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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Hoje: Dia do Fundador do Jardim Botânico

Hoje, 27 de Julho, celebram-se os 179 anos do nascimento de Francisco Manuel de Melo Breyner, Conde de Ficalho, altíssimo vulto da vida e cultura portuguesa da segunda metade do século XIX e pai fundador do Jardim Botânico da Escola Politécnica.

CONDE DE FICALHO - Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa. Além dos diversos cargos que exerceu como Par do Reino e Mordomo da Casa Real, distinguiu-se como escritor e professor catedrático da Escola Politécnica de Lisboa, onde estimulou o estabelecimento de museus anexos. Apaixonado pela Botânica, foi director do Instituto Agrícola e fomentou o desenvolvimento e apetrecho do Jardim Botânico de Lisboa.  Como homem de letras, notabilizou-se como escritor, foi amigo de Eça de Queirós, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins e pertenceu ao famoso grupo dos Vencidos da Vida.  As suas obras versaram não só sobre a botânica como também temas ligados à História de Portugal, como é o caso das Viagens de Pêro da Covilhã, publicadas em 1898, onde Ficalho relata a viagem do emissário de D. João II. Da obra ligada à sua especialidade maior, a botânica (num contexto histórico), destacam-se: a Flora dos Lusíadas, de 1880; Memória da Malagueta de 1883, que deveria ser o primeiro de muitos títulos da colecção Plantas Úteis da África Portuguesa, que infelizmente não continuaram; Garcia de Orta e o seu Tempo de 1886, que serviu de preparação aos dois volumes de Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, editados em 1891 e 1895.  Deixou uma única obra de ficção, Uma eleição perdida (1888), conjunto de uma novela e cinco contos integrável na tendência realista do conto regional.

Bibliografia do Conde de Ficalho: Flora dos Lusíadas, 1880; Memória da Malagueta, 1883; Plantas úteis da África portuguesa, 1884; Garcia da Orta e o seu tempo, biografia, 1886; Uma eleição perdida, novela e contos, 1888; Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, 2 vol., 1891 e 1895; As viagens de Pêro da Covilhã, 1898; As rosáceas de Portugal, 1899  

No dia do nascimento do Conde de Ficalho, a Liga dos Amigos do Jardim Botânico  de Lisboa prestam homenagem ao fundador.


terça-feira, 28 de julho de 2015

Hoje: Dia do Fundador do Jardim Botânico

CONDE DE FICALHO - Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa. Além dos diversos cargos que exerceu como Par do Reino e Mordomo da Casa Real, distinguiu-se como escritor e professor catedrático da Escola Politécnica de Lisboa, onde estimulou o estabelecimento de museus anexos. Apaixonado pela Botânica, foi director do Instituto Agrícola e fomentou o desenvolvimento e apetrecho do Jardim Botânico de Lisboa.  Como homem de letras, notabilizou-se como escritor, foi amigo de Eça de Queirós, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins e pertenceu ao famoso grupo dos Vencidos da Vida.  As suas obras versaram não só sobre a botânica como também temas ligados à História de Portugal, como é o caso das Viagens de Pêro da Covilhã, publicadas em 1898, onde Ficalho relata a viagem do emissário de D. João II. Da obra ligada à sua especialidade maior, a botânica (num contexto histórico), destacam-se: a Flora dos Lusíadas, de 1880; Memória da Malagueta de 1883, que deveria ser o primeiro de muitos títulos da colecção Plantas Úteis da África Portuguesa, que infelizmente não continuaram; Garcia de Orta e o seu Tempo de 1886, que serviu de preparação aos dois volumes de Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, editados em 1891 e 1895.  Deixou uma única obra de ficção, Uma eleição perdida (1888), conjunto de uma novela e cinco contos integrável na tendência realista do conto regional.  

Bibliografia do Conde de Ficalho: Flora dos Lusíadas, 1880; Memória da Malagueta, 1883; Plantas úteis da África portuguesa, 1884; Garcia da Orta e o seu tempo, biografia, 1886; Uma eleição perdida, novela e contos, 1888; Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, 2 vol., 1891 e 1895; As viagens de Pêro da Covilhã, 1898; As rosáceas de Portugal, 1899  

No dia do nascimento do Conde de Ficalho, a Liga dos Amigos do Jardim Botânico  de Lisboa prestam homenagem ao fundador.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

"Historietas do Jardim" por Cristina Girão



Obrigada amiga Cristina Girão não só pela visita guiada mas também pela oferta à LAJB do livro "Plantas Aromáticas de Portugal" que irá enriquecer a nossa humilde Biblioteca. 

"Historietas do Jardim" por Cristina Girão











Algumas imagens da interessantíssima visita guiada que a nossa associada Cristina Girão tão generosamente nos ofereceu. A visita decorreu na manhã de domingo, dia do aniversário do fundador do Jardim Botãnico, o Conde de Ficalho. A Cristina Girão é bióloga e tem o curso de guia do Jardim Botânico. Obrigada Cristina e até à próxima viagem!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Dia do Fundador: Visita guiada ao Jardim Botânico no dia 27 de Julho às 10H30
















Estimadas/os associadas/os   

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico vai organizar uma visita guiada para os seus associados no dia 27 de Julho (domingo) às 10H30M, data do nascimento do Conde de Ficalho, fundador do Jardim Botânico que nasceu a 27 de Julho de 1837.  

