terça-feira, 27 de outubro de 2009

Visita ao Centro de Recuperação do Lobo





No domingo, dia 25 de Outubro teve lugar o passeio da LAJB ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico (CRLI) e à Tapada Nacional de Mafra (TNM). Desta vez o tempo esteve perfeito: sem vento nem chuva e com temperaturas muito agradáveis.

Ao chegar ao CRLI a paisagem estava envolvida numa bela nebelina matinal. Enquanto aguardávamos a chegada da nossa guia, fomos colhendo e comendo frutos maduros de Medronheiro. Mas o sol apareceu e a visita, iniciada às 10:30, foi guiada pela simpática Dora. Conseguimos ver apenas três dos cerca de dezena e meia de lobos a viver actualmente no centro. O jovem casal que se vê nas imagens foi o centro das atenções.

No final da informativa e esclarecedora visita, seguimos viagem até Mafra onde todos iriamos almoçar. Alguns fizeram um pic-nic nos antigos Jardins do Palácio de Mafra (muito bem restaurados e mantidos), enquanto outros optaram pelos restaurantes das redondezas. Por volta das 14:30 seguimos para o destino final, a Tapada Nacional de Mafra. www.lobo.fc.ul.pt

domingo, 25 de outubro de 2009

As Árvores e a Cidade: Rua de Santa Justa

Numa zona urbana tão pobre em árvores como a Baixa, é uma delícia ver as quatro jovens tílias, em vestes quase outonais, num sector da Rua de Santa Justa. Que bom seria ver mais árvores de alinhamento na Baixa.

sábado, 24 de outubro de 2009

As Árvores e a Cidade: Príncipe Real

Outono em Lisboa! Ramo florido de Chorisia debruçado sobre o lago do Jardim França Borges no Príncipe Real. Hoje, ao final da manhã, enquanto decorria o Mercado de Agricultura Biológica.
Segundo informação da CML, no dia 8 de Novembro começam as obras de reabilitação deste jardim. A LAJB espera que a intervenção se paute pelo respeito do perfil oitocentista deste histórico jardim, contemporâneo do Jardim Botânico. Gostariamos de ver a reposição das colunas de iluminação que ali existiram desde o início do jardim até à década de 80 do séc. XX altura em que foram abatidas para dar lugar aos actuais candeeiros de incongruente design pos-moderno. Mas congratulamo-nos, desde já, pelo restauro do "Quiosque de Refrescos" e pela retirada do posto de abastecimento de combustiveis que durante décadas esteve instalado na parte nascente do jardim.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

CONCERTO a favor do Jardim Botânico

Mário Laginha e Bernardo Sasseti
«Trago Fado nos Sentidos»

AULA MAGNA - 3 de Novembro de 2009

Campanha de apoio à reabilitação do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico apoia este concerto de angariação de fundos. Uma iniciativa Sunbridge.

Bilhetes à venda na fnac, worten, dolce vita, el corte inglés, lojas viagens abreu, lmegarede e em www.ticketline.sapo.pt/. Reservas: 707 234 234

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

«Medir os Céus para Dominar a Terra»

A Astronomia na Escola Politécnica - 1837-1911

22 de Outubro de 2009 a 30 de Abril de 2010

Museu de Ciência da Universidade de Lisboa

Inauguração da exposição: hoje às 18:30h

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"Turismo e Planeamento do Território"

O TERRiTUR - Núcleo de Investigação em Turismo, Cultura e Território, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, organiza, no próximo dia 6 de Novembro de 2009, o II Seminário Internacional "Turismo e Planeamento do Território".

Esta 2ª edição é subordinada ao tema Turismos de Nicho: territórios, culturas e sustentabilidade.

Mais informações na página electrónica do TERRiTUR: www.ceg.ul.pt/territur

Centro de Estudos Geográficos
Instituto de Geografia e Ordenamento do Território
Universidade de Lisboa

FOTO: Património abandonado em Viana do Alentejo

terça-feira, 20 de outubro de 2009

AS ÁRVORES E OS LIVROS: May Sarton

"Flowers and plants are silent presences;
they nourish every sense except the ear."

