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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Visita Guiada ao Jardim Botânico de Lisboa















Estimada/o associada/o e amigas/os da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa

A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico tem a honra de informar que irá realizar uma visita guiada ao Jardim Botânico de Lisboa, para comemorar o aniversário da sua criação, que perfaz 30 anos no próximo dia 30 de Maio.

A visita será guiada por Ivo Meco, "Prémio Brotero" do Curso de Guias do Jardim Botânico de Lisboa e será efectuada no domingo, 29 de Maio, pelas 17 horas.

VISITA GUIADA AO JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA
Data - 29 de Maio - 17h00m ( Domingo )
Tema da Visita - " Raízes de 30 anos".
Guia da Visita - Ivo Meco
Inscrições - amigosdobotanico@gmail.com
Número de participantes - 30 pessoas
Local do encontro - Junto à Bilheteira da entrada principal do Jardim Botânico.

Saudações botânicas

A Direcção da LAJB

Foto: Ficus macrophylla na Classe do Jardim Botânico de Lisboa

domingo, 22 de maio de 2016

Em floração: Schotia brachypetala

Planta com mais de dez anos no Jardim Botânico de Lisboa floresce pela primeira vez

Com o nome científico Schotia brachypetala, esta planta da família das leguminosas ocorre naturalmente nas áreas tropicais e subtropicais mais especificamente na África Austral, em países como Zimbabué, Moçambique, Botswana e Suazilândia.

Em Lisboa, o Jardim Botânico acolhe dois exemplares que vieram da África do Sul e que foram plantados há mais de dez anos. Ireneia Melo, investigadora principal aposentada do Jardim Botânico de Lisboa, e curadora da coleção de fungos do Herbário LISU, conta que esta planta chegou «por sementes enviadas por um Jardim Botânico da África do Sul». A investigadora explica que «é uma planta africana que pertence ao grande grupo das leguminosas onde pertencem os feijões e as ervilhas».Este ano pela primeira vez, surpreendentemente os investigadores repararam que a Schotia brachypetala floresceu. «O engraçado é que esteve durante muito tempo sem se desenvolver e este ano repentinamente viu a luz. As plantas têm coisas destas. Não é uma planta deste clima e deve ter gostado das condições deste ano, mas entretanto temos aqui uma gémea que não gostou e está pobrezinha».

Quando cresce esta árvore pode atingir entre os 5 e 16 metros de altura. Dada a folhagem decorativa e por ser uma árvore de sombra é muito utilizada nas zonas urbanas em jardins e parques. As flores são de um vermelho forte e tem umas «pétalas transformadas», diz Ireneia Melo, que acrescenta que «é uma planta dura que parece cera».

A Schotia brachypetala é rica em néctar que é muito procurada por pássaros, insetos como abelhas, mas também macacos. Curiosamente, esta planta possui uma série de utilidades alimentares, dado que as suas sementes são consumidas tostadas, mas também industriais para a produção de tintas.

Já na área medicinal são várias as propriedades benéficas retiradas da casca, folhas e raízes. Da casca já se isolou o polifenol tanino, para além disso, já se demonstrou que os extratos apresentam atividade de inibidores de monoamina oxidase que bloqueiam a ação da enzima monoamina oxidase e que são utilizados no tratamento de doenças mentais. Na medicina tradicional, as folhas e as raízes também são usadas para o tratamento da diarreia, para purificar o sangue, entre outras condições.

A Schotia brachypetala no Jardim Botânico de Lisboa floresceu na semana que antecede o 22 de maio, Dia Internacional da Biodiversidade, proclamado pela Organização das Nações Unidas, cujo tema em 2016 é “Integração da Biodiversidade para o apoio às populações e aos meios de subsistência”.

Uma forma que a Schotia brachypetala encontrou para presentear todos os visitantes do MUHNAC, o qual preparou um programa especial com diversas atividades para comemorar o Dia Internacional da Biodiversidade.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

SEMINÁRIO: Investigação recente sobre a história do MUHNAC e as suas coleções


















Seminário Permanente MUHNAC
Investigação recente sobre a história do MUHNAC e as suas coleções
Dia 5 de Novembro de 2015, às 14h15
Anfiteatro Manuel Valadares
Entrada Livre

Foto: Estante livreira na Sala do Conselho

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Telões do Museu da Ciência estão a ser retirados


















Estruturas tinham sido montadas em 2012 apesar de um parecer desfavorável e vinculativo. Nova solução contempla oito telas tipo pendão.

