terça-feira, 6 de outubro de 2015
Comunicado de Imprensa: devolver o eléctrico 24!
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Cinco grupos de cidadãos uniram-se contra a construção de mais um parque subterrâneo
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
ELÉCTRICO 24: faria hoje 105 anos
domingo, 20 de fevereiro de 2011
«O desejo chamado eléctrico 24»
Foi em Novembro de 2007 que, por proposta de Os Verdes, a Assembleia Municipal de Lisboa votou favoralmente, e por unanimidade, uma recomendação para reposição de carreiras de eléctrico operadas pela Carris, em Lisboa, e particularmente uma das centenárias, a do 24, inaugurada em 1907. Suprimida provisoriamente em 1996, o provisório tornou-se definitivo.quinta-feira, 19 de agosto de 2010
"Promover o uso dos transportes públicos"
A situação mais grave é na área de Lisboa, logo seguida do Porto, porque são as zonas mais populosas e que têm mais tráfego automóvel. Depois surgem Braga e Coimbra, mas nada que se compare com Lisboa ePorto.
Deve-se tomar todas as medidas para promover o uso do transporte colectivo em detrimento do individual. Por exemplo, nos principais acessos a Lisboa e Porto, uma das vias de rodagem deve ficar reservada para transportes colectivos, veículos eléctricos e viaturas com dois ou mais ocupantes, levando as pessoas a usar o transporte público ou apartilhar o carro próprio com outros. Desta forma, reduz-se o número de veículos em circulação. Também se deve criar mais faixas bus para dar prioridade aos transportes públicos e melhorar a sua atractividade.
Nas zonas mais críticas, deve-se interditar o acesso a veículos que ultrapassem os limites de emissões poluentes, que normalmente são os mais antigos.
É preciso aproximar as pessoas dos seus locais de trabalho e dar-lhes transportes públicos para não terem de usar o transporte individual. As novas urbanizações devem ser construídas perto de uma rede de transporte pesado, como o comboio.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
JARDIM BOTÂNICO - O ALERTA DA LAJB
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
1000 Ultimate Travel Experiences: eléctrico
O Eléctrico 28 foi seleccionado pela editora inglesa ROUGH GUIDE como uma das 1000 experiências mais importantes do mundo. Segue em baixo o texto na íntegra publicado na capítulo dedicado a Portugal. Este reconhecimento internacional vem reforçar a validade do projecto de devolver a Lisboa algumas das linhas de eléctricos encerradas no passado recente de que é exemplo o 24 (Cais do Sodré / Campolide). A linha 24 foi inauguarda a 2 de Novembro de 1907. Esperemos que muito em breve a CARRIS e a CML anunciem a boa notícia do regresso do eléctrico 24 aos carris da Rua da Escola Politécnica! 1000 ULTIMATE TRAVEL EXPERIENCES
MAKE THE MOST OF YOUR TIME ON EARTH
A Rough Guide to the World
London, 2008
PORTUGAL:
-Clearing your calendar for bacalhau
-Exploring mystical Sintra
-Learning to surf on the Atlantic coast
-In search of the perfect tart
-Stop! It's hammer time at the Festa de São João
-Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters
«Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters»
Just as you should arrive in Venice on a boat, it is best to arrive in Lisbon on a tram, from the point where many people leave it for good: at Prazeres, by the city's picturesque main cemetery. Get a taxi to the suburban terminus of tram 28 for one of the most atmospheric public-transport rides in the world: a slow-motion roller coaster into the city's historic heart.
Electric trams first served Lisbon in 1901, though the route 28 fleet are remodelled 1930s versions. The polished wood interiors are gems of craftsmanship, from the grooved wooden floors to the shiny seats and sliding window panels. And the operators don't so much drive the trams as handle them like ancient caravels, adjusting pulleys and levers as the streetcar pitches and rolls across Lisbon's wavy terrain. As tram 28 rumbles past the towering dome of the Estrela Basilica, remember the famous bottoms that have probably sat exactly where you are: the writers Pessoa and Saramago, the singer Mariza, footballers Figo and Eusebio.
You reach central Lisbon at the smart Chiado district, glimpses of the steely Tagus flashing into view between the terracotta roof tiles and church spires. Suddenly you pitch steeply downhill, the tram hissing and straining against the gradients of Rua Vitor Cordon, before veering into the historic downtown Baixa district. Shoppers pile in and it's standing room only for newcomers, but those already seated can admire the row of traditional shops selling sequins and beads along Rua da Conceicao through the open windows.
