Mostrar mensagens com a etiqueta Procuradoria Geral da República. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Procuradoria Geral da República. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Plantação de Olaia no Jardim da Procuradoria-Geral da República




Hoje, dia 2 de Maio de 2016, no Jardim da Procuradoria-Geral da República (Palácio Palmela), foi plantada a Árvore Nº 12 – Olaia (Cercis siliquastrum) pela Senhora Procuradora-Geral da República, Dra. Joana Marques Vidal, no âmbito do Projecto 100 Anos 100 Árvores.

Participaram na plantação muitos dos funcionários da PGR, e ainda João Pinto Soares da Associação Lisboa Verde e Manuela Correia da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa.

Para saber mais visitar https://100anos100arvores.wordpress.com/

sábado, 30 de abril de 2016

CONVITE: 2 de Maio, 17:00, plantação de Árvore na Procuradoria-Geral da República





Na próxima 2ª feira, dia 2 de Maio às 17:00h, terá lugar uma cerimónia oficial de plantação de 1 árvore no Jardim do Palácio Palmela, sede da Procuradoria-Geral da República.

A Dra. Joana Marques Vidal, Procuradora-Geral da República, irá plantar uma Olaia (Cercis siliquastrum), a árvore Nº 12 do Projecto 100 Anos 100 Árvores.

Para saber mais visitar https://100anos100arvores.wordpress.com/

sexta-feira, 11 de março de 2016

Palácio Palmela, c. 1900 (autor desconhecido)


















É já amanhã a visita guiada ao Palácio Palmela, na Rua da Escola Politécnica. Actividade organizada pela Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa numa parceria com a Procuradoria-Geral da República.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Visita dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa ao Palácio Palmela: sábado 12 Março 11:30

VISITA GUIADA AO PALÁCIO PALMELA
                    
DATA: 12 de MARÇO - 11H30M

GUIA DA VISITA: Sandra Belo

LOCAL DE ENCONTRO: Entrada da Rua da Escola Politécnica 201

ORGANIZAÇÃO: Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa

LOTAÇÃO: Visita limitada a 30 participantes.
Inscrição obrigatória para: amigosdobotanico@gmail.com
Transportes públicos: Metro estação Rato e autocarros 758, 720

Palácio Palmela (actualmente Procuradoria-Geral da República)

Edifício de finais do século XVIII, foi projectado em 1792 pelo arquitecto Manuel Caetano de Sousa para sua residência pessoal. Adquirido em 1823 pelo primeiro conde da Póvoa, Henrique Teixeira de Sampaio, que encarrega a arquitecto Luigi Chiari de efectuar uma campanha de obras. Dessa fase, resulta o actual aspecto da construção, bem como a capela e a escadaria nobre. Em 1837, por ocasião do casamento de D. Maria de Sousa, irmã do proprietário, com o filho do duque de Palmela, D. Domingos de Sousa Holstein, é despoletada uma nova campanha de obras, centrada na consolidação do andar superior. O Pavilhão Escultórico no jardim, concebido pelo escultor francês A. Calmels, assumiu um papel importante na ambiência artistico-criativa da excelente escultora que foi D. Maria de Sousa Holstein, duquesa de Palmela. A fachada principal, virada a Oeste, compõe-se de um corpo único, onde uma cornija saliente marca a passagem para o último piso. Rasgam-se ao longo desta fachada, janelas de secção rectangular, que ao nivel do terceiro e quarto piso (ao centro) são percorridas por varandas com gradeamento em ferro forjado. A ladear a porta principal encontramos duas esculturas alegóricas, aludindo à Força Mental e ao Trabalho, da autoria de Calmels, sendo o remate da entrada coroado por um frontão curvo com as armas dos duques de Palmela (Sousas do Prado). 
O imóvel foi adquirido pelo Estado Português em 1977 para aí ser instalada a Procuradoria Geral da República.
O comjunto formado pelo Palácio Palmela e seu Jardim-terraço está classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público.
Foto: Palácio Palmela por Joshua Benoliel em 1917 (Arquivo Municipal de Lisboa)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

PGR: “Corrupção denuncie aqui”

PGR cria página para cidadãos denunciarem actos de corrupção

“Corrupção denuncie aqui”. A Procuradoria-Geral da República (PGR) tem desde hoje no seu sítio na Internet (http://www.pgr.pt/) uma página para a denúncia de actos de corrupção e fraudes. As denúncias podem ser feitas de forma anónima e serão analisadas pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). A PGR explica que precisa das denúncias dos cidadãos porque “a corrupção ocorre normalmente num círculo fechado de indivíduos, muitas das vezes protegidos por regimes de segredo profissional”.

“Por esse motivo, o conhecimento de dados sobre o relacionamento entre os indivíduos suspeitos ou os efeitos nefastos dos seus actos para o interesse público, pode ser determinante para o sucesso da investigação. Combater e eliminar a corrupção é uma responsabilidade de todos e quem não denúncia, conhecendo os factos relevantes, tem também a sua quota de culpa”, explica ainda a PGR. “Assim, todos aqueles que se sentiram directamente afectados pela prática de actos de corrupção ou que dispõem de informação privilegiada, são convidados a utilizar este meio para contactarem com as autoridades responsáveis pela investigação.”, acrescenta.

A página dá ainda exemplos de indicadores de corrupção e fraude, como "percentagens de comissão anormalmente altas", "reuniões privadas com agentes públicos que tenham a seu cargo a negociação dos contratos ou com empresas interessadas nesses contratos" e "presentes ou dádivas não justificadas", por exemplo.

O autor da denúncia terá obrigatoriamente de indicar o sector de actividade em que ocorreram os factos, descrevê-los com o maior detalhe possível, revelar as datas, identificar os suspeitos e as empresas e indicar como teve conhecimento.

É, no entanto, facultativa por parte do autor da denúncia a indicação do valor aproximado das quantias envolvidas ou a entrega de documentos que possam comprovar as suspeitas, bem como assumir a sua identidade.

"Todos aqueles que se sentiram directamente afectados pela prática de actos de corrupção ou que dispõem de informação privilegiada são convidados a utilizar este meio para contactarem com as autoridades responsáveis pela investigação", apela o DCIAP, liderado pela procuradora geral adjunta Cândida Almeida.

Ao autor da denúncia será ainda atribuída uma chave de acesso, para poder aceder à comunicação e tomar conhecimento da investigação. Por Lusa, PÚBLICO, 10 de Novembro de 2010

Foto: Rua do Salitre. As curvas tortuosas da corrupção?