sábado, 21 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Frutos do Jardim: Myrtus communis
Família: Myrtaceae
Nome vulgar: Murta
Este arbusto frondoso, de folha persistente, cresce no maquis e em bosques em toda a Região Mediterrânea, Ásia Central e Paquistão. É muito cultivada em jardins e parques (em Lisboa pode ser vista nos jardins da Praça do Império). As folhas são opostas, verde escuras e, quando observadas contra a luz, notam-se glândulas delgadas portadoras de um óleo aromático. Espremendo as folhas obtém-se o óleo de murta - Eau d'Anges. As flores brancas e perfumadas apresentam inúmeros estames. Dos frutos pode extrair-se o licor de murta. Esta planta aparece mencionada em lendas árabes. Os Gregos consagraram-na a Afrodite, utilizando-a nas coroas dos vencedores.
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Outono
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
50 anos dos Jardins do Castelo de S. Jorge
Dia 23 de Novembro de 2009 às 11:00h no Castelo de S. Jorge
Uma iniciativa da Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) em parceria com a EGEAC - Castelo de São Jorge
Os jardins do Castelo de São Jorge foram desenhados em 1959 pelo Arq. Ribeiro Telles, em parceria com o Eng. Pulido Garcia (1904-1983), seguindo uma filosofia de plantação de espécies da flora portuguesa.
Para marcar os 50 anos dos jardins criados para um dos monumentos mais amados pelos lisboetas, a LAJB e a EGEAC convidaram o Arq. Ribeiro Telles para uma cerimónia de plantação de árvores.
Em respeito pela filosofia que orientou o projecto original, o Arq. Ribeiro Telles, a Gestora do Castelo de São Jorge, Dra. Teresa Oliveira, e a Presidente da LAJB, Dra. Manuela Correia, vão plantar três oliveiras no miradouro da Porta de São Lourenço. Foi escolhida a data simbólica de 23 de Novembro, Dia da Floresta Autóctone.
O Dia da Floresta Autóctone
Foi estabelecido para promover a importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultaneamente como um dia mais adaptado às condições climatéricas portuguesas para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, alternativo ao Dia Mundial da Floresta, 21 de Março, que foi criado inicialmente para os países do Norte da Europa.
Assinalaremos adequadamente o Dia da Floresta Autóctone de 2009 com a plantação das três Oliveiras no miradouro da porta de São Lourenço. Com a arborização deste sector do monumento, Lisboa ganha três árvores e o Castelo de São Jorge vê reforçada a sua rica colecção de árvores autóctones.
Os jardins do Castelo de São Jorge
Centenas de árvores, arbustos e ervas da flora nacional, naturalmente adaptadas ao clima quente e seco de Lisboa, entraram na composição dos jardins. Os espaços verdes foram pensados como enquadramento do monumento mas também para oferecer aos visitantes zonas de estar de elevado conforto ambiental.
Para além da plantação de pinheiros mansos, sobreiros, alfarrobeiras, ciprestes, loureiros e medronheiros, foram transplantadas para o Castelo oliveiras milenares que ainda hoje podem ser admiradas.
As características originais dos jardins continuam muito actuais pois respondem aos nossos desafios ambientais como as mudanças climáticas, a preservação da biodiversidade e a poupança da água.
O património botânico do Castelo de São Jorge constitui uma mais valia de grande valor ecológico e pedagógico para toda a cidade. Passados 50 anos sobre a criação dos jardins, faz todo o sentido que Lisboa invista num projecto global de restauro, e de actualização, da componente verde deste monumento nacional.
FOTO: detalhe de oliveira centenária no Castelo de S. Jorge
terça-feira, 17 de novembro de 2009
EM FLORAÇÃO: Cassia didymobotrya
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ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2010
A Câmara Municipal de Lisboa deu início à 2ª edição do Orçamento Participativo, depois do sucesso da 1ª edição desta iniciativa, que registou, em 2008, mais de 3400 participações.O Orçamento Participativo (OP) é uma das formas de participação dos cidadãos na gestão da Câmara Municipal de Lisboa. Através do OP, os cidadãos podem participar apresentando uma proposta para a sua rua, bairro, freguesia, ou cidade em geral, relativo a investimentos, manutenções, programas ou actividades até ao montante de 5 milhões de euros.
