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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Amigos do Botânico na 1ª Feira do Património!



Amigos do Botânico na 1ª Feira do Património!




Durante 3 dias, contribuimos para esta primeira Feira do Património que teve a sua estreia na capital. No entanto, por todo o país há portugueses empenhados, contra muitos obstáculos e dificuldades, em conhecer, estudar, restaurar e salvaguardar o património cultural. Estes cidadãos amam a cultura do seu país e para isso se dedicam de corpo e alma. A LAJB conheceu e deu-se a conhecer; promoveu o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa; ouviu reclamações mas também sugestões (que iremos comunicar à Direcção do MNHNC); angariou novos associados; vendeu livros, postais e plantas do Jardim. Durante todo o evento houve debates e apresentações muito interessantes. No último dia fomos todos premiados com uma comovente actuação de Cante Alentejano (Beja e Serpa). O nosso muito obrigado à organização desta Feira por nos incluírem nesta festa de celebração do Património Nacional!

domingo, 20 de outubro de 2013

Amigos do Botânico na 1ª FEIRA DO PATRIMÓNIO

Vista geral do stand da LAJB na 1ª FEIRA DO PATRIMÓNIO a decorrer desde o passado dia 18 até domingo, dia 20 de Outubro, no MUSEU DE ARTE POPULAR em Belém, Lisboa. Apareça e conheça instituições públicas e privadas, empresas, associações ou simplesmente os cidadãos que trabalham com paixão no estudo, defesa e salvaguarda do nosso património cultural. Há conferências, debates, animação cultural, provas gastronómicas e muito conhecimento para partilhar. Nota: domingo a Feira encerra às 20H.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

FEIRA DO PATRIMÓNIO: Museu de Arte Popular

A primeira feira do Património em Portugal, que vai decorrer em Belém no Museu de Arte Popular, contará com a presença da LAJB. Apareça nos dias 18, 19 e 20 de Outubro entre as 10H e as 24H! Para mais informações visite o sítio www.patrimonio.pt

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pancho Guedes: Vitruvius Mozambicanus

Pancho Guedes — Vitruvius Mozambicanus
Museu Colecção Berardo [18 Maio 16 Agosto]
Centro Cultural de Belém

Aberto todos os dias, das 10h às 19h. Entrada gratuita

Nesta exposição, Pancho Guedes (n. 1925, Lisboa) reúne a sua prodigiosa e original produção de desenhos, quadros e esculturas e mostra como estes contribuíram para as formas, as ideias e o espírito das muitas arquitecturas diferentes e pessoais que criou. A sua ligação com África, sobretudo com Moçambique, permitiu que Pancho se libertasse dos constrangimentos mais restritos das ideias habituais sobre a arte. Uma exposição de um autor muito especial. A não perder!

As arquitecturas de Pancho Guedes vão de explorações extravagantemente opulentas e pessoais do espaço e da forma, nas quais as artes plásticas se misturam e se fundem, até edifícios austeros e esparsos desenhados para respeitar condições financeiras difíceis e rigorosas, sem limites claramente identifi cáveis. Em todos os casos, as criações resultantes não são de forma alguma diminuídas pelas circunstâncias da sua materialização. Todas as suas criações se encontram imbuídas de almas individuais, distintas, que falam e sorriem orgulhosamente, mesmo quando diminuídas pela idade e pelo uso abusivo. Pancho Guedes continua a desenhar, a melhorar e a construir modelos dos seus edifícios, mesmo os há muito construídos. A relação com a vida de muitas das suas obras está, assim, liberta do seu objectivo restrito, e estas encontram facilmente o caminho para a escultura, a pintura e o desenho, e também para conversas exageradas. in http://www.museuberardo.pt/

FOTO: «A Viagem», 1982, óleo sobre tela.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Belém: Obras no Porto de Lisboa ameaçam Jardim das Cerejeiras Japonesas

Escavações estão a danificar o espaço verde recuperado há um mês

O Jardim das Cerejeiras Japonesas, junto ao Museu de Arte Popular, em Belém (Lisboa), está mais uma vez ameaçado - primeiro foi a falta de verbas da câmara municipal que obrigou a Associação de Amizade Portugal-Japão (AAPJ) a retirar as 181 árvores, que secaram por falta de manutenção; agora são as obras da Administração do Porto de Lisboa (APL), que estão a danificar o espaço verde, inaugurado em 2005."

As escavações começaram no sábado e temo que já tenham destruído o sistema de rega subterrâneo", denuncia Leonilda Alfarrobinha, directora da associação. A AAPJ garante não ter sido informada sobre a realização desta obra e, ao confrontar o Porto de Lisboa, esta não foi capaz de esclarecer todas as suas dúvidas: "Falei com um responsável da APL que explicou não existir autorização escrita para se fazer estes trabalhos."

Ângelo Mesquita, director municipal de Ambiente Urbano da Câmara de Lisboa, por seu turno, contou ao DN que a autarquia foi informada das obras que têm como finalidade ligar os esgotos do novo hotel da Doca do Bom Sucesso à rede de saneamento: "Penso que haverá um compromisso da APL em reparar todos os estragos após o fim dos trabalhos." O DN tentou confirmar esta informação junto da APL mas, até à hora de fecho desta edição, não obteve qualquer esclarecimento.

Os trabalhos, a cargo do Porto de Lisboa, acontecem um mês depois de a AAPJ ter substituído as cerejeiras secas por novas árvores: "Estávamos na fase final da recuperação do jardim quando fomos surpreendidos com esta obra", desabafa Leonilda Alfarrobinha, lembrando que a APL e a autarquia investiram mais de 200 mil euros naquele espaço verde. E mesmo que a Administração do Porto de Lisboa compense os prejuízos resultantes da obra, isso não é suficiente para garantir a sobrevivência do Jardim das Cerejeiras.

Ângelo Mesquita diz que a manutenção do espaço verde por parte da câmara pode estar comprometida, uma vez que a AAPJ não consultou a autarquia durante o processo de replantação das cerejeiras: "Desconhecemos se as espécies são compatíveis com as condições climatéricas daquele local e, caso isso se verifique, não poderemos assegurar a conservação do jardim." in Diário de Notícias, 29 de Janeiro de 2009

FOTO: Um Jardim de Cerejeiras Japonesas mortas? Agosto de 2007.