terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
F de FLORES
Não, não é engano. Está a ler o dicionário dos alimentos e esta semana em comemoração da chegada (oficial) da Primavera vamos falar de flores. Há cada vez mais pratos e chefs que utilizam flores comestíveis - mais do que ornamentação, pertencem ao domínio dos sabores.Em rigor, a incorporação de flores na nossa alimentação não é uma ideia propriamente nova, uma vez que brócolos e couve-flor já nos acompanham há algum tempo e que muitas infusões foram feitas, ao longo dos anos, com flores como a camomila, a rosa ou a alfazema. No que concerne às flores, o primeiro passo é mesmo saber se são comestíveis. O simples facto de ser apresentada num prato não é sinónimo de comestibilidade. E duas espécies idênticas podem ter sofrido tratamentos distintos que tanto as podem tornar comestíveis ou única e exclusivamente aptas para efeitos de ornamentação. A solução passa por adquiri-las em locais adequados para o efeito, que já não são assim tão escassos. Passada a barreira da comestibilidade, todo um mundo de vantagens floresce aos nossos olhos - e já agora no nariz, pois as flores, não entrando na categoria das ervas aromáticas, são efectivamente alimentos que se cheiram, mais do que alimentos que se comem. Sendo este interesse na sua vertente gastronómica relativamente recente, é expectável que poucos dados existam relativos ao seu valor nutricional. Ainda assim, como seria de esperar, as flores são genericamente pouco calóricas uma vez que são compostas por mais de 90% de água. Os macronutrientes que se destacam (ainda que em pequena quantidade) são naturalmente os hidratos de carbono, fruto dos açúcares existentes no néctar e pólen. Estes, juntamente com as pétalas, são fonte de diversas vitaminas (A e C em grande destaque) e fitoquímicos que variam consoante a flor. Assim, não existem grandes dúvidas em afirmar que as flores são provavelmente as mais sublimes fontes de antioxidantes presentes na nossa alimentação, não sendo de esperar que, quer pela quantidade quer pela frequência de consumo, possuam um grande impacto na nossa saúde. Vencida a reticência inicial em provar flores, a sua versatilidade só tem os limites da nossa imaginação. Saladas, risotto, piza, crepes, geleias, cubos de gelo, chás ou vinagres ganham assim um ingrediente novo que dá aroma, beleza e também saúde. in Público 20.03.2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Visita à exposição «Memórias da Politécnica»
Estimado(a)s amigo(a)s associado(a)s,quarta-feira, 21 de março de 2012
Visita de alunos do British Council ao Jardim Botânico
terça-feira, 20 de março de 2012
Reabilitação da Fonte Monumental da Alameda D. Afonso Henriques
Está em curso a reabilitação da Fonte Monumental da Alameda D. Afonso Henriques, com vista a retomar os “jogos de água” que caracterizam esta fonte emblemática da cidade, e, no futuro, a abrir o edifício ao público.sexta-feira, 16 de março de 2012
Lisboa: apenas 10m2 de espaços verdes por lisboeta...
Lisboa terá perto de 600 mil árvores de 200 espécies, tidas como fundamentais para a promoção de condições bioclimáticas favoráveis, tal como o arrefecimento. Nesse sentido, os espaços verdes urbanos deveriam ser de 30m2 por habitante, entre as estrutura verde principal e secundária, o que não seria possível, em Lisboa, sem o contributo do perímetro florestal de Monsanto. Segundo dados camarários de 2003, com aquela mancha de 900 hectares Lisboa disporia de 26,8m2/h. Se não fosse considerada, a cidade teria apenas 10,8m2/h. A câmara tem em curso um plano de reflorestação e revitalização vegetal da cidade, através da plantação de 1120 árvores em arruamentos, acção que deverá estar concluída até Abril. C. F.
in Público, 15 de Março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Reclamo ilgeal continua no topo do Hotel Vintage Lisboa
segunda-feira, 12 de março de 2012
Cipreste em risco no Palácio Silva Amado na Travessa do Torel?
