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sexta-feira, 27 de março de 2009

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Isolda Guedes


Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até ao final de Março.

Entretanto, o ciclo de visitas guiadas às obras termina no próximo dia 28 de Março com a participação das artistas Isolda Guedes e Lília Carvalho.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Isolda Guedes, «Indigente», no Arboreto.

quarta-feira, 11 de março de 2009

EXPOSIÇÃO OLHARES: Márcio Domingues


Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até ao final de Março.

Alguns dos autores promovem um ciclo de visitas guiadas às suas obras até ao final do mês. No próximo dia 14 de Março será a vez de Sérgio Carronha e Cláudia Ferreira. A 21 de Março a visita ficará a cargo de Sandra Grandíssimo e Bruno Nordlund. E a última sessão será no dia 28 de Março com as artistas Isolda Guedes e Lília Carvalho.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Márcio Domingues, «formas complexas - estudo 3» (aço oxidado), no Arboreto.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Visitas guiadas à Exposição «OLHARES»

Os finalistas de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, autores da exposição de esculturas ao ar livre, "Olhares", integrada nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural da UL, promovem um novo ciclo de visitas guiadas às suas peças a partir de 7 de Março.

Na primeira sessão, Constança Saraiva e Ana Mena, irão convidar o público do Jardim Botânico a conhecer melhor o trabalho exposto. A 14 de Março será a vez de Sérgio Carronha e Cláudia Ferreira. A 21 de Março a visita ficará a cargo de Sandra Grandíssimo e Bruno Nordlund. A última sessão será no dia 28 de Março com as artistas Isolda Guedes e Lília Carvalho.

Todas as visitas guiadas têm início às 15h30.

Horário do Jardim Botânico:
Segunda a Sexta -8h00 às 18h00
Fim de semana e feriados - 10h00 às 18h00

FOTO: «Vertical II» (ferro) de Bruno Nordlund, no Arboreto

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Sandra Grandíssimo

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Sandra Grandíssimo, sem título (faiança vidrada), na escadaria monumental.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Exposição OLHARES: Mariana D'Aboim Inglez

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Mariana D'Aboim Inglez, sem título, no Arboreto.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Manuel Botelho

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: obra de Manuel Botelho, sem título, na Classe.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

EXPOSIÇÃO «OLHARES»: Bruno Nordlund

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março.

Horário da exposição: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

FOTO: «Vertical II» (ferro) de Bruno Nordlund, no Arboreto.

domingo, 30 de novembro de 2008

NOVO LIVRO: «Jardim Botânico - Flores»

No âmbito das comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, foi lançado no dia 11 de Novembro de 2008 o livro "Jardim Botânico - Flores". Trata-se de um guia de bolso que nos chama atenção para algumas das mais notáveis flores ao longo das quatro estações do ano. Esta obra foi parcialmente financiada pela Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB).

O livro pode ser adquirido na sede da LAJB, às segundas-feiras, entre as 15 h e as 19 h. Preço de venda ao público: 8 euros.

LIGA DOS AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO
Rua da Escola Politécnica, 58
1250-102 Lisboa

Tel./Fax: 21 392 18 28
Telemovel: 96 038 24 17
e-mail: amigosdobotanico@gmail.com

sábado, 15 de novembro de 2008

EXPOSIÇÃO «OLHARES»

Integrado nas comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, do Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa, foi inaugurado no dia 11 de Novembro, a exposição “Olhares” - esculturas de ar livre realizadas pelos alunos recém licenciados em escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. As obras encontram-se integradas por todo o espaço do Jardim e podem ser vistas até 11 de Março. Ao mesmo tempo abriu ao público, no antigo Palmário, a exposição “Olhares Intimistas” - exercícios de autoretrato - também pelos mesmos alunos (até 10 de Janeiro).

Horário de ambas as exposições: de 2ª a Domingo, entre as 10h00 e as 18h00.

“Escultura é o corpo efectivo, tridimensional, que fica depois de concluídos os processos conceptuais que permitem o desenvolvimento técnico de uma ideia. Escultura é um processo mental que, juntamente com um determinado conhecimento técnico, permite a realização de um objecto tridimensional, concreto. Escultura são sistemas de relações e de causa/efeito que resultam em objectos fruíveis esteticamente.

De uma maneira, ou de outra, é também isto que se aprende no Curso de Escultura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e é o resultado deste processo físico-mental que podemos observar nas esculturas expostas.

