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quinta-feira, 4 de agosto de 2016
sábado, 30 de julho de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
Porque tratamos assim as NOSSAS árvores?
Rua Luciano Cordeiro, Freguesia de Santo António, no 1º dia do Ano Novo! As árvores não são lixeiras!
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Rua Camilo Castelo Branco: plantemos as tílias!
Na Rua Camilo Castelo Branco há muitas caldeiras vazias que aguardam por novas tílias; também o pequeno jardim junto da Av. Duque de Loulé está muito abandonado e com os canteiros despidos, carecas, sem coberto vegetal. Já alertamos a Junta de Freguesia de Santo António e pedimos que se plantem as árvores em falta.
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
«Regulamento para as árvores de Lisboa em consulta pública até ao fim de Setembro»
A Plataforma em Defesa das Árvores lançou uma petição, que recolheu 375 assinaturas, na qual se pede que nenhuma poda ou abate seja feito na cidade até este regulamento entrar em vigor.
O Projecto de Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa já se encontra em consulta pública, podendo os interessados apresentar sugestões sobre o documento até ao dia 30 de Setembro, presencialmente ou no site da Câmara de Lisboa.
A versão agora sujeita a discussão pública prevê que qualquer “intervenção que implique o abate, o transplante ou outra operação que de algum modo fragilize as árvores” seja “previamente sujeita a parecer vinculativo” da câmara, “de forma a determinar os estudos a realizar, medidas cautelares e modo de execução dos trabalhos”. Há no entanto uma excepção: “as juntas de freguesia podem proceder ao abate urgente de árvores que representem um risco para pessoas e bens atento o seu estado de conservação fitossanitária”.
No projecto de regulamento diz-se que essas situações devem ser “devidamente certificadas por técnico da freguesia ou do município, do laboratório público ou instituição de ensino superior ou de empresa com certificação para o efeito”. Acrescenta-se ainda que do abate se deve “dar nota” à câmara “com a maior brevidade possível”.
Na primeira versão do regulamento que foi levada a reunião camarária, e que a oposição criticou por não ter sido previamente sujeita à apreciação das juntas, não havia qualquer excepção à obrigatoriedade de os abates de árvores serem objecto de parecer do município.
Nas intervenções que tem feito sobre a matéria, o vereador da Estrutura Verde tem desvalorizado essa questão, frisando que “o mais importante do regulamento” é o facto de ele indicar “em que alturas se deve podar e plantar, seja a câmara ou as juntas” a fazê-lo. “É isto que no fundo interessa para a gestão do arvoredo”, afirmou José Sá Fernandes na última reunião do executivo, em Julho.
Particularmente crítico da proposta de regulamento tem sido o PCP, cujos vereadores consideram que a sua elaboração é um reconhecimento de que, ao nível da gestão do arvoredo, a transferência de competências da câmara para as freguesias “foi um falhanço”. “As juntas não têm em termos técnicos know-how nesta área nem capacidade de intervenção”, afirmou recentemente Carlos Moura.
Já o seu colega de bancada João Ferreira notou que o regulamento prevê “soluções incongruentes, susceptíveis de vir a perpetuar algum tipo de conflitos” entre os diferentes órgãos autárquicos. “Este regulamento surge perante a constatação dos efeitos negativos da passagem da gestão do arvoredo para as juntas mas não resolve os problemas da melhor forma”, concluiu o vereador comunista na reunião pública em que o assunto foi discutido.
O projecto de regulamento que está agora em discussão pública inclui dois anexos: um com as “normas técnicas para implantação e manutenção do arvoredo de Lisboa” e outro sobre as “árvores recomendadas para utilização nos arruamentos de Lisboa”. Em relação à poda, diz-se no primeiro desses anexos que “a poda de manutenção deverá ocorrer quando os serviços competentes da autarquia indicarem, sendo preferencialmente executada entre Novembro e Abril, podendo no entanto ocorrer noutros meses de acordo com circunstâncias devidamente justificadas”. Como se constata através das muitas notícias que sobre o assunto têm vindo a público nos últimos meses, esse período preferencial nem sempre tem sido respeitado pelas juntas de freguesia.
