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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

GRANDES MULHERES - ALEXANDRA ESCUDEIRO

Eternamente gratos!

Alexandra Escudeiro (3 Junho 1949, 15 Agosto 2013)

A bióloga Alexandra Escudeiro, funcionária do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, foi
sócia fundadora da LAJB e presidente da Direcção da mesma.

Foto: Escola Damião de Góis, onde abraçou o projecto de construção de um jardim, que transfigurou e uniu a comunidade escolar, tendo para memória futura o seu nome a ele ligado.


quinta-feira, 9 de junho de 2016

Dia de Voluntariado no Jardim Botânico: 19 de Junho - 10h:00m

Cara(o) associada(o),


Vamos realizar mais uma acção de voluntariado de 2016 no Jardim Botânico de Lisboa, no próximo domingo , dia 19 de junho, às 10h00m .

O ponto de encontro será junto das bilheteiras do Jardim, na Rua da Escola Politécnica. 

Os interessados devem fazer a sua inscrição prévia para o email: amigosdobotanico@gmail.com

Obrigada.

Saudações Botânicas

A Direcção da LAJB


PS: Os participantes são aconselhados a trazer roupa e calçado confortáveis, chapéu/boné e luvas de jardinagem. Quem desejar poderá trazer a sua própria tesoura de poda. A LAJB disponibilizará água e fruta para todos os voluntários.

domingo, 5 de junho de 2016

5 de Junho - Dia Mundial do Ambiente

Tocamo-nos todos como as árvores de uma floresta
 no interior da terra


Herberto Helder

sexta-feira, 3 de junho de 2016

ALEXANDRA ESCUDEIRO

Bem-hajas Alexandra!

Alexandra Escudeiro nasceu a 3 de Junho de 1949

A bióloga Alexandra Escudeiro, funcionária do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, foi sócia fundadora da LAJB e presidente da Direcção da mesma.

Foto: Alexandra Escudeiro no Jardim Botânico no dia 17 de Março de 2012 no âmbito de uma visita guiada para alunos do British Council, um evento organizado pela LAJB. A Alexandra foi sempre uma grande entusiasta do envolvimento, real e efectivo, da comunidade de vizinhos do Jardim Botânico e sempre apoiou as iniciativas deste género da LAJB.

ALEXANDRA ESCUDEIRO NO DIA DA ÁRVORE  - https://www.youtube.com/watch?v=eTtKlIBSkEI&feature=youtu.be

segunda-feira, 16 de maio de 2016

AS ÁRVORES DE LISBOA


Miguel Sepúlveda Velloso
Plataforma em defesa das árvores  
‘Um Ano a Defender Árvores’
José Sá Fernandes
Vereador responsável pelos espaços verdes da CML
‘A Gestão do Arvoredo em Lisboa’
António Bagão Felix
Economista, professor catedrático convidado na Universidade Lusíada, 
presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, entre muitos cargos. 
É botânico amador e autor do livro “Trinta árvores em discurso directo”
 ‘Árvores de Lisboa Estética e Ética’
Susana Neves
Escritora, fotógrafa e investigadora de etnobotânica, 
autora do livro “Histórias que Fugiram das Árvores - Um Arboretum Português”
‘A Subtil Sabedoria das Árvores, 
passagem do paradigma da árvore objeto ao paradigma da árvore sujeito’
Carlos Souto Cruz
Engenheiro silvicultor, foi chefe da divisão de matas da CML e professor na Universidade de Évora. 
É o autor do Plano Florestal de Lisboa de 2010 e de 2015 
e foi um dos responsáveis pelo Plano de Ordenamento e Revitalização de Monsanto
‘A Biodiversidade na Cidade de Lisboa’
Ana Luísa Soares 
Sónia Talhé Azambuja
Arquitectas paisagistas, docentes do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, investigadoras do Centro de Ecologia Aplicada “Prof. Baeta Neves, 
membros da equipa de investigação do projecto 
“LX GARDENS - Jardins e Parques Históricos de Lisboa: estudo e inventário do património paisagístico.”
‘Árvores, Jardins e Parques Históricos de Lisboa’
Raquel Pires Lopes
Doutoranda em biologia, com especialização na área da comunicação 
e divulgação biológicas, pela Universidade de Aveiro. 
Projecto de investigação: “Árvores Monumentais de Portugal - da compreensão pública a uma literacia científica”
 ‘Árvores monumentais,
uma memória viva’
Rui Tujeira
Eng. florestal, especialista em fitossanidade, poda de árvores e arbustos ornamentais, 
inventariação do arvoredo urbano e avaliação de estabilidade biomecânica.
‘A arboricultura em espaço urbano, boas e más práticas’
Rui Pedro Lérias
Ecólogo
Pelo Meio das Árvores - Passeio guiado, Parque Eduardo VII, Av. da Liberdade, Praça da Alegria
 (Ponto de encontro, alto do Parque Eduardo VII, bandeira, 15:00h.)

