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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Visita Guiada: A Biodiversidade na Cidade

Dia 6 de Setembro - 10h00
A Biodiversidade na Cidade
Com Ireneia Melo

Imagine que tem calçadas umas ‘botas de 7 léguas’ e embarque numa viagem num percurso de 2 horas. Vamos conhecer as cicadófitas, plantas que representam floras antigas, na maioria já extintas, e que fazem parte da flora protegida de regiões sul americanas, asiáticas e africanas. A Ginkgo biloba, originária da distante Ásia, já existia quando os dinossauros dominavam a Terra e agora embeleza muitas ruas de Lisboa. Da mesma área é o Ophiopogon japonicus que ajuda a cobrir os canteiros do Jardim, a Mahonia japonica e a Hydrangea macrophylla. Num salto chegamos à Austrália e desco­brimos uma grande figueira tropical, Ficus macrophylla, e a Araucaria bidwillii, com ‘pinhões’ comestíveis do tamanho de amêndoas! As espécies de Strelitzia e de Agapan­thus estão entre os representantes africanos e, da América do norte, podemos ver, entre outras, a Catalpa bignonioides. Descemos para a América do Sul e encontramos a Acca sellowiana, cujos frutos estão agora na moda. Não podemos deixar passar a região macaronésica e admirar os grandes exemplares de dragoeiro, Dracaena draco. É tempo de voltar a casa, à região mediterrânea, e marcar encontro com o medronheiro, Arbutus unedo, o azevinho, Ilex aquifolium, e o acanto, Acanthus mollis, fonte de inspiração para escultores desde a antiguidade.

As inscrições para estas actividades têm número limitado e fazem-se, exclusivamente, através da página da Ciência Viva em: http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2011/

FOTO: Strelitziaceae reginae na Classe do Jardim Botânico

segunda-feira, 22 de março de 2010

Férias no Museu: Vamos viver a diversidade!

Vamos viver a diversidade!... A partir da Páscoa.

Neste ano em que os Museus se associaram às comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade, os conteúdos do programa de actividades - Férias da Páscoa - vão abordar a diversidade a partir da Páscoa e das inúmeras transformações de cores e formas que surgem durante a Primavera. As actividades são diferentes de dia para dia ao longo das duas semanas e abarcam de uma forma lúdica, diversas áreas científicas presentes no Museu. A partir de um percurso multidisciplinar, pretende-se que as crianças despertem com um outro olhar para a ciência, para o mundo que as rodeia e sobretudo, que aprendam de uma forma divertida a relacionar os ciclos naturais e culturais através da experiência lúdica nos diversos espaços dos Museus.

Quando?

•Semana de 29 de Março a 1 de Abril de 2010 (4 dias)

•Semana de 6 a 9 de Abril de 2010 (4 dias)

Em que horário? Das 9h00 às 17h00

Para que Idades? Dos 4 aos 13 anos

Quanto? 1 dia: 35 € - Semana de 4 dias: 104 € 100 € irmãos

Notas: O programa é personalizado e pode sofrer alterações dependendo das características específicas de cada grupo de crianças inscritas; Pode sofrer alterações pormotivos imprevistos nomeadamente condições climatéricas; Pedimos uma especial atenção aos educadores / famílias no acompanhamento atento das actividades, em casa / instituições, com pequenas perguntas diárias e pequenas ajudas na sedimentação do trabalho educativo feito pela equipa dos Museus. Esta parceria será certamente, uma mais valia para que as Férias que oferecemos às suas crianças sejam, de facto, um sucesso!

Inscrições: Serviço de Extensão Pedagógica (SEP)
Email: geral@museus.ul.pt Telefone: 21 392 18 83 21 392 18 08

Museus da Politécnica
Rua da Escola Politécnica, nº 56 - 58
1250-102 Lisboa

Foto: Strelizia reginae

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

EM FLORAÇÃO: Strelizia reginae

Nome científico: Strelizia reginae Banks
Família: Strelitziaceae
Nome vulgar: Estrelícia ou Ave do Paraíso

No Jardim Botânico de Lisboa há flores que desafiam o Inverno com as suas geometrias exuberantes e cores luminosas. É o caso das magníficas flores da Strelizia reginae. Esta planta herbácea, perene rizomatosa, é originária da África do Sul e pode atingir aproximadamente 1,20m de altura. É muito cultivada em jardins de regiões tropicais e sub-tropicais devido à beleza das suas flores que lembram a cabeça de uma ave do paraíso.

O termo científico desta planta "reginae" do Latin = reina, foi dedicado a rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, esposa do rei Jorge III de Inglaterra Jorge III, morta em 1818. No nosso Jardim Botânico existe um belíssimo tufo de Strelizia reginae na Classe, junto da entrada do edifício do Herbário.