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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Where the Grass is Greener: Jardim Botânico da Universidade de Lisboa

«For those who want to know more about the Poncirus trifoliat, or just wish to take a nap on the city's most exotic lawn.»

in Guia Le Cool, 2008, pág. 227

domingo, 20 de fevereiro de 2011

«O desejo chamado eléctrico 24»

Foi em Novembro de 2007 que, por proposta de Os Verdes, a Assembleia Municipal de Lisboa votou favoralmente, e por unanimidade, uma recomendação para reposição de carreiras de eléctrico operadas pela Carris, em Lisboa, e particularmente uma das centenárias, a do 24, inaugurada em 1907. Suprimida provisoriamente em 1996, o provisório tornou-se definitivo.

Um movimento cívico que engrossou com apoio dos mais variados sectores, de anónimos lisboetas, comerciantes do Bairro Alto, amigos disto e daquilo, do Jardim Botânico, das associações de turismo, lavrou o seu protesto em forma de petição. Já antes a câmara elaborara um protocolo com a transportadora, dez anos depois da interrupção da carreira para a reactivação de algumas linhas. De então para cá, nenhuma das várias versões da carreira voltou aos carris - do Largo do Carmo a Campolide, ao Alto de S. João à Rua da Alfândega, ao Cais do Sodré.

A Assembleia Municipal enumerou algumas vantagens decorrentes do aumento de linhas, referindo o interesse turístico, ambiental e dos próprios munícipes.

O Fórum CidadaniaLx protestou e organizou uma petição, em 2008: "A sua importância para a melhoria da mobilidade da cidade, assim como o seu grande potencial para o desenvolvimento do turismo de qualidade na capital são evidentes, devendo merecer por isso a maior atenção por parte da CML e da Carris.

"Três anos depois, Paulo Ferrero, membro daquela associação cívica, questionou: "Como é possível que uma câmara municipal, um pelouro dito de mobilidade, nada faça de concreto para que a reabertura do E-24 seja possível a curto-médio prazo? Como é possível que a Carris diga que as carreiras de autocarro são suficientes no troço do E-24? Aquele troço (Cais do Sodré-Campolide, com extensão ao Carmo) é um pesadelo de poluição do ar, engarrafamentos, peões em perigo iminente (sobretudo no troço da Misericórdia-Jardim S. Pedro de Alcântara), um atentado urbanístico, enfim, um desastre."

In Público, 18 Fevereiro 2011

Foto: Eléctrico 24 na Rua D. Pedro V em 1983, pelo fotógrafo Bernd Kitendorf

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

GREEN FESTIVAL em Cascais

Exmo. (a) Sr. (a).

A Câmara Municipal de Cascais, a Gingko e a GCI têm a honra de o/a convidar para a terceira edição do Green Festival, o maior evento sobre Sustentabilidade em Portugal.

Entre 10 e 17 de Setembro, o Centro de Congressos do Estoril e a Fiartil serão o palco para uma série de actividades que mostram o que de melhor se faz nos três pilares da Sustentabilidade; social, económico e ambiental.

O Green Festival abre dia 10 com a conferência "Cidades Sustentáveis". O orador convidado é o arquitecto brasileiro Jaime Lerner, antigo prefeito de Curitiba, considerada uma das cidades mais sustentáveis do mundo. Este ano, a revista "Time"considerou Jaime Lerner como um dos maiores pensadores e influenciadores do Planeta.

A Prémio Nobel da Paz de 2004, a queniana Wangari Maathai, é a convidada de honra para a conferência "Inovação social e preservação ambiental, o que as empresas estão a fazer para serem relevantes nas suas comunidades". Wangari Maathai fundou na década de 70 o Green Belt Movement, que ajudou milhões de mulheres e levou à plantação de mais de 30 milhões de árvores.