As duas telas de quase 200 m2 cada uma que a Universidade de Lisboa instalou ilegalmente, em 2012, na fachada do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na Rua da Escola Politécnica, estão a ser retiradas por ordem da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).  
Simultaneamente serão removidas as estruturas metálicas de suporte das telas usadas para divulgação das actividades do museu, bem como do Jardim Botânico, e será instalada uma nova solução com o mesmo objectivo.   
Esta solução, composta por oito telas verticais e perpendiculares à fachada, foi aprovada pela DGPC, que considerou menos grave o seu impacto visual e patrimonial para o imóvel da antiga Faculdade de Ciências, classificado como monumento de interesse público.   
A polémica relativa à chamada “instalação informativa” do museu foi desencadeada logo em 2012 devido não só às dimensões das telas (17,90 por 10,40 metros), mas também ao facto de a pesada estrutura de suporte estar cravada nas paredes e ser saliente em relação ao plano da fachada.  
Numa primeira fase, em 2012, o Igespar — organismo cujas competências passaram depois para a DGPC e tinha antes emitido parecer desfavorável ao projecto da universidade — considerou a instalação das telas como provisória e promoveu, sem sucesso, várias diligências com vista à sua substituição. Dois anos depois, em Abril de 2014, a DGPC  determinou, sem indicação de prazo limite, a retirada dos telões e a “revisão da ‘instalação informativa’ por forma a reduzir o seu impacto visual”.  
Mais tarde, o museu apresentou um novo projecto à DGPC, o qual foi parcialmente aprovado em Abril deste ano. Nessa altura os responsáveis pelo património deram um prazo de dois meses para que os telões ilegais fossem removidos. O projecto aprovado contempla oito telas de face dupla, subdivididas em dois grupos de quatro, cada um dos quais fixado perpendicularmente à fachada, de um e do outro lado da escadaria principal.  Para lá destas telas de um metro de largura e perto de seis metros de altura, o projecto apresentado previa também a afixação de elementos informativos nas colunas e pilastras da frente do monumento. De acordo com a DGPC, esta última proposta não foi aprovada, considerando-se que “dada a profusão de telões previstos para o local, deverá haver o máximo cuidado no preenchimento de novas áreas da fachada principal do museu com qualquer outra informação”.  
O director do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, José Sousa Dias, disse ao PÚBLICO que a remoção das telas e da estrutura só agora foi concretizada por duas razões: a instituição não tinha orçamento disponível para o fazer e aguardava a aprovação da solução entretanto proposta. A possibilidade de retirar as telas deixando a estrutura metálica foi afastada por se considerar que isso seria pior no aspecto visual, pelo que foi decidido remover a totalidade da instalação ao mesmo tempo que serão montados os suportes das novas oito telas. Em princípio, acrescentou, as novas telas deverão estar no seu lugar definitivo no fim da próxima semana. in Jornal PÚBLICO, 7 Outubro de 2015

Fotos: Aspecto da complexa estrutura metálica de suporte e um dos telões agora retirados e que continha uma fotografia do Jardim Botânico.

sábado, 25 de julho de 2015

«Contestação na apresentação do projecto de reabilitação do Jardim Botânico»

A recuperação do espaço verde criado em 1873, a arrancar em meados do próximo ano, será feita com recurso ao meio-milhão de euros ganhos pela proposta vencedora do Orçamento Participativo 2013/2014. Mas a sessão de apresentação do plano ficou marcada por duríssimas críticas dos membros da Liga dos Amigos do Jardim Botânico. Dizem que o projecto foi feito a pensar nos turistas e criticam a alegada insustentabilidade ambiental do sistema de rega. Os responsáveis pelo projecto refutam as acusações.     

