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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Amigos do Botânico, Trinta Anos a Criar Raízes: Lisboa 30 de Maio de 1986 / 30 de Maio de 2016

Cara/os associadas/os  

Hoje é o dia de aniversário da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa, que faz 30 anos, tendo sido criada em 30 de Maio de 1986.  

É um dia de alegria, mas, sobretudo, de profunda gratidão para todos os associados, adoptantes e também amigos que têm contribuído com a sua generosidade, trabalho e empenho na Defesa da Missão do Jardim Botânico de Lisboa.  Também o nosso agradecimento a todos aqueles que nos antecederam na Direcção da LAJB, em especial aos fundadores que tiveram a visão de criar a primeira associação de defesa de um Jardim Botânico em Portugal.  

Ao longo dos anos, tem sido enorme o contributo da LAJB para a Defesa, Manutenção e Salvaguarda do Jardim Botânico.  Seria exaustivo nomearmos aqui todas esses contributos que foram dados, por vezes em situações muito adversas, mas nunca desistimos de defender este maravilhoso património cultural que hoje, e, graças em grande parte, à acção da LAJB, é Monumento Nacional.   

Neste longo caminho, a LAJB amadureceu, envolvendo-se em várias acções de cidadania com o objectivo de ligar o Jardim Botânico à comunidade. Assim, foi sendo uma interveniente, interlocutora e parceira com outras instituições públicas e privadas, a nível local, nacional e internacional - desde a CML, a AML, Juntas de Freguesia, Associações ligadas à defesa do Património edificado e natural, Escolas, Embaixadas e a World Monuments Fund (WMF) que colocou o Jardim Botânico na lista de 2012, como um dos monumentos em perigo e a preservar a nível mundial.  

Estamos certos que a salvaguarda do Jardim Botânico continuará a ser o propósito principal das futuras direcções da LAJB e dos seus associados. 

Saudações Botânicas  
A Direcção da LAJB  
Lisboa, 30 de Maio de 2016

Visita guiada da LAJB ao Jardim: 29 Maio 2016






























O nosso muito obrigado a todos os associados da LAJB que participaram nesta visita guiada, a primeira no âmbito dos 30 anos dos "Amigos do Botânico". E um grande bem haja ao nosso guia Ivo Meco! 

sábado, 27 de julho de 2013

Dia do Fundador do Jardim Botânico: Conde de Ficalho nasceu a 27 de Julho de 1837


CONDE DE FICALHO - Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa. Além dos diversos cargos que exerceu como Par do Reino e Mordomo da Casa Real, distinguiu-se como escritor e professor catedrático da Escola Politécnica de Lisboa, onde estimulou o estabelecimento de museus anexos. Apaixonado pela Botânica, foi director do Instituto Agrícola e fomentou o desenvolvimento e apetrecho do Jardim Botânico de Lisboa.
 
The man who has planted a garden feels that he has done something for the good of the world.

Charles Dudley Warner (1829-1900)
No dia dos 176 anos do nascimento do Conde de Ficalho, os Amigos do Jardim Botânico prestam homenagem ao fundador.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Concerto na Igreja do Menino Deus: 20 Dez 21H - MAGNIFICAT

Programa para o concerto de 20 de Dezembro de 2011 às 21h:

Eurico Carrapatoso: “Magnificat em Talha Dourada”

Grupo Vocal e Instrumental Olisipo
Angélica Neto - Soprano
Grupo Vocal Olisipo
Elsa Cortez e Mónica Monteiro – Sopranos
Maria Luísa Tavares e Susana Moody – Contraltos
Sérgio Peixoto e João Sebastião – Tenores
Armando Possante e Hugo Oliveira – Baixos
Grupo Instrumental Olisipo
Tiago Neto - Violino I
Ana Margarida Sanmarful - Violino II
Teresa Fernandes – Viola
Teresa Rombo – Violoncelo
Marta Vicente - Contrabaixo
António Carrilho - Flauta I
Sofia Norton - Flauta II
Jenny Silvestre – Cravo

