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terça-feira, 9 de setembro de 2014
domingo, 22 de abril de 2012
«Memória da Politécnica»: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura
Nesta exposição introduz-se o “Espírito do Lugar” e apresentam-se as quatro instituições que nos precederam, todas ligadas à educação, à ciência e à cultura.
Onde estamos hoje, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência continuamos a missão de quatro séculos ininterruptamente dedicados a despertar o gosto pelo conhecimento, a ciência e a aprendizagem.
Nos diferentes núcleos expositivos - o fundador, o noviciado da Cotovia, o Colégio dos Nobres, a Escola Politécnica, a Faculdade de Ciências, a actualidade do Museu e o seu futuro são representados nas suas transversalidades, interdisciplinaridades, transdisciplinaridades, pessoas, colecções e aspirações.
O túmulo monumental e um filme da sua recuperação iniciam a narrativa, seguida de documentos e representações antigas de Lisboa e do lugar da Kutubia.
Do tempo dos Jesuítas mostram-se missais, alfaias religiosas, relíquias, quadros, livros e imagens de surpreedente verdade anatómica. Da Escola Politécnica e Faculdade de Ciências expõem-se documentos, mobiliário, instrumentos e imagens.
No percurso expositivo, o visitante é remetido para os diferentes espaços do museu pela representação do seu rico espólio de espécimes, modelos didácticos, instrumentos, ilustrações, onde a botânica, entre outros objectos, exibe um caule de Welwitschia mirabilis de invulgares dimensões.
Na última sala que evoca ainda algumas vicissitudes como a expulsão de professores e investigadores em 1947, o incêndio de 1978, mas também a solidariedade mundial que se manifestou e algumas associações científicas que neste espaço se sediaram, o epílogo é dado por uma frase do Reitor inspiradora para o futuro do museu. (texto compliado por Alexandra Escudeiro)
Publicada por
Amigos do Jardim Botânico
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23:59
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Conferência: 150 anos depois da descoberta da Welwitschia
The Mirabilis Experience150 anos depois da descoberta da Welwitschia
por SARA ALBUQUERQUE
Anfiteatro Aurélio Quintanilha
Dia 17 de Dezembro de 2009 às 18 h
O botânico Austríaco, Friedrich Welwitsch (1806-1872), começou a trabalhar em Portugal em 1839. Só mais tarde, em 1853, seria enviado numa expedição a Angola pelo governo Português. Durante esta expedição efectou cerca de 8000 colheitas botânicas correspondendo a 5000 espécies, das quais 1000 não tinham ainda sido descritas. Isto representa, provavelmente, a colecção mais significativa feita desde sempre na África Tropical. Foi igualmente nesta viagem a Angola que Welwitsch, descobriu Tomboa, no dia 3 de Setembro de 1859, a famosa planta do deserto do Namibe, que mais tarde foi denominada de Welwitschia por Hooker em honra de Welwitsch.
Depois do seu regresso à Europa, Welwitsch decidiu estudar as suas colecções em Londres, dado que estas não poderiam ser identificadas em Portugal. Depois da sua morte, em 1872, seguiu-se um processo em tribunal que durou 3 anos, onde se decidiu quem ficaria com as colecções, envolvendo conflitos entre Kew e o Natural History Museum... mas isto foi só o início da história....
Onde estão agora as colecções?
Porque tinha Livingstone inveja de Welwitsch?
E porque fora Welwitsch enviado a Angola pelo Governo Português?
O que disse Hooker quando viu Welwitschia pela primeira vez?
Porque tinha Livingstone inveja de Welwitsch?
E porque fora Welwitsch enviado a Angola pelo Governo Português?
O que disse Hooker quando viu Welwitschia pela primeira vez?
Nesta apresentação, para além de se desvendarem estas questões, pretende-se explicar os detalhes do projecto sobre as colecções africanas e revelar a história que não foi contada…
No ano de 2009, em que se celebra Darwin e a publicação da Origem das espécies, também se celebra o aniversário da descoberta da Welwitschia e se relembra quem foi Friedrich Welwitsch.
Este aniversário, foi comemorado no dia 3 de Setembro deste ano com uma palestra na Linnean Society of London, palestra esta, que se irá repetir no Jardim Botânico – MNHN no dia 17 de Dezembro 2009.
Este aniversário, foi comemorado no dia 3 de Setembro deste ano com uma palestra na Linnean Society of London, palestra esta, que se irá repetir no Jardim Botânico – MNHN no dia 17 de Dezembro 2009.
Actualmente, Sara Albuquerque é bolseira da FCT e encontra-se a desenvolver o seu Projecto de Doutoramento “Cross-cultural histories of Tropical Botany in Latin America”, em Royal Botanic Gardens – Kew e no Birkbeck College (University of London).
Sara Albuquerque iniciou a sua ligação ao Jardim Botânico – MNHN em 2004, como voluntária no Serviço de Extensão Pedagógica e, pouco tempo depois, como Guia do Jardim. Realizou o seu Estágio de Fim de Curso de Biologia (Universidade de Évora) no Herbário LISU. Neste trabalho, iniciado em Outubro de 2005, estudou parte das colecções africanas de Welwitsch em LISU (Iter Angolense 1853 – 1860.). O contacto com a obra deste botânico, abriu portas para novos projectos “Welwitschianos” envolvendo, para além do JB-MNHN, outras instituições, tais como RBG – Kew e Natural History Museum (Londres), de que resultaram algumas publicações, nomeadamente nas revistas Taxon e Strelitzia (em colaboração com R.K. Brummitt) e palestras (Royal Botanic Gardens-Kew e The Linnean Society of London).
Foto: Welwitschia mirabilis Hook.f. (Fonte: www.biolib.cz)
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