terça-feira, 6 de outubro de 2015
Comunicado de Imprensa: devolver o eléctrico 24!
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Cinco grupos de cidadãos uniram-se contra a construção de mais um parque subterrâneo
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Petição contra construção de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real
sábado, 31 de maio de 2014
«Perfurações no Príncipe Real são para parque de estacionamento»
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
ELÉCTRICO 24: faria hoje 105 anos
domingo, 23 de setembro de 2012
INSUSTENTABILIDADE: 4,5 milhões de carros em Portugal
Em alternativa, 10,6% dos portugueses deslocaram-se de autocarro, 4,1% de comboio e 1,1% de metro ou eléctrico. A utilização do autocarro, que vinha a cair desde 2000, aumentou 1,3% para 10,6 milhões de passageiros-quilómetro.
Os dados divulgados por Bruxelas demonstram que Portugal é o país da União Europeia a 27 onde a extensão das auto-estradas mais cresceu nos últimos 20 anos. No final de 2009 existiam 2.705 quilómetros de auto-estradas, um valor 860% superior ao registado em 1990 (316 quilómetros).
Apenas Espanha, Alemanha, França, Itália e Reino Unido possuem uma extensão de auto-estradas maior do que Portugal. Itália tem cerca do dobro dos quilómetros de auto-estradas, mas tem seis vezes mais habitantes. O Reino Unido tem três vezes mais habitantes do que Portugal e apenas mais 1.000 quilómetros de auto-estrada.
Assim, não é de espantar que os portugueses sejam dos povos que mais carros possuem. Para percorrerem as auto-estradas, estão registados 4,5 milhões de carros, uma subida de 2,1 milhões de viaturas em vinte anos. (...)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
O exemplo do Jardim Botânico de Zurique: estacionamento... só para bicicletas!
terça-feira, 15 de maio de 2012
Exercício de Cidadania na Praça das Flores
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
«contra o fecho da carreira 18 dos eléctricos»
Caros Amigos,Foi lançada a petição online: «contra o fecho da carreira 18E dos eléctricos.»
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N17080
Pedimos o favor de lerem, assinarem e divulgarem.
Não faz sentido nos dias de hoje "matar" os eléctricos, verdadeiros ícones da cidade de Lisboa para além de serem meios de transporte colectivo não poluentes e amigos do ambiente.
Obrigado.
Foto: eléctrico na Praça do Comércio no início do séc. XX, pelo fotógrafo Paulo Guedes (1886-1947). Arquivo Municipal de Lisboa.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
PDM: «Futuro de Lisboa está em discussão pública a partir de hoje»
domingo, 20 de fevereiro de 2011
«O desejo chamado eléctrico 24»
Foi em Novembro de 2007 que, por proposta de Os Verdes, a Assembleia Municipal de Lisboa votou favoralmente, e por unanimidade, uma recomendação para reposição de carreiras de eléctrico operadas pela Carris, em Lisboa, e particularmente uma das centenárias, a do 24, inaugurada em 1907. Suprimida provisoriamente em 1996, o provisório tornou-se definitivo.sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
«The End of Nature» por Slavoj Zizek
The big ecological disasters of 2010 fit into the ancient cosmological model, in which the universe is made up of four basic elements: AIR, volcanic ash clouds from Iceland immobilizing airline traffic over Europe; EARTH, mudslides and earthquakes in China; FIRE, rendering Moscow almost unlivable; WATER, the tsunami in Indonesia, floods displacing millions in Pakistan.
Such recourse to traditional wisdom offers no true insight into the mysteries of our wild Mother Nature’s whims, however. It’s a consolation device, really, allowing us to avoid the question we all want to ask: Will more events of such magnitude turn up on nature’s agenda for 2011?
In our disenchanted, post-religious, ultra-technological era, catastrophes can no longer be rendered meaningful as part of a natural cycle or as an expression of divine wrath. Ecological catastrophes — which we can view continually and close-up, thanks to our 24/7 plugged-in world — become the meaningless intrusions of a blind, destructive rage. It’s as if we are witnessing the end of nature.
Today we look to scientific experts to know all. But they do not, and therein lies the problem. Science has transformed itself into specialized knowledge, offering an inconsistent array of conflicting explanations called “expert opinions.” But if we blame the scientific-technological civilization for many of our difficulties, we cannot do without that same science to fix the damage — only scientists, after all, can “see” the ozone hole. Or, as a line from Wagner’s “Parsifal” puts it, “The wound can only be healed by the spear that made it.” There is no way back to pre-scientific holistic wisdom, to the world of Earth, Wind, Air and Fire.
