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sábado, 15 de agosto de 2015
A jovem Ceiba do Jardim Botânico no British Council: 3 anos e 3 meses depois!
A Dra. Alexandra Escudeiro ficaria muito feliz ao ver como cresceu (mais de 8 metros!) e como está saudável a jovem Ceiba sp do Jardim Botânico plantada no British Council a 21 de Abril de 2012. Passados 3 anos e 3 meses estamos todos maravilhados com o belo desenvolvimento desta "filha" do Jardim Botânico! Obrigado Alexandra por todo o apoio dado a esta iniciativa da LAJB "Árvores do Jardim Botânico para Lisboa»! Agora aguardamos pela floração desta Ceiba sp para determinar a espécie exacta e assim a identificar devidamente.
terça-feira, 2 de junho de 2015
«Arroios plantou até a data de hoje 109 novas árvores»
Recebemos a informação, da Junta de Freguesia de Arroios, que foram plantadas até a data 109 novas árvores. Muitas delas vieram substituir cepos que se encontarvam nas caldeiras há vários anos.
Avenida Almirante Reis | Tilia cordata | 3 exemplares
Praça Ilha do Faial | Celtis australis | 5 exemplares
Rua Angra do Heroísmo | Celtis australis | 6 exemplares
Rua do Mindelo | Celtis australis | 7 exemplares
Rua Dona Estefânia | Celtis australis | 7 exemplares
Rua Escola do Exército | Celtis australis | 6 exemplares
Rua Jacinta Marto | Celtis australis | 7 exemplares
Rua José Estevão | Prunus avium | 7 exemplares
Rua Pascoal de Melo | Celtis australis | 25 exemplares
Rua Passos Manuel | Celtis australis | 16 exemplares
Jardim Henrique Lopes de Mendonça | 11 exemplares [4 Magnolia grandiflora, 4 Liquidambar styraciflua, 2 Erythina crista-galli, 1 Prunus pissardi]
Jardim Braamcamp Freire | 9 exemplares [5 Prunus pissardi, 2 Jacaranda mimosifolia, 1 Tilia cordata, 1 Erythina crista-galli] = 109 novas árvores
segunda-feira, 1 de junho de 2015
ÁRVORES DE LISBOA: «Podas e decretos de abate inflamaram ânimos em Lisboa»
"Diz-me, minha alma, pobre alma enregelada, que acharias de ir viver para Lisboa? Deve lá fazer calor, deleitar-te-ias como um lagarto. É uma cidade à beira de água; dizem que é construída em mármore e que o seu povo tem uma tal raiva ao vegetal que arranca todas as árvores. Eis uma paisagem de acordo com o teu gosto: feita de luz e de mineral, com o líquido para a refletir!"
Poucas coisas agradam tanto aos portugueses como citar observações desagradáveis de estrangeiros, de preferência ilustres, sobre o seu país, e estas palavras do francês Charles Baudelaire, publicadas em 1869 em Le Spleen de Paris, parecem dar razão aos que veem na sequência recente de podas e abates o testemunho de uma aversão atávica. Cunharam até, para a caracterizar, o termo "arboricídio" - como em homicídio, ou genocídio, de árvores.
A palavra não é usada na carta-aberta ao novo presidente da autarquia, Fernando Medina, que a recém-criada plataforma Em Defesa das Árvores - que congrega vários grupos e associações (incluindo Fórum Cidadania Lisboa, Quercus Lisboa, Amigos do Jardim Botânico, Plataforma por Monsanto, etc.) - tornou pública na quarta-feira. Mas fala-se em "onda de intervenções radicais e devastadoras que as árvores de Lisboa têm sofrido nas últimas semanas". A saber, "empreitadas de poda, abate e substituição de árvores de alinhamento e de jardim um pouco por toda a cidade, de Alvalade à Estrela, das Avenidas Novas a Arroios, da Graça à Ajuda, com menor ou maior grau de intensidade e número de árvores objeto das mesmas, com mais ou menos gravidade e grau de irreversibilidade, sob esta ou aquela justificação, não poucas vezes caricata, e outras tantas por razões que a razão desconhece".
A ideia da plataforma, que pondera ações em tribunal para impedir abates anunciados, é de que as intervenções descritas não se devem a motivos sérios e ponderados, antes a caprichos e interesses talvez suspeitos: "Cultiva-se a ignorância, acenando com pragas e alergias, velhice excessiva das árvores (quando árvores com 60 anos devem ser consideradas jovens), cataclismos inevitáveis e a corrosão da chapa. Alimenta-se o ódio instalado ao choupo, cipreste, plátano, freixo e, quiçá a breve trecho, à tília, à tipuana e ao jacarandá! Não se percebe de onde vêm os novos espécimes que se plantam, mirrados e sem copa frondosa previsível que não por várias décadas, nem para onde vai a lenha que resulta de tudo isto. De uma assentada, como no caso recente da Guerra Junqueiro, destrói-se a imagem até agora inalterável de um arruamento histórico com 60 anos." in DN, 31 Maio 2015 por Fernanda Câncio
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sexta-feira, 20 de março de 2015
HOJE: Junta de Freguesia da Misericórdia + Escola Padre Abel Varzim + LAJB = 2 ÁRVORES!