Num movimento pioneiro, Wangari Maathai aliou a inovação social à preservação ambiental, num trabalho reconhecido e premiado em todo o mundo e que a levou a ser eleita como uma das 500 personalidades mais influentes do mundo pelo Programa Ambiental das Nações Unidas.

Da agenda do Green Festival também fazem parte conferências e workshops sobre Biodiversidade, Gestão do Espaço Público, Turismo Sustentável, Empreendedorismo e Inclusão Social.

Contamos com a sua presença.

Inscrições para as Conferências: patricia.patrao@greenfestival.pt

Para mais informações: www.greenfestival.pt

Foto: Estoril, Praia do Tamariz no início do séc. XX. Fotografia de Ferreira da Cunha (1901-1970), Arquivo Municipal de Lisboa. Actualmente nem crianças nem adultos podem brincar em todas as praias da Costa do Estoril - são bem conhecidos os graves problemas de poluição nas praias de Algés, por exemplo.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

«Sim ou Não às barragens do Tua e Sabor?»

Exmos(as) Senhores(as),

No próximo sábado, dia 17 de Julho, pelas 10 horas no Museu do Douro, Régua, o blog Nortadas marca a agenda da actualidade com um importante debate à volta da questão das barragens do Tua e do Sabor. De acordo com informação constante no blog "Nortadas", haverá intervenções a favor da solução das barragens e do plano nacional de barragens e intervenções contra a solução proposta das barragens.

A EDP far-se-á representar e os demais palestrantes, já confirmados, são:

Professor Doutor Rui Cortes (UTAD),

Professsor Alvaro Domingues (FAUP);

Professor Doutor Joanaz de Melo (UNL)

Professor Doutor Sampaio Nunes;

Dr. Francisco Sousa Fialho;

Dr. João Anacoreta Correia.

Para mais informações http://nortadas.blogspot.com/

Cumprimentos,

Associação dos Amigos do Vale do Rio Tua

domingo, 2 de maio de 2010

O Jardim Botânico visto pelo guia Berlitz

The Jardim Botânico, opened to the public in 1873, has one of the finest collections of botanical specimens in southern Europe. You enter throught a courtyard surrounded by the rather shabby buildings of the Faculdade de Ciências, then descend a flight of stone stairs into a cool, hilly, luxuriant garden of winding paths, boxwood mazes, lily ponds, and streams crossed by bridges and stepping stones.

Set liberally about are benches where you can sit listening to the chaffinches and robins and looking at the stately or surprising trees - jacaranda, giant ficus, frangipani, aruacaria, tipu, cork oak, eucalyptus, olive, and strange Australian and African species with grotesquely twisted trunks or enormous air roots. There are also tree-size camellias and floods of flowers, all neatly labeled.

Along one side runs a grand avenue of magnificent palms, at least 50 different varieties. If you follow this path to its end you'll arrive at the park's second entrance, emerging on the Rua da Alegria just a few blocks from the Avenida da Liberdade and a few steps from the charming little hotel Príncipe Real. If you happen to be staying there, the garden offers a convenient downhill approach.

in Portugal, The Berlitz Travellers Guide, New York, 1993

FOTO: Avenida das Palmeiras. Infelizmente, passados 15 anos sobre esta descrição, já há muitos anos que não corre água nos riachos, o Lago de Baixo está seco e de um modo geral tudo se degradou acentuadamente, incluíndo o património arbóreo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"Turismo e Planeamento do Território"

O TERRiTUR - Núcleo de Investigação em Turismo, Cultura e Território, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, organiza, no próximo dia 6 de Novembro de 2009, o II Seminário Internacional "Turismo e Planeamento do Território".

Esta 2ª edição é subordinada ao tema Turismos de Nicho: territórios, culturas e sustentabilidade.

Mais informações na página electrónica do TERRiTUR: www.ceg.ul.pt/territur

Centro de Estudos Geográficos
Instituto de Geografia e Ordenamento do Território
Universidade de Lisboa

FOTO: Património abandonado em Viana do Alentejo

sexta-feira, 6 de março de 2009

A Linha do Tua como Património Nacional!

