enough for bananas and palms.
http://www.solardome.co.uk/


Aluminium
Alitex’s aluminium frame offers strength and longevity. The National Trust first approached Alitex to create greenhouses in 2004, and they have since developed a full installation service. Fittings and accessories include climate control, options on venting, hot water heating control and humidity regulators. Alitex’s greenhouses have been installed at Loch Lomond Golf Club.
Hartley Botanic is another aluminium greenhouse. Hartley’s range includes the smallest domestic greenhouse to magnificent commercial glasshouses seen in the Glasgow and Oxford Botanic Gardens. Every Hartley greenhouse is hand made and can be shipped and assembled throughout the world.




Timber

Marston & Langinger’s timber greenhouses are wider than average. The frames can be finished in more than 70 colours. M&L greenhouses include clever details such as scallop-edged panes to drain rain away from the glazing bars, the option to add extra shelving, automated electric ventilation and heating controls. It is my greenhouse of choice.
http://www.marston-and-langinger.com/


Hybrid materials
Gabriel Ash is the only greenhouse company endorsed by the Royal Horticultural Society. The RHS approached it to design and install their teaching greenhouse at Harlow Carr in northern England. The requirement was to be wide and long enough to house plants and tools, with space to teach large groups. Installed in 2010, the result is superb. All greenhouses are built in Cedar with aluminum reinforcement forming a hybrid that incorporates the strength of both materials. It is possible to create hot and cool spaces, for various growing zones.
http://www.gabrielash.com/


Technology
Solar Innovations are world leaders in contemporary greenhouse engineering. Aluminium is used for the frame, which means no rusting, rotting, or annual maintenance, and greenhouses can be glazed in glass, acrylic or polycarbonate. Interior and exterior is planned in detail to include insulation, ventilation, heating, cooling, humidifying, and shading. Price depends on design, location and accessories chosen.
www.solarinnovations.com


Arch
Made in the US and shipped worldwide, this gracefully curved Gothic Arch design is tough enough to withstand winter blizzards. Available in various sizes in a range of freestanding and lean-to models, the frame is built in Cypress, a naturally insulating timber.
http://www.gothicarchgreenhouses.com/



Orangery
Amdega orangeries evoke the Victorian era when citrus trees were over-wintered in a unique building that allowed them to catch the sun. Amdega commissions are tailored to the garden and client. Every design allows for strong proportions and individual details; no two orangeries are the same. http://www.amdega.co.uk/


in Financial Times, 19-20 de Março de 2011


Foto: Estufa do séc. XIX em Loch Lomond, Escócia, restaurada pela empresa Alitex. Infelizmente a bela estufa do séc. XIX do nosso Jardim Botânico foi demolida nos anos 60 do séc. XX para se construir outra estufa em betão armado - actualmente em muito mau estado de conservação, sem valor patrimonial e com pé-direito insuficiente para exposições de plantas de escala maior. Será possível reconstruir a estufa histórica? Ou devemos criar uma nova estufa de exibição de design contemporâneo? Este debate, esta reflexão, ainda está por fazer. Mas como se constata por este artigo, só no Reino Unido há várias empresas competentes na área de projecto, restauro e execução de estufas. O mais importante é planear a construção de uma estufa para que o nosso Jardim possa cumprir com um dos grandes objectivos dos jardins botânicos que é divulgar e promover cultura botânica junto de todos os cidadãos.