Mais um exemplo bem sucedido do projecto da LAJB, «Árvores Para Lisboa»! Em breve anunciaremos novas plantações, em parceria com outras Freguesisas da cidade de Lisboa!
HOJE: Plantação de Árvore na Rua da Hera
Imagens da plantação da segunda Bauhinia variegata na Rua da Hera pelos alunos da Escola Padre Abel Varzim. Todos os 16 alunos participaram de forma activa e empenhada nas duas plantações! As árvores foram oferecidas pela empresa Fitonovo. A LAJB espera que depois desta acção, os alunos da Escola das Gaivotas visitem o nosso Jardim Botânico!
quinta-feira, 19 de março de 2015
Dia 20 de Março de 2015: Vamos plantar duas Árvores na Travessa de Santa Catarina!
Amanhã, dia 20 de Março, pelas 14:30, haverá uma cerimónia de comemoração do Dia da Árvore, onde numa acção conjunta entre a junta de Freguesia da Misericórdia e a Liga dos Amigos do Jardim Botânico, iremos plantar duas árvores, com a ajuda dos alunos da Escola Padre Abel Varzim. Vamos plantar duas Bauhinia variegata. O ponto de encontro será na Travessa de Santa Catarina, frente ao nº 13, no topo das escadinhas, junto à caldeira vazia. Contamos com a participação de todos!
Com os melhores cumprimentos,
Junta de Freguesia da Misericórdia
Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Foto: Travessa de Santa Catarina, 19-12-1946. Fotógrafo: Fernando Martinez Pozal (1899-1971). Arquivo Fotografico Municipal.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Lisboa, capital de caldeiras vazias
Rua Bartolomeu de Gusmão, 2 caldeiras vazias, entre muitas da nossa cidade. Se tem conhecimento de caldeiras vazias, ou com cepos/árvores mortas, escreva ao executivo da Junta de Freguesia alertando para o facto e solicitando a plantação de novas árvores. Lisboa capital, agradece!
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Cerimónia de Plantação de árvore na Embaixada de França: Projecto «100 Anos, 100 Árvores»
Jean-François Blarel, Embaixador de França em Portugal
João Pinto Soares, Presidente da Associação Lisboa Verde
Foram todos convidados a participar activamente
Sabine Blarel também participou na plantação
Manuela Correia, Presidente da Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Cérémonie à l’occasion de la commémoration de l’Armistice du 11 novembre 1918
Intervention de l’Ambassadeur
Cette cérémonie marquant l’anniversaire de l’armistice du 11 novembre 1918 revêt une signification toute particulière cette année.2014 est en effet l’année où ont commencé les commémorations de la Première Guerre Mondiale, et particulièrement en France où le Président de la République a présidé des cérémonies internationales le 14 juillet à Paris, puis début août pour marquer le centenaire du déclenchement du conflit et le 12 septembre à l’occasion du centenaire de la bataille de la Marne. Aujourd’hui, le chef de l’Etat a ouvert cette journée commémorative au palais de l’Elysée en lançant officiellement le Grand Mémorial, base de données en ligne qui permet d’interroger les registres matricules contenant les détails du parcours militaire de chaque soldat, conservé dans les archives départementales. Le Président a également remis le prix du concours des Petits artistes de la Mémoire à ses jeunes lauréats. Puis il accueilli ce matin des invités du monde entier à l’Arc de Triomphe, avant d’inaugurer avec eux cet après-midi l’«Anneau de la Mémoire», le Mémorial international de la Première Guerre Mondiale, sur la colline de Notre-Dame de Lorette, près d’Arras dans le Pas-de-Calais. C’est la Secrétaire d’Etat à la Défense, Madame Berta Cabral, qui représente aujourd’hui le Portugal lors des cérémonies en France.
L’impressionnante série de cérémonies commémoratives qui marque dans nos pays le centenaire de la Première Guerre Mondiale, vise à saluer la mémoire de ceux qui ont trouvé la mort ou ont été blessés ou gazés au cours du conflit. Nous pensons particulièrement en ce jour au 1,4 million de jeunes Français qui sont morts dans les tranchées et aux 7700 soldats portugais morts pendant la guerre, notamment en Afrique et pendant la bataille de la Lys.
