Nota: foto tirada pela nossa associada Cristina Girão.
sábado, 12 de março de 2016
Os Amigos do Botânico no Palácio Palmela!
Nota: foto tirada pela nossa associada Cristina Girão.
sexta-feira, 11 de março de 2016
Palácio Palmela, c. 1900 (autor desconhecido)
É já amanhã a visita guiada ao Palácio Palmela, na Rua da Escola Politécnica. Actividade organizada pela Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa numa parceria com a Procuradoria-Geral da República.
segunda-feira, 7 de março de 2016
Visita dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa ao Palácio Palmela: sábado 12 Março 11:30
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Núcleo principal da antiga Escola Politécnica: Monumento de Interesse Público
terça-feira, 22 de março de 2011
Universidade de Lisboa nasceu há 100 anos
sábado, 6 de novembro de 2010
Jardim Botânico ameaçado pela impermeabilização da Zona de Protecção
sexta-feira, 25 de junho de 2010
O nosso Bairro: R. Escola Politécnica 55-65
Defronte da Escola Politécnica construiu-se, em 1858, esta casa para habitação e comércio, num luxo desusado, na época, em imóveis de rendimento. Este imóvel é atribuído ao arquitecto francês Pierre-Joseph Pézerat encarregado dos trabalhos de construção da Escola em frente, onde era professor de desenho desde 1853. Podemos identificar na composição elegante da fachada, nomeadamente nos vãos com arcos de volta perfeita, semelhanças com a arquitectura do edifício da antiga Escola Politécnica.Data: c.1890
Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa
sexta-feira, 21 de maio de 2010
O nosso Bairro: Loja de História Natural
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O Jardim Botânico visto por Fernando Pessoa
As the installation is undergoing, in so far as the building is concerned, extensive repairs, there is no definite day for visitors; but, if the due authority is requested, the palce can be visited every day between 12:30 and 6:30 p.m.
This Museum is installed in the first floor of the building; on the ground floor are the botanical Museum, and the Museum of Geology and Mineralogy. The latter is especially remarkable, one of its most interesting exhibits being a large mass of native copper, partly covered with cuprite, weighing 1224 kilos; this comes from Mamocabo stream, near the town of Cachoeira, 120 kilometres from Bahia (Brazil), and was brought to Portugal as far back as 1792.
This building has adjoining it a garden which is one of the most picturesque in Lisbon, and even in Europe; so, at least, many foreigners have said. It contains specimens of the flora of all regions of the world. The garden is in a slope, and this is one of its great points, for the incline has been put to good use to every possible effect out of the varied vegetation that everywhere rises up, giving the aggregate an Edenic splendour. The garden contains several ponds, cascades, brooks, bridges, labyrinths, a fine hot-house, etc. in its upper part stands the Meteorological Observatory named after Infante Dom Luiz, and inaugurated in 1863, and also the Astronomical Observatory.
The tourist, should he so wish it, can go right through the garden and come out at the lower door, in Praça da Alegria, going on from there to the Avenida da Liberdade; but, as we are taking another route, we shall come out again at rua da escola Polytechnica, passing a frew yards onward by the Imprensa Nacional (National Printing Office).
in Lisboa: What The Tourist Should See, 1925
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
1000 Ultimate Travel Experiences: eléctrico
O Eléctrico 28 foi seleccionado pela editora inglesa ROUGH GUIDE como uma das 1000 experiências mais importantes do mundo. Segue em baixo o texto na íntegra publicado na capítulo dedicado a Portugal. Este reconhecimento internacional vem reforçar a validade do projecto de devolver a Lisboa algumas das linhas de eléctricos encerradas no passado recente de que é exemplo o 24 (Cais do Sodré / Campolide). A linha 24 foi inauguarda a 2 de Novembro de 1907. Esperemos que muito em breve a CARRIS e a CML anunciem a boa notícia do regresso do eléctrico 24 aos carris da Rua da Escola Politécnica! 1000 ULTIMATE TRAVEL EXPERIENCES
MAKE THE MOST OF YOUR TIME ON EARTH
A Rough Guide to the World
London, 2008
PORTUGAL:
-Clearing your calendar for bacalhau
-Exploring mystical Sintra
-Learning to surf on the Atlantic coast
-In search of the perfect tart
-Stop! It's hammer time at the Festa de São João
-Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters
«Tram 28: taking a ride through Lisbon's historic quarters»
Just as you should arrive in Venice on a boat, it is best to arrive in Lisbon on a tram, from the point where many people leave it for good: at Prazeres, by the city's picturesque main cemetery. Get a taxi to the suburban terminus of tram 28 for one of the most atmospheric public-transport rides in the world: a slow-motion roller coaster into the city's historic heart.
