quarta-feira, 22 de julho de 2015

«Jardim Botânico de Lisboa com anfiteatro e espaços reabilitados em 2016»
















O Jardim Botânico da Faculdade de Ciências, em Lisboa, vai ganhar um pequeno anfiteatro e ter espaços renovados no âmbito do projecto de reabilitação, cujas obras deverão iniciar-se no final deste ano e durar entre seis e nove meses. 
O jardim, classificado como monumento nacional, encontra-se degradado devido à insuficiente manutenção originada pela “temporária falta de pessoal”, explicou à agência Lusa José Pedro Dias, director do Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) da Universidade de Lisboa, que gere o espaço.  Por isso, vai ser agora reabilitado, no seguimento de uma candidatura vencedora ao Orçamento Participativo da Câmara de Lisboa, em 2013, que garantiu um financiamento de 500 mil euros.  Apesar ter passado já algum tempo, “as coisas nunca estiveram paradas”, assegurou José Pedro Dias, indicando que desde essa altura o museu está em contacto com o município para definir as intervenções.  As obras incidem só sobre a zona do arboreto, que ocupa três dos quatro hectares do jardim com árvores de maior dimensão, e assentam na “recuperação das infra-estruturas” como caminhos, sistema de rega e rede de escoamento das águas pluviais e ainda na instalação de electricidade e internet, apontou o responsável.  “Vai também ser recuperado o lago de baixo, que está, neste momento, seco porque está fracturado”, referiu.  
De acordo com José Pedro Dias, “a única coisa nova que vai surgir no jardim” é um pequeno anfiteatro, na parte central do arboreto, que será usado para espectáculos.  Acresce que, além da entrada pela Rua da Escola Politécnica, onde vai ser recuperada a zona da esplanada, o projecto prevê a “semiabertura” da ligação à Praça da Alegria, por onde os visitantes apenas poderão sair.  
O director admitiu temer que o jardim não esteja pronto no prazo previsto e tenha de encerrar no verão do próximo ano, quando há mais visitantes no jardim e, consequentemente, mais receita (ascendendo aos 100 mil euros).  
Quando as obras acabarem, o museu vai captar financiamento para a renovação da sinalética das plantas, comprometendo-se ainda a criar duas zonas de relvado.  Paralelamente, vai ser recuperado o observatório astronómico – situado junto à zona do jardim que era usada para o ensino da botânica, denominada classe –, uma obra de 200 mil euros financiados pela Universidade de Lisboa, que deve começar entretanto, segundo José Pedro Dias.  
O responsável espera que as obras renovem o Jardim Botânico, até porque coincidem com a chegada de três jardineiros, até ao final deste ano, para auxiliar o único existente.  Sem data prevista nem financiamento garantido está a recuperação dos caminhos, dos túneis subterrâneos e dos edifícios na zona da classe, enquadradas na segunda fase de reabilitação.  José Pedro Dias exemplificou, como possível forma de financiamento, a concessão dos espaços ali existentes para loja e cafetaria.  
O vereador da Estrutura Verde da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, congratulou-se com a iniciativa: “É mais um jardim de Lisboa arranjado e é isso que interessa à cidade”.  O autarca afirmou à Lusa que este é o “melhor projecto possível para a primeira fase”, deixando em aberto a hipótese de a autarquia financiar a segunda fase da reabilitação.  Porém, salientou que “o Estado também tem aqui obrigações”.  A apresentação pública do projecto de reabilitação do Jardim Botânico realiza-se na quinta-feira, às 19h00, no palmário do jardim. in Público, 21 Julho 2015

Fotos: O Lago de Baixo no Arboreto conforme ficou poucos meses após as obras de 2012 e um exemplo das muitas placas degradadas que identificavam as plantas da colecção viva do Jardim Botânico.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Padrão dos Descobrimentos - «O mundo das plantas: valor terapêutico e circulação»

No Padrão dos Descobrimentos:

O mundo das plantas: valor terapêutico e circulação O Hospital de Todos os Santos, exemplo particular da assistência médica no século XVI, continha no seu espaço um jardim onde aglomerava as plantas necessárias à terapêutica dos seus doentes. Com o avançar do século e com a descoberta e estudo de novas espécies, o jardim torna-se rico em exemplos da flora exótica que vinha desde a Índia ao Brasil: o guaiaco e a raiz-da-china – plantas milagrosas que se acreditava curarem a sífilis – a galanga e a erva-santa, o sândalo e o dragoeiro. As plantas eram, e ainda são hoje, o maior recurso da medicina; a descoberta de novos mundos naturais vai enriquecer os saberes europeus, questionar dogmas e rigores, criar métodos e trazer nova esperança num período onde doença e saúde compunham um delicado equilíbrio. A ciência moderna conhece assim o seu prelúdio. 

