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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Petição contra construção de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real
















«...Os abaixo assinados, moradores na zona do Príncipe Real, e demais cidadãos preocupados com a defesa e a preservação do património histórico, cultural e ambiental da cidade de Lisboa, alarmados pela notícia repentina e inquietante da retoma do projecto de construção de estacionamento subterrâneo no Jardim do Príncipe Real; Manifestam o seu repúdio pela construção de todo e qualquer parque de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real, e apelam à Senhora Presidente da Assembleia da República, ao Senhor Presidente da CML, à Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, ao Senhor Secretário de Estado da Cultura e aos Senhores Deputados da AR e da AML para que ARQUIVEM DEFINITIVAMENTE tal pretensão do promotor...»

http://www.gopetition.com/petitions/peti%C3%A7%C3%A3o-contra-a-constru%C3%A7%C3%A3o-do-parque-de-estacionamento-subterr%C3%A2neo-na-pra%C3%A7a-do-pr%C3%ADncipe-real.html

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

«A CORDA PELO BOTÂNICO»

Vamos unir a Praça da Alegria ao Príncipe Real pelo JARDIM BOTÂNICO! É já no próximo dia 19 de Outubro às 16H. Participe! 
Vote no projecto do Jardim Botânico no Orçamento Participativo - OP 2013 - enviando um SMS gratuito para 4646 com a mensagem OPLX 121

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"Praga das Palmeiras" já chegou ao Jardim do Princípe Real

Exmo. Sr. Vereador José Sá Fernandes

Assunto: sinais da Praga das Palmeiras no Jardim do Princípe Real
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) verificou que um exemplar de "Palmeira das Canárias" no Jardim do Príncipe Real mostra sinais de estar infectada pela "praga das palmeiras" (imagens em anexo).

A LAJB vem por este meio perguntar se a CML já tem conhecimento deste exemplar e em caso afirmativo, se já tem planeada uma intervenção para evitar o alastramento às palmeiras que existem na vizinhança desta, onde se incluem as da colecção do Jardim Botânico.

Muito obrigado.

Com os melhores cumprimentos,

A Direcção da LAJB

quinta-feira, 26 de maio de 2011

AS ÁRVORES E OS LIVROS: Ruben A.

"Para os que quiserem dados objectivos de catalogação informo que nasci no dia 26 de Maio de 1920 na Praça do do Rio de Janeiro, nº 25, 1º andar, em quarto que dá para o jardim chamado do Príncipe Real e que tem por lá a árvore mais extraordinária da cidade de Lisboa." Ruben A

(26 de Maio de 1920 - 26 de Setembro de 1975)

Foto: A casa onde nasceu Ruben Alfredo Andresen Leitão tinha vista para estas árvores do Jardim do Príncipe Real. E quando, muito provavelmente, os Jacarandás estavam em flor como estão hoje, 90 anos depois...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O jardim do Príncipe Real é uma obra de arte

Esperei pela obra para poder ver o "restauro", pois os elementos que a câmara disponibilizou não permitem qualquer análise profissional. Há 20 anos que sou professora de História da Arte e Restauro de Jardins e tenho experiência de dezenas de jardins históricos para os quais colaborei ou coordenei o restauro. Essas são as razões próximas da reacção que senti face aos erros a que assisti, espreitando pela rede que cerca a obra do Príncipe Real. Foi por causa de uma indignação que senti face à destruição de um jardim do séc. XVI que, em 2003, resolvi criar, com um conjunto de técnicos e proprietários de jardins, a Associação de Jardins e Sítios Históricos, a que presido. É nessa qualidade que falo. Não havendo nenhum painel explicativo e tendo a CML dificultado a informação, espreitei pela rede o jardim em obra, para poder falar

1. Assisti a uma magnólia centenária a ser "assediada" pela pá de uma rectroescavadora... e arrepiada apercebi-me de que as árvores entraram em obra sem qualquer protecção. Do caderno de encargos não constava a protecção da vegetação?

2. As árvores foram abatidas às dezenas. É certo que fica mais barato dar uma só empreitada aos moto-serristas e madeireiros, mas não é assim que num jardim histórico se deve fazer: as árvores vão sendo substituídas gradualmente, seguindo um plano director que permita manter a sombra nos sítios originais.