La commémoration a également pour objectif de transmettre aux jeunes générations le mémoire de ce conflit meurtrier et de lui faire prendre conscience de l’horreur de la guerre. Enfin, ce centenaire tend à rappeler que la guerre n’est pas un recours et qu’il existe désormais des voies internationales de règlement pacifique des conflits, à travers l’Organisation des Nations- Unies ou par le biais d’organisations régionales.
Hoje estamos particularmente satisfeitos por concretizar uma parceria com a associação Lisboa Verde. No âmbito do projecto “Cem anos, cem árvores”, esta associação desejaria que as Embaixadas, em Portugal, dos Estados beligerantes da Grande Guerra plantassem uma árvore. A Embaixada de França aderiu imediatamente a este projecto e propôs que esta cerimónia se realizasse a 11 de Novembro. Portanto, vou agora com o Presidente da associação Lisboa Verde plantar uma oliveira em memória de todos os mortos da Primeira Guerra Mundial e em honra da paz.
En ce jour nous sommes heureux de concrétiser le partenariat noué avec l’association Lisboa Verde. Dans le cadre du projet «Cent ans, cent arbres» Cette association souhaiterait que les ambassades au Portugal des Etats belligérants de la Grande Guerre plantent un arbre. L’Ambassade de France a aussitôt adhéré à ce projet et a proposé que cette cérémonie de l’arbre ait lieu le 11 novembre. C’est donc à présent que je vais avec le Président de l’association Lisboa Verde planter un olivier en souvenir de tous les morts de la Première Guerre Mondiale et en l’honneur de la paix.
Bonne journée à tous.
Nota: Decorreu ontem, dia 11 de Novembro de 2014 uma cerimónia de plantação de árvore na Embaixada de França no âmbito do jovem projecto cívico «100 Anos, 100 Árvores» que tem como objectivo plantar 100 árvores em Lisboa entre 2014 e 2018 durante os anos do centenário da Grande Guerra. Esta oliveira plantada pelo Embaixador de França é a árvore nº 001/100. O projecto «100 Anos, 100 Árvores» tem organização conjunta da Assoçiação Lisboa Verde, APAP-Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas e da LAJB-Liga dos Amigos do Jardim Botânico.
domingo, 11 de maio de 2014
Vamos plantar 2 Árvores na EMBAIXADA DE ITÁLIA - Palácio dos Condes de Pombeiro
CERIMÓNIA DE PLANTAÇÃO DE ÁRVORES NO JARDIM DA EMBAIXADA DE ITÁLIA - Palácio dos Condes de Pombeiro
15 DE MAIO DE 2014 - ÀS 11H
Na sequência da visita da LAJB à Embaixada de Itália no dia 12 de Junho de 2013, vamos plantar um Azereiro (Prunus lusitanica) e um Cipreste (Cupressus sempervirens) no jardim do antigo Palácio dos Condes de Pombeiro.
A cerimónia contará com a presença do Exmo. Embaixador Dr. Renato Varriale e a participação de crianças de uma escola da Freguesia de Arroios.
Os associados da LAJB que desejem participar, devem enviar nome completo nº de BI / CC ou passaporte para: amigosdobotanico@gmail.com
Local: Largo do Conde de Pombeiro, 6 em Lisboa.
Iniciativa: LAJB em parceria com a Embaixada de Itália em Portugal
Apoio: Viveiros Jardim Primavera - Sintra
Saudações Botânicas,
A Direcção da LAJB
Foto: Visita da LAJB à Embaixada de Itália 12 Junho 2013
sábado, 1 de setembro de 2012
DIA DO MANIFESTO, CORO DAS VONTADES
Para ouvir o manifesto da LAJB, no âmbito do interessante projecto DIA DO MANIFESTO / CORO DAS VONTADES do Teatro Municipal Maria Matos, ver o nº 26 aqui:
terça-feira, 24 de abril de 2012
Plantação de uma árvore de sumaúma do Jardim Botânico no British Council
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Lisboa em Agosto: Marquês de Pombal
domingo, 24 de agosto de 2008
Rua do Carmo: «plantem + árvores!»
Um pedido de uma frontalidade extrema?
Um alerta pelo desconforto ambiental na Baixa pombalina?
Um grito de protesto pela ausência de árvores naquele arruamento?
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico discorda em absoluto dos actos de vandalismo em propriedade pública e privada. Os graffiti, aplicados sem critério, estão a destruir o ambiente urbano da nossa cidade. Mas compreendemos o pedido expresso neste caso. Entretanto, este graffiti já foi removido. Quanto às árvores reclamadas pelo cidadão anónimo... continuam ausentes da Rua do Carmo. Em Lisboa parece ser mais fácil apagar um graffiti do que plantar uma árvore.
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