É com grande indignação que publicamos aqui estas imagens do horrendo crime perpetrado pela Câmara Municipal de Lisboa na Ribeira das Naus. Trata-se de uma visão horrenda, imprópria de uma capital da Europa do séc. XXI - imagens que deveriam correr todos os países do Mundo onde exista respeito e amor pela Natureza. Fotos: cortesia da Associação Lisboa Verde.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
Visita guiada ao Jardim Botânico: amanhã, domingo dia 21 de Abril às 10H
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico tem o prazer de informar que se realizará uma visita ao nosso Jardim no próximo dia 21 de Abril ( domingo ), às 10H, com concentração à entrada do mesmo (junto da bilheteira).
Informamos ainda, que a visita será guiada por Ivo Meco um dos nossos guias galardoado com o prémio “BROTERO” do Curso de Guias do Jardim Botânico e terá como título:
"Monumentos: As Árvores na Memória da Humanidade".
Esta visita insere-se no âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios Históricos, que se comemora a 18 de Abril.
A DIRECÇÃO DA LAJB
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Contributo para a ZEP do Jardim Botânico apresentado a 26 de Julho de 2012
A Plataforma congratula-se com a aprovação pelo Conselho Nacional de Cultura de uma proposta para a delimitação da ZEP do Jardim Botânico, a qual abrange uma área que tem sido objecto de diversas intervenções inadequadas, desde a abertura do processo administrativo para a sua classificação como Monumento Nacional em 1970.
A fundamentação que justifica a delimitação incide sobre os aspectos essenciais, apresentando uma boa ilustração dos mesmos – com excepção da questão da circulação superficial e subterrânea da água, a qual está omissa.
Os objectivos enunciados encontram-se bem concretizados na pormenorização e ilustração dos critérios de delineação da ZEP. Contudo considera-se que aqueles objectivos não serão cabalmente assegurados com a área de protecção agora proposta, pelo que se justifica uma correcção da mesma nos seguintes aspectos:
- Alargamento da ZEP, de forma a abranger a totalidade do quarteirão delimitado pelo Parque Mayer, a Av. da Liberdade e a Praça da Alegria – ligação fundamental para a circulação atmosférica e hídrica;
- Alargamento a toda área delimitada pela R. Barata Salgueiro e a Av. da Liberdade – pelas interferências visuais sobre o Jardim, muito bem ilustradas na fundamentação já referida;
- Alargamento ainda, ao conjunto das fachadas-sul da R. Escola Politécnica – pelas interferências visuais e pela escala que actualmente conferem ao conjunto Jardim/Edifício da Faculdade de Ciências, conforme estabelecido no Despacho do MOP de 1962;
- Inclusão de todos os logradouros dos edifícios incluídos na ZEP, nomeadamente os a norte da R. do Salitre.
Estranha-se não ter sido encarada uma “zona non aedificandi” onde ainda é possível, pelo que se propõe o seu estabelecimento, conforme planta anexa. Entende-se que a “protecção” conferida ao Jardim Botânico e determinada pelas regras estabelecidas pelo PP do Parque Mayer para as novas construções, se restringe meramente à sua localização a 1.20m de distância mínima e à não ultrapassagem em altura da Cerca Pombalina - o que representa uma medida de acção superficial, uma vez que garante apenas o controlo visual. Considera-se que aspectos como a permeabilidade do solo e
sub-solo, a drenagem das águas subterrâneas, a circulação atmosférica e a continuidade visual e ecológica entre o Jardim e os espaços abertos contíguos não foram acautelados, ficando estes comprometidos com a construção permanente admitida para os actuais logradouros pelo PP do Parque Mayer.
Solicita-se ainda informação sobre a elaboração do Plano de Pormenor de Salvaguarda para a área abrangida pela ZEP e sobre a previsão de suspensão do Plano de Pormenor do Parque Mayer.
Lisboa, 26 de Julho de 2012
A Plataforma Em Defesa do Jardim Botânico
FOTO: alteração da área da ZEP, proposta pela Plataforma Em Defesa do Jardim Botânico
segunda-feira, 15 de abril de 2013
21 ABRIL, 10H: Visita guiada ao Jardim Botânico
Estimada/o associada/o
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico tem o prazer de informar que se realizará uma visita ao nosso Jardim no próximo dia 21 de Abril ( domingo ), às 10H, com concentração à entrada do mesmo (junto da bilheteira).
