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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

«Faltam jardineiros para limpar Jardim Botânico»

O jardineiro Carlos Fazendeiro, 64 anos, é um dos dois funcionários do quadro no Jardim Botânico do Príncipe Real. Há também uma funcionária que faz a coordenação, mas não efectua trabalho de jardinagem.
Conta-se ainda quatro colaboradores, que ali chegaram através do Instituto de Emprego e Formação Profissional, por estarem desempregados, e que mudam todos os anos.
Porém, segundo o jardineiro e o diretor do Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, que gere o jardim, não chegam para efetuar a manutenção de uma área de quatro hectares onde estão espécimes vegetais vindas de várias partes do mundo.
“O problema maior é que o jardim não tem o aspeto que eu e todos os colegas gostaríamos, mas não conseguimos porque somos poucos e fazemos o que podemos”, lamentou Carlos Fazendeiro, em declarações à Lusa.
“Normalmente faço uma ou duas horas por dia a mais, que não são pagas, mas não me queixo. Gosto do que faço e às vezes sinto-me frustrado por chegar ao fim do dia, estar cansado e olhar para trás e ver pouca coisa feita”, acrescentou.
A situação está a levar à “falta de limpeza” do espaço, que nalguns casos pode levar à morte das plantas: “Se as infestantes não forem limpas a tempo, podem matá-las”, alertou o diretor do Em causa está o “problema orçamental global” e a “dificuldade de contratação de pessoas desde que começou a crise”, assente na “falta de oferta de condições [de trabalho] e na dificuldade de abrir concursos”, explicou o diretor do museu, José Pedro Dias.
Feitas as contas, seriam necessários três jardineiros nos quadros, que trabalhassem na terra e não efetuassem apenas tarefas de coordenação, e mais três colaboradores, especificou, falando em números “comedidos”.
Para manter o jardim são gastos cerca de 15 mil euros por mês, sete mil em água e oito mil nos salários dos funcionários, apontou o responsável. Enquanto estes últimos são pagos pelo dinheiro que é atribuído ao museu, que inclui também o jardim, a água é paga através das receitas das entradas no jardim (cada uma custa dois euros), que costumam aumentar “fortemente no verão” no caso dos visitantes individuais, referiu.
Durante os restantes meses, há atividades do serviço educativo que, apesar de serem importantes para os rendimentos, têm vindo a cair.
A situação no Jardim Botânico da Ajuda, pertencente ao Instituto Superior de Agronomia, da Universidade de Lisboa, é diferente. Numa resposta escrita enviada à Lusa, a direção do espaço indicou que “o jardim tem um número de jardineiros suficiente” para realizar a manutenção.
Nas alturas mais críticas, fazem falta “mais um a dois jardineiros”, acrescentou, explicando que as baixas são colmatas através da equipa de jardineiros da Tapada da Ajuda e de estagiários.
Já o Jardim Botânico Tropical de Belém “tem colmatado as suas necessidades de jardinagem, através de recursos próprios e da prestação de serviços por uma instituição particular de solidariedade social e isso é evidente no espaço”, referiu o Instituto de Investigação Científica Tropical, que gere o espaço, num esclarecimento solicitado pela Lusa, assegurando que “a manutenção do jardim não tem sido negligenciada”. in Lusa, 3 Agosto 2014

quinta-feira, 24 de julho de 2014

LX GARDENS: apresentação dos resultados
















Apresentação dos Resultados do Projeto LX GARDENS - Jardins e Parques Históricos de Lisboa:

Estudo e inventário do património paisagístico.

Research Project funded by FCT PTDC/EAT-EAT/110826/2009   

29 de Julho de 2014 às 14h00 na Sala de Atos  
Instituto Superior de Agronomia  - Tapada da Ajuda - Lisboa

sábado, 24 de setembro de 2011

Tempo, Ciência e Sociedade: os 150 anos do Observatório Astronómico de Lisboa

No próximo dia 6 de Outubro, o Observatório Astronómico de Lisboa abre as portas ao público para uma sessão comemorativa dos 150 anos deste espaço emblemático, não apenas em Portugal mas no panorama científico internacio­nal. A prová-lo, uma lista de oradores vindos expressamente de vários países para participar nesta sessão que tem a forma de workshop subordinado ao tema Tempo, Ciência e Sociedade.

O programa terá início pela manhã, às 9h30, com uma sessão de abertura inti­tulada Sociedade, cultura e o Observatório, da responsabilidade de Henri­que Leitão (CIUHCT-UL).

A segunda sessão, Património do Observatório e seus usos, tem início às 14h30 e será apresentada por Rui Agostinho e Marta Lourenço. Às 17h30, está programada uma visita guiada ao Observatório e à exposição O Espaço em Paralaxe (um projecto site specific do Tempos de Vista Artist Collective).

A comemoração dos 150 anos do Observatório Astronómico de Lisboa é uma iniciativa conjunta do Centro Interuniversitário de História da Ciência e Tecnolo­gia—ramo da Universidade de Lisboa CIUHCT-UL) com o próprio Observatório e tem o apoio do Instituto Francês de Portugal.

Foto: Observatório Astronómico, Tapada da Ajuda, Abril de 1912. Fotografia de J.Benoliel (CML).

domingo, 14 de agosto de 2011

VINDIMAS NA TAPADA DA AJUDA!

VINDIMAS NA TAPADA DA AJUDA

Venha vindimar na única vinha de Lisboa. As uvas da Tapada da Ajuda estão prontas para colheita, e precisamos da sua ajuda. Participe com o seu trabalho voluntário nas vindimas e (re)viva as actividades do campo em plena cidade. Para se inscrever como voluntário (só dias úteis), por favor envie-nos um mail para botanicoajuda@isa.utl.pt com o seu nome, contacto e dias disponíveis para nos ajudar, em Agosto.

Aguardamos a sua inscrição, e agradecemos antecipadamente.

Até ao lavar dos cestos é vindima!

Local da vindima: Tapada da Ajuda, Lisboa

Contacto: botanicoajuda@isa.utl.pt ou 21 362 25 03