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segunda-feira, 27 de junho de 2016
"As Coberturas-Jardim do Edifício Gulbenkian" - uma visita dos Amigos do Jardim Botânico!
Fotografias da visita de domingo dia 26 de Junho de 2016 da autoria da nossa associada Cristina Girão. Saudações Botânicas para todos!
Amigos do Botanico visitam as "Coberturas - Jardim" do Edifício Gulbenkian em Lisboa
O nosso guia Carlos Carrilho [e associado da LAJB] levou-nos a descobrir esta faceta maravilhosa do "Monumento Gulbenkian" - verdadeiro monumento mundial de paisagem erguida pelo Homem. Tivemos a oportunidade de conhecer a grande cobertura-jardim da entrada que cobre o parque de estacionamento que surpreende por ter um bosque e podemos ver uma maquete e desenhos originais assinados pelo arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles presentes numa mostra dedicada ao 60 anos da Gulbenkian. E ainda subimos as coberturas do grande auditorio e do edifício sede. Muito obrigado Carlos Carrilho pela exelente visita guiada!
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
“Os Verdes” querem saber para quando está prevista a realização do Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico
“Os Verdes” querem saber para quando está prevista a realização do Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico
O Jardim Botânico de Lisboa foi declarado Monumento Nacional pelo Decreto 18/2010, de 28 de Dezembro, o que obriga, nos termos do artigo 53º da Lei de Bases do Património Cultural, ao estabelecimento de um plano de pormenor de salvaguarda para a área a proteger, no qual se estabelecem as orientações estratégicas de actuação necessárias à sua preservação e valorização.
Por outro lado, o Município de Lisboa e a Universidade de Lisboa celebraram um protocolo, em 14 de Junho de 2012, no âmbito do qual a Câmara Municipal de Lisboa comprometia-se a promover junto dos órgãos municipais competentes a aprovação de um subsídio anual consagrado à manutenção, valorização e funcionamento do Jardim Botânico de Lisboa.
Desta forma, o Grupo Municipal do Partido Ecologista «Os Verdes», através deste requerimento, pretende saber para quando a CML prevê a apresentação dos termos de referência referentes ao Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico de Lisboa, bem como a apresentação de uma proposta pela autarquia que consagre a atribuição de um subsídio anual destinado à sua manutenção, valorização e funcionamento.
REQUERIMENTO
O Jardim Botânico de Lisboa foi declarado Monumento Nacional pelo Decreto 18/2010, de 28 de Dezembro, o que obriga, nos termos do artigo 53º da Lei de Bases do Património Cultural, ao estabelecimento de um plano de pormenor de salvaguarda para a área a proteger, no qual se estabelecem as orientações estratégicas de actuação necessárias à sua preservação e valorização;
Considerando que foi celebrado um protocolo, em 14 de Junho de 2012, entre o Município de Lisboa e a Universidade de Lisboa, no âmbito do qual a Câmara Municipal de Lisboa se comprometia a promover junto dos órgãos municipais competentes a aprovação de um subsídio anual consagrado à manutenção, valorização e funcionamento do Jardim Botânico de Lisboa;
Considerando ainda que o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, com o seu notável conjunto de espécies botânicas, representa um património de inegável interesse do ponto de vista histórico, cultural, científico e paisagístico, que urge reabilitar e recuperar para usufruto da Humanidade;
Considerando que, em 2013, «Os Verdes» questionaram o executivo sobre esta matéria e, uma vez, que não se sabe os termos de referência referentes ao Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico de Lisboa e o valor do subsídio anual da CML consagrado à sua manutenção, valorização e funcionamento.
Assim, ao abrigo da al. j) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:
1 – Quais as diligências levadas a cabo pela Direcção Municipal de Planeamento, Reabilitação e Gestão Urbana para iniciar os procedimentos necessários à elaboração do Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico de Lisboa?
2 – Para quando prevê o executivo a apresentação dos termos de referência referentes ao Plano de Salvaguarda do Jardim Botânico de Lisboa?