Informamos ainda, que a visita será guiada por Ivo Meco um dos nossos guias galardoado com o prémio “BROTERO” do Curso de Guias do Jardim Botânico e terá como título:
"Monumentos: As Árvores na Memória da Humanidade".
Esta visita insere-se no âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios Históricos, que se comemora a 18 de Abril.
A DIRECÇÃO DA LAJB
Foto: um dos "monumentos" do Jardim, a Araucaria columnaris
domingo, 14 de abril de 2013
Observatório Astronómico no Jardim Botânico!
O notável Observatório Astronómico, erguido para a antiga Escola Politécnica entre 1875 e 1898, está em perigo enquanto se espera por um Mecenas. Como é possível que o Estado Português seja indiferente à degradação e ruína deste Monumento Nacional? A LAJB só pode manifestar a sua profunda indiganação. A notícia aqui:
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Fixada a ZEP do Jardim Botânico (MN): Portaria n.º 221/2013
Fixada a Zona Especial de Protecção (ZEP) do Jardim Botânico (Monumento Nacional) no dia 26 de Março de 2013:
Portaria n.º 221/2013
Portaria n.º 221/2013
Analisada esta Portaria verificamos que não foram acolhidas as propostas de revisão apresentadas pela "Plataforma Em Defesa do Jardim Botânico" no âmbito da Consulta Pública. Tanto a redacção do texto, como do desenho, a área de protecção é exactamente a que a tutela da Cultura tinha proposto. Lamentamos ainda que esta ZEP constitua um recuo significativo em relação ao diploma de 1962 onde a ZEP era muito mais abrangente dando assim melhor resposta à salvaguarda do contexto do Jardim Botânico.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Jardim Botânico: «Um dos Melhores de Lisboa»
Foi com muito prazer que lemos o artigo especial na passada semana na revista Time Out e verificar que, e apesar dos probelmas que afectam o nosso Jardim Botânico, ele ainda é considerado um dos melhores e mais belos de Lisboa. Muito obrigada Time Out!
Ficou talvez por referir que neste local nasceu a primeira, e portanto a mais antiga, associação de defesa de um Jardim Botânico em Portugal. A pioneira "Liga dos Amigos" foi fundada em 1986 e está perto de celebrar 30 anos de existência. Por último também faltou referir o importante facto de que o Jardim foi seleccionado para o Observatório Mundial de Monumentos (WATCH) da World Monuments Fund. Para saber mais sobre esta distinção e oportunidade oferecida ao nosso Jardim Botânico, bastará consultar o nosso blogue ou a página daquela organização internacional de defesa do património em www.wmf.org
Saudações Botânicas da LAJB
«(...) Este jardim é o segundo jardim botânico português classificado como Monumento Nacional e tem quase cerca de 1500 espécies distintas que preenchem os seus quatro hectares. Isto sem esquecer o Observatório Astronómico da Escola Politécnica (1898), único observatório de ensino existente em Portugal (que está em remodelação), a primeira estação meteorológica portuguesa (1853), que ainda se encontra operacional, e o Borboletário, que está aberto desde 2005.»
in Time Out Lisboa, de 3 a 9 de Abril de 2013, nº 288, pp. 21
terça-feira, 9 de abril de 2013
Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles recebe «Nobel» da Arquitectura Paisagista
O Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, associado da LAJB e patrono da candidatura bem sucedida do nosso Jardim Botânico ao WATCH da World Monuments Fund (www.wmf.org), está de parabéns por este reconhecimento internacional da sua notável carreira em prol do bem comum. PARABÉNS AMIGO GONÇALO RIBEIRO TELLES!
Notícias aqui: http://expresso.sapo.pt
http://www.publico.pt/cultura
domingo, 7 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Operação de Tratamento nas Palmeiras do Jardim Botânico: 6 Dezembro de 2012
Mais algumas imagens dos trabalhos de tratamento contra a chamada "Praga das Palmeiras", em exemplares no nosso Jardim Botânico em Dezembro passado. Infelizmente tudo indica que 3 das palmeiras, incluíndo a que se vê nas imagens, não sobreviveram ao ataque.
