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terça-feira, 7 de julho de 2015
segunda-feira, 9 de junho de 2014
O Jardim Botânico visto do Castelo
Lisboa vista do Castelo de São Jorge no início da década de 70 do século passado. Fotografia de Horácio de Novais (Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa). No canto superior esquerdo podemos observar a mancha verde do nosso Jardim Botânico e a Avenida da Liberdade ainda sem as demolições e o aumento de cérceas que se seguiu durante as décadas de 80 e 90 do século XX.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
LISBOA vista por PORTUGAL
Uma bela exposição para ser vista até ao final de Agosto no Arquivo Municipal de Lisboa na Rua da Palma. O fotógrafo Eduardo Portugal também fotografou o nosso Jardim Botânico.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
«contra o fecho da carreira 18 dos eléctricos»
Caros Amigos,Foi lançada a petição online: «contra o fecho da carreira 18E dos eléctricos.»
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N17080
Pedimos o favor de lerem, assinarem e divulgarem.
Não faz sentido nos dias de hoje "matar" os eléctricos, verdadeiros ícones da cidade de Lisboa para além de serem meios de transporte colectivo não poluentes e amigos do ambiente.
Obrigado.
Foto: eléctrico na Praça do Comércio no início do séc. XX, pelo fotógrafo Paulo Guedes (1886-1947). Arquivo Municipal de Lisboa.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
«When a tree falls in the city»
THE TREE falling in a forest with no one to hear may or may not make a sound. But the tree that falls in the city has a big impact. It happened in last week’s blizzard: one of the twin trunks of our big old mulberry tree toppled over into our neighbors’ backyard, its 50 feet of soaring height suddenly transformed into 50 feet of problematic length.Whether it is standing or, eerily, lying across someone else’s backyard, a city tree is a more social organism than a forest tree. It may grow on one piece of property, but it has relationships and it crosses boundaries. It hangs over other people’s yards. It does favors and creates nuisances. It can give rise to disputes and feuds but it can also foster diplomacy and compromise.
For us, the mulberry was a beautiful old shade tree; it gave definition and shape to a yard that was otherwise bald when we bought the house. It also gave us privacy, its leafy branches screening our view of the brick four-story apartment building just beyond our back fence. To the residents of that building, the tree was an annoyance, dropping pulpy mulberries onto their narrow back patio. (I imagined those apartment-dwellers applauding behind their frosty windows when the tree fell down.)
To our next-door neighbors the mulberry was a neutral presence, but now, lying across their yard with its massive tangled crown only inches from their kitchen door, it was harder to ignore. Not all of the tree’s neighbors and stakeholders are human. To squirrels, it has been a very successful gym and pick-up spot, and it’s a rowdy pub for robins and cedar waxwings who spend July getting snockered on fermented mulberries.
Loved or hated or simply tolerated, a city tree matters. It’s part of an ecosystem, often part of the history of a house and a family. I know my trees, in a way that I might not if I lived in the country and owned scads of them. Besides the mulberry, we have a linden, which I planted for the scent of the flowers and because it reminds me of my father, who spent his early childhood in Berlin.
Our other backyard trees aren’t in our yard at all — they belong to the neighbors, and hang their heads over our fence like shaggy, friendly ponies. If they could talk, they’d gossip. The apple trees on one side of us were planted by that house’s previous owner, who loved rare old fruit-tree cultivars and also planted the Porter apple tree in our front yard for the family named Porter who lived here before us. On the other side, our neighbors have put in crabapples (one, planted in their old yard to mark the birth of a daughter, was carefully dug up and transplanted when they moved here) and a delicate, deep bronze Japanese maple, which our mulberry narrowly missed hitting on its way down.
So whose problem is it, this no-longer-charming mulberry tree sprawled massively across our neighbors’ garden? Before we go there, let me just throw in another, not so idyllic, memory of different neighbors in a different neighborhood. Somehow we got into a dispute with them — one of those inexplicable, touchy disagreements about who had the right to do what on the boundary between our properties. It got angry and unpleasant, and what we learned was that being right wasn’t worth it.
Our reaction to last week’s fallen mulberry was to get on the phone and call a tree company to talk about removal. Meanwhile our neighbor, who is much more handy, was thinking he might just cut the tree up himself. On both sides of the (smashed) fence, we were seeing the fallen tree as something to pitch in on, rather than argue about. Both families were asking, “What can we do to help solve this problem?’’
