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sábado, 2 de novembro de 2013

Por uma Lisboa com Jardins de relvados limpos!

Finalmente, e após muitas reclamações/sugestões de cidadãos (onde se inclui a LAJB!) a Câmara Municipal de Lisboa procedeu à colocação de sinalética nos parques e jardins públicos alertando os cidadãos para os seus direitos e deveres enquanto proprietários de animais de estimação, nomeadamente o cão. A sinalética está bem feita, é clara e agora só resta esperar que haja mais civismo nos jardins públicos por parte de quem passeia com o seu cão! Obrigado CML! O exemplo na imagem foi fotografado no Miradouro do Torel.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

As Árvores e a Cidade: Palmeira no Miradouro das Portas do Sol

Um belo exemplar de Phoenix canariensis no Miradouro das Portas do Sol, ao lado da estátua de São Vicente. Uma companhia de terras mais quentes para iluminar o nosso Inverno.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Reabriu Jardim e Miradouro Botto Machado


«O jardim e miradouro Botto Machado, no Campo de Santa Clara, abriu totalmente renovado após grandes obras de requalificação, no dia 22 de Julho. A reabertura do jardim contou com a presença do vereador do Espaço Público e Espaços Verdes, José Sá Fernandes, que procedeu ainda à inauguração do novo quiosque Olisipo colocado naquele espaço.

As obras realizadas no jardim incluíram a requalificação de pavimentos e das zonas verdes, restauro de equipamentos, património e mobiliário urbano e substituição da iluminação pública, no valor global de cerca de 260 mil Euros. Esta obra permitiu renovar a imagem do jardim através da alteração significativa da vegetação, possibilitando agora uma maior amplitude de vistas e utilização, uma vez que os canteiros, quase todos inacessíveis anteriormente, serão devolvidos ao público.

Hoje foi também inaugurado o novo quiosque com esplanada do jardim Botto Machado. A concessão do direito de exploração do equipamento, atribuída em concurso público, é por um período de 5 anos, prorrogável até 8 anos. O quiosque está colocado junto ao parque infantil.
Depois de concluídas as obras de requalificação dos miradouros da Senhora do Monte, da Graça (rebaptizado de Sophia de Mello Breyner) e de São Pedro de Alcântara, a CML prossegue a estratégia de requalificação dos miradouros de Lisboa, locais abandonados durante demasiados anos.

Em fase de obra estão actualmente vários miradouros históricos da cidade: Monte Agudo (Anjos), Penha de França, Alto do Parque Eduardo VII (São Sebastião da Pedreira) e Torel (São José).» in http://www.cm-lisboa.pt/

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

AS ÁRVORES e os LIVROS: Pascoaes

«Sou mais árvore do que se pensa e o lodum é mais homem do que parece.»

Teixeira de Pascoaes

FOTO: Alameda de Lodãos no Miradouro de São Pedro de Alcântara

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

«Miradouros e Jardins vão ser recuperados»

in Jornal de Notícias, 25 de Novembro de 2008
«Esta semana arrancam obras de requalificação de sete jardins e miradouros em Lisboa. As intervenções custarão mais de um milhão e meio de euros e serão integralmente pagas com o dinheiro das contrapartidas do Casino de Lisboa à Câmara.

Até ao início do Verão do próximo ano, sete miradouros e jardins históricos da cidade de Lisboa sofrerão profundas remodelações. Segundo um documento a que o JN teve acesso, a autarquia conta gastar cerca de um milhão e 665 mil euros distribuídos da seguinte maneira: Jardim do Torel (408 mil euros), Santa Luzia (379 mil euros), Graça (104 mil euros), Senhora do Monte (48 mil euros), Monte Agudo (271 mil euros), Penha de França (137 mil euros) e Jardim Boto Machado (317 mil euros). As respectivas verbas contempladas para as acções de requalificação são na totalidade pagas com dinheiro das contrapartidas para a Câmara de Lisboa pelo funcionamento do casino da capital.

Um dos espaços verdes que sofrerá maior intervenção será o jardim e miradouro Boto Machado, junto à Feira da Ladra, no Campo de Santa Clara, freguesia de São Vicente de Fora, a escassos metros do Panteão Nacional. As obras terão início já nos próximos dias e, segundo comunicado do gabinete do vereador do Ambiente e Espaços Verdes, José Fernandes, "contemplam uma profunda renovação dos espaços verdes e espécies arbóreas" com vista a "permitir uma maior amplitude de vistas e utilização do jardim". O jardim será dinamizado através da introdução de um quiosque e de uma esplanada bem como várias remodelações da zona do parque infantil e mesas de jogo. Para a zona do miradouro está prevista a realização de eventos culturais e de animação e a CML promete "dotar o jardim com as infra-estruturas necessárias para a colocação de luz e som". Por último, refira-se que será instalado um telescópio panorâmico.