sábado, 5 de dezembro de 2015

CONVITE: Chá de Natal LAJB - sáb. 19 Dez. 15H

















A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa tem o prazer de convidar todos os associados, adoptantes de plantas e voluntários, para um "Chá de Natal" no sábado dia 19 de Dezembro de 2015 entre as 15H e as 17H, a ter lugar no antigo Refeitório das Carmelitas do Convento dos Cardaes (Imóvel de Interesse Público).   

Ao longo do ano foram muitos os contributos de associados, e não só, que nos permitem ajudar o Jardim Botânico - financiando trabalhos, compra de materiais e alfaias, indispensáveis à conservação mínima do jardim. Também os dias de voluntariado, na área da manutenção, foram uma ajuda importante especialmente num momento em que o nosso Jardim se debate com falta de jardineiros residentes.   

Este Chá de Natal da LAJB é oferecido a todas estas pessoas que tão generosamente nos ajudam - a todos, o Jardim Botânico agradece do fundo do coração.  

Apareça e traga amigos!   

Boas Festas!  

NOTA: Devido à lotação do antigo Refeitório do Convento dos Cardaes, solicitamos que nos informem da vossa vontade em estar presente, enviando um sms para 962112171, ou escrevendo para amigosdobotanico@gmail.com  

CONVENTO DOS CARDAES - RUA DE 'O SÉCULO' 123 - LISBOA

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

IN MEMORIAM


 
Morreu ontem em Lisboa, o maestro Victor Roque Amaro, vítima de doença prolongada.
Uma missa cantada será realizada hoje em homenagem ao maestro a partir das 20 horas, na Igreja do Campo Grande, em Lisboa, com a participação de músicos que consigo trabalharam.
O corpo de Victor Roque Amaro, encontrar-se-á, a partir das 16 horas de hoje, na Igreja do Campo Grande, em Lisboa, onde será rezada uma missa cantada às 20h30m.
O funeral realiza-se na quarta-feira, no cemitério de Benfica, depois de nova missa, às 12 horas, também na Igreja do Campo Grande.
 
Victor Roque Amaro, enquanto director do Grupo Concertus Antiquus, participou a convite da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, nas Jornadas Europeias do Património 2013, no dia 22 de Setembro, numa parceria (MNHNC e LAJB), oferecendo generosamente um belíssimo concerto, sob o silêncio luminoso das frondosas árvores do Jardim Botânico.
Em nome de todos os associados da LAJB, as nossas sentidas condolências a toda a sua família e amigos.
  
O seu percurso musical como intérprete, investigador e de direcção esteve ligado sobretudo à musica vocal, mas também à instrumental renascentista e barroca. Nesse contexto, dirigiu qualificados grupos vocais e instrumentais como o Coral Vértice, até 2001, o Concertus Antiquus,  grupo vocal e instrumental de Música Antiga, de que foi fundador, desde 1984 e o Coro Dom Luis I (fundado no âmbito da sua investigação no Palácio da Ajuda, em 1989) com os quais participou em diversos festivais no País e no Estrangeiro (França, 1995 e 2012, Itália, 1998, 2005 e 2011) e gravou alguns CDs.
Fez os seus estudos musicais em Penafirme e em Lisboa, tendo frequentado posteriormente cursos de aperfeiçoamento de canto e direcção de coros e Musicologia em Portugal e Inglaterra (Cambridge- 1995 e 1998, Canford-2002, Lacock-2005, Dartington-2006, 2009, 2010, 2011 e 2012), Itália (Vigevano, 2004 e Veneza, 2010) e México (Puebla, 2011).
Integrou o Coro Gulbenkian durante cerca de 35 anos.
É licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa.
Em 2005, foi o Director Artístico convidado do último Festival dos Capuchos (Almada).
Além dos agrupamentos atrás referidos, dirigiu também, o Educ(ant)are desde 1993, o Corelis (Coro da Relação de Lisboa), desde Outubro de 2007, o Cantus Certus (Tribunal de Contas) e o Coro da ASSProfessores, ambos, desde Outubro de 2010 e o Coral Stella Vitae desde Março de 2011.