May Sarton (1867 – 1957)

Nota: Eleanore Marie Sarton (1912–1995), escritora americana natural da Bélgica.

FOTO: Quercus libani na Classe do Jardim Botânico

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

SALVEMOS AS LARANJEIRAS DE ALVALADE!

Ajudem a salvar as Laranjeiras da Praça de Alvalade!

http://laranjeirasalvaladelisboa.blogspot.com/

A CML quer abater as laranjeiras que restam na Praça de Alvalade. Porque razão se pretende produzir mais uma praça-deserto? Toda a Avenida de Roma precisa de um sério projecto de arborização que crie um espaço público confortável para os milhares de peões que circulam neste eixo principal da nossa cidade. NÃO ao abate de mais árvores em Lisboa!

domingo, 18 de outubro de 2009

Visitas guiadas: LAÇOS DE FAMÍLIA

LAÇOS DE FAMÍLIA NO JARDIM BOTÂNICO
Das rosas às palmeiras: a evolução de dez grupos aparentados de plantas. De 9 de Setembro de 2009 a 23 de Maio de 2010.

Que laços unem as plantas de uma família? Como evoluem e adaptam plantas aparentadas para sobreviver no mundo natural? O que as une? O que as diferencia? É a seiva mais viscosa que a água? Em dez visitas guiadas às colecções do Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural, convidamo-lo a descobrir a fabulosa história natural de plantas da mesma família. Próximas visitas:

PALMEIRAS: 21 de Outubro (15h) e 25 de Outubro (11h30)

Valor de inscrição: 4 €/pax
Assinatura de 5 sessões: 16 €/pax

Mais informações: http://www.jb.ul.pt/

FOTO: Avenida das Palmeiras no Arboreto

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Workshop de introdução ao Bonsai

Workshop de introdução ao Bonsai

Organização: Associação Lusitana de Bonsai

Dia: 18 de Outubro de 2009

Horário: 10h00 - 13h00

Preço: 30 euros (não inclui a planta)

Inscrição prévia: jbactividades@museus.ul.pt

Local: Jardim Botânico - Rua da Escola Politécnica, 58

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Largo do Rato, 1967: Jacarandá e paragem de autocarro

Nesta imagem do Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa podemos observar um detalhe muito interessante de respeito pelas árvores. Na longa paragem de autocarro, instalada num passeio onde existia um alinhamento de Jacarandás, foi aberta na cobertura uma passagem para o tronco de uma das árvores. Uma verdadeira lição para a Lisboa de hoje. As actuais paragens de autocarros são modelos importados de países nórdicos com poucas horas de sol - daí todo o vidro e metal aplicados no seu design. São muito inadequadas ao clima de Lisboa. Enquanto não forem desenhados equipamentos mais adequados ao nosso clima, poderemos melhorar o conforto ambiental destas paragens com a plantação de árvores na sua envolvência como acontece em alguns locais de Lisboa.

Imagem de 1967 do fotógrafo Armando Serôdio (1907-1978), Arquivo Municipal de Lisboa.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Visitas guiadas: LAÇOS DE FAMÍLIA

LAÇOS DE FAMÍLIA NO JARDIM BOTÂNICO

Das rosas às palmeiras: a evolução de dez grupos aparentados de plantas
De 9 de Setembro de 2009 a 23 de Maio de 2010
Que laços unem as plantas de uma família? Como evoluem e adaptam plantas aparentadas para sobreviver no mundo natural? O que as une? O que as diferencia? É a seiva mais viscosa que a água? Em dez visitas guiadas às colecções do Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural, convidamo-lo a descobrir a fabulosa história natural de plantas da mesma família. Próximas visitas:

Agaves: 11 de Outubro - 10h00 (inglês) e 11h30 (português)

Palmeiras: 21 de Outubro (15h) e 25 de Outubro (11h30)

Valor de inscrição: 4 €/pax

Assinatura de 5 sessões: 16 €/pax

Mais informações: http://www.jb.ul.pt/

FOTO: Dragoeiro

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Jardim Gulbenkian: queremos ser assim!