Entretanto, o gabinete de Sá Fernandes anunciou, também, a recuperação da entrada Norte no Parque Florestal de Monsanto. Trata-se de uma obra "fundamental para a concretização do corredor verde que ligará ao Parque Eduardo VII". Em simultâneo, iniciar-se-ão as obras da pista ciclável e pedonal que ligará o Parque de Monsanto à Avenida Calouste Gulbenkian, assim como as pistas de São Domingos de Benfica e de Entrecampos até Alvalade.»

FOTO: Vista do Miradouro de Santa Luzia (actualmente um dos mais degradados da capital).

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

CML anuncia hortas citadinas e novos jardins para uma capital mais verde

in http://www.rtp.pt/

Passear a pé pela Avenida Duque de Ávila, cultivar uma horta urbana ou desfrutar de dez novos parques de Lisboa serão realidades possíveis até 2011, a concretizarem-se as expectativas do vereador Sá Fernandes que promete transformar a capital numa cidade verde."Lisboa tem todas as possibilidades de ser uma cidade verde, mas não é neste momento", afirmou o vereador com o pelouro do Ambiente e Espaços Verdes, em entrevista à Agência Lusa.

Nos próximos anos, o autarca espera desenvolver a estrutura verde da cidade, criando corredores que vão ligar os vários parques da cidade, incluindo dez novos espaços: Quinta da Granja de Baixo (Benfica), Parque Periférico (Monsanto-Paço do Lumiar), Ameixoeira, Vale Fundão e Quinta das Flores (Marvila), Parque Hortícola de Chelas, Vale de Santo António (Penha de França), Museu da Água (Santa Apolónia), Jardim Mahatma Ghandi (Lumiar) e Casal Vistoso (Areeiro). No total serão mais 103 hectares verdes.

O investimento vai ser faseado - dois milhões de euros até 2009, mais 2,1 no ano seguinte e 2,5 em 2001 - mas as obras devem avançar em breve. "Para o ano será fácil ir a pé ou de bicicleta de Monsanto ao Palácio da Justiça, de Telheiras ao Campo Grande e à Avenida Gago Coutinho ou do Cais do Sodré a Belém. São coisas inacessíveis hoje", exemplificou José Sá Fernandes.

O projecto da Câmara não passa só pela criação de novas áreas, mas também pela revitalização das já existentes. "Hoje em dia, ninguém passeia no Vale Fundão. A Quinta das Flores é um viveiro abandonado, com três pessoas a trabalhar, que se pode transformar num parque extraordinário e situa-se numa zona carente deste tipo de espaços". A instalação de equipamentos, como casas de banho e esplanadas, é uma prioridade para o próximo ano. "Estas infra-estruturas podem trazer mais frequentadores para os jardins, aumentando a segurança. Por outro lado, as ligações através de pistas cicláveis vão permitir também distribuir a carga de uns jardins para os outros. E queremos que os concessionários garantam alguma vigilância", sublinhou o advogado. Parte do investimento de um milhão de euros que se destina a melhorar estas áreas será recuperado através destas concessões.

Outro "exemplo flagrante da mudança" será poder ir a pé de Monsanto até ao Instituto Superior Técnico, atravessando a Avenida Duque de Ávila "que, durante décadas, só teve carros e vai ser parcialmente pedonalizada e dotada de esplanadas".

Sá Fernandes quer também que os lisboetas tenham a possibilidade de cultivar uma horta e, até mesmo, de criar um pequeno negócio em torno dessa actividade. O primeiro parque hortícola, com 14 hectares, vai surgir em Chelas, "numa zona onde já existe alguma agricultura". A equipa de Sá Fernandes está a estudar a melhor forma de concretizar as infra-estruturas (distribuição de água, caminhos e mobiliário urbano) e a maneira como integrar as pessoas na produção de bens agrícolas. "A ideia é diferenciar os parques hortícolas: uns serão como o de Chelas, apostando na envolvência das pessoas em termos comunitários. Noutros, serão arrendados talhões. Queremos organizar locais onde já existem hortas, como a Quinta da Granja, Vale Fundão ou Carnide".

Para o vereador, os parques não servirão apenas para o lazer ou para a auto-suficiência. "Acreditamos que se pode desenvolver algum empreendedorismo e até criar uma marca para estes produtos que seriam escoados através de cadeias de supermercados interessadas em apoiar esta iniciativa", explicou.

Outra ideia, já em curso, é abrir alguns jardins privados ao público. As visitas estão a decorrer na Quinta da Granja de Cima, no Seminário da Luz e na Quinta do Frade, e poderão vir igualmente a ser feitas na Quinta da Buraca, do Bom Pastor e do Patriarcado, caso as negociações cheguem a bom termo.

Vários miradouros vão ser também alvo de intervenção. Torel, Santa Luzia, Botto Machado, Monte Agudo, Penha de França, Alto do Parque Eduardo VII e Senhora do Monte mostram-se com nova cara aos apreciadores das vistas panorâmicas no próximo ano.

FOTO: a surpreendente vista do Jardim do Torel...