Ferro, madeira, performance, pedra, plástico, pano, vidro, etc, são matérias, meios de uso comum que permitem a visibilidade objectual necessária, mas as formas que vemos são sempre o resultado da expressão idiossincrática de cada um.”

FOTO: a obra «AMA-ME» de Laca = la salete. No Arboreto, ao fundo da escadaria monumental. O Jardim Botânico bem precisa de ser amado!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Jardim Botânico de Lisboa comemora hoje 130 anos

in Público, 11 de Novembro de 2008

«A exposição ao ar livre de 30 esculturas e 20 auto-retratos de alunos de Belas-Artes é uma das iniciativas que assinalam a efeméride na Rua da Escola Politécnica

Um workshop científico sobre o papel dos jardins botânicos, o lançamento de um livro e uma exposição de auto-retratos e de esculturas assinalam hoje as comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico, em Lisboa. Conservação e Biodiversidade: O papel dos jardins botânicos, O papel dos jardins botânicos na estratégia de conservação e A conservação ex situ são alguns dos temas do workshop a debater durante o dia em que o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa assinala os seus 130 anos. Durante a tarde, os temas em análise são A estratégia global da conservação e a Disponibilidade da informação e "conhecimento mútuo".

Durante a tarde, será ainda lançado o livro Jardim Botânico da Universidade de Lisboa - Flores, da autoria de Ireneia Melo (texto) e José Cardoso (fotos) a apresentar por Fernando Catarino, antigo director do Jardim Botânico. Será também inaugurada a exposição de jóias e objectos E da semente fez-se jóia, da autoria de Maria João Bahia, cujas peças são criadas com sementes de espécies do Jardim Botânico que fazem parte da colecção do banco de sementes António Luís Belo Correia. A inauguração de uma exposição com 30 esculturas ao ar livre e de uma outra com 20 auto-retratos de alunos finalistas do curso de Escultura da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa integra também o programa das comemorações. Bruno Nordlund, um dos organizadores da exposição, disse à agência Lusa que a mostra visa chamar a atenção "para a crise que atinge o Jardim Botânico e para as potencialidades" que aquele espaço tem para a realização de várias iniciativas. "É fundamental não deixar morrer o Jardim Botânico, bem como dar-lhe uma nova vida", disse, sublinhando tratar-se de um "espaço único" que, "apesar de se situar na cidade de Lisboa, é um património de todos os portugueses".

Criado em 1878, a data institucionalizada para assinalar o aniversário do Jardim Botânico foi o 11 de Novembro, dia do armistício da I Grande Guerra. As comemorações dos 130 anos do jardim situado entre a Rua da Escola Politécnica e o Parque Mayer, junto à antiga Faculdade de Ciências, visam mostrar as vertentes científica, de divulgação, artística, cultural e formativa que caracterizam o Jardim Botânico e o vizinho Museu Nacional de História Natural. Por coincidirem com o dia de São Martinho, as comemorações terminam com magusto e água-pé.»

terça-feira, 11 de novembro de 2008

130 ANOS DO JARDIM BOTÂNICO: um paraíso mal amado no coração da cidade?

"Os jardineiros que conheci, para não serem vaidosos, bastava-lhes amarem os jardins."

Antoine Saint-Exupéry

Após 130 anos, o que é que sobrevive do Jardim Botânico? Uma sombra perfumada e colorida? Uma ruína assistida pelos homens? Um nobre projecto abandonado a meio? Uma memória sem músculo? Uma bela vocação adormecida? Um paraíso mal amado no coração da cidade? O que é o Jardim Botânico, hoje, no dia do seu 130º aniversário?

130 ANOS DO JARDIM BOTÂNICO: programa

09:00 – 17:00 – Workshop Científico "Conservação e Biodiversidade: o Papel dos Jardins Botânicos" (Anfiteatro Aurélio Quintanilha).

Apresentação:
Neste workshop, que dá início às comemorações dos 130 anos do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e se insere nos 125 anos de saber tropical promovidos pelo Instituto de Investigação Científica Tropical (que integra o Jardim Botânico Tropical), pretende-se responder a perguntas de relevância nacional e internacional: Como é que os Jardins Botânicos, como instituições científicas, têm contribuído para a avaliação da biodiversidade nacional? Que compromissos internacionais e nacionais foram ou puderam ser cumpridos? Como têm procurado divulgar as suas colecções e os seus trabalhos de investigação? Qual a motivação dos investigadores para a disponibilização e o "conhecimento mútuo" da biodiversidade nacional?

