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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

CONVITE: 19 Janeiro, 15:00, cerimónia de plantação de árvores no Museu de Lisboa - Palácio Pimenta

Na próxima 5ª feira, dia 19 de Janeiro de 2017 às 15:00, terá lugar a cerimónia de plantação das Árvores Nº 21, Nº 22 e Nº 23 do Projecto «100 Anos 100 Árvores» no jardim do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta.
 
As tropas do CEP (Corpo Expedicionário Português) começaram a embarcar para França em 19 de Janeiro de 1917, exactamente há 1 século. Os quatro navios iniciais partiram nos dias 30 e 31 de Janeiro dos cais de Alcântara e Santa Apolónia, tendo os primeiros chegado a Brest no dia 2 de Fevereiro de 1917.
 
Na data do centenário da partida dos primeiros soldados portugueses para França iremos plantar 3 exemplares de Carvalho Cerquinho – Quercus faginea broteroi  – com a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, Dra. Catarina Vaz Pinto, e a equipa do Palácio Pimenta.
 
Esta plantação é patrocinada pelos Viveiros SIGMETUM que generosamente ofereceu as árvores.


Organização: Projecto 100 Anos 100 Árvores - Centenário da Grande Guerra e Museu de Lisboa - Palácio Pimenta
Imagem: Imagem: Busto no Jardim do Palácio Pimenta. Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico (Vasco Gouveia de Figueiredo)

segunda-feira, 7 de março de 2016

CONVITE: 9 de Março, 15:00 - plantação de Sobreiros no Castelo de São Jorge em Lisboa

Na 4ª feira dia 9 de Março, às 15:00, terá lugar uma cerimónia de plantação de 3 árvores no Castelo de São Jorge em Lisboa. Numa parceria com a EGEAC iremos plantar 3 sobreiros - Quercus suber - 1 árvore por cada 1 dos anos em que Portugal esteve no conflito mundial. 
A Presidente da EGEAC, Dra. Joana Gomes Cardoso, o Arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles e o Historiador Aniceto Afonso vão plantar as árvores Nº 8, Nº 9 e Nº 10 do Projecto «100 Anos 100 Árvores». 
No dia 9 de Março de 2016 fará exactamente 1 século que Portugal entrou oficialmente na Grande Guerra. Cabe a todos nós no presente prestar a devida homenagem a todas as vítimas num acto simbólico em nome da Paz. 
A Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa partilha a organização deste projecto com a Associação Lisboa Verde e a Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas - APAP. Para saber mais consultar:  https://100anos100arvores.wordpress.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

APAP: 40 ANOS, 40 ÁRVORES!

















Caro Sócios e amigos,   

A APAP celebra este ano 40 anos e a abertura oficial do ano comemorativo terá lugar no próximo dia 27 de Fevereiro, Sábado, às 10h30 da manhã. A cerimónia pública consiste na plantação, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, de 40 árvores e arbustos junto à ponte “Gonçalo Ribeiro Telles”, no corredor verde de Monsanto, em Lisboa.   

Segue em anexo o convite geral da cerimónia e esperamos poder contar com a sua presença.   

Será servido um porto de honra aos sócios e amigos que queiram estar presentes. A todos os participantes será ainda oferecida uma das publicações da APAP.   

Agradecemos a confirmação da V. disponibilidade até ao dia 19 de Fevereiro.   

Acompanhe o programa das comemorações em

http://apapeventos.wix.com/40anos.   

Com amizade,     

A Direcção     

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS ARQUITECTOS PAISAGISTAS  PORTUGUESE ASSOCIATION OF LANDSCAPE ARCHITECTS 

Calçada Marquês de Abrantes nº 45, 2º Dto | 1200-718 Lisboa 
apoio.tecnico@apap.pt | www.apap.pt

sexta-feira, 17 de abril de 2015

«Lisboa planta 100 árvores, uma por cada milhar de portugueses na Grande Guerra»
