 

Coro UCP e ForuMúsica - Canticorum Jubilo - Maestro Victor Roque Amaro - 27Jan2012

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

«Cidadania Activa» na Fundação Gulbenkian

















Este ano, o GREENFEST - o maior evento de sustentabilidade de Portugal - apresenta a primeira Feira das ONG (organizações não governamentais) do País.  Durante o GREENFEST, de 8 a 11 de outubro, a feira vai mostrar a ação e os objetivos de mais de 150 ONG nacionais e internacionais (de 5 países participantes) previamente selecionadas.   A 8.º edição do GRENFEST tem como “fio condutor” da comunicação e dos conteúdos deste ano o tema da “Cidadania Activa” e a ideia de que cada um de nós tem o “Poder” de contribuir para fazer a diferença.

sábado, 25 de julho de 2015

«Contestação na apresentação do projecto de reabilitação do Jardim Botânico»

A recuperação do espaço verde criado em 1873, a arrancar em meados do próximo ano, será feita com recurso ao meio-milhão de euros ganhos pela proposta vencedora do Orçamento Participativo 2013/2014. Mas a sessão de apresentação do plano ficou marcada por duríssimas críticas dos membros da Liga dos Amigos do Jardim Botânico. Dizem que o projecto foi feito a pensar nos turistas e criticam a alegada insustentabilidade ambiental do sistema de rega. Os responsáveis pelo projecto refutam as acusações.     

