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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Japão: Vassouras de Bambú

Outro belo exemplo de vassouras construídas a partir de um material 100% natural e reciclável. Desta vez é o versátil bambú. Bosque de Meiji no centro de Tóquio, Japão.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Nosso Bairro: Izumi Ueda Yuu


Izumi Ueda Yuu
Installation title: 1101175503112011 

15.Junho.2012

Sendo japonesa, sinto uma ligação especial a Portugal. Talvez devido ao facto de os portugueses terem sido os primeiros europeus a chegar ao Japão. E também porque simplesmente adoro Lisboa.

Quero que este trabalho seja um memorial dos Terramotos de 1755 em Lisboa e de 2011 em Tóquio. Tenho vindo a exibir o meu trabalho no Japão, E.U.A., Ásia e Europa. 

O meu trabalho é sobre as conexões entre a arte e a vida diária. Usar técnicas inovadoras e materiais únicos é muito importante para mim. O meu trabalho está representado em inúmeras colecções nos E.U.A., Canadá, Ásia, Europa e Japão.


15.06 | 19.30  Inauguração | Openning

Para mais informações contactar:
Jorge Marques | +351 934138985 
Susana Jesus | +351 962670130

Câmara Lenta | Rua da Quintinha, 31 – Espaço 1 | 1200-366 Lisboa 

segunda-feira, 5 de março de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Em Floração: Mahonia japonica

Mahonia japonica
Originária do Japão, esta planta pode ser vista na Classe, no canteiro 1-A

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Meiji Jingu: Bosque no centro de Tóquio

As origens deste magnífico parque urbano no centro de Tóquio remontam ao periodo Edo (1615–1868). No reinado do Imperador Meiji (1852-1912) passou para a casa imperial. O Imperador e a Imperatriz Shoken (1850-1914) visitaram frequentemente este parque, em particular o Jardim Gyoencom 83 mil m2 onde abundam azáleas, rosas, lírios e bambús.

Após a morte do casal os japoneses decidiram comemorar as virtudes do casal erguendo um santuário Shinto «dedicado às almas divinas do Imperador Meiji e à sua consorte Imperatriz Shoken» e plantando um bosque de 100 mil árvores. De todas as partes do Japão, e até do mundo, chegaram árvores para serem plantadas em redor do novo santuário. As jovens árvores foram plantadas por voluntários a tempo da fundação oficial do santuário no dia 1 de Novembro de 1920. E passados exactamente 90 anos dessa data há um magnífico parque florestal bem no centro da capital japonesa para usufruto de todos. Meiji Jingu é sem dúvida um dos grandes bosques urbanos do nosso planeta.

MEIJI JINGU:

Área: 700 mil m2
Bosque: 170 mil árvores de 245 espécies (dados de 2008)
Entrada: gratuita, aberto o ano inteiro


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Em Floração: ROSA MULTIFLORA


Nome científico: Rosa multiflora Thunb.
Família: Rosaceae
Distribuição: Japão, Coreia e China

domingo, 26 de julho de 2009

Alfaces numa antiga caixa-forte de banco!

GARDEN CITY - TOKYO

Once the domain of rural backwaters, farming in Japan is undergoing an urban makeover. From sweet potatoes on skyscraper rooftops to rice fields in office basements, a growing number of urban farms are taking root in Tokyo.

Businesses are transforming empty spaces into green havens in a bid to reduce global warming while revitalising an ailing farming industry. Long working hours, the recession and food safety concerns following a string of scandals further boost the appeal of urban farming.

Meanwhile, Tokyo governor Shintaro Ishihara is encouraging companies across the capital to introduce plant and vegetable gardens on top of skyscrapers in a effort to reduce overheating in the capital city. In the financial district, Otemachi, six urban farmers toil among potatoes and pumpkins in a futuristic basement space operated by the human resources company Pasona (pictured). this urban farm - which used to be the vault of a major bank - is maintained using computer-controled artificial light and temperature management.

«Our mission is 'to solve society's problems'," says a spokeswoman. «The farming population is declining in Japan. Our goal is to create job opportunities in the agriculture section." The company's workers eat the produce.

in MONOCLE, Fevereiro 2009

FOTO: Alfaces a crescer numa antiga caixa-forte de banco em Tóquio!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

sábado, 7 de fevereiro de 2009

EM FLORAÇÃO: Michelia compressa


Nome científico: Michelia compressa (Maxim.) Sarg.
Família: Magnoliaceae

As delicadas flores desta árvore originária do Japão contrastam com as ostensivas flores brancas da mais conhecida Magnolia grandiflora que vemos nos jardins públicos. Mas o espectáculo destas discretas flores brancas só pode ser observado no Jardim Botânico. Num canteiro periférico da Classe, junto à velha estufa.

domingo, 18 de janeiro de 2009

As ÁRVORES e as CASAS: Kinoka no Ie

WOOD DWELLERS

Twenty-nine Japanese families have found their version of happiness by creating their own idyll in a Tokyo suburb. Together with eco-architect Akinori Sagane they have built Kinoka no Ie, a community development in Machida-shi in the south of the city. It’s a 21st-century alternative to the hippy commune: eco-logically sound, but without the home knits and tie-dye. Sagane found the land, advertised for buyers and then organized the group’s purchase of the plot. Residents own their apartments – which range from 45 to 80 sq m – and each has a share in the rooftop vegetable gardens.

