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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
SEMANA BIO: 18 a 28 de Novembro
Tal como em edições anteriores, esperamos alcançar o mesmo nível de sucesso e promover uma ampla divulgação da Agricultura Biológica e dos seus produtos junto dos consumidores, como uma alternativa saudável e amiga do ambiente aos seus hábitos de consumo.
A SEMANA BIO é uma iniciativa promovida pela INTERBIO, mas o seu programa é desenvolvido por cidadãos, entidades e organizações de todo o país. A INTERBIO lança o mote e compila a lista de iniciativas, ajudando à sua divulgação a nível nacional.
Para saberem que tipo de iniciativas podem desenvolver temos muitas ideias e sugestões em "como participar na SEMANA BIO" que se encontra em anexo e para participarem basta registarem as vossas iniciativas online através do formulário de inscrição.
A INTERBIO irá publicando informações actualizadas sobre este evento no seu website e no seu blog: http://interbio-bio.blogspot.com/ ou http://interbio.designetico.org/.
Contamos convosco para que a próxima SEMANA BIO 2010 seja um sucesso! A vossa participação em muito ajudará à divulgação e promoção da Agricultura Biológica durante esta Semana.
Para qualquer questão relacionada com a SEMANA BIO 2010, por favor contacte a INTERBIO através do email semanabio.bio@gmail.com
domingo, 19 de julho de 2009
O nosso Bairro destacado na revista Monocle!
For a break from Bairro Alto take a trip to the salubrious neighbourhood of Príncipe Real. The shops along Rua Dom Pedro V sell specialist Portuguese products and new businesses are quick to move in. There's also a park that's home to a farmer's market.
Given its name, Lisbon's Príncipe Real neighbourhood - "Prince Royal" in English - enjoys a privileged position. Located up the hill from Bairro Alto and the bar-hopping crowds, the district is home to leafy squares and elegant residences, many offering panoramas of the city and the Tagus river. There are many independent retailers and particularly attractive are the shops on Rua Dom Pedro V, a street on the quarter's eastern fringe punctuated by colourful townhouses in crimson and pale yellow.
Named after a 19th century Portuguese king, the 300m stretch of pavement boasts antique shops, a gourmet grocer, family pharmacist and a rather unconventional pub. Relatively flat (a godsend in a city of steep inclines), the street is run by shopkeepers who share a strong sense of community - they even throw the odd block party. "It's the most cosmopolitan place in the city," says Marcela Brunken, a Brazilian who runs Fabrico Infinito, a boutique with a garden café. "Before there were just antiques but increasingly the street is adding variety."
New arrivals this year include a Spanish retailer selling niche womenswear labels and a chef from Sarajevo who opened an upscale restaurant just off the strip. There are also rumors of a tea salon coming soon. Proprietors are mindful to keep their slice of sidewalk shipshape. "It just feels very neighbourly," says florist Maurício Fernandes of Em Nome da Rosa. "I love the older buildings and the gardens."
Heading west, Rua Dom Pedro V flows into Príncipe REal square and the picturesque park of the same name. Laid out in the 1860s to replace a rubbish heap, it is now an urban refuge where pensioners play cards and couples relax in the shade. Kiosks sell refreshments and newspapers, and the garden café has wi-fi. There is a weekly farmers' market and below ground visitors will discover a 19th century stone reservoir, now a museum, that is sometimes rented out for private functions.
in MONOCLE, Junho 2009
FOTO: Cobertura do Palacete Ribeiro da Cunha, Praça do Príncipe Real
sexta-feira, 17 de julho de 2009
O nosso Bairro: Mercado de Agricultura Biológica
Descubra o sabor genuíno dos alimentos produzidos de forma natural sem recurso a pesticidas nem fertilizantes químicos. Comer bio é optar pela qualidade nutricional dos produtos e pela protecção do ambiente. A agricultura biológica utiliza práticas de conservação e melhoria da fertilidade do solo e da preservação da biodiversidade, bem como o respeito pelos ciclos naturais. Oferece os produtos tal como a Natureza os previu: sem artifícios!
Faça as suas compras no Mercado de Agricultura Biológica, todos os sábados de manhã, na Praça do Príncipe Real, vizinha do nosso Jardim Botânico. Apoie os agriculturores que optaram pelo modo biológico. Faça uma alimentação saudável, escolha comer bio!
domingo, 7 de junho de 2009
Lisboa vai ter mais e melhores hortas urbanas até 2011
A Câmara Municipal de Lisboa diz que vai avançar, "nos próximos meses", com uma intervenção nos cerca de 15 hectares de hortas do vale de Chelas, com o objectivo de assegurar o fornecimento de água e reordenar o espaço através da criação de caminhos pedonais de acesso. Mas o plano da autarquia é mais ambicioso e inclui, num prazo de dois anos, a criação de hortas em Campolide e Telheiras, e que tentará melhorar os espaços já existentes na Quinta da Granja, Vale Fundão e Bairro Padre Cruz.
A Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas promoveu recentemente um encontro nas hortas da zona de Chelas, onde os visitantes se depararam, "num vale cortado por dois edifícios escandalosos - um hipermercado e uma escola - que cortam a circulação de água" pelos terrenos, com "um interessante mosaico de culturas, conjugando uma produção de espécies hortícolas com algumas plantas ornamentais".
