Mostrar mensagens com a etiqueta Austrália. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Austrália. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 23 de junho de 2016
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
domingo, 20 de maio de 2012
As Árvores e a Cidade: Ficus macrophylla
Etiquetas:
Austrália,
Ficus macrophylla
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
EM FLORAÇÃO: Eucalyptus ficifolia
Nome: Eucalyptus ficifolia F. Muell.
Família: Myrtaceae
Derivação do nome do género/espécie: Eucalyptus, do grego eu + καλύπτω ("verdadeira cobertura") / fici do latin figo, folium em referência à forma das folhas. O nome científico desta espécie passou a ser referido nos livros da especialidade por Corymbia ficifolia.
Etiquetas:
Arboreto,
Austrália,
Corymbia ficifolia,
Em Floração,
Eucalyptus Ficifolia,
Myrtaceae
segunda-feira, 22 de junho de 2009
EM FLORAÇÃO: Lagunaria patersonii
Nome: Lagunaria patersonii (Andr.) G. Don
Família: Malvaceae
A Lagunaria patersonii é uma árvore de folha perene originária da Austrália, mais precisamente da Ilha de Norfolk e de Queensland. De tamanho médio e de crescimento lento, a Lagunaria pode atingir entre 10 a 15 metros de altura. De belo porte, destaca-se pela sua folhagem de cor glauca. As folhas são inteiras, de forma oval e com 7,5 / 10 cm de comprimento. No periodo da floração, que ocorre no final da Primavera / início do Verão, a copa cobre-se de atraentes flores solitárias cor-de-rosa com 5 pétalas. O clima de Lisboa e Sul de Portugal é adequado para a Lagunaria: gosta de sol e é tolerante à seca. Gostariamos de ver a Lagunaria a ser usada como árvore de alinhamento nos arruamentos da capital. Para o clima do norte de Portugal é um pouco delicada pois sofre com as geadas.
Derivação do nome do género/espécie: Andrea Laguna (1494-1560), botânico espanhol / William Patterson (1755-1810), naturalista inglês.
Etiquetas:
Arboreto,
Austrália,
Classe,
Em Floração,
Lagunaria patersonii
domingo, 10 de agosto de 2008
AS ÁRVORES E OS LIVROS: Octávio Paz
Cresceu uma árvore à minha frente.
Cresceu para dentro.
Suas raízes são veias,
Suas raízes são veias,
nervos, seus ramos,
Suas confusas folhas, pensamentos.
Teus olhares incendeiam-na,
e seus frutos sombras
são laranjas de sangue,
romãs feitas de lume.
Amanhece
na noite do corpo.
na noite do corpo.
Ali dentro, à minha frente,
a árvore fala.
Acerca-te. Ouve-la já tu?
Octávio Paz
FOTO: Ficus macrophylla na Classe do Jardim Botânico
Etiquetas:
As Árvores e os Livros,
Austrália,
Classe,
Ficus macrophylla,
Octávio Paz,
Poema,
Poesia
sábado, 12 de julho de 2008
EM FLORAÇÃO: Eucalyptus ficifolia
Esta é uma árvore pequena, de folha persistente, que não ultrapassa os 10-15 metros de altura. Mas o seu aspecto discreto é abandonado nesta altura do ano quando a espetacular floração a faz destacar de entre as outras árvores. As flores são vistosamente coloridas variando desde o vermelho, cor-de-rosa e laranja. As folhas são rígidas e têm duas cores, sendo verde escuro na face superior e verde pálido na face inferior. Nas flores desta variedade existente no Arboreto do Jardim Botânico (junto ao Lago do Meio, canteiro 13A) os estames são de cor escarlate. Os frutos têm a forma de pequenos figos, de coloração castanha com reflexos de cinzento. Este eucalipto é nativo da Austrália, de zonas costeiras bastante restritas, como por exemplo a zona sudeste de Perth.
Nome: Eucalyptus ficifolia F. Muell.
Família: Myrtaceae
Derivação do nome do género/espécie: Eucalyptus, do grego eu + καλύπτω ("verdadeira cobertura") / fici do latin figo, folium em referência à forma das folhas. O nome científico desta espécie passou a ser referido nos livros da especialidade por Corymbia ficifolia.
Etiquetas:
Arboreto,
Austrália,
Corymbia ficifolia,
Em Floração,
Eucalyptus Ficifolia
segunda-feira, 7 de julho de 2008
AS ÁRVORES E OS LIVROS: Nicolau Saião
Árvores, muitas árvores: laranjeiras, pinheiros, uma oliveira ao pé
do mar, se eu tivesse uma casa a sotavento das dunas
como as que se adivinham em certos quadros de Cézanne
se a luz é muito clara e permanece
com velhos nomes gregos que não sei.
Nespereiras, limoeiros, uma que outra ameixoeira
parecendo, vistas de longe, ser
de uma substância estranha e desconhecida.
Não me importava, até, de em tardes de calor
ter dentro do meu quarto um abrunheiro donde pendesse
um decente e fraternal cadáver.
do mar, se eu tivesse uma casa a sotavento das dunas
como as que se adivinham em certos quadros de Cézanne
se a luz é muito clara e permanece
com velhos nomes gregos que não sei.
Nespereiras, limoeiros, uma que outra ameixoeira
parecendo, vistas de longe, ser
de uma substância estranha e desconhecida.
Não me importava, até, de em tardes de calor
ter dentro do meu quarto um abrunheiro donde pendesse
um decente e fraternal cadáver.
A verdade é que não me assusto facilmente
e tenho confiança no reino vegetal.
e tenho confiança no reino vegetal.
Malus sieboldi, catoneaster dielsiana, vós sois
os mais exactos filhos do mundo.
os mais exactos filhos do mundo.
