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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Manual de Crimes Urbanísticos

«Há uma mão suja sobre a cidade. São cada vez mais os mecanismos - lícitos e ilícitos - que violam as mais elementares regras de planeamento urbano”, escreve o autor Luís Ferreira Rodrigues, mestre em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental, que tem desenvolvido a sua actividade profissional como urbanista em Lisboa. O livro é editado pela Guerra & Paz e tem prefácio do arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.

Eça de Queiroz escreveu na "A Cidade e as Serras" os sentimentos mais genuinamente humanos logo se desumanizam na cidade". O que diria se fosse confrontado, na actualidade, com a progressiva desumanização a que as cidades do nosso país foram sujeitas por décadas de crimes urbanísticos? O presente manual, de extrema oportunidade, expõe de forma clara e objectiva, as principais causas da desorganização e desqualificação urbana - da incompetência técnica à corrupção e da demagogia política à especulação imobiliária. Enriquecido com ilustrações práticas, poderá ser um instrumento útil na consciencialização individual e colectiva dos cidadãos e no combate à passividade das comunidades perante os atentados ao património e à qualidade de vida nas nossas cidades. In Agenda Cultural da CML - Outubro de 2011

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O Jardim Botânico na Agenda Cultural

No mês de Julho a AGENDA CULTURAL da CML fez um destaque ao Jardim Botânico na pág. 125:

PLANTAS DO MUNDO

O Jardim Botânico da Universidade de Lisboa nasceu da necessidade de criar uma estrutura de apoio ao ensino e investigação da Botânica da antiga Escola Politécnica, actual Faculdade de Ciências. O local escolhido no Monte Olivete para implantação do jardim tinha já mais de dois séculos de tradição no estudo da Botânica, e o jardim começou a ser plantado em 1873, por iniciativa dos professores Conde de Ficalho e Andrade Corvo. O alemão Edmund Goeze e o francês Jules Daveau foram os primeiros jardineiros a trabalhar no projecto, sendo os responsáveis pela enorme diversidade de plantas que o jardim ainda hoje possui, oriundas dos quatro cantos do mundo. A inauguração decorreu em 1878, tendo desde logo sido considerado um dos melhores jardins científicos da Europa. Bem ajustado ao sítio e ao ameno clima de Lisboa, o jardim possui cerca de 1500 espécies distintas, sendo particularmente rico em espécies tropicais originárias da Nova Zelândia, Austrália, China, Japão e América do Sul. Para além de servir o seu propósito inicial, o Jardim Botânico desenvolve programas de educação ambiental e oferece visitas temáticas guiadas.

Foto: Acacia karroo em floração na Classe