Iniciativa lançada pela Associação Lisboa Verde prolonga-se até 2018, marcando os anos do centenário do conflito.  Em vez de mais placas evocativas ou monumentos em pedra, três associações juntaram-se para fazer uma homenagem diferente aos soldados enviados para a I Guerra Mundial. Desde o final do ano passado e até 2018, durante os anos do centenário da Grande Guerra, serão plantadas em Lisboa 100 árvores, evocando os mais de 100 mil portugueses envolvidos no conflito.  
“Cem Anos, Cem Árvores” é o nome do projecto organizado pela Associação Lisboa Verde (ALV), com o apoio da Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas e da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa. O objectivo é recordar os cidadãos anónimos, soldados e enfermeiras que arriscaram a vida na I Guerra Mundial, utilizando as árvores como “símbolos de vida e renovação”, explica João Pinto Soares, presidente da Associação Lisboa Verde.  
A primeira árvore, uma oliveira, foi plantada a 11 de Novembro do ano passado na Embaixada de França, um dos países que foi palco do conflito no qual morreram cerca de dez milhões de pessoas, entre Julho de 1914 e Novembro de 1918. A 16 de Dezembro foi plantado um loureiro no Jardim do Instituto Goethe, pelo embaixador da Alemanha, Ulrich Brandenburg.  
Nesta sexta-feira será plantada a terceira árvore, na residência da embaixadora britânica, Kirsty Hayes. “Gostávamos que tivesse sido a 9 de Abril, para assinalar o aniversário da Batalha de La Lys [na Flandres, Bélgica], mas não foi possível”, afirma Pinto Soares. Porém ainda há tempo para cumprir a data, uma vez que o centenário desta batalha, da qual resultaram cerca de 600 soldados portugueses mortos e mais de 6000 prisioneiros, comemora-se a 9 de Abril de 2018.  
Segundo Pinto Soares, o objectivo é plantar árvores em espaços privados, como os cedidos pelas embaixadas, e públicos, como cemitérios, jardins ou ruas cuja toponímia esteja associada ao conflito, sempre que possível em datas simbólicas. Por exemplo, a 9 de Março de 2016 será plantada uma árvore para assinalar o centenário da entrada de Portugal na guerra.  
“Através da plantação de árvores no espaço público cumprimos a nossa missão cívica da homenagem de forma simbólica mas actual porque contribui para a qualidade de vida de todos os habitantes e visitantes de Lisboa”, lê-se no site do projecto. Para já as árvores (como oliveiras, zambujeiros, loureiros, freixos e ciprestes) são oferecidas pelas embaixadas mas Pinto Soares explica que qualquer pessoa poderá, numa segunda fase, oferecer e até plantar um exemplar.  
A iniciativa tem o apoio de entidades como a Liga dos Combatentes, as juntas de freguesia e a Câmara de Lisboa, entre outros organismos. Tem também o Alto Patrocínio da Presidência da República e inclui na Comissão de Honra nomes como o do general Ramalho Eanes e do antigo Presidente da República Jorge Sampaio. A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Helena Roseta, apoia o projecto: no próximo dia 21 será plantada uma árvore no Jardim Fernando Pessa, ao lado do edifício da Assembleia. 
Marisa Soares, in PÚBLICO, 17/04/2015

terça-feira, 24 de abril de 2012

O que é a Paisagem e a Arquitectura Paisagista?

Ex.mo(a),
O Núcleo de Arquitectura Paisagista do Instituto Superior de Agronomia (NAPISA) vem por este meio, convidar Vossa Excelência para a apresentação oficial da exposição "70 anos, 7 décadas, 7 personalidades", que decorrerá às 16H no salão nobre, no próximo dia 26 de Abril. Esta será seguida pela conferência "O que é a Paisagem e a Arquitectura Paisagista?".
Em anexo enviamos o poster deste evento, o convite respectivo, bem como o programa de todos os eventos das comemorações dos 70 anos de Arquitectura Paisagista no ISA e em Portugal.
Esperamos poder contar com a vossa honrosa presença nesta tarde de eventos, assim como nos restantes eventos das comemorações.
Os melhores cumprimentos,
NAPISA

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

«Plano "tem Ilegalidades"»

Plano "tem Ilegalidades"- A Plataforma quer salvaguarda do Jardim Botânico
Não têm faltado críticas desde o início da discussão.

In Jornal Metro" 18 Janeiro

A classificação do Jardim Botânico como monumento nacional obriga a um documento de salvaguarda do seu espaço. Quem o diz são os representantes da Plataforma en Defesa do Jardim Botânico de Lisboa, que assim apontam ilegalidades no Plano de Pormenor do Parque Mayer (PPPM), já aprovado pela Assembleia Municipal de Lisboa.

"Há coisas que saltam à vista e tornam o PPPM ilegal", defende a Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios. Por sua vez, a Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas diz não estar "contra a proposta" mas sim "à procura de uma melhor proposta" para o Parque Mayer e o Jardim Botânico.

CRÍTICAS

A Assembleia Municipal aprovou o plano com a abstenção do PSD, que recomendou à CML a elaboração de um documento de salvaguarda do jardim.