Comunicado do Movimento Cívico pela Linha do Tua:

Ontem, dia 5 de Março discutiu-se na Assembleia da República, o projecto apresentado pelo PEV, que visa a classificação da Linha do Tua como Património de Interesse Nacional. Hoje, este projecto vai ser votado pelas várias bancadas parlamentares. De modo a sensibilizar e a alertar todos os senhores deputados portugueses, para a necessidade de preservar e valorizar este património, que leva a Trás-os-Montes mais de 40.000 pessoas por ano, lembramos alguns textos. São três artigos de opinião, bem ilustrativos da opinião generalizada sobre a questão do Tua, o parecer da APPI (orgão consultivo da Unesco) que considera o eventual desaparecimento desta via férrea como uma dos maiores atentados culturais desde o 25 de Abril de 1974, e ainda, um pequeno texto sobre o que pode significar a Linha do Tua, enquanto património, paisagem, transporte, desenvolvimento. O Movimento Cívico pela Linha do Tua pretende a preservação e dinamização da Linha do Tua e está disponível para apresentar aos ilustres deputados que o solicitem, informações, entre outras, sobre a história e alguns dos projectos de desenvolvimento alternativos a aplicar no Vale do Tua. A classificação da Linha do Tua é um dos instrumento, a par da recuperação e revitalização, que lhe garante a dignidade e respeito que merece enquanto património-cultural e industrial único reconhecido e parte integrante da paisagem do Vale do Tua.

Ou Tua, ou rua! por Manuel Igreja
Num país que com toda a parolice e contra o correr dos tempos desactivou quase tudo o que era linha de caminho de ferro no seu interior a troco de rodovias mais prejudiciais que benéficas em termos de ordenamento do território, parecia que se salvava assim uma das jóias ferroviárias da rede nacional de comboios. O turismo virou moda, e com ele a linha do Tua ganhou procura e valor. Nada mais nada menos que 40 mil almas passam anualmente pelos bancos das carruagens que circulam ou circulavam a roçar o rio Tua.

Os Clérigos, os Jerónimos e a Linha do Tua por José Moreira
O património histórico-cultural não tem preço, não é negociável ou não é passível de qualquer tipo de apropriação, independentemente de hipotéticas vantagens ou dos valores económicos em causa.(...) Além do disparate, o seu desaparecimento constituiria um hediondo crime contra a natureza e o património, que nada poderá justificar, a não ser a absurda cegueira de alguns governantes que, incapazes de deixar obra válida, parecem primar pela destruição do que de mais belo e ousado outros edificaram.

Parecer da Associação Portuguesa para o Património Industrial
(...) um dos mais graves atentados ao património cultural do País desde o 25 de Abril de 1974, a destruição da Linha do Tua.

Movimento Cívico pela Linha do Tua
linhadotua@gmail.com / 939 333 900

FOTO: Linha do Tua junto da estação de Cortiços (2ª metade séc. XX)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Jardim Botânico no guia Le Cool - Lisbon

LE COOL – A WEIRD AND WONDERFUL GUIDE TO LISBON

Publicado este ano em Barcelona, pela Le Cool Publishing SL, este guia alternativo pretende revelar uma Lisboa que a maioria dos turistas nunca vê. De capa dura verde-alface, o pequeno mas gordinho tomo (264 páginas) desvenda alguns dos lugares onde os lisboetas passam o seu tempo, desde as pastelarias aos restaurantes, lojas e espaços verdes.

No capítulo dedicado aos jardins e parques de Lisboa, “Where the Grass is Greener”, o nosso Jardim Botânico é o primeiro numa selecção de onze:

«Jardim Botânico da Universidade de Lisboa – For those who want to know more about the Poncirus trifoliat, or just wish to take a nap on the city’s most exotic lawn.» (pág. 227)

FOTO: um recanto tranquilo e íntimo do Arboreto.