Texto: Samuel Alemão     

A reabilitação do Jardim Botânico de Lisboa deverá arrancar no próximo ano, mas a contestação e a polémica em torno do projecto começaram logo na sessão de apresentação pública, ocorrida ao princípio da noite desta quinta-feira (23 de Julho), no palmário ali existente. Tudo porque a Liga dos Amigos do Jardim Botânico contestou no local, e de forma veemente, a forma como se materializará a obra de recuperação daquele espeço verde, que será levada a cabo com recurso a um financiamento camarário de meio-milhão de euros resultante da proposta 121 ter sido a mais votada no Orçamento Participativo de Lisboa 2013/2014. “Este é um projecto virado para os turistas, que desvirtua a essência do jardim”, acusam os membros da liga.     
Estava-se quase no fim de uma sessão de detalhada apresentação, mas também de autêntica celebração e elogio mútuo por parte dos intervenientes na elaboração do projecto – que foi esmiuçado tanto por José Pedro Sousa Dias, diretor do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MNHNC) da Universidade de Lisboa, entidade responsável pelo espaço, como por João Castro, arquitecto paisagista que liderou a equipa da Câmara Municipal de Lisboa responsável pelo plano de recuperação do jardim nascido em 1873. E quando chegou a vez de serem feitas perguntas, vieram também as fortes críticas dos membros da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, sobretudo da sua presidente Manuel Correia, para quem “o projecto não resolve o problema de base do Jardim Botânico”.     
O projecto ontem apresentado contempla a reabilitação do jardim, a recuperação dos edifícios de apoio, a implementação de um sistema informativo e de comunicação e ainda a remodelação das redes de infra-estruturas de apoio ao jardim e edifícios. Será realizado em duas fases, privilegiando na primeira fase um plano de recuperação do jardim na zona do Arboreto, isto é, a zona inferior daquele espaço verde, onde se concentram espécies de estratos arbóreos, arbustivos e herbáceos. Aí serão privilegiadas infra-estruturas como os caminhos, os sistemas de rega e também da rede de escoamento de águas pluviais. Nessa zona será também construído um pequeno anfiteatro ao ar livre, que será utilizado para espectáculos.     
“Nesta fase, reduziremos drasticamente a intervenção na Classe” – parte superior do Jardim Botânico, onde se concentram as famílias das dicotiledóneas e gimnospérmicas, mas no qual se concentra sobretudo “património edificado a necessitar de cuidados especiais” -, explicou o director do MNHNC. Antes, já havia dito que “estes 500 mil euros parecem muito dinheiro, mas, quando se trata de um jardim de cinco hectares e com o valor histórico e natural deste, haveria sempre que fazer-se opções”. Daí o facto de o responsável esperar que, numa fase posterior, se venha a conseguir captar mais dinheiro para recuperar outras partes do jardim que está classificado como Monumento Nacional.     
Atento a esse estatuto, o arquitecto João Castro, da Direcção Municipal de Ambiente Urbano da CML, frisou que a principal preocupação do projecto desenvolvido pela equipa por si liderada era o de manter quase intacta a imagem do jardim, “ que mudou muito pouco desde a sua criação”. “Há áreas onde não vamos mexer, porque possuem características tão identitárias que qualquer intervenção as descaracterizaria”. “Não estamos a tratar este jardim como outro jardim qualquer. Tivemos esse cuidado”, sublinhou.     
Uma apreciação que não se revelou suficiente para travar as críticas contundentes, que viriam logo depois – e quando o vereador José Sá Fernandes ainda estava na sala. Falando em nome individual, Jorge Teixeira Pinto confessou não perceber o destaque dado na apresentação aos arranjos das infraestruturas, “quando diversas árvores do jardim estão doentes e a morrer”. Mas foi Manuela Correia, presidente da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, quem mais criticou, e com maior intensidade, o projecto ali revelado ao público. “Este não é um jardim como os outros e neste projecto de reabilitação privilegia-se o visitante, o turista, e não a faceta de botânica, que é a principal deste Monumento Nacional”.     
A dirigente da associação foi mais longe e criticou também José Pedro Sousa Dias por não ter convidado a Liga a dar a sua opinião sobre o plano que ali se apresentava. O director do museu respondeu-lhe que havia sido “uma opção”, fundada no facto de as relações entre as duas partes estarem longe de ser amistosas. Na contra-resposta, Manuela Correia recordou “obras ilegais” realizadas no Jardim Botânico, em 2012, e “denunciadas pela Liga” à Direcção-Geral do Património Cultural. Além disso, apontou ainda a existência de “três painéis ilegais na fachada do edifício do museu” – situação que deixou visivelmente incomodado José Pedro Sousa Dias e outros elementos presentes na assistência.     
Mas Manuela Correia e outros elementos da referida associação criticaram também o facto de, alegadamente, o projecto de reabilitação não garantir a sustentabilidade total do sistema de rega. Actualmente, quase toda a rega é feita com recurso à água da rede pública. “É um crime ambiental”, acusou a presidente da Liga. Uma afirmação contestada tanto por José Pedro Sousa Dias e João Castro, que apesar de admitirem a impossibilidade em garantir um aproveitamento integral da água proveniente das chuvas, rejeitaram a ideia de que pouco foi feito para alterar tal situação.     
“A água da EPAL vai continuar a ser utilizada, a alimentar o jardim, porque este não tem água suficiente”, admitiu João Castro, o arquitecto paisagista camarário. Por seu lado, o director do museu disse ter sido “com muita tristeza que se assumiu que o Jardim Botânico não tem capacidade de armazenamento da água e que o nível freático é quase nenhum”. Ainda assim, o técnico responsável pela elaboração do projecto de rega, Francisco Manso, disse que aquele que irá ser implementado no Jardim Botânico “está ao nível do melhor que se faz no mundo” e tentará aproveitar ao máximo a água que puder ser aproveitada.     
No final da sessão, Manuela Correira reiterou ao Corvo tudo o que havia dito. “Tenho sérias dúvidas que, com a implementação do projecto que foi apresentado, isto continue a ser um jardim botânico. O que se quer é trazer para aqui turistas”, afirmou. 
in O CORVO, 24 Julho 2015