3. O desenho dos caminhos desapareceu totalmente e consta dos artigos que li que vão ser alargadas as áreas de pavimento, desrespeitando o desenho inicial dos canteiros. Mas com que critério se altera o desenho de uma jardim histórico? Vi mais e pior, mas detenho-me nesta ideia de alteração do desenho de um jardim do século XIX para apontar à autoria do jardim de 1861. Na memória descritiva da obra, a autora do projecto afirma que "a sua estrutura e desenho devem-se ao seu autor, o jardineiro João Francisco da Silva". Será que assume que o Príncipe Real foi desenhado por um jardineiro, subentendendo que o jardim não tem pedigree, e que o seu traço não precisa de ser respeitado? Engana-se. Basta aceder à brilhante tese de doutoramento de Teresa Marques, da Universidade do Porto, sobre os jardins deste período para perceber que, nessa altura, a nossa profissão de arquitectos paisagistas era exercida pelos denominados "jardineiros paisagistas". Subestimar o passado de grandes obras do século XIX é também anular a origem da nossa própria profissão. Está mal.

Para defender casos como este, o Icomos, organismo consultor da UNESCO de que faço parte, criou, em 1981, a Carta de Florença, que consigna regras de restauro de jardins históricos. Portugal subscreveu, e dos 25 artigos da Carta de Florença saliento que um jardim histórico é um monumento e como tal deve ser tratado, de forma a preservar o seu significado cultural, e transmiti-lo às gerações que se seguem. A obra do Príncipe Real não respeita os princípios da Carta de Florença, senão veja-se:

Artigo 14. O jardim histórico deve ser conservado num ambiente apropriado. Qualquer modificação do meio físico que faça perigar o equilíbrio ecológico deve ser proscrita. Estas medidas abrangem o conjunto das infra-estruturas internas ou externas (canalizações, sistemas de rega, estradas, caminhos, vedações, muros, poços, noras, etc.). No Príncipe Real, os passeios vão ser alargados, alegando-se razões funcionais. Por esta lógica, também deviam alargar o portal do Mosteiro dos Jerónimos: um milhão de visitantes/ano merece que as condições de entrada sejam adaptadas à "função".

No Artigo 15. Qualquer restauro de um jardim histórico só será implementado após uma análise aprofundada, que vai da escavação em terreno à recolha de todos os documentos que dizem respeito ao jardim em causa e a jardins análogos. Esta recolha exaustiva garante o carácter científico da intervenção. Antes de qualquer execução, este estudo deverá levar a um projecto de execução a submeter a um exame e a um acordo colegial. Os jardins de Lisboa, e sobretudo os históricos, deviam ter planos de longo prazo trabalhados em conjunto com a Universidade onde se estudam, experimentam e aprofundam com tempo e método os formatos de restauro, reabilitação e recuperação... Talvez ainda se vá a tempo de parar a obra e diminuir os danos. A Associação de Jardins Históricos está disponível para, de forma gratuita, propor soluções que evitem o que ainda se pode evitar e se reponha o que não devia ter sido alterado.

Cristina Castel-Branco

Presidente da Associação de Jardins e Sítios Históricos

in Público, 17-2-2010

Foto: Magnólia e Ginkgo no Jardim do Príncipe Real

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A intervenção no Jardim do Príncipe Real

A operação de requalificação do Príncipe Real, em Lisboa, classificada pelos especialistas como "minimalista" e por parte dos críticos como "descaracterizadora", levanta um problema hoje corrente nas sociedades urbanas: a participação. Para já, o Príncipe Real revelou-se um "não caso", mas poderia ter sido uma oportunidade para elevar o sentido da cidadania.

Agora que a polémica em torno da intervenção na Praça do Príncipe Real parece ter sido ultrapassada, o que vai afinal acontecer àquele espaço histórico de Lisboa? Esta é a questão que deveria ter sido respondida antes de se terem iniciado as obras de requalificação neste lugar emblemático.

A opinião é partilhada pelos principais responsáveis pelo projecto, os arquitectos paisagistas Fátima Leitão e João Rocha e Castro. A primeira como autora e o último enquanto chefe de divisão de Estudos e Projectos da Direcção Municipal de Ambiente Urbano da Câmara Municipal de Lisboa. Os dois acederam em explicar ao Cidades a estratégia seguida pela proposta de requalificação, concluída em Abril de 2009 e actualmente em curso. A proposta é resultado do trabalho de uma equipa formada a partir de quatro divisões municipais, abrangeu diversas áreas disciplinares como a arquitectura paisagista, a agronomia ou a engenharia florestal. E a mobilização de importantes meios camarários decorreu do significado urbano desta praça, com vista privilegiada sobre a cidade, localizada numa das suas áreas mais qualificadas.

