quinta-feira, 4 de novembro de 2010

JARDIM BOTÂNICO é MONUMENTO NACIONAL!

Comunicado do Conselho de Ministros de 4 de Novembro de 2010:

O Conselho de Ministros, reunido hoje na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou os seguintes diplomas:

(...)

5. Decreto que procede à classificação, como monumentos nacionais, do edifício-sede e parque da Fundação Calouste Gulbenkian, da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, do Jardim Botânico de Lisboa e do Campo da Batalha de Aljubarrota e área envolvente, também designado Campo Militar de S. Jorge de Aljubarrota

Este Decreto procede à classificação, como monumentos nacionais:

Da Igreja do Sagrado Coração de Jesus; Do edifício-sede e parque da Fundação Calouste Gulbenkian; Do Jardim Botânico de Lisboa; e Do Campo da Batalha de Aljubarrota e área envolvente.

Trata-se de património que representa um valor cultural de significado para o País e que deve ser objecto de especial protecção e valorização, no quadro da obrigação do Estado de proteger e valorizar o património cultural.

A Igreja do Sagrado Coração de Jesus é um edifício de referência no âmbito da arquitectura portuguesa do século XX, localizada nas proximidades da Avenida da Liberdade. Prémio Valmor de Arquitectura de 1975. É é uma obra dos arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Nuno Portas que inova decisivamente no plano da concepção do espaço litúrgico, e que se enquadra numa estética neo-brutalista, manifestada através do recurso a materiais como o betão armado, painéis e blocos pré-fabricados, que nos deu algumas obras de enorme qualidade artística e cultural.

O conjunto do edifício-sede e parque da Fundação Calouste Gulbenkian constitui uma obra de dimensão, programa e competência técnica excepcionais, de importância e significado referenciais na arquitectura nacional e internacional. Também foi Prémio Valmor em 1975, concebido pelos arquitectos Ruy Athouguia , Alberto Pessoa , Pedro Cid , Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto .

O Jardim da Faculdade de Ciências começou a ser plantado a partir de 1858 e, na sua génese, aparece ligado ao desenvolvimento e ao ensino das ciências naturais, especialmente, da botânica. Inaugurado em 1878, resultando dos trabalhos iniciados em 1973 pelos professores Conde de Ficalho e Andrade Corvo e da actuação dos jardineiros-paisagistas Edmond Goeze e Jules Daveau, o Jardim Botânico de Lisboa conta com diversas espécies tropicais, oriundas da Nova Zelândia, Austrália, China, Japão e América do Sul, constituindo uma das mais valiosas colecções botânicas em Portugal.

(...)

1 comentário:

Rolando disse...

ola. estive aqui. ele é lindo. apareça por lá. abraços.