Operação de Tratamento nas Palmeiras do Jardim Botânico de Lisboa
Informação aos associados da LAJB
Operação de tratamento nas palmeiras do Jardim Botânico de Lisboa
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) está a colaborar com a Direcção do Jardim Botânico patrocinando tratamentos preventivos e curativos da nossa rica colecção de palmeiras.
O que é a praga do "escaravelho-das-palmeiras"?
O insecto causador é o Rhynchophorus ferrugineus, vernáculo "escaravelho-das-palmeiras", um escaravelho do grupo dos curculionídeos (gorgulhos), originário da Ásia oriental e Polinésia, tendo-se expandindo para outras regiões ocidentais, Norte de África e mais recentemente também para o sul da Europa. É um insecto de grandes dimensões em adulto, 2-5cm, e também na forma larvar. Foi sinalizado no Algarve na segunda metade da década de 2000 onde já provocou avultadas perdas e prejuízos em espaços públicos e privados. Em 2010 foi sinalizado na cidade de Lisboa. Actualmente está a devastar palmeiras em todo o país.
Infelizmente esta praga está presente no Jardim Botânico desde pelo menos 2011 e actualmente há 5 palmeiras da espécie Phoenix canariensis Chabaud seriamente afectadas. As bem conhecidas "Palmeiras das Canárias", tão características da paisagem urbana de Lisboa, são particularmente vulneráveis ao escaravelho.
O que se está a fazer para prevenir a morte de palmeiras no Jardim Botânico?
Quando uma palmeira está infectada é necessário proceder-se à poda terapêutica, isto é, são cortadas as folhas e a parte do meristema (tecido vivo responsável pelo crescimento da palmeira - formação de folhas e flores) onde há larvas do escaravelho. Depois procede-se à limpeza do material cortado para que não fiquem tecidos mortos, nem escaravelhos, principalmente no estado adulto. Em seguida é instalado um tubo de plástico ao longo do espique da palmeira até alcançar o seu topo. Por este tubo se conduz, periodicamente, produtos de tratamento químico ou biológico. Em Dezembro de 2011 foram instaladas estas tubagens de plástico em 18 palmeiras mas no início do verão foi verificado que a maior parte das tubagens tinha sido destruída por roedores. A LAJB está também a patrocinar a substituição dos tubos roídos por novas tubagens mais resistentes. Esta nova fase de trabalhos nas palmeiras decorreu entre os dias 3 e 12 de Dezembro de 2012. A comparticipação da LAJB foi de 1256.81 euros.
O que podemos fazer enquanto cidadãos?
O Jardim Botânico produziu um folheto sobre esta questão(http://www.mnhn.ul.pt/pls/portal/docs/1/332082.PDF) que sugere diversas medidas que visam o controle e erradicação desta praga, e que devem ser tomadas com carácter de urgência em todas as plantas e áreas afectadas. Se conhece alguma palmeira com sintomas de estar infectada, informe o proprietário das medidas que deve tomar.
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Manuela Correia
segunda-feira, 1 de abril de 2013
«O murchar das palmeiras»
Por Helena Freitas 06/02/2013 - Público
Controlar e assegurar a sanidade dos materiais de propagação e monitorizar e erradicar as doenças não é possível sem recursos técnicos adequados.
Nos últimos tempos, em especial quem vive nas cidades tem sido surpreendido com a mortalidade de muitas palmeiras, que subitamente desaparecem das praças e das ruas da cidade, ou dos jardins de algum vizinho.
Alguns terão mesmo respondido com mágoa a um mandado irrefutável, sendo obrigados a abater palmeiras agonizantes que ornamentavam há muitos anos os seus jardins.
De uma forma ou de outra, percebemos que há um problema grave com as palmeiras, e a própria imprensa tem feito divulgação das ocorrências e da doença que as afecta. Neste caso, o flagelo fica a dever-se à voracidade de um insecto não originário da Europa (Rhynchophorus ferrugineus), que ataca um vasto leque de palmeiras, as quais tipicamente usamos para ornamentar as avenidas e jardins de muitas cidades do país.