NOTA LAJB: a impermeabilização dos logradouros e novas construções, num total de 30 mil m2, vai ser permitida na zona normal de protecção do Jardim Botânico (50 metros). Foto: logradouro na Rua do Salitre 143-147, confinante com o Jardim Botânico, em plena Zona de Protecção.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ribeiro Telles considera que plano para o Parque Mayer põe Jardim Botânico em risco

Ribeiro Telles considera que plano para o Parque Mayer põe Jardim Botânico em risco

Associação de paisagistas contra privatização de espaço público para comércio e habitação

Os planos da Câmara de Lisboa para o Parque Mayer e zonas adjacentes põem em risco o vizinho Jardim Botânico, diz a Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas. Uma posição que é subscrita pelo decano dos paisagistas portugueses, Gonçalo Ribeiro Telles: "Condeno o plano de pormenor do Parque Mayer, porque ele condiciona muito a existência do jardim.

"Em causa está a construção que a autarquia quer permitir em redor do recinto verde, classificado recentemente como monumento nacional. Para a associação de paisagistas, o plano "altera a luz, as vistas e a circulação de brisas entre o Jardim Botânico e a Avenida da Liberdade". Tão ou mais grave, "modifica a circulação da água superficial e subterrânea".

"As colinas, mas também a zona ribeirinha e os vales de Chelas, avenidas da Liberdade e de Ceuta estão a ser uniformizados com construções em altura, destruindo a identidade, a estética e a saúde de Lisboa, comprometendo fortemente o funcionamento dos sistemas naturais e tendo como consequência o acentuar das cheias, a concentração de poluição e os abatimentos de pavimento nas zonas baixas", disse ontem a presidente da Associação de Arquitectos Paisagistas, Margarida Cancela d"Abreu, numa intervenção que fez na Assembleia Municipal de Lisboa.

O facto de uma segunda versão do plano já não contemplar um novo edifício para acolher os visitantes do Jardim Botânico não faz baixar de tom as críticas dos paisagistas. Gonçalo Ribeiro Telles, que preside à assembleia geral da associação, afirma que se identifica com todas elas. "O plano propõe a privatização parcial de um espaço hoje público para comércio e habitação", descreve Margarida Cancela d"Abreu, acrescentando que as suas preocupações "não são estéticas e subjectivas", relacionando-se antes com a qualidade de vida e a segurança da cidade.

O plano devia ter sido ontem votado na assembleia municipal, mas como as comissões especializadas deste órgão ainda não emitiram parecer sobre ele o debate foi adiado. A associação dos arquitectos paisagistas defende a delimitação imediata da zona especial de protecção do Jardim Botânico e a elaboração do respectivo plano de salvaguarda. in Público, 9 Novembro 2011

Paisagistas: Plano de Pormenor do Parque Mayer vai acentuar cheias

Paisagistas: Plano de Pormenor do Parque Mayer vai acentuar cheias

Arquitetos paisagistas defenderam hoje na Assembleia Municipal a suspensão do Plano de Pormenor do Parque Mayer, por entenderem que "não salvaguarda o Jardim Botânico e vai acentuar as cheias" em Lisboa.

A Associação Portuguesa de Arquitetos Paisagistas (APAP) apelou hoje, na Assembleia Municipal de Lisboa, à suspensão do Plano de Pormenor do Parque Mayer, por considerar que não salvaguarda o Jardim Botânico e vai "acentuar as cheias" na cidade.

A discussão do Plano de Pormenor do Parque Mayer (PPPM) estava agendada para hoje, mas não se concretizou, uma vez que o documento está a aguardar pareceres da comissão municipal de finanças, disse uma fonte municipal.

No período antes da ordem do dia, a presidente da APAP, Margarida D'Abreu, apelou à "consciência ética" da Assembleia para suspender a aprovação do plano, para que a autarquia possa avançar com a demarcação de uma zona especial de proteção e um plano de salvaguarda do Jardim Botânico - que é abrangido pelo PPPM -, "previstos na legislação dos monumentos nacionais".


"Ameaça para o Jardim, para Lisboa e cidadãos"

A arquiteta alertou que este plano de pormenor vai "acentuar as cheias, aumentar a concentração de poluição e levar a abatimentos de pavimentos em zonas baixas".

Isto porque "apaga uma das colinas de Lisboa" e "fecha e impermeabiliza" aquela área, que agora leva a água a infiltrar-se "antes de chegar à Avenida da Liberdade".

Margarida D'Abreu defendeu que naquela área devia existir uma "elevada área de logradouros e espaços abertos".