A Praça do Príncipe Real ou Jardim França Borges tem a sua forma actual desde 1869, devendo-se o seu traçado ao jardineiro João Francisco da Silva. O lugar é consequência de uma série de transformações. Durante o século XVIII, por exemplo, funcionou ali uma lixeira e, por altura do terramoto, serviu de acampamento para regimentos militares. Também ali se celebrou a primeira missa da Patriarcal de Lisboa, que viria a arder em 1769. Mais recentemente, depois da construção do reservatório de água, na década de 60 do século XIX, recebeu o nome que tem hoje e iniciou-se a construção do actual jardim, que respeitava os padrões daquele tipo de equipamento urbano, muito característico nas cidades oitocentistas europeias, e que ficou vulgarmente conhecido como "jardim romântico": um tabuleiro central organizado em torno do lago do reservatório, com canteiros recortados segundo um esquema "orgânico" (mais livre), sobre um tapete pavimentado de asfalto (originalmente foi utilizado saibro).

Os lódãos

O jardim rapidamente se transformou num espaço privilegiado de "recreio" e "lazer" entre os habitantes da capital. Hoje, a Praça do Príncipe Real é ocupada por diversas actividades, desde a montagem semanal do mercado de produtos biológicos ao sábado de manhã, passando pelas sazonais feiras de artesanato e de alfarrabistas e velharias. Possui, portanto, um público bastante alargado, não apenas composto por residentes da área. Foi esse público que se manifestou contra os primeiros abates de árvores que se registaram no arranque das obras durante o final do mês de Novembro. No centro da discórdia estava a substituição dos choupos que ladeiam o tabuleiro central por outra espécie de árvores - lódãos -, mais adequadas, segundo os projectistas, à tipologia do jardim pré-existente. Esta opinião foi confirmada por diversos especialistas, caso de Gonçalo Ribeiro Teles.

Mas seria a arquitecta paisagista Aurora Carapinha, da Universidade de Évora, a defender as opções do projecto, em parecer de 26 de Novembro, procurando responder à polémica entretanto levantada: "Consideramos a espécie arbórea escolhida lódão (Celtis australis) acertada" à situação do jardim, "ao contrário dos choupos (Populus nigra) existentes, mais apropriados para zonas baixas, húmidas. Também a forma, cor, densidade da canópia do lódão são atributos que qualificam esta árvore como uma boa escolha para alinhamento e arruamento". É ainda Fátima Leitão quem explica ao Cidades que os choupos, "ao fim de 30-40 anos, começam a apodrecer e a deixar cair pernadas", situação que já se verificava no Príncipe Real. A arquitecta paisagista lembra igualmente que a configuração actual dada pela presença dos choupos é relativamente recente, não tendo ainda cumprido as três décadas.

Estes esclarecimentos, talvez pelo seu teor mais técnico, não pacificaram imediatamente as críticas. Na petição on-line lançada no início de Dezembro, depois de distribuído o folheto produzido pela câmara, colocado nas caixas de correio dos moradores da zona, que insistia no carácter qualificador de toda a operação, podia contudo ler-se: "Ora o que se está a verificar, duas semanas após o início da requalificação, é a descaracterização do antigo jardim romântico à inglesa (...), tendo sido (...) cortadas algumas das árvores centenárias em torno do lago. Temos sérias dúvidas se (...) mereciam tal sorte pois não apresentavam sinais de doença nem muito menos de estarem sem vida.

"É por isso que a parte mais importante do parecer de Aurora Carapinha seria precisamente a sua posição perante a concepção geral da intervenção, ao classificar a proposta como "minimalista", por não anular "a historicidade do jardim nem o seu valor de património paisagístico". Esta é também a convicção de João Castro: "Aqui reabilitação é a palavra correcta ou mesmo, até, restauro."

A estratégia seguida pela projectista, e apoiada pelo chefe de divisão, parte de três acções muito objectivas: "Manter o testemunho do passado; evitar o desenho (que se sobreponha ao seu traçado histórico); e promover uma manutenção fácil." Já Fátima Leitão especifica as decisões tomadas: "Manter a estrutura de canteiros e caminhos, substituir o pavimento por saibro estabilizado, substituir a iluminação e o mobiliário urbano danificado (bancos, mesas de jogo, etc.), reparar as valetas e tampas em pedra e recuperar a vegetação existente, eliminando alguns arbustos."

Algumas destas soluções, como a reintrodução do saibro ou a opção por regrar a iluminação pública (ao invés de deixar os diferentes modelos de candeeiros que hoje coexistem), foram anteriormente testadas num jardim próximo: o miradouro de São Pedro de Alcântara. Este pode muito bem servir como exemplo a quem deseje antecipar como será o "novo" jardim do Príncipe Real. Genericamente, garante Fátima Leitão, não será muito diferente do que é actualmente. Talvez um pouco menos "ensombrado" depois de feitas as "correcções" no arvoredo. Seguiram-se aqui, segundo João Castro, as boas práticas de intervenção em lugares patrimoniais: "Tudo é reversível pela simplicidade da requalificação."