Visita guiada dia 26 de Julho de 2015 às 11h.
Avenida Brasília, 1400-038 Lisboa
Telefone: 213031950 
info@padraodosdescobrimentos.pt

sábado, 18 de julho de 2015

Jardim Botânico de Singapura: Património Mundial da UNESCO!















No passado dia 4 de Julho na 39ª sessão do Comité Mundial do Património em Bona, o Jardim Botânico de Singapura foi classificado Património Mundial da Humanidade. Parabéns!

Para saber mais sobre este Jardim Botânico visite: www.sbg.org.sg

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Apresentação Projecto OP 2013 para o Jardim Botânico, Orçamento Participativo da CML
















O projeto de reabilitação do Jardim Botânico de Lisboa, vencedor do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em 2013, encontra-se concluído e vai ser apresentado ao público no dia 23 de julho de 2015, às 19h00, no Palmário do Jardim, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC, Rua da Escola Politécnica, 54), com a presença do vereador da Estrutura Verde, Ambiente e Energia da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes.   

Este projeto é o resultado de uma intensa e cuidada colaboração entre a Câmara Municipal, os Museus da Universidade de Lisboa e a Direção Geral do Património Cultural. Na sessão do próximo dia 23 serão tornadas públicas as intervenções a executar no futuro próximo, no âmbito específico do projeto de execução e obra no Orçamento Participativo da CML, assim como o projeto base de reabilitação do Jardim, incluindo intervenções remetidas para uma fase posterior e que obrigarão à captação de outros financiamentos.  
Convidamos todos os interessados na reabilitação do Jardim Botânico a estarem presentes nesta apresentação pública do projeto, conduzida pelas equipas do Museu e da CML responsáveis por esta proposta.

 www.museus.ulisboa.pt

sexta-feira, 10 de julho de 2015

«RISCAR O MUNDO»

O MUHNAC dispõe de uma coleção fantástica de desenhos científicos, ainda pouco conhecida do grande público.  Nesse lote, encontram-se desenhos resultantes de expedições naturalistas efetuadas ao Brasil e a Africa durante os séculos XVIII e XIX. O MUHNAC recebeu recentemente um subsídio da Fundação Calouste Gulbenkian para os digitalizar, conservar, catalogar e tornar acessíveis a todos. Trata-se do Projecto RISCAR O MUNDO (2015-2016), que conta com cerca de 30 especialistas em história da ciência, conservação, ilustração científica e biologia, de várias instituições portuguesas e brasileiras.  
CIÊNCIA CIDADÃ  
Muitos dos desenhos possuem espécies ainda por identificar e o projecto RISCAR O MUNDO pretende que todos possam colaborar nessa identificação.  Foi assim criada uma conta de Instagram interactiva - @muhnac_illustrations - onde serão publicados os desenhos com espécies não identificadas - plantas, flores, borboletas, aves, peixes, entre tantos outros.  

Contamos com a sua colaboração. Siga-nos em @muhnac_illustrations e vá acompanhando o desenvolvimento do projecto RISCAR O MUNDO.

As grandes árvores do Arboreto...


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Voluntariado no Jardim: dia 4 Julho às 9:30























Estimada/o associada/o   

A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB) tem o prazer de informar que se realizará no próximo sábado, dia 4 de Julho às 9:30, uma acção de voluntariado, para manutenção do Jardim Botânico, através da oferta de trabalho voluntário dos associados da Liga dos Amigos do Jardim Botânico. Iremos terminar a limpeza do canteiro 30-B no Arboreto.    

Saudações botânicas,     

A Direcção da LAJB    

VOLUNTARIADO NO JARDIM BOTÂNICO       

DATA: 4 de Julho - 9:30 ( sábado )     
PONTO DE ENCONTRO - Junto da bilheteira do Jardim    
ORGANIZAÇÃO: Liga dos Amigos do Jardim Botânico     
INSCRIÇÃO: Obrigatória e limitada a 10 participantes.       

Os participantes deverão trazer roupa e calçado confortáveis, chapéu/boné e luvas de jardinagem. Quem desejar poderá trazer a sua própria tesoura de poda. A LAJB disponibilizará água e fruta para todos os voluntários.

CAPITÓLIO: obras paradas no primeiro monumento modernista de Lisboa e do país...


















O que se passará com o nosso estimado vizinho Capitólio, classificado Imóvel de Interesse Público? As obras estão novamente paradas há vários meses. Esta é a vista que temos dele, tirada do Arboreto do Jardim Botânico. 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Em Floração: Thevetia peruviana




É preciso salvar o Jardim de Santos


Exmos. Senhores


Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Vereador dos Espaços Verdes
Presidente da Junta de Freguesia da Estrela
Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, IP
DGACPPF / DPFVAP – Programa de Árvores de Interesse Público


Como é do conhecimento de V. Exas., o Jardim Nun’ Álvares, vulgarmente conhecido como Jardim de Santos, é um excepcional representante dos pequenos jardins românticos da Lisboa de ‘900.
 
