O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta famosa palmeira da África tropical, bem conhecida pelo óleo alimentar que se obtém dos seus frutos. Esta, assim como tantas outras plantas de grande importância para contar a história entre o Homem e as Plantas dos trópicos, só poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não conseguem sobreviver ao ar livre em Lisboa. O exemplar na imagem foi fotografado no Jardim Botânico de Penang (Malásia). Esta palmeira, originária do Oeste do continente Africano, foi primeiro levada para o Jardim Botânico de Singapura em 1870. As sementes deste primeiro exemplar estiveram na origem das primeiras plantações da Península da Malásia. Hoje em dia, enormes plantações desta palmeira dominam a paisagem de várias regiões da Malásia, Indonésia e Tailândia com grandes prejuízos para a rica biodiversidade desta parte do mundo.
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sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Palmeiras que não temos no nosso Jardim: OREODOXA REGIA
O Nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta magnifica palmeira, vulgarmente conhecida como «Royal Palm». Esta, assim como tantas outras plantas extraordinárias dos trópicos, só a poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não podem sobreviver ao ar livre em Lisboa/Portugal. O exemplar na imagem foi fotografado numa ilha da Malásia.
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sábado, 5 de março de 2011
Malaysian Forest Disappearing at Rapid Rate
Roughly 10 percent of forests in the Malaysian state of Sarawak on Borneo were cleared in just the past five years, according to the analysis, which was commissioned by Wetlands International, a Netherlands-based environmental group. By comparison, the deforestation rate for the rest of Asia over the last five years was roughly 3.5 percent.
Sarawak’s coastal peatland forests are disappearing at an even faster rate, with an estimated 33 percent cut down since 2005, the group found. Once cleared, the land is being rapidly converted into palm oil plantations.
“As the timber resource has been depleted, the timber companies are now engaging in the oil palm business, completing the annihilation of Sarawak’s peat swamp forests,” Marcel Silvius, senior program manager with Wetlands International, said in a statement.
Several threatened and endangered species, including the Sumatran rhino, the Bornean clouded leopard and the Borneo pygmy elephant, are found in Sarawak’s peatland forests.
The group said that Malaysia had failed to provide detailed information on land use and deforestation in Sarawak, but that satellite data provided clear proof that deforestation was occurring at a rapid rate.
“Free availability of satellite imagery and tools such as Google Earth are revolutionizing forest monitoring,” said Neils Wielaard, a senior project manager with SarVision, a Netherlands remote sensing firm that conducted the satellite data analysis.
In a statement accompanying the report, Wetlands International called for a ban on palm oil production on Borneo’s remaining peatlands and an end to biofuel incentives in the European Union that it said contributed to the land changes in Malaysia. in New York Times, 1 de Fevereiro de 2011
Foto: Floresta no Estado de Johor, no sul da Malásia.
Publicada por
Amigos do Jardim Botânico
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23:59
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