O OP visa contribuir para o exercício de uma intervenção informada, activa e responsável dos cidadãos nos processos de governação local, garantindo a participação dos cidadãos na decisão sobre a afectação de recursos às políticas públicas municipais, e possibilitando assim ao executivo municipal corresponder às reais necessidades e aspirações da população de Lisboa.
A participação ocorre online, no site www.cm-lisboa.pt/op, nas seguintes fases:
Fase 1 - até 29 de Novembro de 2009
Envio de uma proposta concreta. De seguida os serviços municipais fazem a sua análise técnica e adaptam a projecto.
Fase 2 - 14 a 20 de Dezembro de 2009
Votação de um projecto que inclui o respectivo custo estimado e previsão do prazo de execução.
NOTA: a LAJB participou no OP 2009 com três projectos; um deles foi seleccionado para a Fase 2 (Criação de um novo Jardim no Largo Hintze Ribeiro). Este ano a LAJB voltará a participar, apresentando propostas que contribuam para uma melhoria do Ambiente da nossa cidade.
FOTO: a Rua de S. Jorge ainda sem estar arborizada (c.1940, Arquivo Municipal). A LAJB irá defender projectos de arborização de arruamentos como forma de melhorar a qualidade de vida dos munícipes.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
LISBOA: «PLANTAR 1 ÁRVORE»
Dia 21 de NOVEMBRO de 2009 às 10h
As árvores serão adquiridas aos viveiros florestais de Monsanto e as espécies a plantar serão autóctones, essencialmente sobreiros e azinheiras. A CML apoia a iniciativa, através da disponibilização e preparação do terreno, e também fornecendo apoio logístico e técnico no dia da plantação. As árvores serão oferecidas pela CML.
Cada participante poderá plantar uma ou mais árvores. Idealmente em média pretende-se que cada pessoa plante 3 árvores de forma a atingirmos as 1000 árvores com cerca de 300 participantes.
Inscrições no http://www.plantarumaarvore.org/
Esta inovadora iniciativa está a ser encarada como projecto piloto. Se funcionar bem poderá ser replicado noutra escala. Os participantes nesta iniciativa serão portanto os pioneiros.
FOTO: Sobreiro na zona de Mafra
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
AS ÁRVORES e os LIVROS: Jorge de Sena
Na minha terra, não há terra, há ruas;
mesmo as colinas são de prédios altos
com renda muito mais alta.
Na minha terra, não há árvores nem flores.
As flores, tão escassas, dos jardins mudam ao mês, e a Câmara tem
máquinas especialíssimas para desenraizar as árvores.
Os cânticos das aves - não há cânticos,
mas só canários de 3º andar e papagaios de 5º.
E a música do vento é frio nos pardieiros.
Na minha terra, porém, não há pardieiros,
que são todos na Pérsia ou na China,
ou em países inefáveis.
A minha terra não é inefável.
A vida da minha terra é que é inefável.
Inefável é o que não pode ser dito.
Jorge de Sena
FOTO: R. Nova de S. Mamede, "de prédios altos" e onde "não há árvores"
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Lisboa: 18ª no ranking das cidades verdes
A cidade de Lisboa está na 18ª posição entre 30 cidades analisadas pelo Índice Europeu de Cidades Verdes, um estudo sobre sustentabilidade desenvolvido pela Economist Intelligence Unit para a Siemens.
O estudo analisa a sustentabilidade da capital portuguesa nos oito temas que temos vindo a abordar neste blog: energia, edifícios, dióxido de carbono, transportes, água, lixo e uso do solo, qualidade do ar e governança ambiental. Nos próximos dias iremos abordar, uma a uma, todas as matérias incluídas neste estudo. Para já, ficam as principais conclusões.