A descrição foi feita pela presidente daquela associação, Margarida Cancela d'Abreu, dizendo ao PÚBLICO que aquelas hortas são mantidas por residentes dos prédios vizinhos, "na maioria reformados", que cultivam produtos agrícolas para autoconsumo, mas também como forma de "entretém". Um dos principais problemas sentidos é o do acesso à água, recorrendo os hortelões ao expediente de a armazenar em "depósitos extraordinários" como "arcas frigoríficas e barricas", tidos como a única forma de aproveitar a água da chuva, como constatou no local Margarida Cancela d'Abreu. A Câmara Municipal de Lisboa conhece esta realidade e, segundo o vereador do Ambiente, Espaços Verdes e Plano Verde, vai resolver o problema "nos próximos meses", criando além disso caminhos pedonais. No futuro, a ideia de José Sá Fernandes é que as hortas de Chelas venham a acolher, numa ponte a unir os dois lados do vale, um mercado onde quem cultiva a terra possa vender a sua produção.
Prática comum
Esta é, aliás, uma prática comum em vários locais do globo (como Chicago ou Londres), mas pouco vista num país que, lamenta o arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, "ignora pura e simplesmente as hortas" e a sua importância para as comunidades. A colega de profissão Margarida Cancela d'Abreu conta que uma das excepções ocorre em Évora, onde aos sábados e domingos há bancadas de madeira à porta do mercado para os "quintaneiros" que cultivam hortas à volta da cidade e que ali comercializam os seus produtos, por sinal muito procurados.
Os projectos da Câmara de Lisboa, que o vereador Sá Fernandes acredita que poderão estar concluídos nos próximos dois anos, incluem também a criação de um parque urbano que integrará as hortas já existentes na Quinta da Granja de Baixo, em Benfica. Em Campolide, a ideia é criar hortas que serão atribuídas por concurso a moradores da zona, surgindo também áreas para produção hortícola em Telheiras, num terreno ainda a negociar com a EPUL.
Escola de Lisboa tem terreno cultivado por centenas de mãos
Na Escola 34, na Alta de Lisboa, ao Lumiar, onde estudam 330 crianças com idades entre os três e os 14 anos, houve em tempos um matagal que deu lugar a uma horta, que rapidamente se transformou na menina-dos-olhos dos professores, auxiliares e alunos. Num terreno lavrado e cultivado por muitas mãos, na Alta de Lisboa, crescem couves, favas, feijões, ervilhas, batatas, cebolas, cenouras, pepinos, pimentos e outras espécies hortícolas.
No ano lectivo passado, as abóboras transformaram-se num doce que foi comido com tostas por todos os alunos, junto de quem se tenta, através do projecto da horta, promover uma alimentação mais saudável. É por isso que para este ano lectivo estão reservadas para a festa do dia das bruxas. Os pais contribuíram para a plantação com sementes e plantas, e são também eles os principais clientes compradores dos produtos que os alunos vendem à porta da escola sempre que há colheitas.
Também naquele bairro da Alta de Lisboa poderá nascer nos próximos tempos uma outra horta, esta comunitária, sonhada pelo morador e arquitecto paisagista Jorge Cancela, que tem vindo a recrutar futuros hortelões. O mentor da ideia adianta já que conseguiu convencer "mais de 40" e precisa que vai tentando tentar reunir o maior número de apoios para o projecto, incluindo o necessário terreno.
Uma das ambições desta horta comunitária é aproximar os moradores realojados naquela zona da cidade dos que lá compraram casa, contribuindo para uma maior harmonia entre este "mix social" e para o aumento do sentimento de pertença dos próprios ao todo da comunidade. A produção, explica o arquitecto paisagista Jorge Cancela, será biológica e a zona a cultivar terá que ter "um acesso relativamente fácil, seja de automóvel, seja pedonal", além de fornecimento de água e uma vedação.
O projecto e a eventual cedência de um terreno por parte da Câmara Municipal de Lisboa já estão a ser analisados pelos serviços da autarquia, garante aquele arquitecto paisagista.No mesmo sentido, e segundo a Câmara Municipal de Lisboa, que aponta os exemplos das hortas no Vale Fundão e no Bairro Padre Cruz, o desafio da autarquia é intervir nas hortas comunitárias já existentes, algumas das quais em espaços privados e que não têm fornecimento de água ou acessos em condições, garantindo que nenhum dos hortelões deixa de ter um espaço de cultivo."É a primeira vez que a câmara aposta mesmo nas hortas", garante Sá Fernandes, acrescentando que "antigamente" a prática era simplesmente "fechar os olhos" e ir permitindo a sua existência. in Público, 25.05.2009
FOTO: canteiro pedagógico, com alfaces, no New York Botanical Garden
sábado, 25 de outubro de 2008
Orçamento Participativo - a LAJB propõe: Um Mercado de Agricultura Biológica
ORÇAMENTO PARTICIPATIVO para 2009 da CMLNúmero de participação: 587
Área: Turismo, Comércio e Promoção Económica
Contributo I da LAJB: Promover a instalação de um Mercado de Agricultura Biológica num dos mercados municipais desactivados, como por exemplo o Mercado Municipal no Campo de Santa Clara. Os agricultores e comerciantes envolvidos na agricultura sustentável merecem uma casa permanente na capital.
FOTO: O oitocentista Mercado de Santa Clara numa imagem de 1936 do fotógrafo Eduardo Portugal.
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