Electric trams first served Lisbon in 1901, though the route 28 fleet are remodelled 1930s versions. The polished wood interiors are gems of craftsmanship, from the grooved wooden floors to the shiny seats and sliding window panels. And the operators don't so much drive the trams as handle them like ancient caravels, adjusting pulleys and levers as the streetcar pitches and rolls across Lisbon's wavy terrain. As tram 28 rumbles past the towering dome of the Estrela Basilica, remember the famous bottoms that have probably sat exactly where you are: the writers Pessoa and Saramago, the singer Mariza, footballers Figo and Eusebio.
You reach central Lisbon at the smart Chiado district, glimpses of the steely Tagus flashing into view between the terracotta roof tiles and church spires. Suddenly you pitch steeply downhill, the tram hissing and straining against the gradients of Rua Vitor Cordon, before veering into the historic downtown Baixa district. Shoppers pile in and it's standing room only for newcomers, but those already seated can admire the row of traditional shops selling sequins and beads along Rua da Conceicao through the open windows.
Now you climb past Lisbon's ancient cathedral and skirt the hilltop castle, the vistas across the Tagus estuary below truly dazzling. The best bit of the ride is yet to come though, a weaving, grinding climb through the Alfama district, Lisbon's village-within-a-city where most roads are too narrow for cars. Entering Rua das Escolas Gerais, the street is just over tram width, its shopfronts so close that you can almost lean out and take a tin of sardines off the shelves. » [Foto: o eléctrico 24 em 1983 na Rua D. Pedro V]
terça-feira, 28 de julho de 2009
Largo do Rato: Carta ao Vereador do Urbanismo
Exmo. Arq. Manuel Salgado,domingo, 19 de julho de 2009
O nosso Bairro destacado na revista Monocle!
quinta-feira, 26 de março de 2009
26 de Março de 1920: Grevistas reunidos no Jardim Botânico
Faz hoje exactamente 89 anos que esta fotografia foi tirada. Vemos a Rua da Escola Politécnica, nomeadamente o sector da fachada da escola e portão norte que dá acesso ao Jardim Botânico. No dia 26 de Março de 1920, Greve dos Correios e Telégrafos, houve cerco e assalto policial com a Guarda Nacional Republicana ao Jardim Botânico, onde estava reunido o pessoal em greve. Para saber mais sobre este acontecimento:sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
LISBOA 1758: O PLANO DA BAIXA HOJE
Local: Praça do Comércio - Páteo da Galé
Horário: todos os dias - 11hoo-19hoo
Entrada Gratuita aos Domingos
Visitas Guiadas: quinta-feira - 11h00 e 14hoo
Marcações: 21 798 89 96 / 21 798 85 26
NOTA: Esta boa exposição, inaugurada a 19 de Junho, foi prolongada até 28 de Dezembro.
FOTO: Um dos destaques da exposição é a interessante Maqueta de Lisboa antes do Terramoto de 1755, executada por Ticiano Violante com orientação científica de Gustavo de Matos Sequeira. Podemos ver nesta imagem a antiga Quinta do Monte Olivete onde nos finais do século XVII os Jesuítas ergueram a Casa do Noviciado da Cotovia (edifício ao centro) segundo risco do arquitecto Baltazar Álvares. Na antiga cerca do noviciado está actualmente o Jardim Botânico.