Lisboa conseguiu um valor de 57,25 para um máximo de 100 pontos. Segundo a Economist Intelligence Unit, “a geografia da cidade, o clima e a actividade económica não compensam as pobres políticas de transportes, de qualidade de ar, de uso da água e do solo e de gestão dos resíduos urbanos”.
Ainda de acordo com a Economist Intelligence Unit, Lisboa ficou atrás de cidades de rendimentos médios e climas quente, como Madrid e Roma. E avança um possível porquê. “A fragmentação do poder entre serviços públicos locais, regionais e nacionais reduz a capacidade da cidade para implementar as suas próprias políticas e as coordenar”, refere o estudo.
FOTO: Basílica da Estrela vista do miradouro do Príncipe Real
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Jardim Botânico e Lagartagis: aniversário
COMPONENTE CIENTÍFICA
O Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa irá comemorar no dia 11 de Novembro, 131 anos de existência. Para registar a data vai realizar-se uma pequena jornada de reflexão sobre os avanços do estado deconhecimento sobre a diversidade biológica no país e se são conhecidos e suficientemente divulgados os resultados dos diversos projectos desenvolvidos ou em curso que se enquadrem na Estratégia Global para a Conservação de Plantas: http://portal.icnb.pt/ICNPortal/vPT2007/
Embora em Portugal alguns grupos taxonómicos estejam relativamente bem estudados, outros estão insuficientemente conhecidos para existir dados realísticos sobre a diversidade da nossa flora. Temos consciência de que áreas naturais e não só podem alojar espécies ainda não inventariadas que correm o risco de se perder para sempre.
Apesar de assistirmos a algum avanço no conhecimento da nossa biodiversidade devido à implementação mecanismos de financiamento e programas a nível nacional, o mesmo é muitas vezes contrariado pelo deficit de conhecimento científico e de investigação básica. 2010 será o momento de avaliar o desempenho no progresso na redução e perda da biodiversidade vegetal a nível global (Estratégia Global para a Conservação das Plantas (Global Strategy for Plant) e da concepção de um Plano Estratégico renovado para a Convenção sobre a Diversidade Biológica.
Este Plano Estratégico de Implementação enquadra as actividades de comemoração e celebração doano escolhido pela Assembleia Geral das Nações Unidas como Ano Internacional da Biodiversidade.
Aproveitando esta oportunidade, irá ser apresentada uma listagem de projectos, acordos, etc., credenciados em diversas instituições portuguesas. Far-se-á ainda uma reflexão sobre a falta de estudos de alguns grupos taxonómicos, habitats ou áreas geográficas.
Há que acarinhar o diálogo frutuoso entre a comunidade científica e os organismos que se debruçam sobre questões do ambiente e biodiversidade. Há que apostar na taxonomia e na formação de jovens cientistas vocacionados para esta árdua disciplina. Se não acreditarmos na nossa comunidade científica, estaremos condenados a ocupar um lugar mediano entre as nações do futuro.
Entre as acções e projectos desenvolvidos pela equipa do MNHN-Jardim Botânico/CBA, ICNB, investigadores da Universidade do Porto, Coimbra, entre outros são seleccionados alguns casos de estudo. A jornada irá decorrer no Anfiteatro Aurélio Quintanilha do MNHN-JB.
COMPONENTE PEDAGÓGICA
No dia 11 de Novembro venha celebrar o aniversário do Jardim Botânico - MNHN e (re) conhecer asnossas plantas e borboletas! Considerando que se aproxima 2010, Ano Internacional da Biodiversidade no contexto da Estratégia Global para a Conservação das Plantas, são propostas duas visitas ao Jardim Botânico destinadas ao público em geral sobre a biodiversidade autóctone e principais ameaças à sua conservação, com destaque para espécies de plantas ameaçadas em Portugal. Também no Lagartagis, um jardim dedicado a borboletas e a plantas ibéricas, se comemora esteaniversário tão especial. A todos os visitantes do Jardim Botânico e do Lagartagis vai ser servido um Bolo de Aniversário cheio de velas e chá de ervas do jardim do Lagartagis. A entrada é livre. Consulte o programa em http://www.jb.ul.pt/ ou click no título.