While science can help us, it can’t do the whole job. Instead of looking to science to stop our world from ending, we need to look at ourselves and learn to imagine and create a new world. At least for those of us in the West, it’s difficult to accept being passive observers who must sit and watch as our fates are revealed.
Enter the perverse pleasure of premature martyrdom: “We offended Mother Nature, so we are getting what we deserve!” It’s deceptively reassuring to be ready to assume guilt for the threats to our environment. If we are guilty, then it all depends on us; we can save ourselves simply by changing our lives. We frantically and obsessively recycle old paper, buy organic food — whatever, just so we can be sure we are doing something, making our contribution.
But like the anthropomorphic universe, magically designed for man’s comfort, the so-called balance of nature, which humankind brutally destroys with its hubris, is a myth. Catastrophes are part of natural history. The fact that ash from a modest volcanic outburst in Iceland grounded most of the planes in Europe is a much-needed reminder of how we, humans, with our tremendous power over nature, are nothing but one of the living species on Earth, depending on the delicate balance of its elements.
So what might the future hold? One thing is clear: We should accustom ourselves to a much more nomadic way of life. Gradual or sudden change in our environment, about which science can do little more than offer a warning, may force unheard-of social and cultural transformations. Suppose a new volcanic eruption makes a place uninhabitable: Where will the inhabitants find a home? In the past, large population movements were spontaneous processes, full of suffering and loss of civilizations. Today, when weapons of mass destruction are available not only to states but even to local groups, humanity simply can’t afford a spontaneous population exchange.
What this means is that new forms of global cooperation, which do not depend on the market or on diplomatic negotiations, must be invented. Is this an impossible dream?
The impossible and the possible are simultaneously bursting into excess. In the realms of personal freedom and scientific technology, the impossible is more and more possible. We can entertain the prospect of enhancing our physical and psychic abilities; of manipulating our biological traits via interventions into the genome; of achieving the tech-gnostic dream of immortality by encoding our distinguishing traits and feeding the composite of our identities into a computer program.
When it comes to socioeconomic relations, however, we perceive our era as one of maturity, and thus acceptance. With the collapse of Communism, we abandoned the old millenarian utopian dreams and accepted the constraints of reality — that is, capitalist socioeconomic reality — with all its impossibilities. We cannot engage in large collective acts, which necessarily end in totalitarian terror. We cannot cling to the old welfare state, which makes us noncompetitive and leads to economic crisis. We cannot isolate ourselves from the global market.
For us, it’s easier to imagine the end of the world than serious social change. Witness the numerous blockbusters about global catastrophe and the conspicuous absence of films about alternate societies.
Maybe it’s time to reverse our concept of what is possible and what isn’t; maybe we should accept the impossibility of omnipotent immortality and consider the possibility of radical social change. If nature is no longer a stable order on which we can rely, then our society should also change if we want to survive in a nature that is no longer the good caring mother, but a pale and indifferent one.
Foto: Casa das Histórias, Cascais
domingo, 21 de novembro de 2010
«O ar que respiramos é mau e a cura tarda em chegar»
Portugal não cumpre parâmetros de qualidade do ar nas aglomerações urbanas. Os veículos automóveis que enxameiam as cidades são os principais responsáveis pela poluição e as medidas de fundo para a reduzir ainda não são suficientes.O ar que respiramos nas nossas cidades não cumpre os parâmetros de qualidade exigidos pelas normas comunitárias, transpostas para a legislação nacional. As regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Porto Litoral, Vale do Ave e Vale do Sousa são as mais problemáticas no que se refere à emissão de partículas inaláveis, e na região centro em Estarreja foi identificada a poluição atmosférica por ozono acima da tolerância máxima, revelam os relatórios das diversas comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR).
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
«Os automóveis são os donos das cidades»
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Bicicletada/Massa Crítica: 24 de Setembro
Massa Crítica. Uma Massa Crítica (MC) é um passeio no meio da cidade feito em modos de transporte suave. Realiza-se sempre na última Sexta-Feira de cada mês às 18h00. A MC é uma celebração da mobilidade suave que permite aos participantes circular com mais segurança e facilidade, marcando a sua presença no espaço público pelo número e densidade da concentração. Esta "segurança pela quantidade" torna-a uma excelente forma de iniciação à utilização de veículos suaves em espaço urbano.quarta-feira, 1 de setembro de 2010
GREEN FESTIVAL em Cascais
Exmo. (a) Sr. (a).A Câmara Municipal de Cascais, a Gingko e a GCI têm a honra de o/a convidar para a terceira edição do Green Festival, o maior evento sobre Sustentabilidade em Portugal.