3 – Para quando prevê o executivo camarário a apresentação de uma proposta que consagre um subsídio anual destinado à manutenção, valorização e funcionamento do Jardim Botânico de Lisboa?
Lisboa, 30 de Novembro de 2015
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes”
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quarta-feira, 10 de junho de 2015
MONUMENTO NACIONAL: O PINHEIRO DE TIBÃES
Existem 3 árvores classificadas na Cerca Monástica de Tibães. Mas nenhuma delas tem a presença e majestade do Pinheiro de Tibães, com os seus 47 metros de altura. Este é o pinheiro-bravo mais alto de Portugal, e o segundo com maior Perímetro à Altura do Peito (PAP). Para saber mais consultar o website do ICNF:
http://www.icnf.pt/portal/florestas/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/555&Concelho=&Freguesia=&Distrito=
sábado, 23 de maio de 2015
VIAGEM DA LAJB A TIBÃES
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico vai realizar um passeio ao Mosteiro de São Martinho de Tibães em Braga no fim de semana de 6 e 7 de Junho de 2015. Este passeio conta com o apoio do Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães: http://amigosdetibaes.blogspot.pt/
Com fundação anterior à própria nacionalidade (recebeu Carta de Couto de D. Henrique e Dª Teresa em 1110), Tibães tornou-se em 1567 na Casa-Mãe da Congregação Beneditina de Portugal e do Brasil. No séc. XVII deu-se início a uma grande campanha de reedificação e ampliação que se prolongaria até ao final do séc. XVIII altura em que se viria a transformar num dos mais originais centros de produção artística do Barroco nacional.
Propriedade do Estado desde 1986, tem recebido desde então profundas e diversas obras de restauro e reabilitação - foi objecto de 3 fases de Candidatura a Fundos Comunitários (FEDER) de 1994 a 2009. Em 1998 venceu o Prémio Internacional Carlo Scarpa per il Jiardino. Classificado, desde 1944, como Imóvel de Interesse Público, está actualmente em vista a sua reclassificação como Monumento Nacional.
Tibães é um antigo e maravilhoso conjunto patrimonial criado ao longo de quase 1 milénio pelo Homem e a Natureza: http://www.mosteirodetibaes.org/
Nota: esta viagem já se encontra com todos os lugares reservados; em virtude do grande interesse e procura por parte dos nossos asociados estamos a considerar repeti-la em 2016. Até lá, muito obrigado a todos!
sábado, 16 de maio de 2015
23 de Maio: Visita guiada ao JARDIM DA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
DATA: 23 de MAIO - 10H30M
GUIA DA VISITA: Carlos Carrilho
TEMA: "Jardim Gulbenkian – um jardim de jardins"
LOCAL DE ENCONTRO: Entrada da Fundação (Av. de Berna, 45 A).
ORGANIZAÇÃO: Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB).
INSCRIÇÃO: Visita limitada a 20 participantes.
É necessário inscrição prévia para o email: amigosdobotanico@gmail.com; TM: 962 112 171
O conjunto formado pelo edifício-sede, museu e jardim da Fundação Calouste Gulbenkian foi classificado Monumento Nacional a 4 de Novembro de 2010 (Decreto nº 18/ 2010 - Diário da República, 1.ª série - N.º 250 - 28 de Dezembro de 2010). O edifício-sede da Fundação Calouste Gulbenkian, foi também distinguido com o Prémio Valmor em 1975.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Lago de Baixo: Hoje, 2 anos depois das "obras"...
Aspecto do Lago de Baixo do Jardim Botânico, no Arboreto. Está assim, hoje em dia, passados 2 anos e meio após "obras" que tiveram direito a cerimónia de "reabertura" do Jardim Botânico, no dia 14 de Junho de 2012. Estamos perante mais um exemplo do dinheiro dos contribuintes deitados ao lixo.