Living in the city, we are all abutters. Our trees and our lives hang over the fences, shading, shadowing, dropping welcome and unwelcome fruit. We’ll fix the fence and cut up the mulberry for firewood (thank you, neighbors). And when the time comes we will plant another tree, one that doesn’t have berries (you’re welcome, apartment dwellers; sorry, cedar waxwings).
in IHT, 22-23 de Janeiro de 2011
Foto: Restos de "Bela Sombra" que caiu na Rua do Limoeiro em 1964. Imagem de Armando Seródio, Arquivo Fotográfico Municipal.
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sexta-feira, 25 de junho de 2010
O nosso Bairro: R. Escola Politécnica 55-65
Defronte da Escola Politécnica construiu-se, em 1858, esta casa para habitação e comércio, num luxo desusado, na época, em imóveis de rendimento. Este imóvel é atribuído ao arquitecto francês Pierre-Joseph Pézerat encarregado dos trabalhos de construção da Escola em frente, onde era professor de desenho desde 1853. Podemos identificar na composição elegante da fachada, nomeadamente nos vãos com arcos de volta perfeita, semelhanças com a arquitectura do edifício da antiga Escola Politécnica.Data: c.1890
Autor: Bárcia, José Artur Leitão,1871?-1945
Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa
Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa
quarta-feira, 5 de maio de 2010
sexta-feira, 15 de maio de 2009
O JARDIM BOTÂNICO HÁ 50 ANOS
Panorâmica do Parque Mayer e do Arboreto do Jardim Botânico tirada do número 5 da Rua do Salitre.Imagem de autor desconhecido, da década de 50 do século XX - o edifício modernista do Museu Botânico, com projecto de 1940 do arquitecto Adelino Nunes, já pode ser visto no sector superior direito da imagem. No entanto, o Teatro ABC, erguido na década de 60, ainda não aparece na imagem (viria a ocupar o espaço precisamente atrás do Teatro Maria Vitória).
Fonte: Arquivo Fotográfico Municipal
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domingo, 5 de abril de 2009
2009 - Ano Internacional da Astronomia
Em 2009 comemora-se o Ano Internacional da Astronomia. Dentro do Jardim Botânico existe um notável Observatório Astronómico, que, infelizmente, está abandonado e em avançado estado de degradação. Este teria sido o ano ideal para o ver restaurado...A Astronomia em Portugal surgiu no tempo dos Descobrimentos principalmente com a atitude do Infante D. Henrique, principal impulsionador das Descobertas Portuguesas e convincente o suficiente para levar o seu pai o rei D. João I a lançar-se na conquista da praça de Ceuta em 1415. Terá sido na fortaleza de Sagres e na escola por ele formada, que se iniciaram os primeiros estudos sobre a astronomia, observação das estrelas e a preparação dos navegadores portugueses para as futuras viagens marítimas.
No século XVI, Pedro Nunes (1502-1578), o matemático e cosmógrafo dos reis D. João III e D. Sebastião, considerado o pai da actividade ciêntífica em Portugal, deu um novo impulso no estudo da cartografia, na arte da navegação e na astronomia. Foi o autor do instrumento de medida chamada “nónio”, dado que o nome do autor em latim era Petrus Nonius, que permitia ler uma fracção de um grau no astrolábio e no quadrante e consequentemente melhorar a precisão na localização dos navios.
Mais tarde, no século XVII ensinava-se a cadeira de astronomia no colégio e convento de Santo Antão em Lisboa, actual hospital de São José, ministrada pelos Jesuítas. Este ensino funcionou até 1759, altura em que as reformas pombalinas do reinado de D. José I se implementaram, sobretudo em Coimbra, na revisão dos estatutos da Universidade de 1772, data em que se pensa pela primeira vez na criação do primeiro observatório astronómico do país.
É porém e ainda no século XVIII no reinado de D. Maria I que surgem os primeiros observatórios astronómicos em Lisboa. O observatório astronómico é um edifício onde se observam os astros e se estuda a meteorologia. Embora já existissem na Antiguidade, no Egipto e em Alexandria, na Europa os observatórios astronómicos surgiram no século XVI, na Alemanha em Hesse e pelo patrocínio de príncipes como Guilherme IV.
