Oficialmente já temos 4 palmeiras (Phoenix canariensis) mortas no Jardim Botânico. Logo que possível estes espiques serão abatidos e removidos. Neste momento há 7 palmeiras infectadas que correm o risco de morrer com a mesma praga do escaravelho vermelho.
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sábado, 8 de novembro de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Tratamentos preventivos e curativos na colecção de palmeiras do Jardim Botânico
Imagem do Arboreto com a grua de apoio aos trabalhos de limpeza integrados nos tratamentos preventivos e curativos na colecção de palmeiras do Jardim Botânico. A LAJB está a patrocinar esta nova fase de tratamentos para tentarmos controlar a presença do esacravelho vermelho dentro do jardim.
Praga do Escaravelho já terá destruído 6 palmeiras do Jardim Botânico
Imagens de duas palmeiras do nosso Jardim Botânico que morreram vítimas da praga do "escaravelho vermelho". Infelizmente há já mais viítimas mortais, num total que poderá chegar à meia dúzia. Decorrem desde a semana passada tratamentos preventivos e curativos na colecção de palmeiras do jardim. A LAJB está a patrocinar também esta nova fase de tratamentos.
O que é a praga do "escaravelho-das-palmeiras"?
O insecto causador é o Rhynchophorus ferrugineus, vernáculo "escaravelho-das-palmeiras", um escaravelho do grupo dos curculionídeos (gorgulhos), originário da Ásia oriental e Polinésia, tendo-se expandindo para outras regiões ocidentais, Norte de África e mais recentemente também para o sul da Europa. É um insecto de grandes dimensões em adulto, 2-5cm, e também na forma larvar. Foi sinalizado no Algarve na segunda metade da década de 2000 onde já provocou avultadas perdas e prejuízos em espaços públicos e privados. Em 2010 foi sinalizado na cidade de Lisboa. Actualmente está a devastar palmeiras em todo o país.
Esta praga está presente no Jardim Botânico desde pelo menos 2011 e em finais de 2012 foram identificadas 5 palmeiras da espécie Phoenix canariensis Chabaud seriamente afectadas. Actualmente já há vítimas mortais num total que poderá chegar aos 6 exemplares todos no Arboreto e "Jardim do México".
As bem conhecidas "Palmeiras das Canárias", tão características da paisagem urbana de Lisboa, são particularmente vulneráveis ao escaravelho.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Plameiras de Lisboa a morrer: Rua do Salitre
Palmeira das Canárias morta pelo "escaravelho vermelho" num logradouro da Rua do Salitre, confinante com o nosso Jardim Botânico.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Continuam a morrer as Palmeiras de Lisboa!
É com grande tristeza que reportamos a morte de todas as palmeiras das canárias que adornavam os belos jardins da Embaixada de França em Santos.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Continuam a morrer as Palmeiras de Lisboa!
Rua de São Bento e Torel
Continuam a morrer as palmeiras das canárias em Lisboa.
Alguns exemplares emblemáticas da nossa cidade estão a desaparecer da nossa paisagem, como a belíssima, alta, palmeira no Miradouro das Portas do Sol - não sobrevieu e morreu este verão. Agora é importante unirmos esforços para que pelo menos as palmeiras que morrerem em jardins municipais sejam substituídas por outras plantas para que a perda não seja tão grave para Lisboa.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Operação de Tratamento nas Palmeiras do Jardim Botânico: 6 Dezembro de 2012
Mais algumas imagens dos trabalhos de tratamento contra a chamada "Praga das Palmeiras", em exemplares no nosso Jardim Botânico em Dezembro passado. Infelizmente tudo indica que 3 das palmeiras, incluíndo a que se vê nas imagens, não sobreviveram ao ataque.
Operação de Tratamento nas Palmeiras do Jardim Botânico de Lisboa
Informação aos associados da LAJB
Operação de tratamento nas palmeiras do Jardim Botânico de Lisboa
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) está a colaborar com a Direcção do Jardim Botânico patrocinando tratamentos preventivos e curativos da nossa rica colecção de palmeiras.
O que é a praga do "escaravelho-das-palmeiras"?