FOTO: A grande Chorisia do Arboreto.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
O Nosso Bairro: PRÍNCIPE REAL live
«Degustações, apresentações de dança e música, lançamentos de produtos e exposições vão animar entre hoje e domingo as lojas do Príncipe Real (Lisboa), um "centro comercial ao ar livre" que quer fomentar uma "imagem de charme".Fruto de uma parceria entre os lojistas da zona, o Príncipe Real Live vai prolongar até às 23.00 o horário de algumas dezenas de estabelecimentos da Rua D. Pedro V, da Praça do Príncipe Real e da Rua da Escola Politécnica. Durante os quatro dias haverá espectáculos de ópera e animação de rua, incluindo uma apresentação do Chapitô.» in Lusa
FOTO: Palacete Ribeiro da Cunha
Ambiente: Autorizada a criação de áreas protegidas privadas
"Os proprietários podem identificar que têm um terreno com valores naturais, paisagísticos ou geológicos que consideram especiais e submeter a candidatura ao ICNB", afirmou à Lusa a vice-presidente do instituto, Anabela Trindade.
No preâmbulo da portaria 1181/2009, hoje publicada, o ministério do Ambiente esclarece que o novo regime se destina a áreas do território nacional não incluídas na Rede Nacional de Áreas Protegidas onde se regista a ocorrência de "valores naturais que apresentem, pela sua raridade, valor cientifico, ecológico, social ou cénico, uma relevância especial que exija medidas especificas de conservação e gestão".
FOTO: Paisagem rural em Monsaraz (2008)
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
1000 Ultimate Travel Experiences: eléctrico
O Eléctrico 28 foi seleccionado pela editora inglesa ROUGH GUIDE como uma das 1000 experiências mais importantes do mundo. Segue em baixo o texto na íntegra publicado na capítulo dedicado a Portugal. Este reconhecimento internacional vem reforçar a validade do projecto de devolver a Lisboa algumas das linhas de eléctricos encerradas no passado recente de que é exemplo o 24 (Cais do Sodré / Campolide). A linha 24 foi inauguarda a 2 de Novembro de 1907. Esperemos que muito em breve a CARRIS e a CML anunciem a boa notícia do regresso do eléctrico 24 aos carris da Rua da Escola Politécnica! 1000 ULTIMATE TRAVEL EXPERIENCES
MAKE THE MOST OF YOUR TIME ON EARTH
A Rough Guide to the World
London, 2008
PORTUGAL:
-Clearing your calendar for bacalhau
-Exploring mystical Sintra
-Learning to surf on the Atlantic coast
-In search of the perfect tart
-Stop! It's hammer time at the Festa de São João
-Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters
«Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters»
Just as you should arrive in Venice on a boat, it is best to arrive in Lisbon on a tram, from the point where many people leave it for good: at Prazeres, by the city's picturesque main cemetery. Get a taxi to the suburban terminus of tram 28 for one of the most atmospheric public-transport rides in the world: a slow-motion roller coaster into the city's historic heart.
Electric trams first served Lisbon in 1901, though the route 28 fleet are remodelled 1930s versions. The polished wood interiors are gems of craftsmanship, from the grooved wooden floors to the shiny seats and sliding window panels. And the operators don't so much drive the trams as handle them like ancient caravels, adjusting pulleys and levers as the streetcar pitches and rolls across Lisbon's wavy terrain. As tram 28 rumbles past the towering dome of the Estrela Basilica, remember the famous bottoms that have probably sat exactly where you are: the writers Pessoa and Saramago, the singer Mariza, footballers Figo and Eusebio.
You reach central Lisbon at the smart Chiado district, glimpses of the steely Tagus flashing into view between the terracotta roof tiles and church spires. Suddenly you pitch steeply downhill, the tram hissing and straining against the gradients of Rua Vitor Cordon, before veering into the historic downtown Baixa district. Shoppers pile in and it's standing room only for newcomers, but those already seated can admire the row of traditional shops selling sequins and beads along Rua da Conceicao through the open windows.