Exmo. Sr. Vereador,
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) vem por este meio chamar atenção para uma notável árvore que poderá estar em risco no pátio do antigo Palácio Silva Amado na Travessa do Torel, Freguesia da Pena.
Recentemente deu-se início a uma grande operação urbanística neste palácio e, porque já é quase regra nestas situações, receamos que o dono da obra não tenha acautelado a protecção desta árvore. Estará este cipreste fisicamente protegido contra as actividades agressivas de uma obra desta natureza (grandes demolições em curso)?
Por último, receamos que a árvore seja abatida - atitude cada vez mais corrente, como infelizmente temos observado, em tantos outros logradouros de Lisboa quando o seu coberto vegetal é destruído para impermeabilização e abertura de caves de estacionamento.
Solicitamos assim que nos esclareça se os nossos receios são infundados e se este cipreste está protegido pelo PDM, sendo cuidadosamente integrado no projecto arquitectonico em desenvolvimento.
Enviamos em anexo imagens que mostram como esta árvore é um marco naquela zona urbana antiga de Lisboa.
Com os nossos melhores cumprimentos,
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
CC: Assembleia Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia da Pena, Associação Lisboa Verde, Quercus Lisboa, Fórum Cidadania Lx
domingo, 11 de março de 2012
O que Mudaria em Lisboa? João Belard Correia, Eng. do Território
sábado, 10 de março de 2012
«Hotel ignora ordem para tirar reclamo ilegal junto ao Jardim Botânico»
quinta-feira, 8 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Lançamento do portal FLORA-ON
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Três Araucaria heterophylla no Arboreto
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Escaravelho ameaça três centenas de palmeiras no Jardim Botânico
in Público 10/FEV 2012
«Um novo papel para os jardins botânicos»

Os cinco jardins selecionados para integrar a segunda fase do projeto são os Bristol Zoo Gardens, o Royal Botanic Garden Edinburgh, os Royal Botanic Gardens, Kew, o University of Leicester Botanic Garden e Westonbirt, the National Arboretum, e a sua diversidade em termos de localização, escala e projetos é considerada importante para o desenvolvimento da iniciativa. Durante os próximos seis meses, através de workshops e apoio personalizado, o BGCI irá monitorizar a implantação de projetos-piloto que reformem a relação dos jardins com as comunidades locais e reforcem o seu compromisso para com a sociedade. Numa lógica de aperfeiçoamento de um modelo aplicável globalmente, o BGCI desenvolverá um handbook que documente o projeto e possa ser consultado por outros jardins que desejem rever o seu papel social.
Os três jardins abrangidos na primeira fase do programa foram a Winterbourne House and Gardens, o National Botanic Garden of Wales, e o Ness Botanic Garden. O caso da Winterbourne House and Gardens é o de um jardim convidado a associar-se a este projeto com a condição de trabalhar com a comunidade islâmica local, um setor pouco envolvido com as questões ambientais. O que se pretendia era fomentar não só a educação ambiental dos participantes, mas também a integração destes na sociedade britânica. O National Botanic Garden of Wales, um esforço do governo galês para a investigação e para a conservação, tem revelado dificuldades em passar a mensagem à comunidade rural e envelhecida em que está inserido. A sua proposta de integração social, baseada num projeto artístico, foi entendida pelo BGCI como desfasada do programa e, depois de algumas iniciativas, o NBGW abandonou o projeto. Já no programa Engaging Secondary Schools, alunos de algumas das zonas mais pobres de Liverpool integraram atividades relacionadas com a agricultura, a ecologia e a conservação no Ness Botanic Garden. Esta experiência foi considerada pelos participantes como motivadora, atribuindo-lhes responsabilidades e contribuindo para a sua negligenciada educação ambiental.
Este projeto desempenha um importante papel na educação das comunidades para as práticas agrícolas sustentáveis, promovendo uma relação mais saudável e consciente da sociedade com o ambiente.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Em Floração: Camelia japonica L.
"Praga das Palmeiras" já chegou ao Jardim do Princípe Real
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) verificou que um exemplar de "Palmeira das Canárias" no Jardim do Príncipe Real mostra sinais de estar infectada pela "praga das palmeiras" (imagens em anexo).