Gostaria de me rodear, um dia, de videiras
- essas árvores turvas da esperança -
e quando digo rodear sei o que digo, pois
queria que se enrolassem nos meus rins, nas espáduas
me descessem pelas pernas e lançassem
perto do meu sexo folhas novas
e que, ao lusco-fusco, enquanto no céu passam
os pequenos satélites mortais e luminosos que o desespero
do Homem lá coloca, por surpresa se transformassem
em plantas de gesso de frutos impensáveis.
- essas árvores turvas da esperança -
e quando digo rodear sei o que digo, pois
queria que se enrolassem nos meus rins, nas espáduas
me descessem pelas pernas e lançassem
perto do meu sexo folhas novas
e que, ao lusco-fusco, enquanto no céu passam
os pequenos satélites mortais e luminosos que o desespero
do Homem lá coloca, por surpresa se transformassem
em plantas de gesso de frutos impensáveis.
Chego a perturbar-me por vezes se vejo
uma árvore junto a um hospital
Não sei porquê creio que me lembro mais
ou sinto mais
agudamente os níveis dolorosos das origens
do cristal, da carne
os esponjosos tecidos da sombra e da frescura
das cores da morte pronta para o grande tumulto.
uma árvore junto a um hospital
Não sei porquê creio que me lembro mais
ou sinto mais
agudamente os níveis dolorosos das origens
do cristal, da carne
os esponjosos tecidos da sombra e da frescura
das cores da morte pronta para o grande tumulto.
Que medo, em certas noites, ver
de noite uma árvore
de noite uma árvore
Sei perfeitamente que uma árvore é um símbolo
obscuro da nossa vida, principalmente da nossa vida
que não houve. Mas mesmo assim
dentro das ruas, dentro das casas
as árvores têm um outro entendimento
um mistério muito delas
- e não completamente inventados -
pois não desprezam a agonia dos homens, o choro dos homens
o seu riso, a sua fome, os sinais todos
que o Homem podia e devia ter.
obscuro da nossa vida, principalmente da nossa vida
que não houve. Mas mesmo assim
dentro das ruas, dentro das casas
as árvores têm um outro entendimento
um mistério muito delas
- e não completamente inventados -
pois não desprezam a agonia dos homens, o choro dos homens
o seu riso, a sua fome, os sinais todos
que o Homem podia e devia ter.
As árvores começam e acabam sem amor
e sem ódio.
e sem ódio.
Nicolau Saião
FOTO: Ficus macrophylla na Classe do Jardim Botânico
Etiquetas:
As Árvores e os Livros,
Austrália,
Ficus macrophylla,
Nicolau Saião,
Poema,
Poesia
terça-feira, 24 de junho de 2008
EM FLORAÇÃO: Brachychiton acerifolius
Árvore em chamas? É assim que poderiamos talvez descrever a Brachychiton acerifolius actualmente em floração no Jardim Botânico (na Classe, junto das Estufas). A Brachychiton é um género com mais de 30 espécies, a maioria dos quais nativas das zonas tropicais da Austrália. A B. acerifolius é a mais cultivada devido à sua espectacular floração. No seu habitat natural pode atingir entre os 30 a 35 metros de altura mas quando cultivada em zonas temperadas ou mais frescas apresenta menor desenvolvimento. As folhas têm cerca de 25 cm de comprimento e a floração ocorre no início do Verão, antes da folhagem. As flores vermelhas, em forma de sino, surgem em cachos nas extremidades dos ramos e são depois seguidas por cápsulas contendo muitas sementes.
O seu nome vulgar na Austrália, Flame Tree, traduz muito bem a espectacular copa revestida de um vermelho vivo. É, justamente, considerada uma das mais espectaculares árvores australianas.
Nome: Brachychiton acerifolius (A. Cunn.) F. v. Muell.
Família: Sterculiaceae
Derivação do nome do género/espécie: brachychiton, de brachys, palavra grega para túnica, em referência ao revestimento das sementes / acerifolius, porque a folhagem lembra a do Ácer.
Etiquetas:
Austrália,
Brachychiton acerifolius,
Em Floração,
Sterculiaceae
sábado, 14 de junho de 2008
EM FLORAÇÃO: Lagunaria patersonii
Os exemplares de Lagunaria patersonii estão em floração!
No Jardim Botânico podem ser vistos na Classe (em 1b e 14) e no arboreto, junto ao lago do meio, (no 20A). Convidamos todos a vir conhecer e apreciar este espectáculo da natureza.
Nome: Lagunaria patersonii (Andr.) G. Don
Família: Malvaceae
A Lagunaria patersonii é uma árvore de folha perene originária da Austrália, mais precisamente da Ilha de Norfolk e de Queensland. De tamanho médio e de crescimento lento, a Lagunaria pode atingir entre 10 a 15 metros de altura. De belo porte, destaca-se pela sua folhagem de cor glauca. As folhas são inteiras, de forma oval e com 7,5 / 10 cm de comprimento. No periodo da floração, que ocorre no final da Primavera / início do Verão, a copa cobre-se de atraentes flores solitárias cor-de-rosa com 5 pétalas.
O clima de Lisboa e Sul de Portugal é adequado para a Lagunaria: gosta de sol e é tolerante à seca. Gostariamos de ver esta árvore a ser usada como árvore de alinhamento nos arruamentos da capital. Para o clima do norte de Portugal é um pouco delicada pois sofre com as geadas.
Derivação do nome do género/espécie: Andrea Laguna (1494-1560), botânico espanhol / William Patterson (1755-1810), naturalista inglês.
Etiquetas:
Austrália,
Em Floração,
Lagunaria patersonii,
Malvaceae
Subscrever:
Mensagens (Atom)
