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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Visita e Debate: "A cisterna ou a árvore"

CONVITE
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico e o GECoRPA - Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico, têm a honra de o convidar para a visita guiada e debate "A cisterna ou a árvore", a realizar no dia 16 de Abril, pelas 14.00h, no Jardim Botânico, no âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sitios 2011 - "Água: Cultura e Património".

Jardim Botânico da Universidade de Lisboa

Rua da Escola Politécnica, 58, Lisboa

16 de Abril - 14h - Entrada gratuita

PROGRAMA

13h30m: Encontro - Portão principal do Jardim Botânico

14h00m: Inicio da visita guiada ao Jardim Botânico

-Ireneia Melo, Investigadora principal do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa (MNHN)

-Gonçalo Ribeiro Telles, Arquitecto Paisagista. Responsável pela proposta do "Plano Verde - Estrutura Ecológica para a cidade de Lisboa" (APAP)

15h30m: Pausa para café

16h00m: DEBATE

-Ana Luísa Soares, Arquitecta Paisagista. Investigadora do Centro de Ecologia Aplicada Professor Baeta Neves (ISA; APJSH)

-Gonçalo Ribeiro Telles, Arquitecto Paisagista. Responsável pela proposta do "Plano Verde -Estrutura Ecológica para a cidade de Lisboa" (APAP)

-José Morais Arnaud, Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses. Museu Arqueológico do Carmo (AAP)

Organização:

LIGA DOS AMIGOS d0 JARDIM BOTÂNICO

GECoRPA - Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico

Foto: Jardim Botânico, Lago de Baixo, Paulo Guedes, c.1900. Arquivo Municipal

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Visita e Debate: “A Cisterna ou a Árvore”

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) e o Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico (GEOCORPA), organizam uma visita-debate “A Cisterna ou a Árvore”, a realizar no dia 16 de Abril, pelas 14.00h, no Jardim Botânico, no âmbito das Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, subordinado ao tema “Água: Cultura e Património”.

Este evento consiste numa visita à cerca, ao sistema de rega e cisterna do Jardim Botânico, seguida de uma conversa aberta à participação do público. Irá debater-se a problemática da sustentabilidade de património construído vs. património vivo e património privado vs. património público.

“A Cisterna ou a Árvore” Jardim Botânico, 16 de Abril de 2011

Rua da Escola Politécnica, 58, Lisboa

PROGRAMA:

13h30 - Chegada dos participantes (entrada principal)

14h00 - Visita guiada à cisterna e ao Jardim

16h00 - Debate público (Auditório Aurélio Quintanilha)

Foto: Um dos Contrafortes pombalinos que sustentam a Classe. A cerca pombalina está ameaçada pelos projectos defendidos na última versão do Plano de Pormenor de iniciativa municipal. A equipa projetista propõe a construção de duas novas frentes urbanas que irão obstruir visualmente na totalidade o belo muro pombalino, estrutura monumental que define o espaço do Jardim Botânico desde a sua génese. Acresce ainda ressalvar que a cerca pombalina é uma das estruturas construídas mais antigas do complexo monumental do Museu Nacional de História Nacional. Com cereteza que que merece per si, ser rigorosamente restaurado para usufruto de todos.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

«Jardim Botânico é autónomo em água»

Infelizmente não é o nosso Jardim mas sim o da Universidade de Coimbra. Faz hoje um ano que foi anunciada a autonomia em matéria de água do Jardim Botânico de Coimbra. Um exemplo que devia ser seguido pela Universidade de Lisboa. O Jardim Botânico de Lisboa tem mina e cisternas mas não estão ainda a ser aproveitados. Mas será possível a implementação de um projecto idêntico ao de Coimbra no caso de se impermeabilizar os logradouros em redor do jardim como propõe o Plano de Pormenor do Parque Mayer e Jardim Botânico?
O Jardim Botânico de Coimbra tornou-se autónomo em água, ao introduzir um sistema de rega inteligente, que permitirá uma poupança de 30% nos custos de manutenção. O sistema está em funcionamento desde finais de Setembro.

O sistema de automatização de rega utiliza a água da mina do jardim e recorre a sensores para uma boa gestão e distribuição da água.