Um aspecto do Parque da Fundação Calouste Gulbenkian. Nos últimos anos a CML tem feito um esforço no sentido de reabilitar os jardins municipais. Mas, infelizmente, grande parte dos parques, jardins, ou muito simplesmente as árvores das nossas ruas, ainda estão em mau estado de conservação. E ainda há muitos bairros e arruamentos sem árvores. E é para nós particularmente triste reconhecer que o Jardim Botânico está incluído neste deprimente conjunto. No dia em que todos os espaços verdes da nossa cidade receberem o mesmo nível de cuidados que vemos no parque da Gulbenkian, Lisboa poderá levantar-se do chão e dizer: «Eu sou uma cidade civilizada, europeia!». Só depende de todos nós conquistar essa realidade.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

CBS - CORK BLOCK SHELTER!



O Museu Guggenheim de Nova Iorque lançou um concurso internacional de Design a que chama "Shelter Competition". Foram admitidos cerca de 600 projectos de 68 países. Dos 600 projectos foram seleccionados 10 finalistas, entre os quais está o projecto do arquitecto português David Mares. A cortiça é o elemento do qual é feito o abrigo do arquitecto lusitano. O "CBS - CORK BLOCK SHELTER " é um abrigo construído na versátil cortiça. Mas para além da já honrosa posição de pertencer ao Top 10 deste concurso, o abrigo de cortiça está em 1º lugar na votação do público. Para quem desejar participar neste concurso votando, por favor acedam ao site do concurso em http://www.guggenheim.org/

A votação decorre até às 23:00h de 10 de Outubro de 2009. Além do prémio do público, este concurso contempla também um prémio atribuído por um Júri, que será divulgado na Guggenheim Museum's 50th Anniversary Celebration.

CBS is located at Vale dos Barris. It was designed to be an ecological and living block. In a microclimate that ranges from the dry heat to damp cold, the application of cork is a good way of thermally isolating the shelter and also providing acoustic insulation for study/sleep. The dynamic facade gives visual interaction when in living-studying mode; in rest-sleep mode it closes to provide privacy for its occupant.

FOTOS: projecto do CBS, "Abrigo de Blocos de Cortiça"

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O PEÃO EM LISBOA: pelo Prof. Costa Lobo

Divulgamos aqui um contributo do Professor Costa Lobo, a propósito do debate sobre o lugar do peão na nossa cidade. Os nossos agradecimentos ao movimento "Passeio Livre".

O Peão em Lisboa

I - Mal tratado

Carros a passar em grandes quantidades nas artérias principais da capital, com uma paisagem extensa de parqueamento automóvel, com carros onde é proibido estacionar e nos próprios passeios

Com poucos percursos verdes e azuis [água] para uso dos peões e bicicletas da cidade

Com vias de pavimentos degradados, nomeadamente nos passeios

Com obras em muitos lados mas nem sempre respeitosas para quem vai a passar na rua

Com uma sinalética insuficiente, e pouca informação fácil de consultar nomeadamente na sinalização de percursos pedonais de interesse

Com tráfegos de veículos que ocasionam elevados graus de poluição em certas áreas da cidade

Com muitas situações de risco de acidentes de tráfego para os peões e tempos de travessia pedonal curtos e raramente desnivelados

II - Mesmo assim feliz, em Lisboa

Temos que concluir que o peão não parece ainda ser bem-vindo a esta cidade, cidade que nos atrai pela sua luminosidade, pelos seus bairros variados, pelas vistas sobre o estuário do Tejo e pela atracção dos seus espaços próximos: das praias da linha do Estoril, da Arrábida, de Sintra (Património da Humanidade), de Mafra e da Costa Atlântica, das margens de Vila Franca e do Ribatejo, da Reserva Natural do Estuário do Tejo.