À espera de ser apreciada na Assembleia Municipal de Lisboa está uma petição, entregue a 23 de Julho pela Plataforma em Defesa das Árvores, na qual se pede a “suspensão imediata das operações de poda e abate de árvores na cidade de Lisboa até à entrada em vigor do novo regulamento”. Para justificar esse pedido, os 375 signatários invocam “recentes e múltiplas operações de poda mal sucedidas e o abate mal justificado de árvores um pouco por toda a cidade de Lisboa” e elencam um conjunto de exemplos disso mesmo, entre os quais os do Jardim Cesário Verde (Arroios) e da Avenida Guerra Junqueiro (Areeiro).
Na petição, fala-se também na “forma desrespeitosa como são tratadas as árvores de Lisboa, sobretudo as de alinhamento e as de grande porte”, criticando-se igualmente a “falta de informação prestada pela autarquia” e a realização de “intervenções que em muito ultrapassaram os pareceres técnico-fitossanitários que justificavam/justificariam a sua poda ou abate”.
Nos últimos meses, a Plataforma em Defesa das Árvores, que integra cidadãos individuais e várias organizações não governamentais, endereçou a vários presidentes de junta de Lisboa pedidos de informação escrita sobre as intervenções de poda ou abate que estão previstas para as suas freguesias. Face à ausência de respostas de 12 autarcas, a plataforma dirigiu em Junho uma queixa ao Provedor de Justiça, na qual alega ter sido violada a Lei de Acesso aos Documentos Administrativos.
in PÚBLICO 14 Agosto 2015
Foto: Caldeira com cepo de árvore abatida na Rua Luciano Cordeiro
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
As Árvores e a Cidade: Lodãos na Estefânia
Lodãos na Rua de Dona Estefânia, Freguesia de Arroios. Sem os seus lodãos Lisboa seria mais pobre...
sábado, 1 de agosto de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
«Arroios plantou até a data de hoje 109 novas árvores»
Recebemos a informação, da Junta de Freguesia de Arroios, que foram plantadas até a data 109 novas árvores. Muitas delas vieram substituir cepos que se encontarvam nas caldeiras há vários anos.
Avenida Almirante Reis | Tilia cordata | 3 exemplares
Praça Ilha do Faial | Celtis australis | 5 exemplares
Rua Angra do Heroísmo | Celtis australis | 6 exemplares
Rua do Mindelo | Celtis australis | 7 exemplares
Rua Dona Estefânia | Celtis australis | 7 exemplares
Rua Escola do Exército | Celtis australis | 6 exemplares
Rua Jacinta Marto | Celtis australis | 7 exemplares
Rua José Estevão | Prunus avium | 7 exemplares
Rua Pascoal de Melo | Celtis australis | 25 exemplares
Rua Passos Manuel | Celtis australis | 16 exemplares
Jardim Henrique Lopes de Mendonça | 11 exemplares [4 Magnolia grandiflora, 4 Liquidambar styraciflua, 2 Erythina crista-galli, 1 Prunus pissardi]
Jardim Braamcamp Freire | 9 exemplares [5 Prunus pissardi, 2 Jacaranda mimosifolia, 1 Tilia cordata, 1 Erythina crista-galli] = 109 novas árvores
segunda-feira, 1 de junho de 2015
ÁRVORES DE LISBOA: «Podas e decretos de abate inflamaram ânimos em Lisboa»
"Diz-me, minha alma, pobre alma enregelada, que acharias de ir viver para Lisboa? Deve lá fazer calor, deleitar-te-ias como um lagarto. É uma cidade à beira de água; dizem que é construída em mármore e que o seu povo tem uma tal raiva ao vegetal que arranca todas as árvores. Eis uma paisagem de acordo com o teu gosto: feita de luz e de mineral, com o líquido para a refletir!"
Poucas coisas agradam tanto aos portugueses como citar observações desagradáveis de estrangeiros, de preferência ilustres, sobre o seu país, e estas palavras do francês Charles Baudelaire, publicadas em 1869 em Le Spleen de Paris, parecem dar razão aos que veem na sequência recente de podas e abates o testemunho de uma aversão atávica. Cunharam até, para a caracterizar, o termo "arboricídio" - como em homicídio, ou genocídio, de árvores.