O insecto causador é o Rhynchophorus ferrugineus, vernáculo "escaravelho-das-palmeiras", um escaravelho do grupo dos curculionídeos (gorgulhos), originário da Ásia oriental e Polinésia, tendo-se expandindo para outras regiões ocidentais, Norte de África e mais recentemente também para o sul da Europa. É um insecto de grandes dimensões em adulto, 2-5cm, e também na forma larvar. Foi sinalizado no Algarve na segunda metade da década de 2000 onde já provocou avultadas perdas e prejuízos em espaços públicos e privados. Em 2010 foi sinalizado na cidade de Lisboa. Actualmente está a devastar palmeiras em todo o país.
Infelizmente esta praga está presente no Jardim Botânico desde pelo menos 2011 e actualmente há 5 palmeiras da espécie Phoenix canariensis Chabaud seriamente afectadas. As bem conhecidas "Palmeiras das Canárias", tão características da paisagem urbana de Lisboa, são particularmente vulneráveis ao escaravelho.
O que se está a fazer para prevenir a morte de palmeiras no Jardim Botânico?
Quando uma palmeira está infectada é necessário proceder-se à poda terapêutica, isto é, são cortadas as folhas e a parte do meristema (tecido vivo responsável pelo crescimento da palmeira - formação de folhas e flores) onde há larvas do escaravelho. Depois procede-se à limpeza do material cortado para que não fiquem tecidos mortos, nem escaravelhos, principalmente no estado adulto. Em seguida é instalado um tubo de plástico ao longo do espique da palmeira até alcançar o seu topo. Por este tubo se conduz, periodicamente, produtos de tratamento químico ou biológico. Em Dezembro de 2011 foram instaladas estas tubagens de plástico em 18 palmeiras mas no início do verão foi verificado que a maior parte das tubagens tinha sido destruída por roedores. A LAJB está também a patrocinar a substituição dos tubos roídos por novas tubagens mais resistentes. Esta nova fase de trabalhos nas palmeiras decorreu entre os dias 3 e 12 de Dezembro de 2012. A comparticipação da LAJB foi de 1256.81 euros.
O que podemos fazer enquanto cidadãos?
O Jardim Botânico produziu um folheto sobre esta questão(http://www.mnhn.ul.pt/pls/portal/docs/1/332082.PDF) que sugere diversas medidas que visam o controle e erradicação desta praga, e que devem ser tomadas com carácter de urgência em todas as plantas e áreas afectadas. Se conhece alguma palmeira com sintomas de estar infectada, informe o proprietário das medidas que deve tomar.
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Manuela Correia
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
«Escaravelho já começou a matar palmeiras do Jardim Tropical»
O Botânico Tropical, em Belém, é o primeiro jardim histórico de Lisboa afectado
pela praga do escaravelho- -da-palmeira. No final de Março os responsáveis do
espaço verde foram obrigados a mandar abater um dos exemplares de
palmeira-das-canárias infectados e a proceder ao tratamento de outros. "Com mais
de duas centenas de exemplares pertencentes a mais de 20 espécies, a colecção de
palmeiras do Jardim Botânico Tropical destaca-se pela sua diversidade e riqueza,
sendo alguns exemplares de espécies raras ou ameaçadas", explica a instituição
num comunicado sobre o problema. Acresce que parte destes exemplares - é o caso
de uma palmeira-das- caraíbas plantada pelo primeiro Presidente da República em
1913 - são susceptíveis à praga.
Por enquanto aparentemente ainda a salvo, o
Jardim Botânico da Rua da Escola Politécnica vê, no entanto, o perigo
aproximar-se a passos largos. Uma palmeira de um quintal que confina com o
recinto, na Rua Nova de S. Mamede, está a sucumbir ao escaravelho, que
praticamente não tem predadores naturais nesta região do globo e cujas larvas
são particularmente vorazes a alimentar-se do coração da planta. "Lisboa está a
perder as suas palmeiras centenárias. Não soubemos prevenir este problema que
sabíamos muito bem que iria atingir a capital", avisa a Liga dos Amigos do
Jardim Botânico.