IGREJA DO MENINO DEUS - Largo do Menino Deus

APOIO: Patriarcado de Lisboa, Congregação de São José de Cluny, Teatro Nacional de São Carlos, URBANOS – Division of Fine Arts, Solar do Castelo/Hotéis Heritage Lisboa, Palácio Belmonte

ENTRADA LIVRE

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Concerto: Igreja do Menino Deus 10 Dez 21h

Concerto no âmbito das Comemorações dos 300 ANOS da IGREJA do MENINO DEUS, dia 10 de Dezembro, sábado, às 21H:

«Pérolas da Música Antiga»

G.PhTelemann

Sonata em Ré menor, de Essercizii Musici nº 4/7, TWV 41: d4

Affettuoso/Presto/ Grave/ Allegro

J. S. Bach

Suite em Som Maior, BWV 1007 (violoncelo solo)

Prélude/ Allemande/ Courante/ Sarabande/ Menuet I & II/ Gigue

G. F. Händel

Sonata em Dó Maior , Op. 1, No. 7, HWV 365
Larghetto/Allegro/Larghetto/A Tempo di Gavotta/ Allegro

C.P.E. Bach

Sonata em lá menor, Wq 132 (flauta solo)
Adagio/ Allegro/ Allegro Assai

J. J. Quantz

Sonata em Ré Maior, QV 1:47
Cantabile ma com affetto/ Allegretto di molto, ma fiero/ Vivace

OS MÚSICOS DO TEJO
António Carrilho – flauta de bisel
Paulo Gaio Lima – violoncelo
Marcos Magalhães – órgão

Concerto de entrada livre.

IGREJA DO MENINO DEUS - LARGO DO MENINO DEUS – LISBOA

Transportes: eléctricos 12 (Praça da Figueira), 28 e autocarro 737 (Praça da Figueira-Castelo)

APOIO: Patriarcado de Lisboa, Congregação de São José de Cluny, Teatro Nacional de São Carlos, Palácio Belmonte, URBANOS - Division of Fine Arts

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Igreja do Menino Deus: Concerto 4 Nov 21H

Programa para o concerto de 4 de Novembro de 2011 às 21:00h:

A Música Sacra no tempo de D. João V (Compositores de 1711 a 1750)

João Rodrigues Esteves: “Pinguis est Panis”
Johann Sebastian Bach: Ária “Schlummert ein, ihr matten Augen”
G.Ph.Telemann: Cantata “Ihr Völker hört” (Am Feste der heiligen drei Könige)
Johann Sebastian Bach: Sonata em Si bemol Maior, BWV 1021 - Adagio/Vivace/Largo/Presto
João Rodrigues Esteves: “Regina Caeli Laetare”

La Nave Va - Ensemble Barroco
Maria Luísa Tavares, Mezzo-Soprano
Armando Possante, Barítono
António Carrilho, Flauta de Bisel
Edoardo Sbaffi, Violoncelo
Jenny Silvestre, Cravo

ENTRADA LIVRE
IGREJA DO MENINO DEUS - LARGO DO MENINO DEUS – LISBOA
APOIO: Patriarcado de Lisboa, Congregação de São José de Cluny, Solar do Castelo / Hotéis Heritage Lisboa

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cultura artística e produção arquitectónica na Lisboa de Ressano Garcia: 27 Out. às 18H‏

CONFERÊNCIA

Cultura artística e produção arquitectónica na Lisboa de Ressano Garcia

por Maria Calado

Dia 27 de Outubro às 18H‏ no Gabinete de Estudos Olisiponenses

sábado, 24 de setembro de 2011

Tempo, Ciência e Sociedade: os 150 anos do Observatório Astronómico de Lisboa

No próximo dia 6 de Outubro, o Observatório Astronómico de Lisboa abre as portas ao público para uma sessão comemorativa dos 150 anos deste espaço emblemático, não apenas em Portugal mas no panorama científico internacio­nal. A prová-lo, uma lista de oradores vindos expressamente de vários países para participar nesta sessão que tem a forma de workshop subordinado ao tema Tempo, Ciência e Sociedade.