Texto: Samuel Alemão     

A reabilitação do Jardim Botânico de Lisboa deverá arrancar no próximo ano, mas a contestação e a polémica em torno do projecto começaram logo na sessão de apresentação pública, ocorrida ao princípio da noite desta quinta-feira (23 de Julho), no palmário ali existente. Tudo porque a Liga dos Amigos do Jardim Botânico contestou no local, e de forma veemente, a forma como se materializará a obra de recuperação daquele espeço verde, que será levada a cabo com recurso a um financiamento camarário de meio-milhão de euros resultante da proposta 121 ter sido a mais votada no Orçamento Participativo de Lisboa 2013/2014. “Este é um projecto virado para os turistas, que desvirtua a essência do jardim”, acusam os membros da liga.     
Estava-se quase no fim de uma sessão de detalhada apresentação, mas também de autêntica celebração e elogio mútuo por parte dos intervenientes na elaboração do projecto – que foi esmiuçado tanto por José Pedro Sousa Dias, diretor do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MNHNC) da Universidade de Lisboa, entidade responsável pelo espaço, como por João Castro, arquitecto paisagista que liderou a equipa da Câmara Municipal de Lisboa responsável pelo plano de recuperação do jardim nascido em 1873. E quando chegou a vez de serem feitas perguntas, vieram também as fortes críticas dos membros da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, sobretudo da sua presidente Manuel Correia, para quem “o projecto não resolve o problema de base do Jardim Botânico”.     
O projecto ontem apresentado contempla a reabilitação do jardim, a recuperação dos edifícios de apoio, a implementação de um sistema informativo e de comunicação e ainda a remodelação das redes de infra-estruturas de apoio ao jardim e edifícios. Será realizado em duas fases, privilegiando na primeira fase um plano de recuperação do jardim na zona do Arboreto, isto é, a zona inferior daquele espaço verde, onde se concentram espécies de estratos arbóreos, arbustivos e herbáceos. Aí serão privilegiadas infra-estruturas como os caminhos, os sistemas de rega e também da rede de escoamento de águas pluviais. Nessa zona será também construído um pequeno anfiteatro ao ar livre, que será utilizado para espectáculos.     
“Nesta fase, reduziremos drasticamente a intervenção na Classe” – parte superior do Jardim Botânico, onde se concentram as famílias das dicotiledóneas e gimnospérmicas, mas no qual se concentra sobretudo “património edificado a necessitar de cuidados especiais” -, explicou o director do MNHNC. Antes, já havia dito que “estes 500 mil euros parecem muito dinheiro, mas, quando se trata de um jardim de cinco hectares e com o valor histórico e natural deste, haveria sempre que fazer-se opções”. Daí o facto de o responsável esperar que, numa fase posterior, se venha a conseguir captar mais dinheiro para recuperar outras partes do jardim que está classificado como Monumento Nacional.     
Atento a esse estatuto, o arquitecto João Castro, da Direcção Municipal de Ambiente Urbano da CML, frisou que a principal preocupação do projecto desenvolvido pela equipa por si liderada era o de manter quase intacta a imagem do jardim, “ que mudou muito pouco desde a sua criação”. “Há áreas onde não vamos mexer, porque possuem características tão identitárias que qualquer intervenção as descaracterizaria”. “Não estamos a tratar este jardim como outro jardim qualquer. Tivemos esse cuidado”, sublinhou.     
Uma apreciação que não se revelou suficiente para travar as críticas contundentes, que viriam logo depois – e quando o vereador José Sá Fernandes ainda estava na sala. Falando em nome individual, Jorge Teixeira Pinto confessou não perceber o destaque dado na apresentação aos arranjos das infraestruturas, “quando diversas árvores do jardim estão doentes e a morrer”. Mas foi Manuela Correia, presidente da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, quem mais criticou, e com maior intensidade, o projecto ali revelado ao público. “Este não é um jardim como os outros e neste projecto de reabilitação privilegia-se o visitante, o turista, e não a faceta de botânica, que é a principal deste Monumento Nacional”.     
A dirigente da associação foi mais longe e criticou também José Pedro Sousa Dias por não ter convidado a Liga a dar a sua opinião sobre o plano que ali se apresentava. O director do museu respondeu-lhe que havia sido “uma opção”, fundada no facto de as relações entre as duas partes estarem longe de ser amistosas. Na contra-resposta, Manuela Correia recordou “obras ilegais” realizadas no Jardim Botânico, em 2012, e “denunciadas pela Liga” à Direcção-Geral do Património Cultural. Além disso, apontou ainda a existência de “três painéis ilegais na fachada do edifício do museu” – situação que deixou visivelmente incomodado José Pedro Sousa Dias e outros elementos presentes na assistência.     
Mas Manuela Correia e outros elementos da referida associação criticaram também o facto de, alegadamente, o projecto de reabilitação não garantir a sustentabilidade total do sistema de rega. Actualmente, quase toda a rega é feita com recurso à água da rede pública. “É um crime ambiental”, acusou a presidente da Liga. Uma afirmação contestada tanto por José Pedro Sousa Dias e João Castro, que apesar de admitirem a impossibilidade em garantir um aproveitamento integral da água proveniente das chuvas, rejeitaram a ideia de que pouco foi feito para alterar tal situação.     
“A água da EPAL vai continuar a ser utilizada, a alimentar o jardim, porque este não tem água suficiente”, admitiu João Castro, o arquitecto paisagista camarário. Por seu lado, o director do museu disse ter sido “com muita tristeza que se assumiu que o Jardim Botânico não tem capacidade de armazenamento da água e que o nível freático é quase nenhum”. Ainda assim, o técnico responsável pela elaboração do projecto de rega, Francisco Manso, disse que aquele que irá ser implementado no Jardim Botânico “está ao nível do melhor que se faz no mundo” e tentará aproveitar ao máximo a água que puder ser aproveitada.     
No final da sessão, Manuela Correira reiterou ao Corvo tudo o que havia dito. “Tenho sérias dúvidas que, com a implementação do projecto que foi apresentado, isto continue a ser um jardim botânico. O que se quer é trazer para aqui turistas”, afirmou. 
in O CORVO, 24 Julho 2015