III - Super-pé

Nestas circunstâncias parece-me de insistir na adopção da metodologia "Super-pé", que seria um grande passo em frente para a qualificação da vida em Lisboa. Este método trata cinco frentes:

A educação cívica da população de todas as idades

A saúde pública e respectivas medidas

A organização do tráfego, de modo a restringir os caudais de carros poluentes e a concentração do parque automóvel em parques próprios, periféricos às Áreas Centrais, estas com prioridade para os peões e os transportes públicos não poluentes

Campanhas de condução respeitadora, policiamento e procura de soluções alternativas amigas do ambiente

Construção de percursos de peões, bons pavimentos nos passeios e arborização/tratamento paisagístico de caminhos pedonais e de bicicletas, tornando atractivos esses modos de deslocação.

IV - Que bom seria!...

Se o peão voltar a ser senhor da Cidade de Lisboa e nela pudesse viver, sonhar, divertir-se, encontrar-se, usufruir do seu clima, etc, etc... que bom seria!

Manuel da Costa Lobo Professor Catedrático Jubilado do IST, ex-provedor do Ambiente e da Qualidade de Vida da CML

FOTO: A Rua da Escola Politécnica c.1900, antes do "assalto" dos automóveis... que acabou por transformar este arruamento num dos mais anti-peão da capital. Augusto Bobone (1852-1910)Arquivo Municipal.

domingo, 4 de outubro de 2009

Visita à Tapada de Mafra e Centro do Lobo

Estimado(a) associado(a),

No próximo dia 25 de Outubro (Domingo) terá lugar o passeio à Tapada de Mafra e ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico.

Início: 8h30 - partida de Sete Rios (frente à entrada do Zoo)

Duração: dia inteiro

Almoço: possibilidade de piquenicar em Mafra ou em alternativa vários restaurantes à escolha
Custo: 25 € (transporte em autocarro, e entradas na Tapada e Centro Lobo)

Importante: levar água, chapéu e calçado confortável

Inscrições: ldbotanico@fc.ul.pt

Com os nossos agradecimentos, enviamos saudações botânicas,

A DIRECÇÃO da LAJB

NOTA: pode preparar a visita em http://www.tapadademafra.pt/ e http://lobo.fc.ul.pt/

sábado, 3 de outubro de 2009

Conferência: A História do Clima da Terra

A Aventura da Terra - Um planeta em evolução
Ciclo de Conferências

A História do Clima da Terra

Filipe Duarte Santos
SIAM-IDL, Universidade de Lisboa

O clima da Terra, desde a sua formação há cerca de 4500 milhões de anos, tem variado de modo significativo, frequentemente de forma cíclica comperíodos que vão desde as dezenas de milhões de anos até aos milhares de anos. Contudo, manteve-se alguma estabilidade que foi essencial para o desenvolvimento, manutenção e evolução da vida na Terra. Será apresentada uma breve história do clima da Terra e feita uma análise sucinta das causas principais da sua variabilidade.

Este ciclo de conferências está integrado no âmbito da exposição A Aventura da Terra que inaugurará, a 19 de Novembro, no Museu Nacional de História Natural.

DIA: 8 de Outubro de 2009, 18h00

LOCAL: Museu Nacional de História Natural, Auditório Manuel Valadares, Rua da Escola Politécnica, 56/58 - Lisboa

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Carta da LAJB à Sociedade Frente Tejo

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB), no âmbito do projecto de remodelação e restauro do espaço público no Cais do Sodré vem por este meio solicitar a abertura de caldeiras no passeio nascente, junto aos edifícios das futuras Agências Europeias.