O programa terá início pela manhã, às 9h30, com uma sessão de abertura inti­tulada Sociedade, cultura e o Observatório, da responsabilidade de Henri­que Leitão (CIUHCT-UL).

A segunda sessão, Património do Observatório e seus usos, tem início às 14h30 e será apresentada por Rui Agostinho e Marta Lourenço. Às 17h30, está programada uma visita guiada ao Observatório e à exposição O Espaço em Paralaxe (um projecto site specific do Tempos de Vista Artist Collective).

A comemoração dos 150 anos do Observatório Astronómico de Lisboa é uma iniciativa conjunta do Centro Interuniversitário de História da Ciência e Tecnolo­gia—ramo da Universidade de Lisboa CIUHCT-UL) com o próprio Observatório e tem o apoio do Instituto Francês de Portugal.

Foto: Observatório Astronómico, Tapada da Ajuda, Abril de 1912. Fotografia de J.Benoliel (CML).

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Observatório Astronómico de Lisboa: 150 anos

Astrofesta

O ano de 2011 é de comemorações. Além da celebração dos 100 anos da FCUL e da UL, comemoram-se os 150 anos do Observatório Astronómico de Lisboa. Para assinalar a data, irá ser organizada uma ASTROFESTA, a decorrer no fim-de-semana de 5, 6 e 7 de Agosto, quando a Lua está em quarto-crescente.

Além das observações no céu de Lisboa, estão previstas palestras e vários workshops relacionados com a utilização de telescópios e a astrofotografia. O local escolhido para a Astrofesta foi, naturalmente, o Observatório Astronómico de Lisboa, localizado no Campus do Instituto Superior de Agronomia, na Tapada da Ajuda.

A organização está a cargo do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, em conjunto com o Centro Ciência Viva de Constância, o Observatório Astronómico de Lisboa e a Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores.

Foto: Observatório Astronómico, Tapada da Ajuda, Abril de 1912, J. Benoliel (Arquivo Fotográfico de Lisboa)

terça-feira, 22 de março de 2011

UNIVERSIDADE - O Desejo do Saber

Convite para sessão de apresentação do filme documentário

Universidade - O Desejo do Saber

22 de Março 19h.

AULA MAGNA - Reitoria da Universidade de Lisboa

Realização - Catarina Alves Costa
Pesquisa - Maria João Torgal
Produção - Laranja Azul

ENTRADA LIVRE

Universidade de Lisboa nasceu há 100 anos

O Movimento Republicano assentou numa teia multimodal de centros, escolas, associações, grémios e ligas - formando uma rede de estruturas nominalmente variadas, mas que funcionalmente convergiam na prossecução das grandes linhas do ideário republicano: a educação, a cidadania, a solidariedade social, a laicidade, o livre pensamento, a participação democrática. A actividade educativa, nas vertentes de formação escolar e cívica, era o elemento comum à quase totalidade desta rede onde, para além das associações que a tinham por objecto específico, predominavam os centros políticos e escolares que ministravam aulas a crianças e adultos. E porque a educação era um dos esteios do ideário republicano, coube à República criar, logo em 1911, a Universidade de Lisboa.

Por decreto de 22 de Março de 1911, foi constituída a Universidade de Lisboa, agregando as unidades de ensino já existentes: a Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa e a Escola de Farmácia deram lugar à Faculdade de Medicina (repartida entre o Campo de Santana e o Hospital Escolar de Santa Marta, mantendo anexa a Escola Superior que só em 1921 ascenderia a Faculdade de Farmácia); a Escola Politécnica (na rua do mesmo nome) tornou-se Faculdade de Ciências, mantendo-se esta a funcionar no mesmo edifício da sua antecessora; o Curso Superior de Letras passou a designar-se Faculdade de Letras, mantendo-se o funcionamento, até 1958, nas instalações da Academia das Ciências de Lisboa. Em 1913, foi criada a Faculdade de Ciências Económicas e Políticas, dirigida por Afonso Costa, a qual dará lugar, em 1918, à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa que funcionará, até 1957, no Palácio Valmor, no Campo dos Mártires da Pátria.