Entre 10 e 17 de Setembro, o Centro de Congressos do Estoril e a Fiartil serão o palco para uma série de actividades que mostram o que de melhor se faz nos três pilares da Sustentabilidade; social, económico e ambiental.
O Green Festival abre dia 10 com a conferência "Cidades Sustentáveis". O orador convidado é o arquitecto brasileiro Jaime Lerner, antigo prefeito de Curitiba, considerada uma das cidades mais sustentáveis do mundo. Este ano, a revista "Time"considerou Jaime Lerner como um dos maiores pensadores e influenciadores do Planeta.
A Prémio Nobel da Paz de 2004, a queniana Wangari Maathai, é a convidada de honra para a conferência "Inovação social e preservação ambiental, o que as empresas estão a fazer para serem relevantes nas suas comunidades". Wangari Maathai fundou na década de 70 o Green Belt Movement, que ajudou milhões de mulheres e levou à plantação de mais de 30 milhões de árvores.
Num movimento pioneiro, Wangari Maathai aliou a inovação social à preservação ambiental, num trabalho reconhecido e premiado em todo o mundo e que a levou a ser eleita como uma das 500 personalidades mais influentes do mundo pelo Programa Ambiental das Nações Unidas.
Da agenda do Green Festival também fazem parte conferências e workshops sobre Biodiversidade, Gestão do Espaço Público, Turismo Sustentável, Empreendedorismo e Inclusão Social.
Contamos com a sua presença.
Inscrições para as Conferências: patricia.patrao@greenfestival.pt
Para mais informações: www.greenfestival.pt
Foto: Estoril, Praia do Tamariz no início do séc. XX. Fotografia de Ferreira da Cunha (1901-1970), Arquivo Municipal de Lisboa. Actualmente nem crianças nem adultos podem brincar em todas as praias da Costa do Estoril - são bem conhecidos os graves problemas de poluição nas praias de Algés, por exemplo.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
"Promover o uso dos transportes públicos"
A situação mais grave é na área de Lisboa, logo seguida do Porto, porque são as zonas mais populosas e que têm mais tráfego automóvel. Depois surgem Braga e Coimbra, mas nada que se compare com Lisboa ePorto.
Deve-se tomar todas as medidas para promover o uso do transporte colectivo em detrimento do individual. Por exemplo, nos principais acessos a Lisboa e Porto, uma das vias de rodagem deve ficar reservada para transportes colectivos, veículos eléctricos e viaturas com dois ou mais ocupantes, levando as pessoas a usar o transporte público ou apartilhar o carro próprio com outros. Desta forma, reduz-se o número de veículos em circulação. Também se deve criar mais faixas bus para dar prioridade aos transportes públicos e melhorar a sua atractividade.
Nas zonas mais críticas, deve-se interditar o acesso a veículos que ultrapassem os limites de emissões poluentes, que normalmente são os mais antigos.
É preciso aproximar as pessoas dos seus locais de trabalho e dar-lhes transportes públicos para não terem de usar o transporte individual. As novas urbanizações devem ser construídas perto de uma rede de transporte pesado, como o comboio.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Groningen, Holanda: «TWO WHEELS GOOD»
A propósito do estacionamento selvagem e caótico no Campus da Universidade de Lisboa - bem reveladora da mentalidade dos universitários lisboetas em matéria de mobilidade urbana - vale a pena ver como se deslocam os 50 mil estudantes de uma cidade universitária da Holanda:GRONINGEN, conhecida como a "World Cycling City", tem 180 mil habitantes mas existem cerca de 300 mil bicicletas. Esta cidade fica a duas horas de comboio do centro de Amesterdão.
"You receive your first bicycle, a three-wheeler, when you are four years old," says Van der Klaauw [City traffic planner], "and by the age of six, you move on to two wheels, and you never really look back. Almost all children travel to school by bicycle. After that, we are conditioned for life."
While Amesterdam throngs with bikes, it also still suffers from gridlocked traffic, unnecessary SUVs and high pollution, something its northeastern neighbour became adamant it wouldn't allow to happen. It took proactive action a full three decades ago and is now reaping the results."