Now you climb past Lisbon's ancient cathedral and skirt the hilltop castle, the vistas across the Tagus estuary below truly dazzling. The best bit of the ride is yet to come though, a weaving, grinding climb through the Alfama district, Lisbon's village-within-a-city where most roads are too narrow for cars. Entering Rua das Escolas Gerais, the street is just over tram width, its shopfronts so close that you can almost lean out and take a tin of sardines off the shelves. » [Foto: o eléctrico 24 em 1983 na Rua D. Pedro V]
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Comissão Europeia lança Prémio Capital Verde da Europa para 2012 e 2013
A Comissão acaba de lançar o o processo destinado a seleccionar as cidades que virão a ser as próximas Capitais Verdes da Europa. Este prémio distingue as cidades que se encontram na vanguarda do habitat urbano respeitador do ambiente. No início do ano, Estocolmo e Hamburgo foram as primeiras cidades vencedoras para 2010 e 2011, respectivamente. Começou agora a corrida para a selecção das cidades que irão lutar pelo cobiçado título para 2012 e 2013.
O prémio anual pretende incentivar as cidades europeias a tornarem-se locais mais atraentes e saudáveis – «próprios para viver». Segundo a Comissão Europeia: «As autarquias locais têm um papel crucial a desempenhar na melhoria das condições de vida dos habitantes das cidades. O prémio «Capital Verde da Europa» procura inspirar as cidades para que procurem soluções para os seus problemas ambientais e melhorem a qualidade de vida dos cidadãos, tendo sistematicamente em conta o factor ambiental no planeamento urbano.»
Lançamento do prémio «Capital Verde da Europa» 2012 e 2013
Podem candidatar-se ao título de «Capital Verde da Europa» para 2012 e 2013 todas as cidades da UE com mais de 200 000 habitantes. As candidaturas serão avaliadas com base em 11 critérios ambientais, que incluem a contribuição local para a luta contra as alterações climáticas, a produção e a gestão de resíduos, a natureza e a biodiversidade, os transportes, o ar e a água. As cidades podem candidatar-se preenchendo um formulário de candidatura on-line. A data-limite para a apresentação das candidaturas é 1 de Fevereiro de 2010. As cidades vencedoras serão anunciadas em Outubro de 2010.
O júri é constituído por representantes da Comissão Europeia, da Agência Europeia do Ambiente e de importantes organizações ambientais europeias e internacionais. Cidades mais verdesQuatro em cada cinco europeus vivem agora em zonas urbanas e a sua qualidade de vida é directamente influenciada pelo estado do ambiente urbano.
O prémio «Capital Verde da Europa» foi concebido para promover e recompensar esforços, incentivar as cidades a adoptarem novas medidas e servir de exemplo e de encorajamento para o intercâmbio das melhores práticas entre as cidades europeias. O prémio é atribuído a uma cidade que apresente um historial consistente de respeito por padrões ambientais elevados, que esteja permanentemente empenhada em pôr em prática medidas ambiciosas, que aposte na melhoria do ambiente e no desenvolvimento sustentável. Pretende-se que as cidades vencedoras inspirem outras cidades europeias e promovam as melhores práticas.
Estocolmo e Hamburgo sofreram forte concorrência para a sua nomeação como primeiras vencedoras do prémio, em Fevereiro deste ano. A capital da Suécia será a «Capital Verde da Europa» em 2010, seguida de Hamburgo em 2011. Foram escolhidas como modelos para o resto da Europa pelas medidas que adoptaram para melhorar o ambiente urbano em benefício dos seus cidadãos, com ambiciosas acções de combate à poluição atmosférica, ao congestionamento do tráfego e às emissões de gases com efeito de estufa.