Foto: Jardim Botânico visto da Colina de Santana/Miradouro do Torel

domingo, 10 de outubro de 2010

«Faltam 30 milhões de euros para um novo museu de ciência em Lisboa»

A Universidade de Lisboa vai fazer 100 anos em 2011 e quer recuperar a sua história e valorizar o património. O programa das comemorações é anunciado amanhãA Universidade de Lisboa (UL) quer criar um importante pólo museológico, reunindo grande parte das suas colecções científicas, no que são hoje os Museus da Politécnica. O centenário da universidade - que se assinala em 2011, mas cujo programa de comemorações é anunciado oficialmente amanhã, na abertura do ano académico - seria o momento ideal para lançar esse projecto. Para o concretizar falta essencialmente uma coisa, segundo o reitor António Sampaio da Nóvoa: trinta milhões de euros para o investimento inicial.

Cem anos é uma idade respeitável, e a UL quer aproveitá-la para recuperar muito da sua história e da sua memória na cidade. "Queremos mostrar como a Universidade esteve ligada à cidade desde o século XIII. Há um património vastíssimo do ponto de vista dos edifícios, que as pessoas conhecem mal", explica António Nóvoa. Neste momento está já a fazer-se o registo deste património e a planear-se percursos pela cidade para o quem quiser conhecer melhor.

Para além dos edifícios, existem as colecções, que também estão a ser inventariadas. "Gostaríamos de publicar um livro sobre elas e aproveitar este balanço para revalorizar a dimensão museológica da Universidade e conseguir construir pelo menos um grande pólo museológico nos actuais Museus da Politécnica, e um segundo pólo mais centrado nas questões da saúde no edifício histórico do Instituto Bacteriológico Câmara Pestana", diz Nóvoa.

A discussão sobre o projecto já foi lançada - e tem estado rodeada de alguma polémica. O reitor pediu um parecer a um grupo internacional de peritos presidido por Rosalia Vargas, presidente da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, e uma das recomendações foi a de fundir os dois principais museus da Politécnica, sob o nome de Museu Nacional de História Natural. Uma hipótese que implicaria o "desaparecimento" do actual Museu da Ciência com este nome e a integração das suas colecções no novo museu.

Apresentado no final de Junho numa sessão pública, o relatório foi alvo de muitas críticas por parte de pessoas ligadas à comunidade museológica e científica, que viam com preocupação essa diluição do Museu da Ciência. António Nóvoa prefere salientar os pontos mais consensuais. "O debate foi muito conclusivo em relação à necessidade de requalificação de todo aquele espaço." Até porque, sublinha, "a situação que se vive actualmente [nos Museus da Politécnica] é impensável, quase do domínio do degradante."

"Ter um olhar nacional"

É preciso melhorar, portanto. "Criou-se um movimento genuíno para a requalificação daquele espaço e isso é muito importante porque havia gente, dentro e fora da universidade, com uma atitude muito conservadora. O discurso de que é preciso proteger é muito importante, mas a protecção sem alternativas leva à decadência. Se não se fizer nada as coisas vão desaparecendo e um dia alguém fecha a porta porque já não há nada para proteger."

Mas, como reitor da UL, é sensível às preocupações manifestadas em relação ao futuro do Museu da Ciência? "Sou extraordinariamente sensível a isso, mas julgo que temos que ser inteligentes e audazes. Todos reconhecemos que Portugal tem museus a mais. Acho que a Universidade não deve reproduzir essa lógica. Temos que perceber como é que se consegue preservar o trabalho de grande qualidade que se faz no Museu da Ciência. Mas sabemos que há outras universidades que também têm planos para fazer museus da Ciência e da Técnica. Temos que olhar para isto do ponto de vista do país e não dos interesses locais. Um dos problemas de Portugal - e isto é verdade para os museus como para as universidades - é que temos um olhar muito local." Aponta para uma cadeira vazia à sua frente. "Achamos que esta cadeira é muito importante e que temos que a preservar e depois desconhecemos que há duas mil cadeiras destas espalhadas pelo país. A preservação e divulgação das colecções têm que ter um contexto nacional."