A visita será guiada pela nossa associada, a bióloga Cristina Girão.    
O tema da visita guiada: "Historietas do Jardim"   

Saudações botânicas   

P' Direcção  

Manuela Correia     

VISITA GUIADA AO JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA   

Data - 27 de Julho - 10h30m   
Tema da Visita - "Historietas do Jardim"   
Guia da Visita - Cristina Girão   
Inscrições - amigosdobotanico@gmail.com; TM: 962112171   
Número de participantes - 30 pessoas   
Local do encontro - Bilheteira do Jardim Botânico. 

Foto: Acacia karroo em floração na Classe

sábado, 27 de julho de 2013

Dia do Fundador do Jardim Botânico: Conde de Ficalho nasceu a 27 de Julho de 1837


CONDE DE FICALHO - Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa. Além dos diversos cargos que exerceu como Par do Reino e Mordomo da Casa Real, distinguiu-se como escritor e professor catedrático da Escola Politécnica de Lisboa, onde estimulou o estabelecimento de museus anexos. Apaixonado pela Botânica, foi director do Instituto Agrícola e fomentou o desenvolvimento e apetrecho do Jardim Botânico de Lisboa.
 
The man who has planted a garden feels that he has done something for the good of the world.

Charles Dudley Warner (1829-1900)
No dia dos 176 anos do nascimento do Conde de Ficalho, os Amigos do Jardim Botânico prestam homenagem ao fundador.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Dia do Fundador do Jardim Botânico: Conde de Ficalho nasceu a 27 de Julho de 1837


CONDE DE FICALHO - Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa. Além dos diversos cargos que exerceu como Par do Reino e Mordomo da Casa Real, distinguiu-se como escritor e professor catedrático da Escola Politécnica de Lisboa, onde estimulou o estabelecimento de museus anexos. Apaixonado pela Botânica, foi director do Instituto Agrícola e fomentou o desenvolvimento e apetrecho do Jardim Botânico de Lisboa.

Como homem de letras, notabilizou-se como escritor, foi amigo de Eça de Queirós, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins e pertenceu ao famoso grupo dos Vencidos da Vida.

As suas obras versaram não só sobre a botânica como também temas ligados à História de Portugal, como é o caso das Viagens de Pêro da Covilhã, publicadas em 1898, onde Ficalho relata a viagem do emissário de D. João II. Da obra ligada à sua especialidade maior, a botânica (num contexto histórico), destacam-se: a Flora dos Lusíadas, de 1880; Memória da Malagueta de 1883, que deveria ser o primeiro de muitos títulos da colecção Plantas Úteis da África Portuguesa, que infelizmente não continuaram; Garcia de Orta e o seu Tempo de 1886, que serviu de preparação aos dois volumes de Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, editados em 1891 e 1895.

Deixou uma única obra de ficção, Uma eleição perdida (1888), conjunto de uma novela e cinco contos integrável na tendência realista do conto regional.

Bibliografia do Conde de Ficalho: Flora dos Lusíadas, 1880; Memória da Malagueta, 1883; Plantas úteis da África portuguesa, 1884; Garcia da Orta e o seu tempo, biografia, 1886; Uma eleição perdida, novela e contos, 1888; Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, 2 vol., 1891 e 1895; As viagens de Pêro da Covilhã, 1898; As rosáceas de Portugal, 1899

No dia dos 175 anos do nascimento do Conde de Ficalho, os Amigos do Jardim Botânico prestam homenagem ao fundador.

FOTO: monumento na Classe do Jardim Botânico

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Conde de Ficalho: Fundador do Jardim Botânico

The man who has planted a garden feels that he has done something for the good of the world.

Charles Dudley Warner (1829-1900)

«He travelled widely, lectured frequently, and was actively interested in prison reform, city park supervision, and other movements for the public good. He was the first president of the National Institute of Arts and Letters, and, at the time of his death, was president of the American Social Science Association. He first attracted attention by the reflective sketches entitled My Summer in a Garden (1870; first published in The Hartford Courant), popular for their abounding and refined humour and mellow personal charm, their wholesome love of outdoor things, their suggestive comment on life and affairs, and their delicately finished style, qualities that suggest the work of Washington Irving.»