Há muitos meses a trabalhar quer para a Câmara de Lisboa,
quer para vários particulares no combate à praga, um responsável da empresa
Biostasia, Carlos Gabirro, explica que a cidade "está toda afectada, de uma
ponta à outra". Quando a parte superior da copa cai e a palmeira fica com ar de
guarda-chuva, sintoma inequívoco da presença do escaravelho, é demasiado tarde
para a salvar. "Por enquanto, estamos numa altura do ano assintomática",
descreve o especialista. "A partir de Agosto/Setembro vai ser o descalabro
total", com a revelação dos estragos. Até Janeiro passado tinham sido abatidos
57 exemplares e planeava-se eliminar mais 65. in Público
Foto: exemplar monumental de palmeira das canárias já morta no miradouro do Campo de Santa Clara
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Praga das Palmeiras na R. Nova de S. Mamede 62-68
Mais um exemplar de "Palmeira das Canárias" atacada pelo escaravelho vermelho. Este é sem dúvida o exemplar infectado mais próximo do Jardim Botânico uma vez que se localiza num logradouro confinante com o Jardim Botânico (Classe, mesmo junto das antigas estufas). As tentativas por parte do Jardim Botânico para informar o proprietário foram até à data infrutíferas. A CML já foi alertada assim como a Junta de Freguesia de S. Mamede. Foi solicitado ao Vereador José Sá Fernandes ajuda para se resolver a tempo este perigoso foco de infecção. Lisboa está a perder as suas palmeiras centenárias. Não soubemos antecipar este problema que sabiamos muito bem iria atingir a capital.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Plantação de uma árvore de sumaúma do Jardim Botânico no British Council
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Praga das Palmeiras no Campo de Santa Clara
Assunto: Praga das Palmeiras no Miradouro do Campo de Santa Clara
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) verificou que um exemplar de "Palmeira das Canárias" no Miradouro do Campo de Santa Clara morreu, vítima da "Praga das Palmeiras". Para além dos sinais exteriores evidentes, podemos ver muitos casulos junto da base da palmeira (ver imagens em anexo). Ainda há cerca de 3 semanas podiam ser vistos os próprios escaravelhos segundo fomos informados pelos funcionários do quiosque de bebidas "Clara Clara".
A LAJB vem por este meio saber se a CML já tem conhecimento deste caso e em caso afirmativo, se já tem planeada uma intervenção para evitar o alastramento da praga às restantes palmeiras centenárias do jardim.
Muito obrigado.
Com os melhores cumprimentos,
LIGA DOS AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
«Palmeiras do país estão a morrer»
Mas o problema não se limita às palmeiras que adornam os espaços verdes públicos. Só naquele município estão em causa três mil árvores, a maioria das quais em jardins e outros espaços verdes privados: «Foram sinalizadas algumas palmeiras em espaços particulares, com fortes indícios de ataque do Rhynchophorus ferrugineu (nome científico do escaravelho vermelho)», adianta ainda Ana Paula Chagas.
Armadilhas para capturar insectos
Para proteger as palmeiras emblemáticas e até centenárias – atingindo alturas superiores a 18 metros– , os técnicos especializados têm vindo a fazer tratamentos preventivos, com a aplicação de fitofármacos, sem risco para a saúde pública, além de colocarem armadilhas para capturar aqueles insectos, acrescenta a responsável.
Mas, segundo Carlos Gabirro, da Biostasia, empresa contratada por aquela autarquia para deter a praga, em Abril do ano passado, Cascais é «apenas ‘uma gota do oceano’». «Todos os municípios na área da grande Lisboa estão afectados» – garante o especialista, recordando que, já no ano passado, o município de Setúbal foi obrigado a abater árvores emblemáticas da Avenida Luísa Toddi, junto ao Atlântico.
Aliás, desde 2007, altura em que foram detectados os primeiros ataques de escaravelho vermelho a palmeiras emblemáticas no Algarve, a praga já atingiu Silves, Setúbal, Cascais, Oeiras e Lisboa.
Na capital, existem milhares de palmeiras em risco, alerta o responsável. O número exacto é, no entanto, «quase impossível de contabilizar», por estarem tão disseminadas, entre jardins privados e espaços públicos.
Basta um olhar atento aos jardins da zona da grande Lisboa para perceber que a situação está longe de se encontrar controlada. Na capital, na avenida Gago Coutinho, que liga o aeroporto ao Areeiro, por exemplo, vêem-se palmeiras secas, como se estivessem a morrer em vários jardins.
Mas «quando a praga se torna ‘visível a olho nu’», é tarde de mais. É que nessa altura, explica Amélia Palla – técnica que trabalha com diversos proprietários e municípios há vários anos no controlo desta doença– «já não há tratamento possível». «Aí temos de abater as árvores para impedir ou minimizar a contaminação das palmeiras mais próximas», avisa.
O problema, diz a especialista, é que «as árvores centenárias, por serem mais altas, são as primeiras a ser atacadas pelos insectos por causa da trajectória de voo». in SOL, 2 Julho 2011
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