Os projectos anteriores

De onde surgiu então toda a polémica? É provável que a memória de outras tentativas de intervenção tenha pesado. Esta é a terceira vez que o jardim é objecto de um projecto de requalificação. A primeira passava por abolir o tabuleiro central, ligando-o ao edificado adjacente através de um pavimento uniforme. Esta opção foi na época considerada demasiado "intrusiva" por descaracterizar o sentido do desenho primitivo. A segunda previa a construção de um parque de estacionamento subterrâneo sob a via, com entradas laterais à praça que isolavam o tabuleiro tornando-o uma "ilha" e causando um significativo impacto paisagístico e de enquadramento urbano. Este projecto, desencadeado há cerca de cinco anos, geraria grande contestação, motivando igualmente uma petição pública. Os próprios projectistas envolvidos tinham dúvidas quanto aos princípios adoptados e na época consideraram válidos os protestos por terem permitido rectificar um processo no qual não depositavam certezas absolutas.

O caso agora é diferente. Os seus autores insistem em qualificar a intervenção como "recuperação parcial", uma vez que "não se altera a forma ou o conteúdo funcional do jardim", como se pode ler no programa de requalificação. Alguns aspectos não serão sequer intervencionados, como o parque infantil ou o pavilhão da cafetaria. E a peça mais emblemática do conjunto - o caramanchão que suporta o cedro do Buçaco (Cupressus lusitanica) - só verá a sua estrutura de ferro recuperada de modo faseado de maneira a não prejudicar a sobrevivência da árvore.

Para lá dos aspectos mais demagógicos envolvidos em torno do abate de algumas árvores, cuja manutenção seria altamente improvável, como manifestaram vários especialistas, o exemplo da Praça do Príncipe Real coloca um tema caro às sociedades europeias contemporâneas: o problema da participação pública nas decisões de planeamento das cidades. Demonstra como as populações estão dispostas a accionar os meios de intervenção disponíveis com o objectivo de travarem operações sobre as quais recaem dúvidas. Conseguindo-se evitar o populismo de que estas acções também padecem, é possível garantir uma participação mais informada. Para já, o Príncipe Real revelou-se um "não caso", mas poderia ter sido uma oportunidade para elevar o sentido da cidadania. in Público 17-1-2010, por Ana Vaz Milheiro

Foto: Eduardo Portugal, 1945 (Arquivo Municipal)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O Nosso Bairro: PRÍNCIPE REAL live

O Príncipe Real vai estar em festa! Contamos com a sua presença! Dias 5, 6, 7 e 8 de Novembro, todos os dias até às 23h.
«Degustações, apresentações de dança e música, lançamentos de produtos e exposições vão animar entre hoje e domingo as lojas do Príncipe Real (Lisboa), um "centro comercial ao ar livre" que quer fomentar uma "imagem de charme".Fruto de uma parceria entre os lojistas da zona, o Príncipe Real Live vai prolongar até às 23.00 o horário de algumas dezenas de estabelecimentos da Rua D. Pedro V, da Praça do Príncipe Real e da Rua da Escola Politécnica. Durante os quatro dias haverá espectáculos de ópera e animação de rua, incluindo uma apresentação do Chapitô.» in Lusa

FOTO: Palacete Ribeiro da Cunha

sábado, 24 de outubro de 2009

As Árvores e a Cidade: Príncipe Real

Outono em Lisboa! Ramo florido de Chorisia debruçado sobre o lago do Jardim França Borges no Príncipe Real. Hoje, ao final da manhã, enquanto decorria o Mercado de Agricultura Biológica.
Segundo informação da CML, no dia 8 de Novembro começam as obras de reabilitação deste jardim. A LAJB espera que a intervenção se paute pelo respeito do perfil oitocentista deste histórico jardim, contemporâneo do Jardim Botânico. Gostariamos de ver a reposição das colunas de iluminação que ali existiram desde o início do jardim até à década de 80 do séc. XX altura em que foram abatidas para dar lugar aos actuais candeeiros de incongruente design pos-moderno. Mas congratulamo-nos, desde já, pelo restauro do "Quiosque de Refrescos" e pela retirada do posto de abastecimento de combustiveis que durante décadas esteve instalado na parte nascente do jardim.

domingo, 19 de julho de 2009

O nosso Bairro destacado na revista Monocle!