Foto: Há árvores em mau estado, ou mortas, que ficam durante anos, por vezes décadas, sem serem removidas e/ou substituídas; Haverá água nos lagos e regatos, wifi e iluminação mas parece que continuará a faltar um plano estratégico de replantações no Jardim Botânico...

quarta-feira, 22 de julho de 2015

«Jardim Botânico de Lisboa com anfiteatro e espaços reabilitados em 2016»
















O Jardim Botânico da Faculdade de Ciências, em Lisboa, vai ganhar um pequeno anfiteatro e ter espaços renovados no âmbito do projecto de reabilitação, cujas obras deverão iniciar-se no final deste ano e durar entre seis e nove meses. 
O jardim, classificado como monumento nacional, encontra-se degradado devido à insuficiente manutenção originada pela “temporária falta de pessoal”, explicou à agência Lusa José Pedro Dias, director do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) da Universidade de Lisboa, que gere o espaço.  Por isso, vai ser agora reabilitado, no seguimento de uma candidatura vencedora ao Orçamento Participativo da Câmara de Lisboa, em 2013, que garantiu um financiamento de 500 mil euros.  Apesar ter passado já algum tempo, “as coisas nunca estiveram paradas”, assegurou José Pedro Dias, indicando que desde essa altura o museu está em contacto com o município para definir as intervenções.  As obras incidem só sobre a zona do arboreto, que ocupa três dos quatro hectares do jardim com árvores de maior dimensão, e assentam na “recuperação das infra-estruturas” como caminhos, sistema de rega e rede de escoamento das águas pluviais e ainda na instalação de electricidade e internet, apontou o responsável.  “Vai também ser recuperado o lago de baixo, que está, neste momento, seco porque está fracturado”, referiu.  
De acordo com José Pedro Dias, “a única coisa nova que vai surgir no jardim” é um pequeno anfiteatro, na parte central do arboreto, que será usado para espectáculos.  Acresce que, além da entrada pela Rua da Escola Politécnica, onde vai ser recuperada a zona da esplanada, o projecto prevê a “semiabertura” da ligação à Praça da Alegria, por onde os visitantes apenas poderão sair.  
O director admitiu temer que o jardim não esteja pronto no prazo previsto e tenha de encerrar no verão do próximo ano, quando há mais visitantes no jardim e, consequentemente, mais receita (ascendendo aos 100 mil euros).  
Quando as obras acabarem, o museu vai captar financiamento para a renovação da sinalética das plantas, comprometendo-se ainda a criar duas zonas de relvado.  Paralelamente, vai ser recuperado o observatório astronómico – situado junto à zona do jardim que era usada para o ensino da botânica, denominada classe –, uma obra de 200 mil euros financiados pela Universidade de Lisboa, que deve começar entretanto, segundo José Pedro Dias.  
O responsável espera que as obras renovem o Jardim Botânico, até porque coincidem com a chegada de três jardineiros, até ao final deste ano, para auxiliar o único existente.  Sem data prevista nem financiamento garantido está a recuperação dos caminhos, dos túneis subterrâneos e dos edifícios na zona da classe, enquadradas na segunda fase de reabilitação.  José Pedro Dias exemplificou, como possível forma de financiamento, a concessão dos espaços ali existentes para loja e cafetaria.  
O vereador da Estrutura Verde da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, congratulou-se com a iniciativa: “É mais um jardim de Lisboa arranjado e é isso que interessa à cidade”.  O autarca afirmou à Lusa que este é o “melhor projecto possível para a primeira fase”, deixando em aberto a hipótese de a autarquia financiar a segunda fase da reabilitação.  Porém, salientou que “o Estado também tem aqui obrigações”.  A apresentação pública do projecto de reabilitação do Jardim Botânico realiza-se na quinta-feira, às 19h00, no palmário do jardim. in Público, 21 Julho 2015