Este insecto já está presente em todos os países mediterrânicos e ameaça condenar a esmagadora maioria das palmeiras nesta região. A gravidade e o potencial de expansão desta doença determina que as palmeiras importadas de países terceiros afectados devem ficar em quarentena, para que as autoridades possam actuar, detectando eventuais sinais precoces da doença.
Este é um procedimento normal na prevenção da disseminação de doenças e está naturalmente previsto para as plantas. Todavia, controlar e assegurar a sanidade dos materiais de propagação e monitorizar e erradicar as doenças não é possível sem recursos técnicos adequados.
Embora de natureza distinta, destaco uma outra praga que se disseminou recentemente no país, com grave impacto económico, e que a maioria dos portugueses acompanhou: a do nemátode-da-madeira-do- pinheiro ou murchidão-dos-pinheiros. Esta última deve-se à actuação da espécie Bursaphelenchus xylophilus, levando à morte do pinheiro num intervalo de poucas semanas ou meses. Os sintomas traduzem-se no rápido amarelecimento das agulhas, até atingirem uma cor vermelho-acastanhada, bem como uma súbita redução da produção de resina. A propagação do nemátode e a infecção de novas árvores depende de um insecto-vector.
Recordo estas duas situações de calamidade associadas à mortalidade de espécies vegetais, sendo uma espécie de interesse ornamental e uma espécie florestal com forte impacto económico, mas podia citar muitas outras, em particular as doenças que nunca deixam de ameaçar sectores vitais da nossa economia, como a fruticultura nacional ou mesmo o importante sector do vinho.
Ao fazê-lo, tenho dois propósitos: por um lado, manifestar a preocupação que tenho com a perda de recursos e competências do Estado para monitorizar e resolver situações fitossanitárias que são cada vez mais complexas, entre outras coisas, porque as causas também o são, e, por outro, chamar a atenção para a necessidade de pensar os ecossistemas e as espécies seleccionadas em meio urbano, não apenas pela sua expressão estética ou por conveniência de momento, mas também na perspectiva de se evitarem espécies mais susceptíveis às pragas, o que acontecerá mais facilmente quando a escolha se sustenta numa importação pouco cuidadosa de espécies exóticas, tantas vezes desadequadas aos espaços que as acolhem.
Foto: palmeira morta no Largo da Graça em Lisboa
Alguns terão mesmo respondido com mágoa a um mandado irrefutável, sendo obrigados a abater palmeiras agonizantes que ornamentavam há muitos anos os seus jardins.
De uma forma ou de outra, percebemos que há um problema grave com as palmeiras, e a própria imprensa tem feito divulgação das ocorrências e da doença que as afecta. Neste caso, o flagelo fica a dever-se à voracidade de um insecto não originário da Europa (Rhynchophorus ferrugineus), que ataca um vasto leque de palmeiras, as quais tipicamente usamos para ornamentar as avenidas e jardins de muitas cidades do país.
Este insecto já está presente em todos os países mediterrânicos e ameaça condenar a esmagadora maioria das palmeiras nesta região. A gravidade e o potencial de expansão desta doença determina que as palmeiras importadas de países terceiros afectados devem ficar em quarentena, para que as autoridades possam actuar, detectando eventuais sinais precoces da doença.
Este é um procedimento normal na prevenção da disseminação de doenças e está naturalmente previsto para as plantas. Todavia, controlar e assegurar a sanidade dos materiais de propagação e monitorizar e erradicar as doenças não é possível sem recursos técnicos adequados.
Tendo em conta a escassez de meios de que dispomos, pode admitir-se que se trata de uma situação de algum modo fora de controle.
Sendo a eficácia da praga quase garantida, e tendo em conta a escassez de meios de que dispomos, pode admitir-se que se trata de uma situação de algum modo fora de controle, pois está muito dependente do conhecimento e vigilância das pessoas e da pronta actuação das autoridades com responsabilidade nestas áreas.Embora de natureza distinta, destaco uma outra praga que se disseminou recentemente no país, com grave impacto económico, e que a maioria dos portugueses acompanhou: a do nemátode-da-madeira-do-
Recordo estas duas situações de calamidade associadas à mortalidade de espécies vegetais, sendo uma espécie de interesse ornamental e uma espécie florestal com forte impacto económico, mas podia citar muitas outras, em particular as doenças que nunca deixam de ameaçar sectores vitais da nossa economia, como a fruticultura nacional ou mesmo o importante sector do vinho.