Este autor americano faz pensar no fundador do nosso Jardim Botânico, o Conde de Ficalho. Obrigado Conde de Ficalho! CONDE DE FICALHO: Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O Jardim Botânico na Agenda Cultural

No mês de Julho a AGENDA CULTURAL da CML fez um destaque ao Jardim Botânico na pág. 125:

PLANTAS DO MUNDO

O Jardim Botânico da Universidade de Lisboa nasceu da necessidade de criar uma estrutura de apoio ao ensino e investigação da Botânica da antiga Escola Politécnica, actual Faculdade de Ciências. O local escolhido no Monte Olivete para implantação do jardim tinha já mais de dois séculos de tradição no estudo da Botânica, e o jardim começou a ser plantado em 1873, por iniciativa dos professores Conde de Ficalho e Andrade Corvo. O alemão Edmund Goeze e o francês Jules Daveau foram os primeiros jardineiros a trabalhar no projecto, sendo os responsáveis pela enorme diversidade de plantas que o jardim ainda hoje possui, oriundas dos quatro cantos do mundo. A inauguração decorreu em 1878, tendo desde logo sido considerado um dos melhores jardins científicos da Europa. Bem ajustado ao sítio e ao ameno clima de Lisboa, o jardim possui cerca de 1500 espécies distintas, sendo particularmente rico em espécies tropicais originárias da Nova Zelândia, Austrália, China, Japão e América do Sul. Para além de servir o seu propósito inicial, o Jardim Botânico desenvolve programas de educação ambiental e oferece visitas temáticas guiadas.

Foto: Acacia karroo em floração na Classe

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Jardim Botânico destacado no Mapa de Arquitectura de Lisboa

MAPA DE ARQUITECTURA de Lisboa: Jardim Botânico considerado um dos 150 monumentos mais importantes da capital

Publicado em 2003 em Lisboa, pela Argumentum, este guia destaca as 150 obras (edifícios ou sítios) de referência da capital. O pequeno mas denso mapa de bolso contém tanto os óbvios monumentos como também alguns imóveis do século XX que os lisboetas ainda não vêm como património mas que serão os monumentos nacionais do futuro. Algumas destas obras já foram, entretanto, classificadas como Monumento Nacional de que é exemplo a Sede, Museu e Parque da Fundação Calouste Gulbenkian.

A selecção, documentação e organização de conteúdos é da responsabilidade dos historiadores Ana Tostões, Filipe Jorge e Teresa Nunes da Ponte.

Na parte dedicada ao periodo “Séc. XVI a 1880” o nosso Jardim Botânico aparece com o número 64:

«Jardim Botânico - 1873 - Conde de Ficalho - MN»

Ainda dentro do área do jardim é destacado o elegante edifício modernista da Botânica:

«Edifício do Museu da Botânica - 1940 - Adelino Nunes»

Também o edifício da antiga Escola Politécnica, actual Museu Nacional de História Natural (1878 - Pedro J. Pezerat) e o antigo Picadeiro do Colégio dos Nobres (séc. XVII-XVIII) aparecem na lista do número 64. Infelizmente, todo este conjunto monumental está a precisar de obras urgentes de restauro.

FOTO: Palmeiras no Arboreto do Jardim Botânico

domingo, 27 de julho de 2008

CONDE DE FICALHO: fundador do Jardim Botânico nasceu a 27 de Julho de 1837


CONDE DE FICALHO - Botânico português, Francisco Manuel de Melo Breyner nasceu a 27 de Julho de 1837, em Serpa, e faleceu a 19 de Abril de 1903, em Lisboa. Além dos diversos cargos que exerceu como Par do Reino e Mordomo da Casa Real, distinguiu-se como escritor e professor catedrático da Escola Politécnica de Lisboa, onde estimulou o estabelecimento de museus anexos. Apaixonado pela Botânica, foi director do Instituto Agrícola e fomentou o desenvolvimento e apetrecho do Jardim Botânico de Lisboa.

Como homem de letras, notabilizou-se como escritor, foi amigo de Eça de Queirós, Ramalho Ortigão e Oliveira Martins e pertenceu ao famoso grupo dos Vencidos da Vida.

As suas obras versaram não só sobre a botânica como também temas ligados à História de Portugal, como é o caso das Viagens de Pêro da Covilhã, publicadas em 1898, onde Ficalho relata a viagem do emissário de D. João II. Da obra ligada à sua especialidade maior, a botânica (num contexto histórico), destacam-se: a Flora dos Lusíadas, de 1880; Memória da Malagueta de 1883, que deveria ser o primeiro de muitos títulos da colecção Plantas Úteis da África Portuguesa, que infelizmente não continuaram; Garcia de Orta e o seu Tempo de 1886, que serviu de preparação aos dois volumes de Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, editados em 1891 e 1895.

Deixou uma única obra de ficção, Uma eleição perdida (1888), conjunto de uma novela e cinco contos integrável na tendência realista do conto regional.

Bibliografia do Conde de Ficalho: Flora dos Lusíadas, 1880; Memória da Malagueta, 1883; Plantas úteis da África portuguesa, 1884; Garcia da Orta e o seu tempo, biografia, 1886; Uma eleição perdida, novela e contos, 1888; Colóquios dos Simples e Drogas da Índia, 2 vol., 1891 e 1895; As viagens de Pêro da Covilhã, 1898; As rosáceas de Portugal, 1899

No dia dos 171 anos do nascimento do Conde de Ficalho, os Amigos do Jardim Botânico prestam homenagem ao fundador.

FOTO: monumento na Classe do Jardim Botânico