Mostrar mensagens com a etiqueta Rua Nova de S. Mamede. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rua Nova de S. Mamede. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Mais uma palmeira morta no Jardim Botânico: Brahea armata

















Mais uma palmeira morta pelo escaravelho-vermelho. Este exemplar era uma Brahea armata e estava na Classe, junto das estufas. Até à presente data o Jardim Botânico já perdeu 10 exemplares de palmeiras.

Mesmo atrás desta palmeira morta vemos uma grua de mais uma obra de demolição integral de interiores de um imóvel do séc. XIX - esta obra vai impermeabilizar uma grande parte do logradouro que confina directamente com a cerca do Jardim Botânico. A LAJB consultou o projecto e verificámos que o pedido que o proprietário fez à CML para avançar com o edifício sobre a área do jardim foi aprovada. Justificação? Para caberem mais uns carros na garagem... Este imóvel está localizado na Rua Nova de S. Mamede 62 a 68.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

PARTICIPE NO PROJECTO: «LISBOA AMANHû

Se possível, peço que divulguem a nossa iniciativa pelos membros da vossa associação, para que eles conheçam o site e enviem as suas próprias propostas particulares. Podem também visitar a página do Facebook (www.facebook.com/LXAMANHA), onde podem acompanhar as novidades que pretendemos desenvolver. Com os melhores cumprimentos,

Luis N. Filipe

LISBOA AMANHÃ

A LAJB já contribuiu para este louvável projecto com duas propostas levadas ao Orçamento Participativo da CML: «Um Jardim no Largo Hintze Ribeiro», «Arborização da Rua Borges Carneiro» e «Arborização da Rua Nova de S. Mamede». Apresentem também as vossas propostas para a Lisboa de Amanhã através da plataforma www.lxamanha.pt


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Praga das Palmeiras na R. Nova de S. Mamede 62-68



Mais um exemplar de "Palmeira das Canárias" atacada pelo escaravelho vermelho. Este é sem dúvida o exemplar infectado mais próximo do Jardim Botânico uma vez que se localiza num logradouro confinante com o Jardim Botânico (Classe, mesmo junto das antigas estufas). As tentativas por parte do Jardim Botânico para informar o proprietário foram até à data infrutíferas. A CML já foi alertada assim como a Junta de Freguesia de S. Mamede. Foi solicitado ao Vereador José Sá Fernandes ajuda para se resolver a tempo este perigoso foco de infecção. Lisboa está a perder as suas palmeiras centenárias. Não soubemos antecipar este problema que sabiamos muito bem iria atingir a capital. 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

VOTE na Proposta da LAJB no OP: Arborização da Rua Nova de S. Mamede

Entre 1 e 30 de Setembro decorre a fase de votação da IV edição do Orçamento Participativo. A LAJB apresentou um projecto que foi seleccionado para a lista final: Arborização da Rua Nova de São Mamede. Para votar terá que efectuar registo no portal: http://www.lisboaparticipa.pt/

Título: Rua Nova S. Mamede

Número: 140

Área: Espaço Público e Espaço Verde

Freguesia: S. MAMEDE

Prazo de execução: 18 meses

Custo: 400000.00

Nº de Propostas: 1


Foto: A Rua Nova de S. Mamede em 1944 pelo fotógrafo Eduardo Portugal. Arquivo Fotográfico Municipal. Este arruamento aguarda pela plantação de árvores de alimnhamento desde o início do séc. XX altura em que a rua foi criada.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

VOTE na Proposta da LAJB no OP: Arborização da Rua Nova de S. Mamede

Entre 1 e 30 de Setembro decorre a fase de votação da IV edição do Orçamento Participativo. A LAJB apresentou um projecto que foi selecionado: Arborização da Rua Nova de São Mamede. Para votar terá que efectuar registo no portal: http://www.lisboaparticipa.pt/

Título: Rua Nova S. Mamede

Número: 140

Área: Espaço Público e Espaço Verde

Freguesia: S. MAMEDE

Prazo de execução: 18 meses

Custo: 400000.00

Nº de Propostas: 1


Foto: A Rua Nova de S. Mamede em 1944 pelo fotógrafo Eduardo Portugal. Arquivo Fotográfico Municipal.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

VOTE na Proposta da LAJB no OP: Arborização da Rua Nova de S. Mamede

Entre 1 e 30 de Setembro decorre a fase de votação da IV edição do Orçamento Participativo. A LAJB apresentou um projecto que foi selecionado: Arborização da Rua Nova de São Mamede. Para votar terá que efectuar registo no portal: http://www.lisboaparticipa.pt/

