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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim Botânico: TAMARINDUS INDICA


O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta importante árvore, vulgarmente conhecida pelo seu fruto/vagem tão presente na culinária e medicina tradicional da Ásia e África. Esta planta extraordinária, nativa da África e Ásia tropical, só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa. Várias estufas de Jardins Botânicos da Europa, como no Kew Botanic Garden de Londres, têm esta planta.

sábado, 9 de março de 2013

Esta Palmeira não temos no nosso Jardim: ELAEIS GUINEENSIS

O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta famosa palmeira da África tropical, bem conhecida pelo óleo alimentar que se obtém dos seus frutos. Esta, assim como tantas outras plantas de grande importância para contar a história entre o Homem e as Plantas dos trópicos, só poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não conseguem sobreviver ao ar livre em Lisboa. O exemplar na imagem foi fotografado no Jardim Botânico de Penang (Malásia). Esta palmeira, originária do Oeste do continente Africano, foi primeiro levada para o Jardim Botânico de Singapura em 1870. As sementes deste primeiro exemplar estiveram na origem das primeiras plantações da Península da Malásia. Hoje em dia, enormes plantações desta palmeira dominam a paisagem de várias regiões da Malásia, Indonésia e Tailândia com grandes prejuízos para a rica biodiversidade desta parte do mundo.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Em Floração: Osteospermum jucudum

Flores da África do Sul, da familia das Asteraceae: Osteospermum jucudum

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Em Floração: ALOE CILIARIS

ALOE CILIARIS Haw. no Arboreto. Planta originária da África do Sul. Família: Asphodelaceae

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Frutos do Jardim: Brahea edulis

Brahea edulis carregada de frutos, na Classe, junto da Estufa.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

sábado, 30 de outubro de 2010

Em Floração: PLECTRANTHUS ECKLONIS

Nome científico: Plectranthus ecklonis Benth
Família: Lamiaceae

Planta oriunda da África do Sul

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

GREEN FESTIVAL em Cascais

Exmo. (a) Sr. (a).

A Câmara Municipal de Cascais, a Gingko e a GCI têm a honra de o/a convidar para a terceira edição do Green Festival, o maior evento sobre Sustentabilidade em Portugal.

Entre 10 e 17 de Setembro, o Centro de Congressos do Estoril e a Fiartil serão o palco para uma série de actividades que mostram o que de melhor se faz nos três pilares da Sustentabilidade; social, económico e ambiental.

O Green Festival abre dia 10 com a conferência "Cidades Sustentáveis". O orador convidado é o arquitecto brasileiro Jaime Lerner, antigo prefeito de Curitiba, considerada uma das cidades mais sustentáveis do mundo. Este ano, a revista "Time"considerou Jaime Lerner como um dos maiores pensadores e influenciadores do Planeta.

A Prémio Nobel da Paz de 2004, a queniana Wangari Maathai, é a convidada de honra para a conferência "Inovação social e preservação ambiental, o que as empresas estão a fazer para serem relevantes nas suas comunidades". Wangari Maathai fundou na década de 70 o Green Belt Movement, que ajudou milhões de mulheres e levou à plantação de mais de 30 milhões de árvores.

Num movimento pioneiro, Wangari Maathai aliou a inovação social à preservação ambiental, num trabalho reconhecido e premiado em todo o mundo e que a levou a ser eleita como uma das 500 personalidades mais influentes do mundo pelo Programa Ambiental das Nações Unidas.

Da agenda do Green Festival também fazem parte conferências e workshops sobre Biodiversidade, Gestão do Espaço Público, Turismo Sustentável, Empreendedorismo e Inclusão Social.

Contamos com a sua presença.

Inscrições para as Conferências: patricia.patrao@greenfestival.pt

Para mais informações: www.greenfestival.pt

Foto: Estoril, Praia do Tamariz no início do séc. XX. Fotografia de Ferreira da Cunha (1901-1970), Arquivo Municipal de Lisboa. Actualmente nem crianças nem adultos podem brincar em todas as praias da Costa do Estoril - são bem conhecidos os graves problemas de poluição nas praias de Algés, por exemplo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

EM FLORAÇÃO: Cassia didymobotrya

Família: Caessalpiniaceae-Caesalpinoideae-Cassieeae
Nome Científico: Cassia didymobotrya Fresen.