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Fachada do BRITISH MUSEUM em 2012
Fachada principal do British Museum de Londres, em Dezembro de 2012, com 2 paineis publicitando exposições. Um exemplo de boa integração numa fachada de um edifício classificado e muito emblemático da cidade de Londres.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Fachada do Teatro Nacional de D. Maria II
O Teatro Nacional de D. Maria II sempre soube dar o exemplo de boa integração de telas de divulgação das suas actividades na fachada do imóvel classificado. As telas tiram partido das linhas de composição da fachada, não obliterando elementos arquitectónicos. A presença das telas é pacífica. Também não há lugar a prefuração das paredes do imóvel - as estruturas de suporte das telas são perfeitamente reversivéis e inócuas ao monumento.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
«Cultura manda retirar telas da fachada do Museu de História Natural»
Dois anos depois de serem montadas ilegalmente, as telas que cobrem a frente do edifício foram objecto de uma ordem de remoção.
A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) determinou, no fim de Abril, a remoção das megatelas informativas que foram montadas há dois anos na fachada do Museu Nacional de História Natural e Ciência, na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa. A direcção do museu confirma que foi notificada, mas diz que “está a tratar do assunto junto das entidades competentes”.
Instaladas em Maio de 2012, as duas telas, com 18 metros de comprimento por dez de altura cada uma, foram colocadas em cima de um estrutura metálica tubular de grandes dimensões que, por sua vez, foi fixada às paredes do museu (antiga Faculdade de Ciências). A iniciativa — justificada com a necessidade de dar projecção às actividades do museu — suscitou polémica na altura, tanto mais que a Direcção Regional de Cultura tinha emitido seis meses antes um parecer desfavorável à sua concretização.
Para lá das dimensões das telas, a montar na frente de um edifício que estava em vias de classificação (no ano passado, foi classificado como monumento de interesse público), o parecer criticava o facto de elas serem “salientes relativamente ao plano” da fachada principal, provocando “um forte impacto visual sobre o núcleo museológico”. Nessa altura, porém, não foi ordenada a sua retirada, sendo criado um grupo de trabalho conjunto, entre a Direcção Regional de Cultura, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico e a Universidade de Lisboa, com o objectivo de corrigir a situação e encontrar uma solução compatível com a salvaguarda dos valores patrimoniais em presença.
A criação daquele grupo de trabalho foi decidida pelo director-geral do Património Cultural logo em Maio de 2012, o qual considerou que as telas se manteriam com carácter provisório até ser encontrada uma alternativa. O provisório, porém, prolongou-se até hoje, não havendo referência na informação técnica que agora levou à ordem de remoção a qualquer reunião ou decisão daquele grupo de trabalho.
No final do ano passado, a DGPC questionou a Câmara de Lisboa sobre se as telas tinham sido objecto de alguma licença camarária, tendo a autarquia respondido que, naquele caso concreto, a instalação estava isenta de licenciamento municipal. Face às queixas chegadas à DGPC sobre o facto de tudo continuar na mesma, o subdirector-geral, João Carlos Santos, ordenou no dia 22 de Abril a remoção das telas e das estruturas metálicas, devendo ser reposta a fachada no estado em que se encontrava anteriormente.
A informação que deu origem ao despacho do subdirector-geral sugere que seja encontrada uma outra solução com menor impacto visual, “mantendo-se, contudo, a possibilidade de se publicitar a actividade e eventos culturais do museu, de uma forma digna, bem visível ao público, eventualmente através de pendões de dupla face, menos agressivos para o imóvel classificado”.
Contactado pelo PÚBLICO, o director do museu, José Pedro Sousa Dias, confirmou que já conhecia a posição da DGPC. “O museu cumprirá necessariamente a lei, mas estamos a tratar do assunto junto das entidades competentes”, afirmou.
Sousa Dias acrescentou que há “um grupo de trabalho conjunto com a DGPC por causa da zona de protecção [em que o museu se insere] e que a questão das telas é uma das que aí estão a ser tratadas”. Quanto à data de retirada das polémicas estruturas, o director do museu nada disse.