Uma segunda conclusão do debate, na leitura do reitor, foi a de que "é preciso haver um projecto integrado para aquele espaço". Ou seja, "a ideia de que há um Museu de História Natural e um Museu da Ciência e um Jardim Botânico e mais um museu disto e daquilo, é impensável. A certa altura é uma coisa completamente balcanizada, que não tem leitura para o visitante, não tem capacidade de gestão integrada e sobretudo não tem nenhuma contemporaneidade do ponto de vista do que é um projecto museológico."

Por fim, parece ser pacífica a ideia de que é importante que aquele espaço se abra à cidade. A Câmara Municipal de Lisboa lançou um concurso de ideias para a zona que vai do Parque Mayer, junto à Avenida da Liberdade, até à Rua da Escola Politécnica, e a proposta vencedora foi do arquitecto Manuel Aires Mateus. Até que ponto os planos para o pólo museológico da UL estão dependentes de este projecto avançar ou não?

O projecto "não intervém" directamente sobre o património da Universidade (Museus da Politécnica e vários outros edifícios que os rodeiam), explica o reitor. Com duas pequenas excepções: "a requalificação das casotas que existem à volta do Picadeiro, mas que correspondem a um espaço mínimo", e "a possibilidade de, no prolongamento da alameda das palmeiras, fazer um edifício que crie uma ligação com o parque de estacionamento em baixo". Esta última solução ajudaria a resolver aquele que é um dos principais problemas dos Museus da Politécnica: os acessos.

Mas se para todas estas questões em aberto - e que deverão ser resolvidas por uma comissão instaladora a criar em breve - António Nóvoa acredita que serão encontradas soluções relativamente consensuais, há um outro problema que o reitor considera o mais complicado: a falta de dinheiro. "O grande problema vai ser arranjar os fundos para investir a sério naquele espaço."

Para manter os museus a funcionar como estão actualmente - num "estado de sobrevivência" - a UL gasta anualmente três milhões de euros. "É uma verba que, para um orçamento como o nosso, é muito significativa. Retiramos um bocadinho a Direito, outro a Medicina, outro a Letras... Não temos tido apoio de ninguém. O Jardim Botânico custa fortunas em água e nunca tivemos qualquer apoio. Estamos sozinhos nesta batalha."

Apesar disso, Nóvoa acredita que a UL poderá continuar a dispor dessa soma todos os anos e que ela será suficiente para assegurar o funcionamento do novo museu, juntamente com algumas receitas próprias que este viesse a gerar e uma ou outra loja que abrisse no local. Mas deixa uma crítica: "Há uma forma de financiamento das universidades em Portugal que não considera o património nem os museus, contrariamente ao que acontece em países como o Reino Unido. E isso obviamente penaliza as universidades mais antigas, em primeiro lugar Coimbra, com todo o património histórico que tem que cuidar, mas também a UL."

Quanto aos trinta milhões, a Universidade põe a hipótese de "recorrer a empréstimos, associar outras entidades, fundações, a câmara municipal, o Governo, e ir buscar alguns fundos europeus, embora isso seja muito difícil no caso de Lisboa". Mas "tudo isto é curto", lamenta o reitor. "O plano de sustentabilidade de um museu a sério consegue-se. O nosso grande problema é onde vamos encontrar os trinta milhões." in Público, 10-10-2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Museu Comemora - Domingo 18 Abril

Dia Internacional de Monumentos e Sítios (Património Arquitectónico e Arqueológico)

10h00 – Biodiversão no Jardim - Gincana para toda a família sobre biodiversidade nativa

11h00 – Oficina “As mil e uma histórias sobre o bicho-da-seda”

11h30 – História e Estórias do Património do Laboratorio Chimico

14h30 – Visita orientada “Percursos no Tempo”

15h00 – Encontro com Darwin no Jardim Botânico

16h00 – Património Geológico e Geoconservação - Palestra pelo Prof. Galopim de Carvalho

Nota: Todas as actividades são gratuitas mas requerem marcação prévia.

Contactos: 213 921 808 / 213 921 883 ou geral@museus.ul.pt

Foto: Prunus cerasifera em floração