Distribuição: África tropical oriental. Repúblicas do Congo e do sudão, Etiópia. Mossambique, Malawi, Zâmbia, Zimbabwe e Angola. Frequente em margens de lagos, cursos de água e outros locais pantanosos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pancho Guedes: Vitruvius Mozambicanus

Pancho Guedes — Vitruvius Mozambicanus
Museu Colecção Berardo [18 Maio 16 Agosto]
Centro Cultural de Belém

Aberto todos os dias, das 10h às 19h. Entrada gratuita

Nesta exposição, Pancho Guedes (n. 1925, Lisboa) reúne a sua prodigiosa e original produção de desenhos, quadros e esculturas e mostra como estes contribuíram para as formas, as ideias e o espírito das muitas arquitecturas diferentes e pessoais que criou. A sua ligação com África, sobretudo com Moçambique, permitiu que Pancho se libertasse dos constrangimentos mais restritos das ideias habituais sobre a arte. Uma exposição de um autor muito especial. A não perder!

As arquitecturas de Pancho Guedes vão de explorações extravagantemente opulentas e pessoais do espaço e da forma, nas quais as artes plásticas se misturam e se fundem, até edifícios austeros e esparsos desenhados para respeitar condições financeiras difíceis e rigorosas, sem limites claramente identifi cáveis. Em todos os casos, as criações resultantes não são de forma alguma diminuídas pelas circunstâncias da sua materialização. Todas as suas criações se encontram imbuídas de almas individuais, distintas, que falam e sorriem orgulhosamente, mesmo quando diminuídas pela idade e pelo uso abusivo. Pancho Guedes continua a desenhar, a melhorar e a construir modelos dos seus edifícios, mesmo os há muito construídos. A relação com a vida de muitas das suas obras está, assim, liberta do seu objectivo restrito, e estas encontram facilmente o caminho para a escultura, a pintura e o desenho, e também para conversas exageradas. in http://www.museuberardo.pt/

FOTO: «A Viagem», 1982, óleo sobre tela.

sábado, 4 de abril de 2009

EM FLORAÇÃO: Dombeya burgessiae

Nome científico: Dombeya burgessiae
Família: Sterculiaceae

Este arbusto cresce desde KwaZulu-Natal (África do Sul) até à Tanzania. No seu habitat natural cresce nas margens das florestas, encostas e ao longo das margens de ribeiras.

Derivação do nome do género/espécie: Joseph Dombey (1742-1794), botânico francês famoso pelos estudos que realizou sobre a flora da América do Sul / Miss Burgess of Birkenhead.

A Dombeya é muito admirada pela profusão das suas flores brancas e cor-de-rosa. As flores persistem no arbusto muito para além da época da floração. Os exemplares no Arboreto do Jardim Botânico, actualmente na fase final da floração, já apresentam as suas flores com um bonito castanho claro, levemente avermelhado.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

EM FLORAÇÃO: Strelizia reginae

Nome científico: Strelizia reginae Banks
Família: Strelitziaceae
Nome vulgar: Estrelícia ou Ave do Paraíso

No Jardim Botânico de Lisboa há flores que desafiam o Inverno com as suas geometrias exuberantes e cores luminosas. É o caso das magníficas flores da Strelizia reginae. Esta planta herbácea, perene rizomatosa, é originária da África do Sul e pode atingir aproximadamente 1,20m de altura. É muito cultivada em jardins de regiões tropicais e sub-tropicais devido à beleza das suas flores que lembram a cabeça de uma ave do paraíso.

O termo científico desta planta "reginae" do Latin = reina, foi dedicado a rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, esposa do rei Jorge III de Inglaterra Jorge III, morta em 1818. No nosso Jardim Botânico existe um belíssimo tufo de Strelizia reginae na Classe, junto da entrada do edifício do Herbário.