PÚBLICO, 5 de Junho de 2014 por JOSÉ ANTÓNIO CEREJO
sábado, 15 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Visita da Liga dos Amigos do Jardim Botânico ao Jardim da Gulbenkian
A LAJB irá realizar com os seus associados uma visita guiada ao Jardim da Gulbenkian no dia 26 de Outubro. O guia será o nosso associado Carlos Carrilho, do Projecto da Fundação Calouste Gulbenkian - DESCOBRIR. O tema da visita é «O Jardim da Gulbenkian: uma obra-prima».
NOTA: as inscrições para esta visita já se encontram esgotadas.
FOTO: LAJB visita o Jardim da Gulbenkian guiada pelo Arq. Gonçalo Ribeiro Telles no dia 12 de Maio de 2013.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
WATCH DAY 2012 video já está disponível!
Já está disponível online o vídeo sobre o 2012 WATCH DAY:
Lembramos que o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa foi selecionado para a lista de 2012 do Observatório Mundial de Monumentos - WORLD MONUMENTS WATCH. Esta lista é publicada de 2 em 2 anos pela organização internacional World Monuments Fund, líder mundial na defesa e salvaguarda de sítios históricos. O projecto para celebrar o WATCH DAY no Jardim Botânico, apresentado pela LAJB, foi um dos 30 a quem se atribuíu um subsídio de 1000 dólares para implementar e organizar actividades. Foi com grande orgulho que a LAJB recebeu este financiamento pois apenas os melhores projectos apresentados tiveram esse privilégio. As imagens do WATCH DAY no Jardim Botânico, que foi celebrado a 13 de Outubro de 2012, aparecem por volta do minuto 4.
A página do WMF dedicada ao nosso Jardim Botânico pode ser consultada aqui:
«Through international awareness raising and local action, positive change is happening at Watch sites around the World.
From Argentina to Poland and Madagascar to Japan, communities came together in 2012 to preserve, protect, and celebrate treasured places and local cultures.
Communities at 2012 World Monuments Watch sites on five continents created their own Watch Day events to advocate for the heritage that is central to their lives. Vibrant public engagement and media attention have raised awareness and support—locally and worldwide—for the stewardship of these irreplaceable places
For Watch Day, the group Friends of the Botanic Gardens organized an exhibition about the 2012 World Monuments Watch. Visitors participated in guided tours of the garden, learning about different Watch sites and the plant species surrounding each panel of the exhibition.»
In the Blogosphere: Festa do WATCH DAY no Jardim Botânico I
sexta-feira, 19 de julho de 2013
HOJE: Inauguração do Centro Intrepretativo Arq. Ribeiro Telles no Jardim Gulbenkian
Esta sexta-feira - após a sessão de entrega do Prémio Calouste Gulbenkian 2013 às 18h- realiza-se também uma homenagem ao Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, por ocasião da inauguração no Jardim Gulbenkian de um centro interpretativo com o nome do arquiteto, onde será possível conhecer a origem, a flora e a fauna do Jardim Gulbenkian.
Nota: Faz todo o sentido, particularmente após a classificação da Fundação Calouste Gulbenkian como Monumento Nacional (MN), que seja agora inaugurado um Centro de Interpretação daquele extraordinário bem cultural do séc. XX português. Infelizmente o nosso Jardim Botânico - também ele classificado como MN e exactamente pelo mesmo Decreto Lei - ainda não tem nenhum espaço que ajude o visitante a perceber a enorme importância patrimonial do nosso Monumento Nacional.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
LUZ E SOMBRA: VISITA GUIADA AO JARDIM DA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
VISITA GUIADA AO JARDIM DA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN
" O Jardim da Gulbenkian como Imagem da Paisagem Camoniana"
GUIA DA VISITA: ARQUITECTO GONÇALO RIBEIRO TELLES
DATA: 12 de Maio de 2013 às 10:30H
ORGANIZAÇÃO: LAJB
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