"Groningen is the way it is today because of particularly forward-thinking town planners in the 1970's, says Peter van der Wall, a government-sponsored mobility manager, whose job it is to tempt people away from cars by informing them of certain tax breaks on offer to cyclists (those who cycle to work get to replace their old bikes every three years with a 30% discount, plus free theft insurance) as well as the health-prmoting properties of two wheels over four. "It was 1977 when we decided that we would need to revolutionise the city and save it from permanent congestion by closing the centre to all car use. it made the national news, there was a big drama over it, and a lot of opposition, but the planners insisted that a town this size simply wouldn't be able to cope with a massive growth in motor cars."
O centro da cidade está fechado ao trânsito e estacionamento automóvel depois das 11:00. Fora desta zona, o estacionamento é muito limitado e proibitivamente caro.
Groningen não será perfeita mas é concerteza uma cidade modelo pela atitude que tem em relação aos transportes e à mobilidade urbana.
O respeito e a conservação do meio ambiente converteram-se, hoje em dia, numa das principais preocupações e prioridades de governos, instituições públicas e privadas.
Ao longo da história sempre houve as cidades cidades pioneiras e as atrasadas. Em matéria de mobilidade sustentável, Groningen pertence ao primeiro grupo e Lisboa ao segundo.
Nota: excertos de um artigo da revista Monocle de Maio de 2007 dedicada ao tema "Pedal Politics".
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Lisboa: 18ª no ranking das cidades verdes
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
1000 Ultimate Travel Experiences: eléctrico
O Eléctrico 28 foi seleccionado pela editora inglesa ROUGH GUIDE como uma das 1000 experiências mais importantes do mundo. Segue em baixo o texto na íntegra publicado na capítulo dedicado a Portugal. Este reconhecimento internacional vem reforçar a validade do projecto de devolver a Lisboa algumas das linhas de eléctricos encerradas no passado recente de que é exemplo o 24 (Cais do Sodré / Campolide). A linha 24 foi inauguarda a 2 de Novembro de 1907. Esperemos que muito em breve a CARRIS e a CML anunciem a boa notícia do regresso do eléctrico 24 aos carris da Rua da Escola Politécnica! 1000 ULTIMATE TRAVEL EXPERIENCES
MAKE THE MOST OF YOUR TIME ON EARTH
A Rough Guide to the World
London, 2008
PORTUGAL:
-Clearing your calendar for bacalhau
-Exploring mystical Sintra
-Learning to surf on the Atlantic coast
-In search of the perfect tart
-Stop! It's hammer time at the Festa de São João
-Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters
«Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters»
Just as you should arrive in Venice on a boat, it is best to arrive in Lisbon on a tram, from the point where many people leave it for good: at Prazeres, by the city's picturesque main cemetery. Get a taxi to the suburban terminus of tram 28 for one of the most atmospheric public-transport rides in the world: a slow-motion roller coaster into the city's historic heart.
Electric trams first served Lisbon in 1901, though the route 28 fleet are remodelled 1930s versions. The polished wood interiors are gems of craftsmanship, from the grooved wooden floors to the shiny seats and sliding window panels. And the operators don't so much drive the trams as handle them like ancient caravels, adjusting pulleys and levers as the streetcar pitches and rolls across Lisbon's wavy terrain. As tram 28 rumbles past the towering dome of the Estrela Basilica, remember the famous bottoms that have probably sat exactly where you are: the writers Pessoa and Saramago, the singer Mariza, footballers Figo and Eusebio.
You reach central Lisbon at the smart Chiado district, glimpses of the steely Tagus flashing into view between the terracotta roof tiles and church spires. Suddenly you pitch steeply downhill, the tram hissing and straining against the gradients of Rua Vitor Cordon, before veering into the historic downtown Baixa district. Shoppers pile in and it's standing room only for newcomers, but those already seated can admire the row of traditional shops selling sequins and beads along Rua da Conceicao through the open windows.
Now you climb past Lisbon's ancient cathedral and skirt the hilltop castle, the vistas across the Tagus estuary below truly dazzling. The best bit of the ride is yet to come though, a weaving, grinding climb through the Alfama district, Lisbon's village-within-a-city where most roads are too narrow for cars. Entering Rua das Escolas Gerais, the street is just over tram width, its shopfronts so close that you can almost lean out and take a tin of sardines off the shelves. » [Foto: o eléctrico 24 em 1983 na Rua D. Pedro V]