Estes jardins tinham, entre outros, o objectivo de se constituírem como alternativa aos Jardins Botânicos mais associados às Academias, tornando mais universal e acessível o conhecimento e a riqueza botânicas numa capital que, em virtude da sua privilegiada situação geográfica, permite que no seu solo se desenvolvam espécies que têm a sua área de origem a muitos quilómetros de Lisboa.

Poderemos dizer, sem exageros, que estes jardins românticos são uma verdadeira biblioteca da história e da diversidade botânica, marca insubstituível de Lisboa.

Assim, foram plantados um pouco por toda a parte, autênticos “gabinetes de curiosidades” botânicos que fazem de Lisboa uma referência incontornável no mapa dos jardins românticos da Europa.

O jardim de Santos não é excepção e nele podemos encontrar várias espécies exóticas que no seu conjunto deveriam ser suficientes para fazer desta área verde um exemplo de gestão e de classificação do património vegetal da cidade.

Aqui podemos encontrar uma galeria colossal de 8 (oito) tipuanas -Tipuana tipu (Benth.) Kuntze-, felizmente classificadas, um numeroso e monumental grupo de belas-sombras -Phytolacca dioica L. - e uma quantidade assinalável de grandes jacarandás -Jacaranda mimosifolia D. Don- , presentes no interior e nas franjas leste e norte do jardim. Para além deste notável grupo de árvores, poderíamos, ainda, acrescentar, uma estrelícia-gigante - Strelitzia nicolai - e um grupo de olaias -Cercis siliquastrum L.- no qual uma se salienta pela sua dimensão e idade centenária.

Este jardim é a referência emblemática do bairro de Santos e os moradores têm nele um espaço de lazer e de contemplação.

Apesar desta invulgar riqueza botânica, o jardim mantém-se num estado de degradação e incúria alarmante e escandaloso, o que é incompatível com a imagem de Lisboa cidade-capital empenhada em promover-se nos mercados turísticos mundiais. E o seu estado de ruína entra em arrepiante contradição com o que se espera dos nossos órgãos autárquicos: instâncias modernas, democráticas e legítimas.

A degradação, a incúria e o desleixo a que o jardim tem sido votado, encontram-se espelhados nos seguintes factos:

  • A intervenção camarária de 2013 resultou num completo fracasso, uma vez que toda a zona é agora área de divertimento nocturno, sem qualquer tipo de controlo, perdendo-se assim verbas consideráveis do erário camarário, no que se configura num acto de gestão irresponsável;
  • O arvoredo mantém-se alvo de toda a espécie de vandalismo (graffiti nas cascas, pernadas arrancadas, o coberto sub-arbóreo e as flores então plantadas foram eliminados pelo excesso de pisoteio). Não há um único canteiro ocupado;
  • O interior do jardim é utilizado como parque de estacionamento nocturno;
  •  As caldeiras das árvores nunca são tratadas. A propagação de infestantes é norma. O solo nunca é arejado, a rega nunca é feita;
  • As 4 (quatro) palmeiras centenárias foram eliminadas como resposta à praga do escaravelho-vermelho, em mais uma prova do total desinvestimento no combate a esta praga, que tem dizimado as palmeiras de Lisboa;
  •  A Junta de Freguesia protagonizou, recentemente, um dos casos mais infelizes ao permitir que se podasse selvaticamente a mais monumental bela-sombra do jardim.
Resumindo, TODO o jardim é utilizado como lixeira e casa de banho a céu aberto, com óbvias consequências para o seu pleno usufruto por parte dos moradores e para as condições edáficas, cuja qualidade é essencial para o vigor do coberto vegetal.

Assim, EXORTAMOS a Junta de Freguesia da Estrela e a Câmara Municipal de Lisboa para que em conjunto levem a cabo as seguintes sugestões:

• Elaboração de um plano de renaturalização do Jardim de Santos.
• Replantio urgente de todos canteiros.
• Trabalhos de manutenção e de enriquecimento do solo e das caldeiras.
• Levantamento exaustivo do estado fitossanitário de todas as árvores, recorrendo a métodos para lá do “método à vista”.
• Elaboração de um guia do Jardim de Santos para que o seu evidente valor botânico seja conhecido e
salvaguardado.
• Abertura de procedimento de classificação de Interesse Municipal dos seguintes conjuntos: a) belas-sombras; b) exemplar centenário de olaia; c) todos os jacarandás;
• Manutenção e (re)colocação do mobiliário urbano de época, que tão bem caracteriza/caracterizava este jardim (bebedouros, lanternas das colunas de iluminação, bancos).

É nossa firme convicção que só com uma acção robusta e célere poderemos, ainda, salvar o jardim de Santos.