A palavra não é usada na carta-aberta ao novo presidente da autarquia, Fernando Medina, que a recém-criada plataforma Em Defesa das Árvores - que congrega vários grupos e associações (incluindo Fórum Cidadania Lisboa, Quercus Lisboa, Amigos do Jardim Botânico, Plataforma por Monsanto, etc.) - tornou pública na quarta-feira. Mas fala-se em "onda de intervenções radicais e devastadoras que as árvores de Lisboa têm sofrido nas últimas semanas". A saber, "empreitadas de poda, abate e substituição de árvores de alinhamento e de jardim um pouco por toda a cidade, de Alvalade à Estrela, das Avenidas Novas a Arroios, da Graça à Ajuda, com menor ou maior grau de intensidade e número de árvores objeto das mesmas, com mais ou menos gravidade e grau de irreversibilidade, sob esta ou aquela justificação, não poucas vezes caricata, e outras tantas por razões que a razão desconhece".
A ideia da plataforma, que pondera ações em tribunal para impedir abates anunciados, é de que as intervenções descritas não se devem a motivos sérios e ponderados, antes a caprichos e interesses talvez suspeitos: "Cultiva-se a ignorância, acenando com pragas e alergias, velhice excessiva das árvores (quando árvores com 60 anos devem ser consideradas jovens), cataclismos inevitáveis e a corrosão da chapa. Alimenta-se o ódio instalado ao choupo, cipreste, plátano, freixo e, quiçá a breve trecho, à tília, à tipuana e ao jacarandá! Não se percebe de onde vêm os novos espécimes que se plantam, mirrados e sem copa frondosa previsível que não por várias décadas, nem para onde vai a lenha que resulta de tudo isto. De uma assentada, como no caso recente da Guerra Junqueiro, destrói-se a imagem até agora inalterável de um arruamento histórico com 60 anos." in DN, 31 Maio 2015 por Fernanda Câncio
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sexta-feira, 20 de março de 2015
HOJE: Junta de Freguesia da Misericórdia + Escola Padre Abel Varzim + LAJB = 2 ÁRVORES!
Mais um exemplo bem sucedido do projecto da LAJB, «Árvores Para Lisboa»! Em breve anunciaremos novas plantações, em parceria com outras Freguesisas da cidade de Lisboa!
HOJE: Plantação de Árvore na Rua da Hera
Imagens da plantação da segunda Bauhinia variegata na Rua da Hera pelos alunos da Escola Padre Abel Varzim. Todos os 16 alunos participaram de forma activa e empenhada nas duas plantações! As árvores foram oferecidas pela empresa Fitonovo. A LAJB espera que depois desta acção, os alunos da Escola das Gaivotas visitem o nosso Jardim Botânico!
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Lisboa, capital de caldeiras vazias
Rua Bartolomeu de Gusmão, 2 caldeiras vazias, entre muitas da nossa cidade. Se tem conhecimento de caldeiras vazias, ou com cepos/árvores mortas, escreva ao executivo da Junta de Freguesia alertando para o facto e solicitando a plantação de novas árvores. Lisboa capital, agradece!
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
As Árvores e a Cidade: cepos na ALAMEDA
Fotografias de cepos de lódãos na Alameda D. Afonso Henriques, enviadas pela nossa associada Maria João Torgal. A quem compete substituir as árvores mortas na nossa cidade? Freguesias ou CML?
terça-feira, 2 de setembro de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
«No healthy city is complete without trees»
BANGKOK: battle to save the 'big trees'
No healthy city is complete without trees. Planting lots of large trees in urban areas can benefit not only the environment but also the people. That was the main reason behind the launch of the “Urban Tree Care” project.
A collaboration between Chulalongkorn University’s faculty of architecture, Somdet Chaopraya Institute of Psychiatry, PTT Plc and Big Trees Project Group, Urban Tree Care is designed to educate urbanites about the knowledge and skills needed to take care of big trees in their urban areas.
The first course, which started yesterday, was pitched at managers and high-ranking officials whose work relates to big trees in the city, with the aim of enhancing the beauty of the cityscape. After campaigning to raise public awareness about the priceless value of big trees in the city for the past four years, Oraya Sutabutr, from Big Trees Project Group, said the group has received many complaints about tree felling in many areas.
