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quinta-feira, 3 de março de 2016

FETEIRA enriquecida com plantação de Fetos!

  Cyathea oferecida pelo Parque de Monserrate, Sintra
  Exemplares de Feto Real oferta do Mosteiro de Tibães
 Exemplares de Feto Real do Mosteiro de Tibães
Pormenor de Feto Real oriundo de Tibães, Braga

FETEIRA enriquecida com plantação de Fetos!

 Cyathea oferecida pelo Parque de Monserrate, Sintra
  Exemplares de Feto Real oferecidos pelo Mosteiro de Tibães, Braga
  Cyathea oferecida pelo Parque de Monserrate, Sintra
  Cyathea oferecida pelo Parque de Monserrate, Sintra
Os verdadeiros heróis da Feteira: os novos jardineiros do Jardim Botânico [da esquerda para a direita]: Paulo Gaspar, Pedro Morais e Daniel Crespo; e à direita o nosso já bem conhecido encarregado Carlos Fazendeiro. Muito obrigado a todos - jardineiros e voluntários da LAJB - pelos trabalhos preparativos que permitiram concluir com sucesso esta 1ª fase de plantações na Feteira do Jardim Botânico.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

MONUMENTO NACIONAL: O PINHEIRO DE TIBÃES

Existem 3 árvores classificadas na Cerca Monástica de Tibães. Mas nenhuma delas tem a presença e majestade do Pinheiro de Tibães, com os seus 47 metros de altura. Este é o pinheiro-bravo mais alto de Portugal, e o segundo com maior Perímetro à Altura do Peito (PAP). Para saber mais consultar o website do ICNF: 
http://www.icnf.pt/portal/florestas/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/555&Concelho=&Freguesia=&Distrito=

terça-feira, 9 de junho de 2015

LAJB visita a Cerca Monástica de Tibães com a Arquitecta Paisagista Maria João Dias Costa

Jardim de S. João, início da visita pela Arq. Maria João Dias Costa
 Pavimentos com lajes de granito e xisto nas portas para a Cerca
 As vinhas de Tibães e a ligação às escolas da região...
 Junto do Lago dos Peixes alimentado por uma fonte barroca
 A descoberta de uma rã em cima dos nenúfares do Lago dos Peixes
 A Capela de S. Bento no topo da Rua das Fontes
 A descoberta do "Selo de Salomão" no Carvalhal de Tibães













A vida que existe mesmo nos troncos de carvalhos mortos..
O Grande Lago barroco, de planta elíptica, em Tibães!

Belos exemplares de "Feto Real" nos muros do Lago Grande

Esta visita guiada à Cerca Monástica de Tibães através do olhar bem informado da Arquitecta Paisagista Maria João Dias Costa foi um autêntico privilégio para a LAJB. A Arquitecta Maria João dirige desde 1988 todas as intervenções de limpeza, manutenção, restauro e também de construção de novos espaços verdes, na Cerca e Mosteiro de Tibães. Aprendemos muito sobre as boas práticas de intervenção em bens culturais desta importância e como é vital alicercar todas as decisões num conhecimento profundo do bem cultural. E o respeito pela herança monástica como valor maior a orientar as decisões. 

Mais uma vez devemos um agradecimento especial ao Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães por nos oferecerem esta oportunidade única de conhecer Tibães pela mão de tão qualificados e sábios guias - muito obrigado!  



A LAJB visita TIBÃES com a Dra. Aida Mata




























Portaria do Carro, início da nossa visita guiada pela Dra. Aida Mata
















Antigas cavalariças transformadas em bilheteira e loja do Mosteiro
















Dra. Aida Mata e os painéis de azulejo (1770) Claustro do Cemitério
















A sacristia construída em 1680-83 com tecto de granito pintado
















Tabuões de soalho antigo, de pinheiro manso, com 80 cm de largura!
















Coro Alto de 1665 com grande estante para livros das horas litúgicas

















A "Casa das Pinturas" em fase de execução na Hospedaria Monástica
















A Dra. Aida Mata mostrando a Cerca Monástica com 40 hectares.

A bela Sala do Capítulo de 1700 onde terminou a nossa visita guiada.