Now you climb past Lisbon's ancient cathedral and skirt the hilltop castle, the vistas across the Tagus estuary below truly dazzling. The best bit of the ride is yet to come though, a weaving, grinding climb through the Alfama district, Lisbon's village-within-a-city where most roads are too narrow for cars. Entering Rua das Escolas Gerais, the street is just over tram width, its shopfronts so close that you can almost lean out and take a tin of sardines off the shelves. » [Foto: o eléctrico 24 em 1983 na Rua D. Pedro V]
domingo, 9 de agosto de 2009
O Eléctrico 24 visto por Olle S. Nevenius


Imagens do eléctrico 24 no ano de 1979 pelo fotógrafo sueco Olle S. Nevenius. O nosso 24 na Praça Luís de Camões e na Rua da Misericórdia a caminho do Jardim Botânico, e a repousar no Largo do Carmo. Para quando o regresso do eléctrico 24 tal como prometido pela CARRIS e CML?domingo, 2 de novembro de 2008
ELÉCTRICO 24 FARIA HOJE 101 ANOS!
Durante quase um século o 24 subiu e desceu a Sétima Colina. A sua vida foi suspensa em Agosto de 1996. Mas logo no ano seguinte foi prometido aos lisboetas o seu regresso em 1998, a tempo da Exposição Universal dos Oceanos - Expo 98. A promessa está por cumprir. Em 2007 teve início um movimento cívico para trazer de volta o eléctrico 24. O movimento cívico aproveitou o centenário do 24 - o dia 2 Novembro de 2007 - para lançar uma campanha pública que pedia ao novo Presidente da CML e à CARRIS a devolução desta linha de eléctrico clássico.
O regresso da linha 24 beneficiaria não só a mobilidade dos lisboetas em geral, como também o sector do turismo em Lisboa. Segundo as previsões do World Travel and Tourism Council (WTTC), em 2017 a cidade de Lisboa deverá atingir os 3 milhões de hóspedes estrangeiros, ou seja, mais 1 milhão do que em 2007. Ou seja, não será possível oferecer um bom serviço público, não só aos lisboetas como também aos turistas, se em 2017 Lisboa continuar reduzida à mesma oferta de eléctricos clássicos de hoje.
Esta é a única linha que ligava a zona ribeirinha do Cais do Sodré/São Paulo à Sétima Colina: trepando a Rua do Alecrim e da Misericórdia até à Igreja de S. Roque e Jardim de São Pedro de Alcântara, seguindo depois por toda a Rua D. Pedro V e Rua da Escola Politécnica em direcção ao Rato e às Amoreiras. A sua importância para a melhoria da mobilidade da cidade, assim como o seu grande potencial para o desenvolvimento do turismo de qualidade na capital, são evidentes.
O eléctrico 24 já tem o apoio das seguintes instituições da cidade:
-Associação Turismo de Lisboa
-Associação de Valorização do Chiado
-Agência Baixa-Chiado
-Associação dos Comerciantes do Bairro Alto
-Liga dos Amigos do Jardim Botânico
-Centro Nacional de Cultura
CRONOLOGIA DO ELÉCTRICO 24:
2 Novembro 1907: inauguração da linha entre Carmo-Campolide;
13 Setembro 1936: prolongamento de Campolide à Praça do Chile;
17 Janeiro 1974: prolongamento da Praça do Chile à R. Alfândega;
21 Maio 1985: automatização da cobrança da linha 24;
1994: prolongamento ao Cais do Sodré;
27 Janeiro 1991: encurtamento da R. Alfândega ao Alto de S. João;
Agosto 1996: suspensão temporária devido à construção de um parque de estacionamento em Campolide;
20 Novembro 1997: assinado protocolo entre CARRIS e CML para o regresso do 24, Largo do Carmo-Campolide (reabertura prevista para Abril de 1998);
2 Novembro 2007: no dia do centenário o Forum Cidadania LX lança uma petição solicitando ao novo presidente da CML o seu definitivo regresso, conforme prometido aos munícipes em 1997.
FOTO: O eléctrico 24 na Rua D. Pedro V, na direcção do Jardim Botânico, em 1983. Esperamos em breve voltar a ver o 24 em frente do portão do Jardim Botânico! Fotógrafo: Bernd-Kitendorf