Trees are also cut down to a smaller size instead of being trimmed, while others that are decades-old are felled completely for business purposes, she said. “The complaints reflect the fact that city dwellers are now more active in tree conservation. That encouraged us to work together to come up with a project that can give them knowledge and important skills to take care of big trees in the city,” Ms Oraya said, adding that the skills people learn from the training can even lead to a new occupation such as arborist, which is new to Thai people.
After lengthy discussions, a plan was formed. Chulalongkorn University’s faculty of architecture would be responsible for developing a training programme; Big Trees Project Group would coordinate the parties concerned; Somdet Chaopraya Institute of Psychiatry would provide the room for the training programme, while PTT Plc agreed to be the sponsor.
Topics of discussion in the programme include the life of big trees, the unique characteristics and benefits of urban forestry; basic tools for gardening and tree maintenance; possible dangers posed by big trees as well as how to handle dead trees. Course attendees also learn how to trim branches and deal with root problems, how to maintain big trees on a construction site, how to assess the value of trees and manage tree maintenance.
The programme typically takes 150 hours and includes coursework and a workshop. A field trip is also an important requirement to complete the programme. Taradon Tunduan, an experienced arborist and guest speaker for the programme, said there are two main problems with big trees in urban environments — the tree itself and the effects of the tree on the city’s environment. He has been working with big city trees for many years. Mr Taradon said Thais lack knowledge of big trees. There are only a few people working in this field. “Many don’t realise that some trees are sick and need special care,” he said. He cited the failure to recognise the importance of big trees in the city. When a big tree branches out and gets entangled in electrical wires, the first choice is to keep the wires and cut the tree.
Often they are cut short rather than being trimmed, he added. Trimming a tree makes it pleasing to the eye while helping to reduce possible dangers. However, some trees can be too big and may cause structural damage when dried branches fall on houses, cars and roads during a heavy storm, he warned. Mr Taradon, who has more than two decades of experience, said officers at the Bangkok Metropolitan Administration (BMA) and the Treasury Department and staff at real estate companies don’t fully understand the concept of “big trees in the city”.
“When the idea is mentioned, most of them think of small trees and bushes in a garden,” he said. Singapore is widely recognised for its green space, with a large number of big trees in the urban environment. Mr Taradon said the Singapore government realises the importance of big trees in the city to make it a sustainable green city. Big trees need very good care when they are first planted. They have big roots that can store a quantity of water. They may need occasional care and maintenance when they branch out and threaten structural damage to properties.
Garden trees and ornamental plants are hugely popular in Thailand and they tend to get daily care — watering and trimming. When they are not well taken care of, they dry out and die. “The planting of big trees was a good move for Singapore to achieve the goal of becoming a sustainable green city,” Mr Taradon said, adding that Thailand needs to take the green city concept very seriously before it’s too late. In his view, individuals whose houses have big trees should have priority to acquire knowledge and skills in big tree maintenance. “I’ve learned many families sell their houses which have big trees to real estate companies which want to develop a condominium — and the trees that have been kept for decades are cut down. That’s very regrettable,” Mr Taradon said.
Somneuk Janthanaporn, a Khlongsan district officer and who is attending the training programme, said staff at all Bangkok district offices who are responsible for the cutting down of trees are required to undergo training concerning tree maintenance. However, the knowledge and skills they learn are not applied because of work overload. “Every day we have to work with hundreds of trees, particularly those that branch out and get entangled with wires, as we need to protect people from fires that might occur. You can imagine how much work we handle. If we have to do every step of the job, we are not able to get our tasks done in time,” Mr Somneuk said. Ms Oraya said Big Trees Project Group is using Somdet Chaopraya Institute of Psychiatry for the next operative training programme. “One important thing that we want to see is executives of the BMA and other government officers responsible for maintenance of trees getting the chance to take part in governmental policy covering the green city project,” she said.
The programme began on Tuesday with a lecture on “The life of a big tree”, delivered by national artist emeritus Prof Decha Boonkham, who has frequently castigates the BMA and the Metropolitan Electricity Authority for cutting down trees. The first programme kicked off yesterday and runs to June 11. It is limited to 15 people and the fee is 3,000 baht.
in Bangkok Post, 10/05/2014 Supoj Wancharoen
http://m.bangkokpost.com/latestnews/409027
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