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terça-feira, 8 de abril de 2014
domingo, 30 de março de 2014
sábado, 30 de março de 2013
«Boa Páscoa» da Cristina Girão
Recebemos esta mensagem com votos de Boa Páscoa, que retribuimos, da nossa associada Cristina Girão:
Boa Páscoa!!
Ok! Pronto, há alturas em que me dá para ser piegas, mas a
verdade é que às vezes também faz falta um pouco de “mel” na vida.
Por isso, num tempo em que, diariamente, 5 portuguesas e
portugueses (mais mulheres do que homens) se suicidam… Em que os nossos
familiares e amigos emigram, como nos anos 60, e às vezes o dinheiro parece que
não chega… Nos dias em que a chuva parece não querer parar… Nos dias em que não
parece Primavera, é bom pararmos e olharmos as tílias da R. Camilo Castelo
Branco (mesmo aqui ao lado) e repararmos que as novas folhinhas começam a
aparecer… É bom vermos que as olaias estão vestidas de rosa, como meninas
prontas para uma festa… Que os freixos estão cheios de amentilhos (que mania a
deles de terem as estruturas reprodutoras antes das folhas, mas as plantas são
assim, cada uma com sua estratégia e elas lá sabem porquê…). Que, às vezes, há
crianças e mulheres vítimas de violência infantil que esquecem a sua dor e ficam
felizes quando celebramos com elas a chegada da Primavera e o dia das florestas…
de todas as florestas… de todas as árvores…
Porque há dias assim e porque a Páscoa tem a ver com isso
mesmo, com renovação, aqui vão os meus votos de Boa Páscoa, mesmo continuando a
haver suicídios todos os dias e crianças tristes, pensemos que é possível
mudar(mos) e a natureza dá-nos bem provas disso com as novas folhas e flores e
cheiros e (atchim! alergias!)
BOA PÁSCOA E O RESTO SÃO AMÊNDOAS!!!
Foto: Olaia em flor no Parque do Monteiro Mor, Lisboa.
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Árvores em risco no Largo do Correio Mor
Lisboa, 29 de Julho de 2011
Assunto: Árvores em risco no Largo do Correio Mor / Escadinhas de S. Crispim
Exmo. Sr. Vereador José Sá Fernandes,
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) vem por este meio chamar atenção para quatro árvores em risco no Largo do Correio Mor / Escadinhas de S. Crispim: dois jacarandás e duas olaias. Recentemente deu-se início a uma operação urbanística neste gaveto sem que primeiro se tivesse acautelado, correctamente, a protecção destas quatro árvores que confinam directamente com o local da obra.
Solicitamos assim que seja pedido ao dono da obra a instalação, o mais rapidamente possivel, de caixas de madeira em volta dos troncos das árvores e que os ramos mais expostos às actividades da obra sejam revestidos com pano (ex: sarapinheira) como primeiro nível de protecção dos embates de maquinaria e materias de construção.
Enviamos em anexo imagens que mostram as agressões a que estas árvores estão sujeitas diariamente desde o início das obras. Lamentamos que Lisboa, ao contrário de outras cidades da União Europeia, ainda não tenha regulamentado a protecção de árvores de alinhamento em contexto de obras.
Estes casos, que se repetem um pouco por toda a cidade, provam a urgência da criação e implementação de regulamento que salvaguarde o património público de árvores expostas ao stress criado pelas intervenções urbanísticas.
Com os nossos melhores cumprimentos,
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
terça-feira, 10 de março de 2009
EM FLORAÇÃO: Cercis siliquastrum
Família: Leguminosae (Fabaceae)
Nome vulgar: Olaia, "Árvore de Judas"
E a Primavera instala-se no Jardim Botânico! Nos últimos dias a velhinha Olaia que guarda o Portão Sul do nosso jardim, começou a florir, vestindo-se de milhares de flores cor-de-rosa brilhante.
A espécie é nativa da Ásia ocidental, incluindo Irão, Iraque, Israel, Jordânia, Líbano, Síria e sul da Europa. Gosta de lugares soalheiros e é bastante resistente à seca. Por estas razões é uma óptima opção para arborizar as cidades no sul do nosso país.
Esta espécie foi descrita pela primeira vez por Linnaeus em 1753 que lhe deu o nome siliquastrum que deriva da palavra latina siliqua, que significa "vagem".
A tradição relata que Judas se enforcou nesta árvore e que as suas flores, que antes eram brancas, coraram de vergonha.
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