Antecedentes
O prémio «Capital Verde da Europa» é o resultado de uma iniciativa adoptada por cidades dotadas de uma visão ecológica. O conceito foi originalmente delineado numa reunião realizada em Tallin, na Estónia, em 15 de Maio 2006, por iniciativa do antigo Presidente da Câmara de Tallin, Jüri Ratas, tendo 15 cidades europeias e a Associação de Cidades Estónias assinado um memorando de acordo relativo à instituição do prémio. Actualmente, mais de 40 cidades, incluindo 21 capitais da União Europeia, subscrevem o memorando.
Informações sobre o prémio «Capital Verde da Europa»: http://www.europeangreencapital.eu/
FOTO: A "capital" vista do Jardim Botânico...
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Os próximos milhares de milhões de anos
A Aventura da Terra - Um planeta em evoluçãoCiclo de Conferências
Este ciclo de conferências está integrado no âmbito da exposição A Aventura da Terra que inaugurará, a 19 de Novembro, no Museu Nacional de História Natural.
Os próximos milhares de milhões de anos
por António Ribeiro (LATTEX, Universidade de Lisboa)
DIA: 29 de Outubro, 18h00
LOCAL: Museu Nacional de História Natural, Auditório Manuel Valadares, Rua da Escola Politécnica, 56/58 - Lisboa
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Visita à Tapada Nacional de Mafra
Logo no início, a folhagem outonal dos altos plátanos sinalizava a regência do Outono. Mais à frente vimos um pequeno grupo de Gamos. Existem mais de 700 nos 1187 hectares da Tapada. Fomos avisados pela nossa guia que seria difícil observar Javalis e Veados uma vez que são animais crepúsculares.
As ribeiras estavam praticamente sem água, o que é normal nesta altura do ano.
Apesar do terrível incêndio de 2003, que destruiu vários hectares, em algumas zonas ainda é possível observar belas manchas de sobreiros, pinheiros mansos e freixos. Entretanto já foi iniciado um projecto de reflorestação, à base de folhosas, das áreas ardidas.
No regresso ao ponto de partida, fizemos um percurso diferente. Para surpresa de todos, conseguimos avistar um casal de Veados com as suas crias. Satisfeitos, seguimos viagem, passando por caminhos a cotas mais elevadas donde se apanhavam vistas magníficas da topografia e vegetação. Vimos também de perto o antigo muro de pedra e cal, de 3 metros de altura, e com uma extensão de 16 km que rodeia toda a Tapada.
Já próximo do fim da viagem ainda conseguimos ver um grupo de Javalis, incluíndo uma velha fêmea bem conhecida dos funcionários da Tapada.
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Visita ao Centro de Recuperação do Lobo
Ao chegar ao CRLI a paisagem estava envolvida numa bela nebelina matinal. Enquanto aguardávamos a chegada da nossa guia, fomos colhendo e comendo frutos maduros de Medronheiro. Mas o sol apareceu e a visita, iniciada às 10:30, foi guiada pela simpática Dora. Conseguimos ver apenas três dos cerca de dezena e meia de lobos a viver actualmente no centro. O jovem casal que se vê nas imagens foi o centro das atenções.
No final da informativa e esclarecedora visita, seguimos viagem até Mafra onde todos iriamos almoçar. Alguns fizeram um pic-nic nos antigos Jardins do Palácio de Mafra (muito bem restaurados e mantidos), enquanto outros optaram pelos restaurantes das redondezas. Por volta das 14:30 seguimos para o destino final, a Tapada Nacional de Mafra. www.lobo.fc.ul.pt
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domingo, 25 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
As Árvores e a Cidade: Príncipe Real
Segundo informação da CML, no dia 8 de Novembro começam as obras de reabilitação deste jardim. A LAJB espera que a intervenção se paute pelo respeito do perfil oitocentista deste histórico jardim, contemporâneo do Jardim Botânico. Gostariamos de ver a reposição das colunas de iluminação que ali existiram desde o início do jardim até à década de 80 do séc. XX altura em que foram abatidas para dar lugar aos actuais candeeiros de incongruente design pos-moderno. Mas congratulamo-nos, desde já, pelo restauro do "Quiosque de Refrescos" e pela retirada do posto de abastecimento de combustiveis que durante décadas esteve instalado na parte nascente do jardim.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
CONCERTO a favor do Jardim Botânico
Mário Laginha e Bernardo Sasseti«Trago Fado nos Sentidos»
AULA MAGNA - 3 de Novembro de 2009
Campanha de apoio à reabilitação do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico apoia este concerto de angariação de fundos. Uma iniciativa Sunbridge.