"Gastávamos com água 30 mil euros por ano, ou seja, um quarto do orçamento. Com esta solução deixamos de ter gastos com água", disse à agência Lusa a directora do Jardim, Helena Freitas. Até agora, toda a parte pública do jardim era alimentada com água da rede pública.

"Fizemos um furo junto à mina, ao qual podemos recorrer em alturas de maior necessidade", disse a responsável, referindo que a bombagem da água é feita directamente da mina para o jardim.

A antiga provedora do Ambiente de Coimbra espera que a solução encontrada para o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra "seja exemplo de boas práticas" para outros espaços públicos.

"Portugal é dos países da Europa que mais desperdiça água na rega - mais de 60 % - quer para práticas agrícolas quer no meio urbano", alertou a bióloga, lamentando que os portugueses "estejam habituados a ter água sempre disponível e como recurso abundante, negligenciando a sua gestão".

Sendo a água um elemento estruturante dos jardins, apostar em soluções tecnológicas sustentáveis "é absolutamente estratégico, particularmente nos jardins públicos, porque têm uma responsabilidade acrescida em matéria de sustentabilidade, devendo ser exemplares nas boas práticas", considera Helena Freitas.

O novo sistema de rega em funcionamento no Botânico de Coimbra resulta de um projecto desenvolvido no último ano por uma equipa multidisciplinar. Integra-se num projecto mais vasto, submetido ao programa Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), para a sustentabilidade energética do espaço, com recurso à biomassa que será produzida na mata do jardim.

"Os gastos com a água e a energia representavam metade do orçamento do Jardim e o objectivo é aproveitarmos a biomassa para produzirmos energia para o aquecimento das estufas, numa lógica de optimizar recursos e maximizar a eficiência energética", disse a directora. O projecto irá implicar "uma transformação profunda no conjunto de estufas e o reforço e modernização das infra-estruturas hidráulicas". in JN 20 Outubro 2009

Foto: Jardim Botânico de Coimbra no início do séc. XX. Autor anónimo
Nota: Um exemplo que já devia ter sido implementado pela UL no nosso Jardim Botânico e que prova que quando há vontade e interesse genuíno se podem resolver as maiores dificuldades.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

This is your world

THIS IS YOUR WORLD. SHAPE IT OR SOMEONE ELSE WILL.

Gary J. Lew

Foto: Rio Nam Xong, perto de Vang Viang no norte do Laos

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Lisboa inicia em Maio lavagem de ruas e rega de árvores com água reutilizada

Dia da Terra: Lisboa inicia em Maio lavagem de ruas e rega de árvores com água reutilizada

«A Câmara de Lisboa inicia em Maio a lavagem de ruas e rega de árvores com água reutilizada, uma medida anunciada hoje pela autarquia e inserida das comemorações do dia da Terra.

"A Câmara Municipal de Lisboa vai iniciar, já a partir de Maio, a lavagem de ruas e rega de árvores com água reutilizada, através de um acordo com a SIMTEJO, que vai permitir que os camiões municipais possam ser abastecidos nas ETAR de Chelas e de Beirolas", refere um comunicado enviado hoje à agência Lusa.

Na mesma nota, a autarquia anuncia ainda que "viu aprovadas duas candidaturas que garantem a aquisição e instalação de ópticas LED na Av. da Liberdade e na Baixa Pombalina, com custo zero para o município". in Lusa, 21 de Abril de 2009

FOTO: Lago do Jardim do Campo Grande

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Lisboa compromete-se a reduzir emissões CO2 em 20 por cento até 2020

Lisboa aderiu hoje ao 'Pacto dos Autarcas', um compromisso assumido por 400 cidades para redução das emissões de CO2 em mais de 20 por cento até 2020, anunciou a autarquia.

O documento foi assinado em Bruxelas e em representação da cidade de Lisboa estiveram o presidente da Câmara Municipal, António Costa, e o vereador do Ambiente, José Sá Fernandes. As metas do 'Pacto dos Autarcas', uma iniciativa da Comissão Europeia, serão atingidas através de planos de acção para as energias sustentáveis e renováveis.

A Estratégia Energético-Ambiental de Lisboa, aprovada em reunião de câmara em Dezembro de 2008, define como metas a redução do consumo anual de energia em 1,85 por cento no concelho e conseguir uma redução global de 8,9 por cento até 2013.