Ao fazê-lo, tenho dois propósitos: por um lado, manifestar a preocupação que tenho com a perda de recursos e competências do Estado para monitorizar e resolver situações fitossanitárias que são cada vez mais complexas, entre outras coisas, porque as causas também o são, e, por outro, chamar a atenção para a necessidade de pensar os ecossistemas e as espécies seleccionadas em meio urbano, não apenas pela sua expressão estética ou por conveniência de momento, mas também na perspectiva de se evitarem espécies mais susceptíveis às pragas, o que acontecerá mais facilmente quando a escolha se sustenta numa importação pouco cuidadosa de espécies exóticas, tantas vezes desadequadas aos espaços que as acolhem.
Foto: palmeira morta no Largo da Graça em Lisboa
sábado, 30 de março de 2013
«Boa Páscoa» da Cristina Girão
Recebemos esta mensagem com votos de Boa Páscoa, que retribuimos, da nossa associada Cristina Girão:
Boa Páscoa!!
Ok! Pronto, há alturas em que me dá para ser piegas, mas a
verdade é que às vezes também faz falta um pouco de “mel” na vida.
Por isso, num tempo em que, diariamente, 5 portuguesas e
portugueses (mais mulheres do que homens) se suicidam… Em que os nossos
familiares e amigos emigram, como nos anos 60, e às vezes o dinheiro parece que
não chega… Nos dias em que a chuva parece não querer parar… Nos dias em que não
parece Primavera, é bom pararmos e olharmos as tílias da R. Camilo Castelo
Branco (mesmo aqui ao lado) e repararmos que as novas folhinhas começam a
aparecer… É bom vermos que as olaias estão vestidas de rosa, como meninas
prontas para uma festa… Que os freixos estão cheios de amentilhos (que mania a
deles de terem as estruturas reprodutoras antes das folhas, mas as plantas são
assim, cada uma com sua estratégia e elas lá sabem porquê…). Que, às vezes, há
crianças e mulheres vítimas de violência infantil que esquecem a sua dor e ficam
felizes quando celebramos com elas a chegada da Primavera e o dia das florestas…
de todas as florestas… de todas as árvores…
Porque há dias assim e porque a Páscoa tem a ver com isso
mesmo, com renovação, aqui vão os meus votos de Boa Páscoa, mesmo continuando a
haver suicídios todos os dias e crianças tristes, pensemos que é possível
mudar(mos) e a natureza dá-nos bem provas disso com as novas folhas e flores e
cheiros e (atchim! alergias!)
BOA PÁSCOA E O RESTO SÃO AMÊNDOAS!!!
Foto: Olaia em flor no Parque do Monteiro Mor, Lisboa.
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sexta-feira, 29 de março de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Jardim Botânico de Honk Kong I
The Hong Kong Zoological and Botanical Gardens (HKZBG) is located on the northern slope of Victoria Peak with a highest point of 100 metres and a lowest point of 62 metres above sea level. HKZBG, occupies an area of 5.6 hectares was founded in 1871 as a Botanic Garden and renamed in 1975 as Botanical and Zoological Gardens to reflect the increased commitments to zoological exhibits. Construction works of the Garden started in 1860 and the first stage was opened to the public in 1864.
Mr. Charles Ford was the first Superintendent of Gardens, appointed in 1871. Having served as a temporary Government House from 1841 to 1842, the Garden was still called "Bing Tau Fa Yuen" by the Chinese. Bounded by Garden Road, Robinson Road, Glenealy and Upper Albert Road, the Garden was divided into two parts by Albany Road, but linked by a subway. The eastern part of the Garden is known as the Old Garden where a Children's Playground, Aviaries, Green House and a Fountain Terrace Garden are found. The New Garden in the west is mainly the home of mammals and reptiles
PLANTS
There are more than 1,000 species in the Garden planted in such a way as to achieve natural beauty. Most of them are indigenous to tropical and sub-tropical regions.