Título: Rua Nova S. Mamede
Número: 140
Área: Espaço Público e Espaço Verde
Freguesia: S. MAMEDE
Prazo de execução: 18 meses
Custo: 400000.00
Nº de Propostas: 1
Proposta(s): (154) Arborização da Rua Nova de São Mamede

Foto: A Rua Nova de S. Mamede em 1944 pelo fotógrafo Eduardo Portugal. Arquivo Fotográfico Municipal.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

«Ribeiro Telles indignado com proposta que abre caminho à construção em logradouros»

«Proposta socialista de revisão do PDM de Lisboa contraria acordo pré-eleitoral do PS com José Sá Fernandes, selado há um ano para as últimas autárquicas

O arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles mostrou-se ontem indignado com a medida do PS para autorizar a construção em logradouros, proposta na revisão do Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa. "É uma anedota em termos de planeamento", reagiu Ribeiro Telles na entrevista a publicar na edição do PÚBLICO do próximo domingo. A proposta socialista foi detalhada na última reunião de câmara, anteontem, e a questão dos logradouros foi um dos alvos de toda a oposição representada no executivo liderado por António Costa - e até o vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, se mostrou preocupado.

Lançar uma campanha de recuperação dos logradouros - via associações de proprietários, com incentivos financeiros de apoio técnico dado pelo município -, foi precisamente uma das condições do acordo pré-eleitoral de Sá Fernandes com os socialistas que governam Lisboa, e cujas listas acabou por integrar, na qualidade de independente. Além disso, Ribeiro Telles é a principal figura da associação de apoiantes de Sá Fernandes, a Lisboa é Muita Gente. Recentemente homenageado com a Medalha de Mérito Municipal, grau ouro, o arquitecto paisagista não assistiu à discussão camarária sobre a revisão do PDM, mas disse, depois de informado sobre a proposta, tratar-se de uma "medida gratuita, a favor da especulação urbana".

"Segundo percebi - prossegue, referindo-se ao documento a que depois teve acesso e ao que lhe foi transmitido -, logradouros são as tapadas, são os quintais, são as cercas conventuais e são as quintas de recreio - aquelas todas do Paço do Lumiar que são do século XVI e XVII. Se isso tudo é logradouro, evidentemente que é um desastre para a cidade de Lisboa. Quer cultural quer ambiental." Criticou ainda a imprecisão de vários conceitos usados na proposta de revisão, como o de superfície verde: "Ervas sobre betão são superfícies verdes." " [Isso] não é de uma cidade do século XXI e do sistema natural de uma cidade do século XXI", acrescentou. "É encapotar para as pessoas não perceberem bem o que é. Uma árvore vai buscar água às camadas inferiores e as raízes são a forma que tem de se sustentar. Acho bem que, depois de todas as árvores caírem em cima de automóveis e de pessoas, a câmara seja responsabilizada."

Às dúvidas colocadas em relação à proposta de autorizar mais construção nos logradouros - algo que actualmente se faz com muitas restrições (no máximo, 20 por cento da área total) -, respondeu na reunião o vereador Manuel Salgado, vice-presidente do executivo, responsável pelo Urbanismo e coordenador da revisão do PDM. Invocou a necessidade de criar mais estacionamento em Lisboa - nomeadamente nos logradouros -, sob pena de os promotores imobiliários desistirem de reabilitar os prédios antigos. E referiu também o facto de parte dos logradouros já estar ocupada com construção clandestina, que viola a regra dos 20 por cento da área total, actualmente em vigor.

O programa eleitoral do presidente, António Costa, não menciona os logradouros. Diz, no entanto, que Lisboa necessita de aumentar a quantidade de solo permeável e o coberto vegetal. Nesse sentido, promete, entre outras coisas, "promover um programa de fomento de agricultura urbana".

Ribeiro Telles destaca as mesmas necessidades. "Lisboa precisa de locais permeáveis. Diminuir essa área na cidade - potencialmente, uma estrutura verde consistente - é mau em qualquer logradouro", afirma o homem que coordenou o Plano Verde para Lisboa, que está, aliás, em exposição no antigo Mercado de Santa Clara.» in Público, 8 de Outubro de 2010

Nota: Também nós na LAJB estamos indignados!

Foto: Rua Nova de S. Mamede. Atrás destes prédios de habitação existem logradouros arborizados que confinam directamnete com o Jardim Botânico. O que o novo PDM propõe é um crime urbanístico e uma chocante cedência aos maus hábitos de mobilidade instalados em Lisboa. A CML não deve planear a cidade em função do que os promotores - e especuladores - imobiliários desejam mas sim defender o bem comum, salvaguardar um ambiente melhor para as futuras gerações!