Com os melhores cumprimentos


A Plataforma em Defesa das Árvores tem como seus signatários vários cidadãos em nome individual e as seguintes organizações: Árvores de Portugal, Associação Lisboa Verde, Fórum Cidadania Lx, GEOTA, Grupo de Amigos da Tapada das Necessidades, Grupo de Amigos do Príncipe Real, Grupo Ecológico de Cascais, Liga dos Amigos do Jardim Botânico, Plataforma por Monsanto, Plantar Uma Árvore e Quercus
 





terça-feira, 23 de junho de 2015

Já não existem Palmeiras das Canárias no Jardim da Estrela...

Já não existem Palmeiras das Canárias no Jardim da Estrela. Pelo que observámos, todos os exemplares foram atacados pelo "escaravelho" e morreram. A CML já procedeu ao abate de todas estas palmeiras. Desapareceu um elemento muito importante na caracterização deste jardim histórico da nossa cidade. 

domingo, 21 de junho de 2015

Canteiro 30-B: depois dos trabalhos de limpeza



















Imagens do sector nascente do Canteiro 30-B no Arboreto depois dos trabalhos de limpeza no dia 20 de Junho de 2015. Conseguimos remover 80% da mancha de "erva-da-fortuna" que cobria uma grande área do canteiro assim como parte do canaleto que o atravessa. Ficou apenas por limpar uma zona a nascente do canaleto que ficará para outra oportunidade muito em breve. O nosso muito obrigado à equipa de voluntários que tão generosamente ofereceu ao Jardim Botânico a sua manhã de sábado. Até breve!

Canteiro 30-B: antes dos trabalhos de limpeza


















O sector nascente do canteiro 30-B no Arboreto antes do início dos trabalhos de limpeza. Apresentava uma grande mancha da infestante "erva-da-fortuna" para além da presença de outras infestantes. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dia de Voluntariado no Jardim Botânico: sábado dia 20 de Junho no canteiro 30-B do Arboreto
















No próximo sábado dia 20 de Junho a Liga dos Amigos do Jardim Botânico irá voltar ao Jardim para terminar os trabalhos de manutenção e limpeza do canteiro 30-B iniciados no passado sábado. 

Desta vez faremos 2 turnos para permitir uma escolha mais conveniente aos voluntários:  

I- Manhã das 9:30 às 13:00  

II- Tarde das 15:00 às 18:30  

O ponto de encontro será junto da bilheteira do Jardim.  
Quem desejar poderá trazer as suas próprias tesouras de poda e luvas.  A LAJB disponibiliza água e fruta a todos os participantes.
A inscrição é obrigatória: amigosdobotanico@gmail.com

Obrigado e até sábado!

Saudações Botânicas da LAJB

domingo, 14 de junho de 2015

Voluntariado dos Amigos do Jardim Botânico II























O belo Taxodium mucronatum ficou livre dos infestantes de rebentos de choupo branco. Também se procedeu à varredura das folhas secas acumuladas desde o inverno passado. O nosso muito obrigado ao grupo de voluntários da Liga dos Amigos do Jardim Botânico pelo óptimo trabalho. Infelizmente não foi possível terminar todo o canteiro - viemos a descobrir que o sector nascente está muito infestado com "erva da fortuna" pelo que teremos de regressar para terminar a limpeza do canteiro 30 B. Até breve!

Voluntariado dos Amigos do Jardim Botânico I


 o canteiro 30 B conforme o encontrámos antes do início dos trabalhos
O nosso já bem conhecido canteiro 30 B - onde se situa o monumental Taxodium mucronatum -gravemente infestado de rebentos de choupo branco. Já de seguida as imagens do aspecto final após uma manhã inteira de trabalho de um grupo de voluntários da Liga dos Amigos do Jardim Botânico. Dia 13 de Junho de 2015.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

MONUMENTO NACIONAL: O PINHEIRO DE TIBÃES

Existem 3 árvores classificadas na Cerca Monástica de Tibães. Mas nenhuma delas tem a presença e majestade do Pinheiro de Tibães, com os seus 47 metros de altura. Este é o pinheiro-bravo mais alto de Portugal, e o segundo com maior Perímetro à Altura do Peito (PAP). Para saber mais consultar o website do ICNF: 
http://www.icnf.pt/portal/florestas/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/555&Concelho=&Freguesia=&Distrito=

FETO REAL na Cerca Monástica de Tibães

















Observámos em vários locais da Cerca Monástica de Tibães belos exemplares de Feto Real - Osmunda regalis L. - como este na imagem, nas paredes do Grande Lago. Uma vez que esta espécie de feto não existe ainda na colecção viva do nosso Jardim Botânico, a Arquitecta Maria João Dias Costa irá oferecer um exemplar. Muito obrigado Tibães!