Fazem muita falta árvores de alinhamento neste passeio onde existem paragens de autocarros. Os utentes da Carris sofrem muito com as altas temperaturas que se fazem sentir nas paragens durante o verão. Alertamos para o facto de o passeio simétrico, junto à estação de comboios, apresentar um alinhamento de árvores em caldeira (Jacarandás). Portanto, e até pela lei da simetria da praça, seria aconselhável plantar igual número de árvores no passeio nascente.

Fazemos também um apelo para que o projecto que está a ser desenvolvido inclua a redução do espaço ocupado pelos veiculos automóveis em volta do jardim da placa central. Actualmente aquele espaço verde está reduzido a uma pequena ilha, apertada por um excesso de faixas de rodagem e de lugares de estacionamento à superfície.

Por último, solicitamos a vossa maior atenção para a necessidade de se arborizar ao máximo a Frente Ribeirinha. A Sociedade Frente Tejo tem um papel muito decisivo neste assunto.

Lamentamos que em muitos casos de remodelação de praças e largos não haja preocupação de incluir árvores de sombra como via de qualificação do espaço urbano. As praças da Figueira e dos Restauradores são exemplos paradigmáticos de espaços urbanos sem conforto ambiental. Devido à opção de se construir um parque de estacionamento subterrâneo já não é possível arborizar aquelas duas praças centrais da capital. Pedimos à Sociedade Frente Tejo que não repita este erro, impermeabilizando espaços como o Largo do Corpo Santo ou o Campo das Cebolas para a construção de mais estacionamento em caves.

A LAJB aguarda atentamente pela evolução dos projectos para a Frente Ribeirinha de Lisboa. O abandono e desqualificação de décadas penalizaram muito o usufruto deste simbólico espaço público da nossa cidade.

Mostramo-nos desde já inteiramente disponíveis para todo e qualquer esclarecimento e colaboração cívica que julgarem necessário.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Liga dos Amigos do Jardim Botânico

FOTO: Cais do Sodré c.1928 por J. Benoliel. Arquivo Municipal

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

AFTER THE CAR

Dois docentes da Universidade de Lancaster, no Reino Unido, publicaram em Maio este interessante estudo sobre o fim da sociedade centrada no carro. Um livro que aconselhamos a todos os autarcas do nosso país!

It is difficult to imagine a world without the car, and yet that is exactly what Dennis and Urry set out to do in this provocative new book. They argue that the days of the car are numbered: powerful forces around the world are undermining the car system and will usher in a new transport system sometime in the next few decades. Specifically, the book examines how several major processes are shaping the future of how we travel, including:

• Global warming and its many global consequences
• Peaking of oil supplies
• Increased digitisation of many aspects of economic and social life
• Massive global population increases

The authors look at changes in technology, policy, economy and society, and make a convincing argument for a future where, by necessity, the present car system will be re-designed and re-engineered.

Yet the book also suggests that there are some hugely bleak dilemmas facing the twenty first century. The authors lay out what they consider to be possible 'post-car' future scenarios. These they describe as 'local sustainability', 'regional warlordism' and 'digital networks of control'.

After The Car will be of great interest to planners, policy makers, social scientists, futurologists, those working in industry, as well as general readers.

Some have described the 20th Century as the century of the car. Now that century has come to a close - and things are about to change.


Reviews

"One of the toughest things to do is to anticipate discontinuity, to envisage a world - a life - beyond the car. The authors practice this art of the impossible in a fascinating way, opening up the social and sociological imagination for alternative paths of modernization." Ulrich Beck, University of Munich

"A persuasive and readable summary of why motoring as we know it is doomed. The authors systematically chart the new technologies, oil shortages, environmental and other pressures changing the way we travel and the world we live in. If you want to know what the future might look like, this book is for you. Jeremy Clarkson is an endangered species!" Steven Joseph, Executive Director, Campaign for Better Transport

"After the Car is a useful contribution to the debate about the role of the car which poses some interesting questions about its future." Tony Bosworth, Friends of the Earth

in www.polity.co.uk

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

AS 4 ESTAÇÕES NO JARDIM BOTÂNICO

Todas as quintas-feiras (2009-2010), entre as 13h00-14h00

Visita animada para todas as idades!