Non-toxic materials were used wherever possible and chemicals avoided at all costs. Even the concrete was mixed with filtered water. Over the course of two years of planning, discussion and seminars on everything from sustainability to eco-DIY, residents contributed their voices to the design. (…)

Decisions that affect all the residents are made together, and everyone takes it in turns to tend to the public areas. "The best part about living here is the sense of community,” says Nakabayashi, whose top-floor apartment has a balcony overlooking the gardens. “We all got to know each other during the time the development was being planned.” Now they exchange vegetables, look after each other’s children and share cars and bicycles. They all pitched in on waterproofing the exterior: instead of coating the timbers with chemicals, they used an old Japanese technique to scorch the wood and seal it.

Kinoka no Ie (literally “Wood-flavoured House” looks bucolic – the gardens are bursting with vegetables and flowers, children play together and doors are unlocked. But behind it is the challenge of building pratical urban homes while sticking to ecological principles.

“It is not easy to make a community like this in the city,” says Sagane. “But we’ve shown it’s possible. One of the residents is 100% self-sufficient in rice and vegetables, while the rate of self-sufficiency in Tokyo is less than 3%.”

Sagane, whose studio Ambiex is based in Tokyo, has spent two decades trying to persuade people to live in a more environment conscious way. “People have a hard time accepting that a little mould is better than a house full of chemicals,” he says. “Japanese are meticulous and don’t like the slight changes tha happen with woods. Japanese houses usually only last for 30 years and then they just become toxic waste.”

The hard slog is paying off. Sagane has built three eco-projects in the past 10 years and one more are at the planning stage. (…) Sagane’s work has been focused on city projects, but he’s now turning his attention to rural Japan. “There’s this illusion that only people who live in the countryside lead eco-friendly lives,” he says. “But the reality is they usually drive, use agri-chemicals and live in houses full of chemical substances. I think the city and the countryside can influence each other.” Sagane plans to take his work nationally from 2009 and he’s in talks with a prefab construction company about producing an eco-house. “I’m aiming to build houses that last 300 years,” he says. “They don’t need to have major repairs and the running costs are cheap. That should make people happy.”

In MONOCLE, Dezembro 08/Janeiro 09

domingo, 20 de julho de 2008

AS ÁRVORES E OS LIVROS: Ramos Rosa


ÁRVORE

Forço e quero ao fundo delicadamente
como subindo no sentido da seiva
espraiar-me nas folhas verdejantes,
espaçado vento repousando em taças,
mão que se alarga e espalma em verde lava,
tronco em movimento enraizado,
surto da terra, habitante do ar,
flexíveis palmas, movimentos, haustos,
verde unidade quase silenciosa.

António Ramos Rosa
(in Ocupação do Espaço)

FOTO: Ficus superba var. japonica na Classe do Jardim Botânico

segunda-feira, 14 de julho de 2008

O CARRO DO LIXO JÁ NÃO VAI A KAMIKATSU

O carro do lixo já não vai a Kamikatsu, um município na ilha de Shikoku no sul do Japão. As autoridades locais decidiram ser "Zero Waste". Os cidadãos têm de fazer a compostagem de todos os desperdícios de comida e separar todo o lixo em 34 contentores diferentes localizados no Centro de Reciclagem "Zero Waste". O governo local já não faz a convencional recolha de lixo porta a porta desde Setembro de 2003, data do início do projecto. Esta decisão em fazer de Shikoku uma comunidade "Zero Waste" é justificada como sendo uma solução mais amiga do ambiente e mais barata do que a opção de construir um incinerador ou um aterro sanitário. Desta forma os cidadãos tornam-se também mais conscientes da quantidade de lixo que produzem. A 16 de Junho de 2008 o Ministério do Ambiente do Japão seleccionou o caso pioneiro de Kamikatsu como um "projecto de reciclagem exemplar para a Economia e o Ambiente". Este modelo de desenvolvimento comunitário para uma boa gestão dos desperdícios será implementado noutros municípios do Japão.

Será isto o futuro? A resolução dos desperdícios criados pelo Homem terá de passar necessariamente pela responsabilização de quem os produz. No Jardim Botânico já existem vários locais de compostagem mas no futuro será recuperado o antigo poço de compostagem.

A notável história de Kamikatsu despertou atenção mundial depois de uma reportagem da BBC transmitida no passado dia 12 de Julho:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7499954.stm

FOTO: os famosos terraços para o cultivo de arroz em Kamikatsu (Fonte: www.utsukushii-mura.jp)