Foto: Há árvores em mau estado, ou mortas, que ficam durante anos, por vezes décadas, sem serem removidas e/ou substituídas; Haverá água nos lagos e regatos, wifi e iluminação mas parece que continuará a faltar um plano estratégico de replantações no Jardim Botânico...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

segunda-feira, 23 de junho de 2014

LAJB: Assembleia Geral Extraordinária a 5 Julho


















CONVOCATÓRIA: Convocam-se os Associados da Liga dos Amigos do Jardim Botânico para uma Assembleia Geral Extraordinária, conforme os Artigos 8º., 9º. Ponto 2 e parágrafo  único, 10º. alínea b) e 12º., que terá lugar no próximo dia 5 de Julho às 14H00, no Anfiteatro de Botânica Professor Aurélio Quintanilha, na Rua da Escola Politécnica, nº.58, em Lisboa. Não se verificando a condição do Artigo 9º. Ponto 1, a Assembleia  realizar-se-á 1 hora depois com o número de Associados presentes.

ORDEM DE TRABALHOS  
Ponto único - Alteração de denominação da LAJB  

Lisboa, 20 de Junho de 2014  
A Presidente da Direcção  
Maria Manuela Soares Correia  Associada nº.149  

Notas:  1 – No sentido de privilegiarmos a utilização dos transportes públicos indicamos os seguintes meios: Metro – linha amarela – estação Rato; Carris – carreiras nº 758 e 773.  
2 - A fim de actualizarmos a nossa base de dados, agradecemos que nos seja indicado o endereço electrónico dos associados que o possuírem.

Foto: Iochroma coccineum Scheidw em floração (na Classe)

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Praga do Escaravelho já terá destruído 6 palmeiras do Jardim Botânico


Imagens de duas palmeiras do nosso Jardim Botânico que morreram vítimas da praga do "escaravelho vermelho". Infelizmente há já mais viítimas mortais, num total que poderá chegar à meia dúzia. Decorrem desde a semana passada tratamentos preventivos e curativos na colecção de palmeiras do jardim. A LAJB está a patrocinar também esta nova fase de tratamentos. 

O que é a praga do "escaravelho-das-palmeiras"?

O insecto causador é o Rhynchophorus ferrugineus, vernáculo "escaravelho-das-palmeiras", um escaravelho do grupo dos curculionídeos (gorgulhos), originário da Ásia oriental e Polinésia, tendo-se expandindo para outras regiões ocidentais, Norte de África e mais recentemente também para o sul da Europa. É um insecto de grandes dimensões em adulto, 2-5cm, e também na forma larvar. Foi sinalizado no Algarve na segunda metade da década de 2000 onde já provocou avultadas perdas e prejuízos em espaços públicos e privados. Em 2010 foi sinalizado na cidade de Lisboa. Actualmente está a devastar palmeiras em todo o país. 

Esta praga está presente no Jardim Botânico desde pelo menos 2011 e em finais de 2012 foram identificadas 5 palmeiras da espécie Phoenix canariensis Chabaud seriamente afectadas. Actualmente já há vítimas mortais num total que poderá chegar aos 6 exemplares todos no Arboreto e "Jardim do México". 

As bem conhecidas "Palmeiras das Canárias", tão características da paisagem urbana de Lisboa, são particularmente vulneráveis ao escaravelho.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Feira PATRIMONIO.PT


A Liga dos Amigos do Jardim Botânico vai estar presente.

Feira do Património - 18, 19 e 20 de Outubro
Museu de Arte Popular, Belém, Lisboa
http://www.igespar.pt/pt/news/9/2936/

domingo, 22 de setembro de 2013

CONCERTUS ANTIQUUS

JARDIM BOTÂNICO DE LISBOA
DOMINGO - 22 Setembro - 16h30m - Entrada gratuita
CONCERTUS ANTIQUUS

JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2013
Parceria Liga Amigos Jardim Botânico/Museu Nacional de História Natural e da Ciência

O Concertus Antiquus integra músicos da Fundação C.Gulbenkian e do T.N.S. Carlos, cantores do Coro Gulbenkian, alguns deles solistas em concertos do próprio Coro e Orquestra... Gulbenkian e de Recitais a Solo e instrumentistas da Orquestra Sinfónica Portuguesa, com uma paixão comum e intensa pela designada Música Antiga.