Elaborada pela Agência Municipal de Energia e Ambiente Lisboa E-Nova, a estratégia baseia-se nas matrizes energética, da água e dos materiais datadas de 2005.

Segundo estas referências, Lisboa representa sete por cento do consumo nacional de energia e cada lisboeta consome mais do que a média nacional - 3,1 tep (tonelada equivalente de petróleo) quando a média nacional é 2,5 per capita. A redução do consumo energético proposto na estratégia deverá recair principalmente sobre os edifícios residenciais e de serviços, que representam a maior fatia do bolo energético (50,5 por cento do consumo total) e sobre os transportes rodoviários.

No que respeita aos próprios serviços, a Câmara definiu objectivos ainda mais exigentes, visando uma taxa média anual de redução do consumo energético de 1,95 por cento, o que se traduz numa diminuição global que rondará os 9,4 por cento em 2013.

Foi ainda definido como meta uma redução da procura de água potável (menos 7,8 por cento em 2013) e das perdas na rede pública de distribuição (menos 15,6 por cento), assim como a reutilização de águas residuais tratadas, que actualmente não existe.

Na área dos resíduos, a estratégia define uma redução (10 por cento até 2013) na procura de materiais não recicláveis e um aumento na ordem dos 29 por cento da recolha selectiva.

A Estratégia Energético-Ambiental de Lisboa engloba projectos de intervenção nas áreas do planeamento urbano, construção de infra-estruturas, gestão urbana e mobilidade. in RTP, 10-2-2009

FOTO: Praça do Comércio. Mais transportes públicos, principalmente eléctricos, são precisos em Lisboa.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Portugal entre os seis piores gestores da água

Cada português gasta em média 2,26 milhões de litros de água por ano. Um resultado muito mais elevado do que a média mundial – 1,24 milhões de litros anuais por pessoa – e que coloca Portugal no sexto lugar dos que pior gestão fazem deste recurso vital.

A pegada da água foi um índice novo introduzido neste relatório e que alerta para a forma insustentável como se consome água. Os países mediterrâneos são os que ocupam os primeiros lugares da tabela e aqueles em que os problemas de escassez se colocarão com maior gravidade.

Na origem do consumo desmesurado de água pelos portugueses está a agricultura de regadio, altamente utilizadora de água, e a degradação das infra-estruturas de rega que permitem grandes perdas, considera Luís Silva, da WWF Portugal. Por isso, é urgente alterar os padrões de consumo agrícola, ainda mais tendo em conta que a falta de água será agravada, no futuro, pelas alterações climáticas.

Outro resultado interessante desta análise é a contabilização, para a pegada nacional de cada país, da quantidade de água consumida na produção de produtos importados. Ou seja, contabiliza-se a água consumida internamente mas também a gasta nos países de origem dos quais importamos produtos. Em Portugal este consumo reparte-se em 50% para cada tipo.

O relatório da pegada da água mostra ainda que 50% países estão a enfrentar uma situação de stress hídrico moderado ou elevado e que o número de pessoas afectadas pela escassez tenderá a aumentar devido às mudanças climáticas.
in DN, 29-10-2008

FOTO: Lisboa, Cais das Colunas. Tejo continua a receber esgotos sem tratamento.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

O JARDIM BOTÂNICO HÁ 100 ANOS


Grupo de doze pessoas na ponte de ferro no Lago de Baixo do Jardim Botânico.
Quem são? Uma família? Um grupo de amigos? Que histórias e segredos guardam os seus olhares? E de que falaram nos minutos que antecederam a fotografia?
Só as árvores que os rodeiam sabem. Só elas, entretanto adultas e veneráveis, nos poderiam responder. Mas calam-se. E percebemos porquê. Estão solidárias com o companheiro lago, que foi esquecido e abandonado.

Hoje, o nosso grande lago não nos pode revelar nenhuma história. Está seco e mudo. E nós estamos tristes porque ele, o maior lago do Jardim Botânico, está sem água e sem voz.

Para quando a recuperação deste lago e das cascatas de água que o alimentavam? Quantos mais anos de secura e mudez para o Lago de Baixo? Para quando o fim deste castigo injusto?

Imagem do ínício do séc. XX de fotógrafo não identificado.

Fonte: Arquivo Fotográfico Municipal

http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/