Bilhetes à venda na fnac, worten, dolce vita, el corte inglés, lojas viagens abreu, lmegarede e em www.ticketline.sapo.pt/. Reservas: 707 234 234
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
«Medir os Céus para Dominar a Terra»
A Astronomia na Escola Politécnica - 1837-191122 de Outubro de 2009 a 30 de Abril de 2010
Museu de Ciência da Universidade de Lisboa
Inauguração da exposição: hoje às 18:30h
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
"Turismo e Planeamento do Território"
Esta 2ª edição é subordinada ao tema Turismos de Nicho: territórios, culturas e sustentabilidade.
Mais informações na página electrónica do TERRiTUR: www.ceg.ul.pt/territur
Centro de Estudos Geográficos
Instituto de Geografia e Ordenamento do Território
Universidade de Lisboa
FOTO: Património abandonado em Viana do Alentejo
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
SALVEMOS AS LARANJEIRAS DE ALVALADE!
http://laranjeirasalvaladelisboa.blogspot.com/
A CML quer abater as laranjeiras que restam na Praça de Alvalade. Porque razão se pretende produzir mais uma praça-deserto? Toda a Avenida de Roma precisa de um sério projecto de arborização que crie um espaço público confortável para os milhares de peões que circulam neste eixo principal da nossa cidade. NÃO ao abate de mais árvores em Lisboa!
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domingo, 18 de outubro de 2009
Visitas guiadas: LAÇOS DE FAMÍLIA
Das rosas às palmeiras: a evolução de dez grupos aparentados de plantas. De 9 de Setembro de 2009 a 23 de Maio de 2010.
Que laços unem as plantas de uma família? Como evoluem e adaptam plantas aparentadas para sobreviver no mundo natural? O que as une? O que as diferencia? É a seiva mais viscosa que a água? Em dez visitas guiadas às colecções do Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural, convidamo-lo a descobrir a fabulosa história natural de plantas da mesma família. Próximas visitas:
PALMEIRAS: 21 de Outubro (15h) e 25 de Outubro (11h30)
Valor de inscrição: 4 €/pax
Assinatura de 5 sessões: 16 €/pax
Assinatura de 5 sessões: 16 €/pax
Mais informações: http://www.jb.ul.pt/
FOTO: Avenida das Palmeiras no Arboreto
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Workshop de introdução ao Bonsai
Workshop de introdução ao BonsaiOrganização: Associação Lusitana de Bonsai
Dia: 18 de Outubro de 2009
Horário: 10h00 - 13h00
Preço: 30 euros (não inclui a planta)
Inscrição prévia: jbactividades@museus.ul.pt
Local: Jardim Botânico - Rua da Escola Politécnica, 58
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Largo do Rato, 1967: Jacarandá e paragem de autocarro
Nesta imagem do Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa podemos observar um detalhe muito interessante de respeito pelas árvores. Na longa paragem de autocarro, instalada num passeio onde existia um alinhamento de Jacarandás, foi aberta na cobertura uma passagem para o tronco de uma das árvores. Uma verdadeira lição para a Lisboa de hoje. As actuais paragens de autocarros são modelos importados de países nórdicos com poucas horas de sol - daí todo o vidro e metal aplicados no seu design. São muito inadequadas ao clima de Lisboa. Enquanto não forem desenhados equipamentos mais adequados ao nosso clima, poderemos melhorar o conforto ambiental destas paragens com a plantação de árvores na sua envolvência como acontece em alguns locais de Lisboa.Imagem de 1967 do fotógrafo Armando Serôdio (1907-1978), Arquivo Municipal de Lisboa.
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