09:00 - Recepção dos convidados e participantes
09:30 - Sessão de Abertura

1ª sessão - O papel dos Jardins Botânicos na estratégia da conservação
Moderadores: Dalila Espírito Santo/Rui Figueira
09:45 – Suzanne Sharrock (Botanical Garden Conservation International) - The role of botanic gardens in plant conservation
10:15 – 11:15 – Comunicações orais
11:15 – Coffee-break

2ª sessão - A conservação ex situ
Moderadores: Adelaide Clemente/Helena Cotrim
11:30 – Simon Linington (Kew Garden - ENSCONET) - Seed conservation strategy
12:00 – 12:30 – Comunicações orais
12:30 – 14:00 – Lunch

3ª Sessão - A estratégia global da conservação
Moderadores: Mário Silva/Cristina Antunes
14:00 – Instituto Conservação da Natureza e Biodiversidade - A estratégia de conservação a nível nacional
14:30 – 15:30 – Comunicações orais
15:30 – Coffee-break

4ª Sessão - Disponibilização da informação e "conhecimento mútuo"
Moderadores: Jorge Braga de Macedo/Maria Amélia Martins Loução
15:45 – 17:00 – Painel de Discussão

17:00 - Inauguração da exposição "Olhares intimistas - exercícios de autoretratos " alunos finalistas de escultura da Faculdade de Belas Artes (antigo Palmário do Jardim Botânico). Abertura ao público da exposição "Olhares"- esculturas de ar livre.

18:30 - Lançamento do livro "Jardim Botânico da Universidade de Lisboa - Flores". Apresentação Fernando Catarino (Anfiteatro Aurélio Quintanilha).

19:00 - Inauguração da exposição de jóias e objectos "E da Semente fez-se Jóia" da autoria de Maria João Bahía (Banco de Sementes do MNHN).

Magusto e Água Pé

130 ANOS DO JARDIM BOTÂNICO: 11-11-2008

UM PARAÍSO A DESCOBRIR NO CORAÇÃO DA CIDADE

O Jardim Botânico da Universidade de Lisboa (MNHN), criado em 1878, comemora 130 Anos. Dia 11 de Novembro, dia do armistício da I Grande Guerra foi a data institucionalizada para estas comemorações.

Esta instituição foi desde o início vocacionada para a divulgação, ensino, investigação e conservação dos recursos vegetais. Com enormes carências em recursos financeiros e humanos, o Jardim Botânico tem conseguido desenvolver, nos últimos 5 anos, um valioso programa de Educação Ambiental, sempre com conteúdos inovadores sobre a biodiversidade, suas ameaças e conservação, dando resposta às solicitações mais actuais.

O Jardim Botânico tem assumido a sua missão de sensibilizar políticos e populações para o imperativo estabelecimento de uma estratégia nacional de desenvolvimento sustentável.
Encontrando-nos em contagem decrescente para 2010, ano em que pelo menos 60% da flora ameaçada deveria estar conservada, é tempo de balanço e de avaliar o que foi feito e o que está por fazer. É neste contexto que os Jardins Botânicos têm papel relevante por serem locais de conservação, museus vivos de colecções de plantas, amostras de ecossistemas com uma biodiversidade particular, mas sobretudo locais de investigação com responsabilidade de alterar ou evitar a perda de diversidade a nível nacional, contribuindo com os compromissos globais a nível internacional.

O nosso compromisso é cada vez maior no desenvolvimento de investigação credível e continuada sobre a biologia e ecologia das espécies, na integração desse conhecimento nos sectores públicos e político-económicos, na definição de medidas de gestão mais adequadas de forma a adaptar os interesses económicos à preservação dos habitats naturais, no apoio aos decisores políticos para o cumprimento das metas a nível internacional e na disponibilização e divulgação dos dados das nossas colecções e conhecimento.

As comemorações dos 130 anos vão procurar mostrar a vertente científica, de divulgação, artística, cultural e formativa que o Jardim Botânico do MNHN pode oferecer. O programa é ambicioso mas pretende continuar a linha de trabalho iniciada há 5 anos: virar-se e estar aberto à cidade de Lisboa, desenvolvendo conhecimento sobre a biodiversidade e sua conservação, estimulando a cultura, educação e o desenvolvimento económico e social, e procurando integrar os interesses da cidade.

FOTO: a extraordinária biodiversidade do Jardim Botânico