Fotos: O Lago de Baixo no Arboreto conforme ficou poucos meses após as obras de 2012 e um exemplo das muitas placas degradadas que identificavam as plantas da colecção viva do Jardim Botânico.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Apresentação Projecto OP 2013 para o Jardim Botânico, Orçamento Participativo da CML
















O projeto de reabilitação do Jardim Botânico de Lisboa, vencedor do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em 2013, encontra-se concluído e vai ser apresentado ao público no dia 23 de julho de 2015, às 19h00, no Palmário do Jardim, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC, Rua da Escola Politécnica, 54), com a presença do vereador da Estrutura Verde, Ambiente e Energia da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes.   

Este projeto é o resultado de uma intensa e cuidada colaboração entre a Câmara Municipal, os Museus da Universidade de Lisboa e a Direção Geral do Património Cultural. Na sessão do próximo dia 23 serão tornadas públicas as intervenções a executar no futuro próximo, no âmbito específico do projeto de execução e obra no Orçamento Participativo da CML, assim como o projeto base de reabilitação do Jardim, incluindo intervenções remetidas para uma fase posterior e que obrigarão à captação de outros financiamentos.  
Convidamos todos os interessados na reabilitação do Jardim Botânico a estarem presentes nesta apresentação pública do projeto, conduzida pelas equipas do Museu e da CML responsáveis por esta proposta.

 www.museus.ulisboa.pt

sexta-feira, 10 de julho de 2015

«RISCAR O MUNDO»

O MUHNAC dispõe de uma coleção fantástica de desenhos científicos, ainda pouco conhecida do grande público.  Nesse lote, encontram-se desenhos resultantes de expedições naturalistas efetuadas ao Brasil e a Africa durante os séculos XVIII e XIX. O MUHNAC recebeu recentemente um subsídio da Fundação Calouste Gulbenkian para os digitalizar, conservar, catalogar e tornar acessíveis a todos. Trata-se do Projecto RISCAR O MUNDO (2015-2016), que conta com cerca de 30 especialistas em história da ciência, conservação, ilustração científica e biologia, de várias instituições portuguesas e brasileiras.  
CIÊNCIA CIDADÃ  
Muitos dos desenhos possuem espécies ainda por identificar e o projecto RISCAR O MUNDO pretende que todos possam colaborar nessa identificação.  Foi assim criada uma conta de Instagram interactiva - @muhnac_illustrations - onde serão publicados os desenhos com espécies não identificadas - plantas, flores, borboletas, aves, peixes, entre tantos outros.  

Contamos com a sua colaboração. Siga-nos em @muhnac_illustrations e vá acompanhando o desenvolvimento do projecto RISCAR O MUNDO.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

VISITA GUIADA: O papel dos jardins botânicos na preservação da biodiversidade.
















Visita guiada sobre o papel dos jardins botânicos na preservação da biodiversidade.

Dia 22 de Maio de 2015 - 16:00  

Jardim Botânico - Museu Nacional de História Natural e da Ciência  

Para celebrar o Dia Internacional da Biodiversidade, o Jardim Botânico oferece uma visita orientada de participação gratuita sobre o papel dos jardins botânicos na preservação da biodiversidade.  

Horário: 16h00  

As marcações, de forma a garantir vaga, devem ser feitas para: geral@museus.ulisboa.pt

