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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

ÁRVORES EM JAVA: ayem, ayom...
















Segundo a tradição da ilha de Java na Indonésia, as árvores são plantadas não apenas para sombra - mas também porque significam 'ayem' e 'ayom', isto é paz e protecção.

Foto: Ceiba pentandra, Jardim Botânico de Bogor, Java, Indonésia

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Plantas que não temos no nosso Jardim Botânico: COUROUPITA GUIANENSIS








Esta extraordinária planta é nativa das florestas Tropicais da América Central e do Sul. O seu nome científico, Couroupita guianensis, foi dado pelo Botânico francês Jean Baptiste Christophore Fusée Aublet em 1755. É conhecida pelo nome vulgar cannonball tree, numa referência aos enormes frutos esféricos.
Infelizmente, e apesar da histórica ligação do nosso país ao Brasil, o nosso Jardim Botânico não tem ainda um exemplar desta magnifica árvore. Esta planta verdadeiramente extraordinária dos trópicos só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa. Várias estufas de Jardins Botânicos na Europa têm esta magnífica planta nas suas colecções vivas.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim: DELONIX REGIA



O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica árvore, vulgarmente conhecida como «Flame of the Forest». Quando está em floração, a sua copa fica coberta de grandes flores de um vermelho vivo e luminoso! A planta foi "descoberta" na Ilha de Madagáscar por um Botânico francês em 1824. Esta planta extraordinária dos trópicos só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa/Portugal. Várias estufas na Europa, como no Kew Botanic Garden, têm esta magnífica planta.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Plantas que não temos no nosso Jardim Botânico: TAMARINDUS INDICA


O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta importante árvore, vulgarmente conhecida pelo seu fruto/vagem tão presente na culinária e medicina tradicional da Ásia e África. Esta planta extraordinária, nativa da África e Ásia tropical, só a poderiamos ter se já houvesse uma nova Estufa de Exibição, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa. Várias estufas de Jardins Botânicos da Europa, como no Kew Botanic Garden de Londres, têm esta planta.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

sábado, 5 de março de 2011

Malaysian Forest Disappearing at Rapid Rate

Malaysia is cutting down forests at more than triple the average rate of the rest of Asia, with the destruction concentrated in the highly biodiverse peatland forests on the island of Borneo, a new analysis of satellite data reveals.

Roughly 10 percent of forests in the Malaysian state of Sarawak on Borneo were cleared in just the past five years, according to the analysis, which was commissioned by Wetlands International, a Netherlands-based environmental group. By comparison, the deforestation rate for the rest of Asia over the last five years was roughly 3.5 percent.

Sarawak’s coastal peatland forests are disappearing at an even faster rate, with an estimated 33 percent cut down since 2005, the group found. Once cleared, the land is being rapidly converted into palm oil plantations.

“As the timber resource has been depleted, the timber companies are now engaging in the oil palm business, completing the annihilation of Sarawak’s peat swamp forests,” Marcel Silvius, senior program manager with Wetlands International, said in a statement.

Several threatened and endangered species, including the Sumatran rhino, the Bornean clouded leopard and the Borneo pygmy elephant, are found in Sarawak’s peatland forests.

The group said that Malaysia had failed to provide detailed information on land use and deforestation in Sarawak, but that satellite data provided clear proof that deforestation was occurring at a rapid rate.

“Free availability of satellite imagery and tools such as Google Earth are revolutionizing forest monitoring,” said Neils Wielaard, a senior project manager with SarVision, a Netherlands remote sensing firm that conducted the satellite data analysis.

In a statement accompanying the report, Wetlands International called for a ban on palm oil production on Borneo’s remaining peatlands and an end to biofuel incentives in the European Union that it said contributed to the land changes in Malaysia. in New York Times, 1 de Fevereiro de 2011

Foto: Floresta no Estado de Johor, no sul da Malásia.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

VICTORIA AMAZONICA


Imagens de um exemplar da famosa Victoria amazonica num lago adjacente ao Centro de Acolhimento de Visitantes do Jardim Botânico de Singapura. Como o nosso jardim ainda não tem estufas para exposição de plantas, resta lutar pelo sonho de um dia podermos também mostrar aos nossos visitantes maravilhas da natureza como esta rainha da Amazónia. Até lá, continuaremos a defender a construção de uma nova e moderna estufa para substituir a actual que está degradada e obsoleta. O Plano de Pormenor para o Parque Mayer e Jardim Botânico que se está a preparar propõe que a estufa dê lugar a uma "Galeria Comercial". A LAJB está, naturalmente, contra esta proposta que revela não só uma mentalidade mercantilista como também pouca sensibilidade para a vocação pedagógica que deve estar no coração do Jardim Botânico.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Vamos usar o ECOOGLER em vez do GOOGLE

Vamos ajudar a Amazónia usando o ecoogler em vez do google!


A pesquisa é igual ao Google, mas ecológica.

O Google lançou um novo motor de busca, o Ecoogler, que vai contribuir para o reflorestamento de árvores e na preservação de recursos hídricos na região da Amazónia, no Brasil. A ideia é que cada busca de um utilizador contribua simbolicamente com uma folha no reflorestamento. A cada 10 mil folhas, uma árvore é plantada na floresta da Amazónia. Na prática, o motor de pesquisa é igual ao do Google, mas com uma diferença: vai ajudar o planeta.

O projecto é uma parceria entre o Google, que fornece a tecnologia de pesquisa, e a Aquaverde, organização sem fins lucrativos fundada na Suíça em 2002. Na página inicial do ecoogler.com, um contador mostra a contagem defolhas e árvores a serem plantadas, e de mudas que já foram plantadas.