Também a presidente da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, em representação da Plataforma "Em Defesa da Missão do Jardim Botânico", que junta 14 associações e movimentos, defendeu a "revisão imediata do plano de pormenor", na assembleia municipal.

Manuela Correia recordou que o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa "possui uma das mais valiosas coleções de botânica nacionais" e é "um património inegável", defendendo a "preservação deste 'pulmão verde' fundamental" na cidade.

"Mais valia para a gula imobiliária"

"Desde o início (da elaboração do Plano de Pormenor do Parque Mayer) que os cidadãos constatam que o jardim é visto como uma peça acessória ou apenas uma mais valia para a gula imobiliária", afirmou Manuela Correia.

"O plano é uma real ameaça para o jardim, a cidade e os cidadãos. O Jardim Botânico está atualmente em perigo de destruição", avisou.

Na assembleia de hoje, foram aprovadas duas saudações do Bloco de Esquerda e do partido ecologista "Os Verdes" a dar conta da seleção do Jardim Botânico para o observatório mundial de monumentos 2012, pela sua importância de herança cultural e pela preocupação associada à sua conservação.

Esta referência foi feita em outubro, pela organização World Monuments Fund. A Câmara de Lisboa aprovou no final de julho, com as abstenções do PSD e CDS-PP, o Plano de Pormenor do Parque Mayer que, após passar por discussão pública, respondeu, segundo a maioria PS e o PCP, a dúvidas sobre impactos no Jardim Botânico e possibilidades de cheias.

Foto: Vista da Cerca Pombalina do Jardim Botânico junto ao Parque do Salitre (Baudoin Lda) com entrada pela Rua do Salitre 123. Esta anomalia urbana, um parque de estacionamento à superfície junto a um Monumento Nacional, será perpétuado pela CML com a eventual aprovação do PP que irá autorizar este proprietário a construir um estacionamento suterrâneo em cave neste local. O argumento da CML? Este logradouro já está impermeabilizado. Como é possível à CML defender o erro?

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Arquitetos paisagistas apelam à suspensão do Plano de Pormenor do Parque Mayer

Arquitetos paisagistas apelam à suspensão do Plano de Pormenor do Parque Mayer

Lusa - 20:17 Terça feira, 8 de Nov de 2011

Lisboa, 08 nov (Lusa) - A Associação Portuguesa de Arquitetos Paisagistas (APAP) apelou hoje, na Assembleia Municipal de Lisboa, à suspensão do Plano de Pormenor do Parque Mayer, por considerar que não salvaguarda o Jardim Botânico e vai "acentuar as cheias" na cidade.

A discussão do Plano de Pormenor do Parque Mayer (PPPM) estava agendada para hoje, mas não se concretizou, uma vez que o documento está a aguardar pareceres da comissão municipal de finanças, disse uma fonte municipal.

No período antes da ordem do dia, a presidente da APAP, Margarida D'Abreu, apelou à "consciência ética" da assembleia para suspender a aprovação do plano, para que a autarquia possa avançar com a demarcação de uma zona especial de proteção e um plano de salvaguarda do Jardim Botânico - que é abrangido pelo PPPM -, "previstos na legislação dos monumentos nacionais".

Foto: vista da Cerca pombalina do Jardim Botânico junto à qual o PP propõe a construção de duas frentes urbanas a apenas 1,20 de distância e com a mesma altura do muro.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

DEBATE: Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e Zona Envolvente

Exmos. Senhores,

A Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas vai promover uma sessão aberta/mesa redonda de apresentação do Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e envolvente.

A sessão inclui a apresentação do Plano pela equipa projectista Aires Mateus/PROAP, seguida de debate, no dia 14 de Dezembro, pelas 18h00, na sede da APAP.

Pretende-se, desta forma, estabelecer um diálogo técnico, alargado e franco, de modo a perspectivar o futuro daquela área de Lisboa.

Sendo da maior importância o contributo dos sectores intervenientes no processo - a Ordem dos Arquitectos, a Liga dos Amigos do Jardim Botânico, o Sr. Director do Departamento de Planeamento Urbano, o Sr. Chefe da Divisão de Controle de Instrumentos de Planeamento e o Sr. Professor Luís Ribeiro (IST), vimos convidar V. Exª a estar presente nesta sessão/debate de esclarecimento.

Com os melhores cumprimentos,

Margarida Cancela d’Abreu

Presidente

Pede-se confirmação da presença através do endereço:


Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas
Calçada Marquês de Abrantes, 45 – 1º Dtº
1200-718 Lisboa

Tel: 21 395 00 25