Preço: 3 euros

Marcação prévia:


Tel. 210 170 159

FOTO: Flores de Murta, Myrtus communis L.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

«Wild side of the law»

It may sound far-fetched, but a powerful tool to combat climate change is giving nature legal rights

If societies express their values through the laws they make, one single legal change would completely transform our understanding of the ­relationship between nature and humankind: giving nature rights. And that change would be our best weapon in fighting climate change because it would give nature a voice on how we regulate the earth.

The idea of "wild law" has been around since the 1960s, when writers questioned whether trees should have standing. But now enacting those ideas is a matter of our survival on this planet.

Laws that recognise the world as a legal person with rights and remedies that can be enforced nationally and internationally would create a duty of care towards the environment. It is strange that we have a duty of care towards our "neighbour", but that in law nature is not considered our neighbour. If we value the natural world we need for life, we can prove it by giving it and its components – rivers, forests, species, habitats, ecosystems – sufficient standing in law to enable proceedings to be brought on their behalf. Our legal system already does this for "non-­persons" such as companies, charities, clubs and others.

Give the sea rights, and overfishing would not be a matter of quotas set by governments but of balancing the rights of fish and humans. If the atmosphere could be a legal entity, its representative would have a say in carbon trading. A river with a right to flow continually being harmed by damming would require the courts to intervene in deciding whether the human need is greater than that of the river to subsist. This is not as far fetched as it sounds. It is entirely consistent with the 1982 UN World Charter for Nature, ratified by more than 150 UN members but lacking enforcement mechanisms to give it real teeth. It is the logical outcome of its 2002 successor, the Earth Charter.

Practically, how do we do this? Our courts could expand the definition of who our neighbour is to include nature and thus create a legal duty of care toward the earth. At EU level we then pass a declaration of nature's rights, which would, like the declaration of human rights, be implemented by each of the member states in an Earth Rights Act like our Human Rights Act. This would be enforced by our national courts and influence the regulators' decision-making.

Internationally, we need to refocus what is contained in the World Charter for Nature, which sets out "human duties towards the earth", and create "earth rights". Any declaration needs to be coupled with giving enforcement powers to our international institutions, otherwise the declaration will create positive debate but not be effective.

Language is a powerful tool, and we want to stop talking about the planet as a "resource". There has to be a better understanding of how humans affect the planet – so teach people where their plastic water bottle ends up and where their food comes from. We can also redefine the "public interest" to include the interest of nature.

Some would argue granting rights is only part of the solution, but it will cause the shift in thinking we require to decarbonise our society. As Wangari Maathai, winner of the 2004 Nobel peace prize, said: "The need to forge a new and healthier relationship between the human race and the planet that sustains us could not be more urgent." Let's not be known as the "age of stupid" but as the age that walked on the wild side of the law and brought radical change to the way we think about law and about nature to stave off the perfect storm.

in The Guardian, 4 de Maio de 2009

FOTO: Baleal, Portugal

domingo, 27 de setembro de 2009

«FOREVER WILD»

Central Park, Nova Iorque, Maio de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

AS ÁRVORES e os LIVROS: Andrew Lang

I'd leave all the hurry, the noise, and the fray,
For a house full of books, and a garden of flowers.

Andrew Lang

Nota: Andrew Lang (1844-1912) foi um escritor escocês que ficou conhecido pela sua poesia, critica literária e trabalho na área da antropologia.

FOTO: Jardins do Kensington Palace, Londres.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

NOITES DE SÃO BENTO: 24, 25 e 26 Setembro

NOITES DE SÃO BENTO

animação de rua até às 24 horas
dias 24, 25 e 26 de Setembro


FOTO: Rua de São Bento, início do séc. XX. Arquivo Municipal.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Outono em Portugal, Primavera na Austrália!