Royal privilege

For a break from Bairro Alto take a trip to the salubrious neighbourhood of Príncipe Real. The shops along Rua Dom Pedro V sell specialist Portuguese products and new businesses are quick to move in. There's also a park that's home to a farmer's market.

Given its name, Lisbon's Príncipe Real neighbourhood - "Prince Royal" in English - enjoys a privileged position. Located up the hill from Bairro Alto and the bar-hopping crowds, the district is home to leafy squares and elegant residences, many offering panoramas of the city and the Tagus river. There are many independent retailers and particularly attractive are the shops on Rua Dom Pedro V, a street on the quarter's eastern fringe punctuated by colourful townhouses in crimson and pale yellow.

Named after a 19th century Portuguese king, the 300m stretch of pavement boasts antique shops, a gourmet grocer, family pharmacist and a rather unconventional pub. Relatively flat (a godsend in a city of steep inclines), the street is run by shopkeepers who share a strong sense of community - they even throw the odd block party. "It's the most cosmopolitan place in the city," says Marcela Brunken, a Brazilian who runs Fabrico Infinito, a boutique with a garden café. "Before there were just antiques but increasingly the street is adding variety."

New arrivals this year include a Spanish retailer selling niche womenswear labels and a chef from Sarajevo who opened an upscale restaurant just off the strip. There are also rumors of a tea salon coming soon. Proprietors are mindful to keep their slice of sidewalk shipshape. "It just feels very neighbourly," says florist Maurício Fernandes of Em Nome da Rosa. "I love the older buildings and the gardens."

Heading west, Rua Dom Pedro V flows into Príncipe REal square and the picturesque park of the same name. Laid out in the 1860s to replace a rubbish heap, it is now an urban refuge where pensioners play cards and couples relax in the shade. Kiosks sell refreshments and newspapers, and the garden café has wi-fi. There is a weekly farmers' market and below ground visitors will discover a 19th century stone reservoir, now a museum, that is sometimes rented out for private functions.

in MONOCLE, Junho 2009

FOTO: Cobertura do Palacete Ribeiro da Cunha, Praça do Príncipe Real

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O nosso Bairro: Mercado de Agricultura Biológica


O nosso Bairro teve a sorte de ser escolhido para o primeiro Mercado de Agricultura Biológica no centro de Lisboa. E é mesmo ao lado do Jardim Botânico!

Descubra o sabor genuíno dos alimentos produzidos de forma natural sem recurso a pesticidas nem fertilizantes químicos. Comer bio é optar pela qualidade nutricional dos produtos e pela protecção do ambiente. A agricultura biológica utiliza práticas de conservação e melhoria da fertilidade do solo e da preservação da biodiversidade, bem como o respeito pelos ciclos naturais. Oferece os produtos tal como a Natureza os previu: sem artifícios!

Faça as suas compras no Mercado de Agricultura Biológica, todos os sábados de manhã, na Praça do Príncipe Real, vizinha do nosso Jardim Botânico. Apoie os agriculturores que optaram pelo modo biológico. Faça uma alimentação saudável, escolha comer bio!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

As Árvores e a Cidade: Lodão, Príncipe Real

Verde juvenil num Lodão do Príncipe Real. Exemplar de Celtis australis vestido de novas folhas.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

OS AMIGOS DAS ÁRVORES: « LISBOA VERDE »

Constituída a 28 de Maio de 2002, Lisboa Verde - Associação para a Defesa dos Espaços Verdes, é uma associação cívica, sem fins lucrativos, que tem como objectivo, segundo os seus estatutos, «defender, divulgar, promover, conservar e valorizar as áreas verdes da cidade de Lisboa, bem como propor junto das entidades competentes o seu alargamento e tratamento».

«Dentro desta filosofia, e tendo em conta também a defesa da biodiversidade e a melhoria da qualidade de vida das populações humanas que habitam a cidade de Lisboa, apelamos a todos aqueles que verdadeiramente amam esta cidade para que entrem em contacto connosco, denunciando situações que possam comprometer os nossos espaços verdes e que gostariam de ver resolvidas.»

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico já colaborou com a Lisboa Verde, nomeadamente na proposta de criação de um novo espaço verde no Largo Hintze Ribeiro que foi apresentada ao Pelouro do Ambiente e Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa no dia 21 de Março de 2008 (Dia Mundial da Árvore).

A Liga dos Amigos do Jardim Botânico agradece à Lisboa Verde tudo o que tem feito pelas árvores e jardins da nossa cidade.

Para saber mais sobre a Lisboa Verde visite: www.lisboaverde.org

FOTO: Lago do Jardim França Borges na Praça do Príncipe Real