 Fundado em 1984, por um conjunto de pessoas interessadas em desenvolver, no campo experimental da Música Antiga, um trabalho de grupo nomeadamente e, nessa primeira fase, na área específica da Música Medieval e Renascentista profana.

Ao longo do tempo, vem privilegiando o reportório maneirista e barroco, mas também o medieval e renascentista, estabelecendo, quando tal é oportuno, interligações com autores dos séc. XX-XXI, com especial relevo para Arvo Pärt, entre outros.

Vem realizando concertos por todo o País de Norte a Sul e no estrangeiro ( Paris, 1984 ), tanto como actuações pontuais como integrado em Festivais Internacionais de Música (Algarve e Figueira da Foz, Sons da História, Coimbra, Capuchos, Internacional de Órgão de Lisboa, etc.) ou em concertos isolados ou eventos culturais, de que se destacam os diversos concertos no Museu Gulbenkian, Lisboa, no Convento do Beato, no Palácio da Ajuda, no Mosteiro de S. Vicente de Fora (2003), nos Jerónimos (2005, ICNE), na Igreja de S. Domingos (idem) e Sé de Lisboa (integrado nas Conferências Ecce Homo, 2007), etc.

É dirigido, desde a sua fundação por Victor Roque Amaro.
 
É de formação variável, podendo integrar ou apenas cantores, ou formações mais completas, juntando instrumentistas e bailarinos, consoante o tipo de espectáculo.

A componente vocal é constituída na base de uma estrutura mínima de 68 vozes mistas. O ensemble instrumental é igualmente variável face ao tipo de música que executa, podendo incluir nomeadamente flautas, cornemusas, cromornes, alaúde, cítara medieval, instrumentos de percussão ou, noutro registo, cornettos, sacabuxas, violinos barrocos, violas da gamba e órgão ou cravo.

Em 2000, participou em diversos Festivais no País e em Programas de Descentralização sob a égide do IPAEMinistério da Cultura, dos quais se destacam o Festival de Música dos Capuchos , “Música em S.Roque”, Museu Gulbenkian, Festival Internacional de Música em Coimbra e Música nas Pousadas.

No final de 2000, gravou dois discos ao vivo, “Puer natus est nobis” (Natal) e “Jubilemus Regi nostro” com música medieval e renascentista Ibérica.

O tipo de música que habitualmente executa, inclui:
Canto Gregoriano (conventual);Música de Festa Palaciana (cânticos e danças de corte, jantares, etc.); Música SacroProfana Cristã e Judaica –Sefardita (Intervenções em Igrejas, Capelas, Sinagogas, Cerimónias religiosas: missas, casamentos, etc.);
Música Tradicional Portuguesa e Mediterrânica.

http://concertusantiquus.
blogspot.com/
concertus.antiquus@gmail.com
vict.r.aa@gmail.com


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Alexandra Escudeiro (1949-2013)

A Dra. Alexandra Escudeiro numa das suas muitas acções de formação/divulgação, ensinando a fazer um herbário no âmbito do projecto Ciência Viva  «Como Fazer um Herbário». Jardim Botânico, verão de 2003. (Foto de Cristina Girão, associada da LAJB).

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Obrigado Alexandra Escudeiro!

Visita da LAJB à exposição "Memórias da Politécnica" no MNHNC, guiada pela Dra. Alexandra Escudeiro.  Dia 22 de Abril de 2012. Obrigado Alexandra pela dedicação e amor desinteressado, pelo Jardim Botânico e pelos Amigos do Botânico!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A última viagem

Alexandra Escudeiro

Para todos aqueles que a querem acompanhar, informamos que o velório da Alexandra Escudeiro será realizado na segunda-feira a partir das 18h na Igreja de S. Joana Princesa, junto da Av. Estados Unidos da América em Lisboa, sendo o funeral precedido de Missa às 11h30 de terça-feira.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Altas Flores Luminosas

Alexandra C. S. Escudeiro

3 de Junho de 1949 - 15 de Agosto de 2013

É com uma profunda tristeza e eterna gratidão que comunicamos a morte da bióloga Alexandra Escudeiro, associada da Liga dos Amigos do Jardim Botânico.
 