Hoje é o primeiro dia de Outono. Mas na outra face do nosso Planeta é o primeiro dia de Primavera!

FOTO: Crimson Rosella a comer flores na capital da Austrália. Fotografia de Mark Kolbe/Getty Images.

domingo, 20 de setembro de 2009

Mais árvores e passeios para o Bairro Azul!

Mais árvores, passadeiras bem identificadas, passeios mais largos e apenas uma faixa de rodagem em cada sentido na Rua Ramalho Ortigão marcam a nova imagem de uma das principais artérias do Bairro Azul, em Lisboa.

"Parecia que estávamos perto de uma auto-estrada. Era muito difícil atravessar e os carros circulavam a uma velocidade impressionante. Espero que a situação se altere, já que havia muitos atropelamentos", sublinhou Ana Luísa Bolsa, da Comissão de Moradores do Bairro Azul, junto à Rua Ramalho Ortigão, onde já começaram as obras para criar a primeira das cinco "Zonas 30" que a Câmara pretende colocar em marcha, destinadas a "acalmar" o tráfego e dar mais espaço e segurança aos peões, mas que integram também a valorização do espaço público.

No Bairro Azul, essencialmente residencial, o projecto não podia ter melhor acolhimento. Há anos que os moradores clamavam por medidas que acabassem com o intenso tráfego de atravessamento criado pela proximidade do El Corte Inglés, Universidade Nova ou Mesquita. No Bairro Azul, as medidas de acalmia de tráfego estendem-se até 2012. Para a semana, serão cridas passadeiras sobrelevadas em mais duas ruas. A requalificação do espaço público junto à Rua Marquês da Fronteira, pelo do Metropolitano de Lisboa, poderá arrancar ainda este ano.

Nos próximos dois, será criado um desenho urbano de acalmia de trânsito na Rua Ressano Garcia e uma ligação directa da Avenida José Malhoa à Praça de Espanha, bem como um espaço público franco em frente à Mesquita.

Os bairros do Alvito, da Madre Deus, Boavista e de São Miguel, também vão ter "Zonas 30" para criar uma coabitação mais harmoniosa entre peões, bicicletas e automóveis nos arruamentos interiores dos bairros.

Sem referir datas, António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, prometeu para breve o início das intervenções nestes bairros, referindo que as alterações no Bairro Azul estão a servir para "testar a metodologia". Não descarta ainda a hipótese de levar o projecto a outras áreas da cidade. A Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados já veio defender que as "Zonas 30" deveriam chegar às Avenidas Novas. in Jornal de Notícias, 20-9-09

FOTO: Av. Ressano Garcia, na década de 60 do séc. XX, já sobrecarregada de carros. Imagem de Artur Goulart, Aquivo Municipal. Estas são boas notícias para a nossa cidade. Esperemos que a CML implemente brevemente o projecto de arborização da Rua Borges Carneiro, uma iniciativa dos moradores apoiada pela LAJB e a Associação Lisboa Verde.

MÚSICA PELO JARDIM: 29 de Setembro

Campanha de reabilitação do Jardim Botânico
Retrospect Ensemble, Aula Magna, 29 de Setembro às 21h30

Com o objectivo de angariação de fundos para a reabilitação do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, o Retrospect Ensemble (outrora denominados de King’s Consort) dirigido por Matthew Halls estará em Lisboa para um concerto único, dia 29 de Setembro, às 21h30, na Aula Magna (Lisboa). Uma iniciativa Sunbridge. Para mais esclarecimentos contactar:

Ana Duarte Carmo (962631446)
Marisa Dias Antunes (962763188)

FOTO: Datura candida (pers.) Stafford. Flores da trombeteira, Angel's trompet, no Jardim das Cebolas, um dos sectores do Jardim Botânico a necessitar de obras de conservação urgentes.

sábado, 19 de setembro de 2009

Threat to European biodiversity 'as serious as climate change'

The natural world across Europe is suffering a crisis as serious as the threat of climate change, Europe's environment chiefs are to warn this week.