Em Lisboa o primeiro que se tem notícia foi o da Academia de Ciências, instalado no Castelo de São Jorge e inaugurado a 3 de Janeiro de 1787, seguindo-se o Real Observatório da Marinha criado a 18 de Março de 1798, mas que por razões da sua localização, junto ao Tejo, não tornou viável a correcta observação dos astros. Em 1854, no jardim botânico na Escola Politécnica foi criado o observatório meteorológico Infante D. Luís e em 1875 o observatório astronómico real , ambos integrados actualmente no Museu da Ciência da Faculdade de Ciências de Lisboa. Também desta época foi concebido o observatório da rua da Bempostinha, localizado em frente ao Paço da Bemposta, onde já funcionava a escola do exército.
Será no reinado de D. Pedro V, a 11 de Março de 1861, que se lança a primeira pedra para a construção do Observatório da Tapada, na Ajuda, em terrenos cedidos pelo rei, designado oficialmente como Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), iniciando-se um novo período ciêntífico na área da astronomia a par do desenvolvimento e progresso social, coincidente com a também expansão urbanística de novas zonas na cidade.
Finalmente em 1972, foi construído o observatório astronómico do planetário Calouste Gulbenkian ou comandante Conceição Silva situado em Belém, recuperado recentemente e que realiza sessões de observação astronómica.Actualmente o Observatório Astronómico de Lisboa, na Ajuda, tem como missão o acerto da hora legal, a investigação científica da Astronomia e Astrofísica, o ensino e a divulgação junto do público do seu património e acervo documental, fornecendo os necessários pareceres e esclarecimentos sobre acontecimentos astronómicos. in http:/revelarlx.cm-lisboa.pt
FOTO: Fotografando o eclipse do sol na varanda do Observatório Astronómico da Tapada da Ajuda, foto atribuída a Joshua Benoliel, 1912-04, Arquivo Fotográfico Municipal.
quinta-feira, 26 de março de 2009
26 de Março de 1920: Grevistas reunidos no Jardim Botânico
Faz hoje exactamente 89 anos que esta fotografia foi tirada. Vemos a Rua da Escola Politécnica, nomeadamente o sector da fachada da escola e portão norte que dá acesso ao Jardim Botânico. No dia 26 de Março de 1920, Greve dos Correios e Telégrafos, houve cerco e assalto policial com a Guarda Nacional Republicana ao Jardim Botânico, onde estava reunido o pessoal em greve. Para saber mais sobre este acontecimento:O Século, de 27 de Março de 1920
Ilustração Portuguesa, de 5 de Abril de 1920, p. 248
FOTO: Fotógrafo não identificado. Arquivo Fotográfico Municipal
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quarta-feira, 18 de março de 2009
sexta-feira, 20 de junho de 2008
O JARDIM BOTÂNICO HÁ 100 ANOS

Grupo de doze pessoas na ponte de ferro no Lago de Baixo do Jardim Botânico.
Quem são? Uma família? Um grupo de amigos? Que histórias e segredos guardam os seus olhares? E de que falaram nos minutos que antecederam a fotografia?
Só as árvores que os rodeiam sabem. Só elas, entretanto adultas e veneráveis, nos poderiam responder. Mas calam-se. E percebemos porquê. Estão solidárias com o companheiro lago, que foi esquecido e abandonado.
Hoje, o nosso grande lago não nos pode revelar nenhuma história. Está seco e mudo. E nós estamos tristes porque ele, o maior lago do Jardim Botânico, está sem água e sem voz.
Para quando a recuperação deste lago e das cascatas de água que o alimentavam? Quantos mais anos de secura e mudez para o Lago de Baixo? Para quando o fim deste castigo injusto?
Imagem do ínício do séc. XX de fotógrafo não identificado.
Fonte: Arquivo Fotográfico Municipal
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/
terça-feira, 10 de junho de 2008
O JARDIM BOTÂNICO HÁ 100 ANOS

Família lisboeta na Classe do Jardim Botânico, a passear junto ao Lago e do Observatório Astronómico.
Imagem do ínício do séc. XX do fotógrafo Paulo Guedes (1886-1947).
Fonte: Arquivo Fotográfico Municipal
Imagem do ínício do séc. XX do fotógrafo Paulo Guedes (1886-1947).
Fonte: Arquivo Fotográfico Municipal
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt
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