Foi um verdadeiro privilégio para a LAJB ter a Dra. Aida Mata como guia da visita ao Mosteiro de Tibães. A Dra. Aida Mata dirigiu a equipa multidisciplinar que resgatou da ruína o complexo monumental de Tibães entre 1987 e 2009. Os nossos sinceros parabéns pelo belo trabalho realizado apesar dos complexos desafios de um monumento desta escala e diversidade patrimonial, e das dificuldades financeiras de que sofre cronicamente a área da Cultura em Portugal. 

O nosso agradecimento também ao Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães pela preciosa ajuda na organização desta "Viagem a Tibães"! Esta foi uma visita perfeita e por isso ficará gravada na memória de todos!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

As Árvores e os Livros: Géo Norge

«Vi o carvalho sagrado, guardião da tempestade e da justiça, esconderijo de aves e de fadas, encobridor de auroras muito antigas; eu canto o velho carvalho das estradas de poeira nas noites do pino dos Verões nas alturas aonde sobem as trevas; Merlin fala ainda à sua sombra e Viviana tem palácios debaixo da sua ramagem.»

Géo Norge, Les Cerveaux Brûlés

Foto: Carvalho na cerca do Mosteiro de Tibães, Braga

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

As Árvores e os Livros: Ana Maria Matute

"Quando estou dentro de um bosque não estou a olhar para o bosque, transformo-me no próprio bosque. Na sua essência. Embrenho-me nos seus mistérios, e perigos. Na sua magia"

Ana Maria Matute

in entrevista no Ípsilon, 21 Outubro de 2011

Foto: Bosque de carvalhos na cerca do Mosteiro de Tibães, Braga.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ANIMA VEGETALIS - Imaginário Botânico do Mosteiro de Tibães

Anima Vegetalis - Imaginário Botânico do Mosteiro de Tibães
Exposição de fotografias de Paulo Gaspar Ferreira
Inauguração: dia 12 de Setembro ás 18h
Local: Mosteiro de S. Martinho de Tibães, Braga

«São fotografias que ao longo de 2 anos foram sendo engendradas numa pequena cela monástica do Mosteiro de Tibães. Nasceu de uma cumplicidade desde logo criada entre mim e a cerca. Nasceu da continuidade de um outro trabalho que acabava de apresentar no Museu Amadeo de Souza Cardoso: "Espíritos Elementares - 23 simulacros". Com algas do mar de Vila Chã (Mindelo - Vila do Conde) tinha construído uma exposição e um livro para onde chamei o Casimiro de Brito e depois o Albano Martins, a Ana Hatherly, o Ramos Rosa, o Melo e Castro o Fernando Guimarães, a Teresa Horta e tantos outros que escreveram para aquelas algas que tinha feito para eles.

"Anima Vegetalis" é a continuidade de um projecto que cativa património natural criando património artístico para o transformar em património sensorial. É composto por 70 imagens fotográficas e constituirá uma exposição e um "livro" de folhas soltas acompanhadas por textos (também soltos) da autoria de Theodoro d'Almeida, um dos mais importantes iluministas portugueses. Os pequenos excertos, retirados do ambiente pedagogo da sua "Recreação Filosófica" de 1786, aproximam-se, aqui, de uma linguagem de quase poesia. Aproximam-se das imagens que, retiradas do chão daquela floresta, facilmente se transfiguram em quase poemas.
As fotografias são essencialmente feitas com "peças" encontradas no chão de Tibães. Preferi, sempre que possível, receber a dádiva daquela floresta do que roubar-lhe o que lhe pertencia.

Da direcção do Mosteiro de Tibães recebi a hospitalidade (tão cara aos seus "criadores", os beneditinos): uma antiga cela monástica albergou durante cerca de dois anos o meu "atelier de campanha" onde cuidava das "minhas" Animas, organizando, olhando, deixando-nos maturar (elas e eu) até nos encontrarmos no que são hoje estas imagens.

A publicação de um "livro" (na verdade não se trata bem de um livro, é antes o conjunto das folhas de papel impressas e preservadas numa "caixa de bombons". Queria que fossem "comidas" como iguarias para os olhos) representa a vontade de que fique o registo.

Dois anos de comunhão e aprendizagem com esta "floresta" criaram uma relação de cumplicidade que permitiu fecundar outros seres. Que sejam agora embriões. Que sejam agora o que temos dentro.

Que sejam hoje aquilo que já fomos e voltaremos a ser. Olhemos para eles como quem os come. Assim os saberemos assimilar, nos saberemos assimilar... vegetais. Este projecto não faria sentido se não fosse para mostrar.»