sexta-feira, 13 de março de 2015

O MUHNAC dispõe de uma nova página na net
















«O MUHNAC - Museu Nacional de História Natural e da Ciência/Museus da Universidade de Lisboa dispõe de uma nova página, mais atraente, funcional e fácil de editar.  
A nova página do MUHNAC, em www.museus.ulisboa.pt, entrou na fase de produção na passada sexta-feira, dia 6 de Março, substituindo a antiga.  
Esta nova página Web visa atingir três objetivos: ser mais funcional e eficaz na comunicação com o público e os visitantes do Museu, ser visualmente mais atraente e ser mais fácil e intuitiva de editar, diminuindo as preocupações com a forma no dia a dia e permitindo que se concentrem os esforços nos conteúdos, principalmente nos textos e imagens.  
O antigo endereço (www.mnhnc.ulisboa.pt) encontra-se já a redirecionar para o novo, mas ficará durante algum tempo acessível em old_mnhnc.ulisboa.pt, para facilitar a migração de dados e a consulta de informação antiga.  
A página encontra-se assente numa infraestrutura open source usada por museus de referência, como o Louvre, o Museum of Fine Arts, em Boston, ou o The Metropolitan Museum of Art. No âmbito da História Natural e da Ciência, é igualmente utilizada por museus como o Yale Peabody Museum of Natural History, o Field Museum, o University of Colorado Museum of Natural History, ou o Natural History Museum of Los Angeles County, para dar apenas alguns exemplos.  
Como ponto de partida utilizou-se um tema dirigido a instituições universitárias, aproveitando vários elementos, como o layout gráfico da página de principal e o tipo de conteúdo para as categorias Artigo, Destaque, Evento e Pessoa, mas criando novas categorias (como Coleção, Exposição, Galeria de imagens, Objeto e Unidade), e outros tipos de conteúdo e vistas, adequadas para o Museu.  
A navegação na página pode ser feita através de quatro menus, com diferentes funções e alguma redundância: Menu de Topo, Menu Principal, Menu Rápido, Menu de Rodapé e Menu Inferior. O de Topo destina-se a ser maioritariamente usado pelo público e dá origem a submenus predominantemente gráficos. Ele dá acesso a uma informação completa dirigida aos visitantes e participantes das atividades do Museu, dividida nas categorias de Visita, Exposições, Museu e Coleções, Atividades e Educação.»

quarta-feira, 11 de março de 2015

NOVO HORÁRIO DO JARDIM BOTÂNICO
















NOVO HORÁRIO DO JARDIM BOTÂNICO  

Informamos os visitantes que ao sábado e ao domingo a entrada no Jardim Botânico é gratuita entre as 09h00 e as 11h00. O horário de verão entra este ano em vigor no dia 6 de Abril.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Fachada do BRITISH MUSEUM em 2012



Fachada principal do British Museum de Londres, em Dezembro de 2012, com 2 paineis publicitando exposições. Um exemplo de boa integração numa fachada de um edifício classificado e muito emblemático da cidade de Londres.

sábado, 18 de outubro de 2014

AML: Recomendação nº 4/40 “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa”
















À Exmª Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico     

Levo ao conhecimento de Vª Exª que a Assembleia Municipal de Lisboa, na sua Sessão realizadas em 9 e Setembro p.p., aprovou a Recomendação que abaixo se discrimina.  

Mais se informa que para consultar o documento, na integra, deverá aceder ao site da Assembleia, no link indicado abaixo da parte deliberativa.     

Recomendação nº 4/40 “Jardim Botânico da Universidade de Lisboa” (PEV)  

Aprovada por Maioria ponto por ponto                   

Teor da Deliberação:  A Assembleia deliberou [recomendar à CML]:  

“1. Prepare, calendarize e apresente os estudos e verbas previstos no âmbito do Orçamento Participativo para o projecto “Jardim Botânico de Lisboa, Proteger, Valorizar e Promover”.  

2. Recolha os elementos e execute o levantamento topográfico necessários para a implementação do projecto, designadamente, para as previstas renovação de caminhos e sistema de circulação de água, a criação de um jardim mediterrânico e de uma zona de relvado para lazer, bem como a abertura do portão que dá acesso à Praça da Alegria.  

3. Estabeleça uma parceria entre a Universidade de Lisboa e a Escola de Jardineiros e Calceteiros, no sentido de obviar a necessidades pontuais de pessoal que se têm verificado para a manutenção do Jardim, designadamente de jardineiros.  

4. Promova as diligências imprescindíveis à elaboração do Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico. 

5. Mais delibera a AML dar conhecimento da presente recomendação à direcção do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e à Liga de Amigos do Jardim Botânico.”  

Encaminhamento externo:  

CML – Ver. José Sá Fernandes 
Gov   
AR 
Outros – Direcção do Jardim Botânico e Liga de Amigos do Jardim Botânico
Com Social – Lusa 

http://www.am-lisboa.pt/302000/1/000773,000072/index.htm        

Melhores Cumprimentos  

Helena Roseta

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Workshop de Ilustração Científica no Jardim Botânico

Workshop de Ilustração Científica no Jardim Botânico do MUHNAC a 27 de Setembro, 4, 11, 18 e 25 de Outubro. Aos sábados das 10:30 às 13:00.