A report from the European Environment Agency (EEA) to be published next month sounds the alarm that most species and habitats across the continent are in poor condition and the risk of extinction continues to rise.

New figures for the UK also show that even the most important and rare plants and animals are suffering: eight out of 10 habitats and half of species given the highest level of European protection are in an "unfavourable" condition.

Species at risk in the UK range from insects like the honeybee and swallowtail butterfly, to mammals and birds at the top of the food chain such as the otter and the golden eagle, said the Centre for Ecology & Hydrology (CEH).

The losses threaten to undermine vital ecosystem services like clean water and fertile soils, which underpin both quality of life and the economy, said Jacqueline McGlade, the EEA's executive director.

"Much of our economy in Europe relies on the fact we have natural resources underpinning everything," McGlade told the Guardian. The losses of wildlife and habitat are a threat to being able to live sustainably within the enviroment in the future, she said. "Some of the losses are irreversible."

McGlade will present findings from the agency report at a major conference next week called by the European environment commissioner Stavros Dimas. He is worried that the European commission has failed to meet a pledge to halt biodiversity loss by 2010, and recently warned "the loss of biodiversity is a global threat that is every bit as serious as climate change".

"The reasons that we are losing biodiversity are well known: destruction of habitats, pollution, over-exploitation, invasive species and, most recently, climate change," Dimas will tell the conference in Athens. "The compound effect of these forces is terrifying."

At another high-level conference in London on Wednesday, organised by the CEH, leaders from business, government, academics and NGOs will warn that ecosystems underpin human lifestyles from air, water and food to resources for industry.

Professor Lord May of Oxford, a former government chief scientific adviser and president of the Royal Society, said: "Our massive and unintended experiment on the planet's reaction to unsustainable levels of human impacts is approaching crisis point. The future is not yet beyond rescue, provided we take appropriate action with due urgency."

The EEA report says although there have been some conservation successes, including halting the decline of common songbirds, the "overall status and trends of most species and habitats give rise to concern".

Figures for the habitats and species awarded special protection under the EU habitats directive reveal that across 40 countries of Europe and the former Soviet Union, 50-85% of habitats and 40-70% of species were in an "unfavourable" condition, and many more could not be assessed because of a lack of information.

Across Europe, the biggest declines from 1990 to 2000 had been for bogs and fenland, heathland and coastal habitats. Woodland, forests and lakes had grown, but these increases were dwarfed by the biggest habitat expansion, which was "constructed, industrial, artificial habitats".

Populations of some European common birds stopped falling in the 1990s, but all groups of birds had fallen in numbers since 1980, and other species groups like butterflies, amphibians and pollinating insects had declined dramatically, said the report.

The report notes that habitats and species in the habitats directive were chosen because they were under threat, and so were harder to conserve.

"Ecosystems generally show a fair amount of resilience," it adds. "Beyond certain thresholds, however, ecosystems may collapse and transform into distinctly different states, potentially with considerable impacts on humans."

Reforms to be put to the conference in Athens include better management of protected areas, which now make up more than 17% of the European Union territory; targets for economic sectors, such as transport, to ensure they do not have a negative impact on the environment; and more work on putting a "value" on ecosystem services so conservationists can argue their case against developers, said McGlade.

"This is not about putting a price on everything, it's a value. This will transform the discussion because somebody can say 'you're eating away at our capital - grassland', or whatever the landscape or species is."

In a statement, Defra, the UK environment department, said the government fully supported strong international targets, but said many conservation schemes were working.

"For example, England's Sites of Special Scientific Interest are in better condition than ever at 88.4% in favourable or recovering condition compared with 57% in 2003," it added.

Globally, last year's annual "red list" of endangered species from the IUCN conservation organisation warned that the world's mammals face an extinction crisis, with almost one in four of 5,487 known species at risk of disappearing forever.

in The Guardian, 24 de Abril de 2009

FOTO: Ilha das Berlengas