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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Campanha 'Uma Árvore pela Floresta'!
















Os CTT e a Quercus estabeleceram uma parceria que vai permitir florestar com espécies vegetais autóctones algumas zonas do nosso país mais afectadas pelos incêndios. E a sua ajuda é FUNDAMENTAL!

COMO FUNCIONA?

1. Compre um kit “Vale uma Árvore”, disponível em 210 lojas CTT  

2. Os CTT comunicam à Quercus  

3. A árvore é plantada antes da Primavera de 2015  

4. A árvore é cuidada durante 5 anos  

5. Registe a sua árvore aqui com o código do autocolante do seu kit “Vale uma Árvore”  

6. Receba notícias e acompanhe o bosque onde a sua árvore foi plantada

OBJECTIVOS:

Criar bosques autóctones, mais resistentes à propagação dos incêndios e melhores para amenizar o clima, promover a biodiversidade, proteger a nossa paisagem, a água e os solos.  As plantações serão efetuadas em áreas classificadas do Norte e Centro de Portugal, onde a floresta autóctone apresenta um maior nível de degradação. Os locais elegíveis são as Serras da Peneda e Gerês, a Serra de Montemuro, do Alvão e a Serra da Estrela.   A Quercus organizará uma ação de voluntariado para plantação das árvores, destinada aos apoiantes que registarem o(s) código(s) da(s) árvore(s) no site do projecto.

http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/

terça-feira, 3 de setembro de 2013

«Quercus considera "preocupante" predomínio do eucalipto nas florestas»

Associação considera que área será ainda superior à revelada por dados preliminares do inventário florestal.
A associação ambientalista Quercus considerou preocupante que o eucalipto se tenha tornado na espécie que mais espaço ocupa na floresta nacional, principalmente devido ao risco de propagação de incêndios florestais.
“No caso do eucalipto, é preocupante, sobretudo ao nível da propagação dos incêndios florestais. É uma situação que nós vemos com alguma apreensão”, afirmou, em declarações à agência Lusa, Domingos Patacho, da Quercus.
O PÚBLICO avança nesta quarta-feira que o eucalipto “já se tornou a primeira espécie da floresta nacional”. Domingos Patacho referiu que, para a Quercus, “não é novidade que o eucalipto seja a primeira espécie em termos de ocupação de área em Portugal”. “Há mais de dez anos que dizíamos que o eucalipto ia avançar para áreas na ordem de já quase um milhão de hectares, e não andará muito longe disso”, disse.
O ambientalista referiu ter “algumas dúvidas sobre a fiabilidade dos dados [revelados]”, porque “há povoamentos mistos que não são contabilizados como área de eucaliptal”. Por isso, Domingos Patacho calcula que “os valores serão ainda superiores em relação aos que foram anunciados”.
De acordo com a Quercus, as plantações de eucalipto acarretam impactes ambientais consideráveis sobre o território, nomeadamente uma maior erosão do solo, a alteração do regime hídrico, a perda de biodiversidade e a alteração da paisagem, para além de facilitarem a propagação dos incêndios florestais de forma muito mais significativa do que as florestas constituídas por espécies autóctones. LUSA / Público 30-8-2013

sábado, 4 de julho de 2009

Proteger a nossa Floresta dos incêndios

Este ano, mesmo antes do início da Primavera, já houve fogos florestais no nosso país. Apesar das medidas de prevenção, cada vez mais do conhecimento público, lamentavelmente parte da cobertura florestal desaparece todos os anos. Reflorestar é uma forma de recuperar o património vegetal perdido. Mas o balanço, após um incêndio e novas plantações, é muito deficitiário em biomassa e biodiversidade. Porque não ardem apenas árvores, ardem também outras plantas, insectos e animais. Parte do Carbono contido na massa ardida é reemitido para a atmosfera, e o habitat de numerosas espécies desaparece. Um incêndio é particularmente destrutivo quando ocorre na Primavera pois a floresta é local de reprodução. Se observar actividades suspeitas e comportamentos de risco numa zona florestal, reporte imediatamente às autoridades.

FOTO: bosque nas margens do Rio Sousa no distrito do Porto.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

As ÁRVORES e os LIVROS: Gaston Bachelard

La fôret surtout, avec le mystère de son espace indéfiniment prolongé au dela du voile de ses troncs et de ses feuilles, espace voilé pour les yeux, mais transparent à l’action, est un véritable transcendant psycologique.

Gaston Bachelard

FOTO: Bosque de faias em Hampstead, Londres

sábado, 27 de dezembro de 2008

Berlin's airport to be turned into a park

Tempelhof airport, which served as a lifeline for West Berlin during the Soviet blockade, will be turned into a park, ending years of wrangling over the future of the space.

Berlin's government will spend 61 million euros (£51 million) converting the airport, which was closed last month, into a garden in central Berlin which, at about one square mile, will be just under the size of New York's Central Park.

In 1948 and 1949, Cold War allies supplied West Berlin via an air lift that circumvented a Soviet land blockade. Tempelhof became a symbol of freedom for West Berlin, encircled by Communist East Germany.

Marko Rosteck, a spokesman for the Berlin government, said the monolithic limestone terminal, designed by Ernst Sagebiel, will be preserved. He said a wide variety of proposals for the terminal's use were being considered. "We're very fortunate to have a giant patch of green in the heart of the city just waiting to be developed," Mr Rosteck said, adding Berlin hopes to host an international garden exhibition in 2017 that it hopes will attract 3.5 million tourists. "It will make Berlin, which is already one of the greenest capitals in Europe, even greener," he added.

Over the years there were many proposals on what to do with the airport, which hosted some of the world's first commercial flights in 1923. The site was originally a military training ground. In 1909 American flight pioneer Orville Wright used it for aviation experiments.

The debate over Tempelhof's future was highly charged and continued up to the moment the loss-making airport, 3 miles south of the city centre, was shut down on Oct 31. Some of the suggestions for Tempelhof included turning it into a zoo, a sports park or a residential housing complex - or even a private hospital for affluent foreigners.

In Telegraph (Londres), 26 de Novembro de 2008

FOTO: Crianças em Berlim Ocidental observando aviões americanos durante o bloqueio Soviético de 1948-9. Dentro de alguns anos os aviões irão dar lugar ao voo de pássaros entre milhares de novas árvores... Temos o mesmo sonho para o velho aeroporto de Lisboa!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

AS ÁRVORES E OS LIVROS: Jorge Sousa Braga


As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.

Jorge Sousa Braga
FOTO: Arboreto do Jardim Botânico visto da Classe