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Although small, the botanical collection includes members of the major plant groups such as Conifer, Fig, Palm, Gum Trees, Magnolia, Camellia, Azalea, Philodendron of exotic origin as well as the native flora. The Dawn Red-wood, the local Ailanthus, Crapnell's Camellia, Grantham's Camellia and Yellow Camellia provide rarity. The Norfolk Island Pine, Travellers-tree, Royal Palm, Asoka Tree, Forest Grey Gum and the Elephant Apple provide distinctive features in form, leaf-shape, bark and fruit. The Garden is frequently filled with the fragrance of Roses, Mock Lime, Orange-jessamine, Kwai-fah, Chinese Privet and the White Jade Orchid Tree. Conspicuous flowers are produced throughout the seasons by Hong Kong Orchid Tree, Camel's Foot Tree, Coral Tree, Stiff Bottle-brush, Spider Tree, Wormia, Candlenut Tree and Kassod Tree in sequence; while autumn foliage is displayed by the Sweet Gum and Bald Cypress. Visitors can see all these trees identified with labels as they walk along the footpaths.
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A Herb Garden is located in the southern corner of the Garden and the shrub collection is mainly centralised at the Fountain Terrace Garden where a regular display of colourful blooms is maintained.
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A Greenhouse standing at the eastern boundary houses over 150 native and exotic species including orchids, ferns, bromeliads, climbers and house plants etc.
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Convocatória: 6 de Abril de 2013, 14H
Convocam-se os Associados da Liga dos Amigos do Jardim Botânico para uma Assembleia Geral Extraordinária, conforme os Artigos 8º, 9º Ponto 2 e parágrafo único, 10º alínea b) e 12º, que terá lugar dia 6 de Abril às 14H, no Anfiteatro de Botânica Prof. Aurélio Quintanilha, na R. da Escola Politécnica, nº 58, em Lisboa. Não se verificando a condição do Artigo 9º Ponto 1, a Assembleia realizar-se-á 1 hora depois, com o número de Associados presentes.
ORDEM DE TRABALHOS
Ponto único - Alteração dos Estatutos (continuação)
Lisboa, 22 de Março de 2013
A Presidente da Direcção
Maria Manuela Soares Correia, Drª.
Associada nº.149
Notas:
1 - No sentido de privilegiármos a utilização dos transportes públicos, indicamos os seguintes meios: METRO, linha amarela (Rato) e Carris, carreiras 758 e 773.
2 - Para actualizarmos a nossa base de dados, agradecemos que nos seja indicado o endereço electrónico dos associados que o possuírem.
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sexta-feira, 22 de março de 2013
Bairro Azul: Amanhã, Visita Guiada
Amanhã, às 15H, visita guiada, gratuita, no âmbito do Dia Nacional dos Centros Históricos. Um desafio do Fórum Cidadania Lx para reflectirmos e questionarmos os conceitos e defenições de "património" e de "centro histórico". Vamos olhar o Património do séc. XX.
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Bairro das Colónias: Amanhã, Visita Guiada
Amanhã, às 10H, visita guiada, gratuita, no âmbito do Dia Nacional dos Centros Históricos. Um desafio do Fórum Cidadania Lx para reflectirmos e questionarmos os conceitos e defenições de "património" e de "centro histórico". Vamos olhar o Património do séc. XX.
quinta-feira, 21 de março de 2013
As Árvores e os Livros: António Vieira Borges
«O que seria uma Pátria sem Árvores? Um deserto sem fim, um corpo sem alma, um planeta sem luz solar, uma mãe desolada sem filhos! Mas... sabeis vós bem, meus meninos, o que seja a Pátria? A Pátria sois vós mesmos e os vossos jogos infantis, os vossos passeios à beira-mar e ao campo, é o vosso pai, a vossa mãe e os vossos irmãos; é este torrão do litoral, onde o mundo acaba e o mar começa.»
António Vieira Borges, Árvore e Pátria, 1914, pp. 12-13
Foto: Parque Eduardo VII. O que seria Lisboa sem Árvores? Para imaginar tal cenário basta passar por um dos muitos arruamentos sem árvores que Lisboa infelizmente ainda mostra... e são na ordem das centenas as ruas, largos, pracetas, praças e até avenidas sem árvores.