Com a expulsão dos Jesuítas, em 1759, o noviciado é transformado em Colégio dos Nobres pelo Marquês de Pombal. São executadas obras de reconstrução e adaptação, pelo arquitecto Carlos Mardel, em consequência dos danos provocados pelo Terramoto de 1755.
Com a instituição do regime liberal, o Colégio foi extinto, criando-se, em 1837, a Escola Politéctnica. Por sua vez, este complexo arquitectónico foi devastado por um incêndio de grandes proporções que deflagrou em 1843. O actual edifício da Escola Politécnica, de inspiração Neoclássica, foi erguido segundo projectos de vários arquitectos como Silva e Costa, Monteiro e, por fim, Pézerat. As obras só estariam prontas por volta do ano de 1878.
Esta maqueta pertence ao Museu da Cidade (Inv. MC.MAQ.5)
domingo, 2 de novembro de 2008
ELÉCTRICO 24 FARIA HOJE 101 ANOS!
Durante quase um século o 24 subiu e desceu a Sétima Colina. A sua vida foi suspensa em Agosto de 1996. Mas logo no ano seguinte foi prometido aos lisboetas o seu regresso em 1998, a tempo da Exposição Universal dos Oceanos - Expo 98. A promessa está por cumprir. Em 2007 teve início um movimento cívico para trazer de volta o eléctrico 24. O movimento cívico aproveitou o centenário do 24 - o dia 2 Novembro de 2007 - para lançar uma campanha pública que pedia ao novo Presidente da CML e à CARRIS a devolução desta linha de eléctrico clássico.
O regresso da linha 24 beneficiaria não só a mobilidade dos lisboetas em geral, como também o sector do turismo em Lisboa. Segundo as previsões do World Travel and Tourism Council (WTTC), em 2017 a cidade de Lisboa deverá atingir os 3 milhões de hóspedes estrangeiros, ou seja, mais 1 milhão do que em 2007. Ou seja, não será possível oferecer um bom serviço público, não só aos lisboetas como também aos turistas, se em 2017 Lisboa continuar reduzida à mesma oferta de eléctricos clássicos de hoje.
Esta é a única linha que ligava a zona ribeirinha do Cais do Sodré/São Paulo à Sétima Colina: trepando a Rua do Alecrim e da Misericórdia até à Igreja de S. Roque e Jardim de São Pedro de Alcântara, seguindo depois por toda a Rua D. Pedro V e Rua da Escola Politécnica em direcção ao Rato e às Amoreiras. A sua importância para a melhoria da mobilidade da cidade, assim como o seu grande potencial para o desenvolvimento do turismo de qualidade na capital, são evidentes.
O eléctrico 24 já tem o apoio das seguintes instituições da cidade:
-Associação Turismo de Lisboa
-Associação de Valorização do Chiado
-Agência Baixa-Chiado
-Associação dos Comerciantes do Bairro Alto
-Liga dos Amigos do Jardim Botânico
-Centro Nacional de Cultura
CRONOLOGIA DO ELÉCTRICO 24:
2 Novembro 1907: inauguração da linha entre Carmo-Campolide;
13 Setembro 1936: prolongamento de Campolide à Praça do Chile;
17 Janeiro 1974: prolongamento da Praça do Chile à R. Alfândega;
21 Maio 1985: automatização da cobrança da linha 24;
1994: prolongamento ao Cais do Sodré;
27 Janeiro 1991: encurtamento da R. Alfândega ao Alto de S. João;
Agosto 1996: suspensão temporária devido à construção de um parque de estacionamento em Campolide;
20 Novembro 1997: assinado protocolo entre CARRIS e CML para o regresso do 24, Largo do Carmo-Campolide (reabertura prevista para Abril de 1998);
2 Novembro 2007: no dia do centenário o Forum Cidadania LX lança uma petição solicitando ao novo presidente da CML o seu definitivo regresso, conforme prometido aos munícipes em 1997.
FOTO: O eléctrico 24 na Rua D. Pedro V, na direcção do Jardim Botânico, em 1983. Esperamos em breve voltar a ver o 24 em frente do portão do Jardim Botânico! Fotógrafo: Bernd-Kitendorf