Licenciada pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, desde sempre que a vimos no Jardim Botânico rodeada por árvores, luz, ternura e sabedoria contagiando todos aqueles com quem ela convivia.
 
O seu trabalho centrou-se principalmente no estudo da flora e vegetação de zonas protegidas incluindo a sua conservação. Também na educação ambiental teve um papel preponderante, tendo sido uma das pioneiras na área de divulgação e educação ambiental no âmbito dos Jardins Botânicos. Foi um dos pilares do Serviço Educativo do Museu Nacional de História Natural e da Ciência e responsável pela criação do Curso de Guias do Jardim Botânico, por onde passaram dezenas de pessoas que com a sua magia espalham por todo o lado as sementes por ela lançadas.
 
Sócia fundadora da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, foi igualmente presidente da mesma, defendendo sempre com firmeza e clareza a missão do jardim botânico, lutando de forma consequente pela defesa do seu património. Com nobreza e serenidade sempre defendeu o jardim botânico, mesmo em situações adversas, uma qualidade de quem tem segurança nas suas convicções e confiança nas suas capacidades.
 
O seu exemplo e a sua grandeza irão continuar a nortear os propósitos e as acções da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, como uma estrela que continuará a guiar o nosso caminho.
 
A todos os familiares, colegas, colaboradores e amigos os nossos sentidos pêsames.
 
Em nome da Direcção da LAJB e de todos os seus associados o nosso bem hajas.
 
Até já, Alexandra!


 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Operação de Tratamento nas Palmeiras do Jardim Botânico: 6 Dezembro de 2012




Mais algumas imagens dos trabalhos de tratamento contra a chamada "Praga das Palmeiras", em exemplares no nosso Jardim Botânico em Dezembro passado. Infelizmente tudo indica que 3 das palmeiras, incluíndo a que se vê nas imagens, não sobreviveram ao ataque. 

sábado, 30 de março de 2013

«Boa Páscoa» da Cristina Girão

Recebemos esta mensagem com votos de Boa Páscoa, que retribuimos, da nossa associada Cristina Girão:

Boa Páscoa!!
Ok! Pronto, há alturas em que me dá para ser piegas, mas a verdade é que às vezes também faz falta um pouco de “mel” na vida.
Por isso, num tempo em que, diariamente, 5 portuguesas e portugueses (mais mulheres do que homens) se suicidam… Em que os nossos familiares e amigos emigram, como nos anos 60, e às vezes o dinheiro parece que não chega… Nos dias em que a chuva parece não querer parar… Nos dias em que não parece Primavera, é bom pararmos e olharmos as tílias da R. Camilo Castelo Branco (mesmo aqui ao lado) e repararmos que as novas folhinhas começam a aparecer… É bom vermos que as olaias estão vestidas de rosa, como meninas prontas para uma festa… Que os freixos estão cheios de amentilhos (que mania a deles de terem as estruturas reprodutoras antes das folhas, mas as plantas são assim, cada uma com sua estratégia e elas lá sabem porquê…). Que, às vezes, há crianças e mulheres vítimas de violência infantil que esquecem a sua dor e ficam felizes quando celebramos com elas a chegada da Primavera e o dia das florestas… de todas as florestas… de todas as árvores…
Porque há dias assim e porque a Páscoa tem a ver com isso mesmo, com renovação, aqui vão os meus votos de Boa Páscoa, mesmo continuando a haver suicídios todos os dias e crianças tristes, pensemos que é possível mudar(mos) e a natureza dá-nos bem provas disso com as novas folhas e flores e cheiros e (atchim! alergias!)

BOA PÁSCOA E O RESTO SÃO AMÊNDOAS!!!

Foto: Olaia em flor no Parque do Monteiro Mor, Lisboa.