HOJE: DIA DA ÁRVORE!
«Mais encontrarás nos bosques que nos livros; as árvores e as pedras ensinar-te-ão o que nenhum mestre jamais te ensinará»
S. Bernardo
Foto: Lodão na Colina do Casatelo em Lisboa
sábado, 16 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
Esta Palmeira não temos no nosso Jardim: ELAEIS GUINEENSIS
O nosso Jardim Botânico não tem nas suas colecções vivas um exemplar desta famosa palmeira da África tropical, bem conhecida pelo óleo alimentar que se obtém dos seus frutos. Esta, assim como tantas outras plantas de grande importância para contar a história entre o Homem e as Plantas dos trópicos, só poderiamos ter se já houvesse uma nova estufa, pensada e projectada para exposição de plantas que não conseguem sobreviver ao ar livre em Lisboa. O exemplar na imagem foi fotografado no Jardim Botânico de Penang (Malásia). Esta palmeira, originária do Oeste do continente Africano, foi primeiro levada para o Jardim Botânico de Singapura em 1870. As sementes deste primeiro exemplar estiveram na origem das primeiras plantações da Península da Malásia. Hoje em dia, enormes plantações desta palmeira dominam a paisagem de várias regiões da Malásia, Indonésia e Tailândia com grandes prejuízos para a rica biodiversidade desta parte do mundo.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Palmeira morta no logradouro da Rua de São Mamede nº 19 (Propriedade Municipal)
A chamada "Praga das Palmeiras" continua a destruir belíssimos exemplares por toda a Lisboa, como é o caso desta centenária Palmeira das Canárias num jardim de um imóvel municipal sito na Rua de São Mamede nº 19. A LAJB já informou a CML desta nova vítima no centro histórico da nossa capital, na Freguesia da Sé. A paisagem verde de Lisboa está a ficar mais pobre...
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
CARTA de FLORENÇA: Protecção legal e administrativa
CARTA DOS JARDINS HISTÓRICOS - ICOMOS, 1981
O Comité Internacional dos Jardins Históricos do ICOMOS-IFLA reunido em Florença em 21 de Maio de 1981 decidiu elaborar uma carta relativa à salvaguarda dos jardins históricos que assumirá o nome desta cidade. Esta carta foi redigida pelo Comité e registada pelo ICOMOS em 15 de Dezembro de 1982 como complemento da Carta de Veneza neste domínio particular.
Protecção legal e administrativa
Artigo 23 - Compete às autoridades responsáveis, depois de ouvidos os especialistas competentes, tomar as disposições legais e administrativas adequadas a identificar, inventariar e proteger os jardins históricos. A sua salvaguarda deve ser integrada nos planos de ocupação dos solos e nos documentos de planificação e ordenamento do território. É também competência das autoridades responsáveis, com base no parecer de especialistas, criar as medidas financeiras adequadas para favorecerem a manutenção, a conservação, o restauro e eventualmente a reconstituição dos jardins históricos.
Artigo 24 - Pela sua natureza, o jardim histórico é um dos elementos do património cuja sobrevivência exige maiores cuidados permanentes de pessoas qualificadas. É portanto conveniente implementar uma pedagogia adequada que permita assegurar a formação dessas pessoas, quer se tratem de historiadores, arquitectos, arquitectos paisagistas, jardineiros ou botânicos. Por outro lado, deve assegurar-se a produção regular das espécies vegetais susceptíveis de entrar na composição dos jardins históricos.
Artigo 25 - O interesse pelos jardins históricos deve ser estimulado por todas as acções adequadas à valorização deste património e a torná-lo mais conhecido e apreciado: promoção da investigação científica, contactos internacionais e difusão de informação, publicação e divulgação, encorajamento da abertura controlada dos jardins ao público, sensibilização dos meios de comunicação social para o respeito pela Natureza e pelo património histórico. Os jardins históricos mais importantes poderão ser propostos para figurar na Lista do Património Mundial.
Nota
Estas recomendações adequam-se ao conjunto dos jardins históricos do mundo. Esta Carta será posteriormente susceptível de complementos específicos aos diversos tipos de jardins, descrevendo de forma sucinta as suas tipologias.
in CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999
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