segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Ser AMIGO do Jardim Botânico de Lisboa!
No domingo dia 21 de Fevereiro entre as 10H e as 13H decorreu uma bem sucedida operação de manutenção organizada pela Liga dos Amigos do Jardim Botânico. A todos os 18 generosos voluntários que nos ajudaram a limpar o canteiro da famosa Ceiba: Muito obrigado e até domingo dia 20 Março!
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
APAP: 40 ANOS, 40 ÁRVORES!
Caro Sócios e amigos,
A APAP celebra este ano 40 anos e a abertura oficial do ano comemorativo terá lugar no próximo dia 27 de Fevereiro, Sábado, às 10h30 da manhã. A cerimónia pública consiste na plantação, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, de 40 árvores e arbustos junto à ponte “Gonçalo Ribeiro Telles”, no corredor verde de Monsanto, em Lisboa.
Segue em anexo o convite geral da cerimónia e esperamos poder contar com a sua presença.
Será servido um porto de honra aos sócios e amigos que queiram estar presentes. A todos os participantes será ainda oferecida uma das publicações da APAP.
Agradecemos a confirmação da V. disponibilidade até ao dia 19 de Fevereiro.
Acompanhe o programa das comemorações em
http://apapeventos.wix.com/40anos.
Com amizade,
A Direcção
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS ARQUITECTOS PAISAGISTAS PORTUGUESE ASSOCIATION OF LANDSCAPE ARCHITECTS
Calçada Marquês de Abrantes nº 45, 2º Dto | 1200-718 Lisboa
apoio.tecnico@apap.pt | www.apap.pt
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
21 Fevereiro: Voluntariado da LAJB no Jardim
Vamos realizar a 2ª edição do ano de voluntariado no Jardim Botânico de Lisboa no próximo domingo às 10H como é habitual. O ponto de encontro será junto das bilheteiras na Rua da Escola Politécnica. Os interessados devem fazer a sua inscrição prévia para o email: amigosdobotanico@gmail.com
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domingo, 31 de janeiro de 2016
Conferência: EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS – ENTRE O JARDIM E A PAISAGEM URBANA
EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS – ENTRE O JARDIM E A PAISAGEM URBANA: Do Palácio de Cristal do Porto (1865) à Exposição de Paris (1937) | 1 e 2 de Fevereiro 2016
Com esta Conferência pretende-se abordar o contributo das Exposições Internacionais para o desenho e construção do espaço exterior, da escala do jardim à escala da cidade, tomando como ponto de partida os jardins do Palácio de Cristal do Porto. Inaugurados há 150 anos para receber a Exposição Internacional de 1865, são, ainda hoje, um dos espaços de referência da cidade.
A abordagem termina com a Exposição Internacional de Paris de 1937, planeada por Jacques Gréber, autor do projeto para o Parque de Serralves, espaço de incontornável interesse paisagístico e de importância central na vida contemporânea do Porto e do país. Se os jardins do Palácio de Cristal representam o primeiro, grande e moderno, espaço de recreio na cidade, o Parque de Serralves constitui a última grande quinta de recreio construída no Porto.
Por razões distintas, as suas histórias cruzam-se com as das Exposições Internacionais, sobre cujo significado e representações importa refletir.
Entre 1865 e 1937 várias Exposições se foram realizando, revelando inquietações e convicções de cada tempo e lugar, com efeitos mais ou menos significativos do ponto de vista artístico, cultural e social. Nesta Conferência interessa olhar para aquelas que, dentro deste período, direta ou indiretamente mais contribuem para o entendimento dos jardins do Palácio de Cristal e dos espaços verdes públicos que, no Porto, se construíram nas décadas seguintes, influenciados pela novidade e dinâmica gerada pela construção daqueles jardins.
Por outro lado, a história de Serralves está intimamente ligada às Exposições de Paris de 1925 – determinante nas opções estéticas presentes na construção da propriedade – e de 1937, na qual Gréber assumiu o papel de arquiteto-chefe.
Pretende-se, assim, contribuir para aprofundar o conhecimento sobre esta personagem fundamental para o entendimento de Serralves em todas as suas dimensões, seguindo uma linha de investigação cedo iniciada pela Fundação de Serralves.
A Conferência dirige-se a profissionais, investigadores e estudantes ligados ao desenho das cidades e dos jardins e ao público em geral, interessado na história do Porto e de Serralves.
Comissária: Teresa Marques http://www.serralves.pt/pt
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
CONVITE: 1 de Fevereiro às 11:30h plantação de 2 árvores no Cemitério do Alto de São João
CONVITE: Na próxima 2ª feira dia 1 de Fevereiro às 11:30h terá lugar uma cerimónia de plantação de 2 árvores no Cemitério do Alto de São João no âmbito do Projecto 100 ANOS 100 ÁRVORES - CENTENÁRIO DA GRANDE GUERRA. O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Fernando Medina, e o Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues irão plantar as árvores Nº 6 e Nº 7 em duas novas caldeiras abertas na entrada do Portão dos Combatentes. Gostariamos de contar com a vossa presença.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Voluntariado da LAJB: trabalhos de reabilitação da Feteira do Jardim Botânico II
No passado domingo, dia 24 de Janeiro os Amigos do Jardim Botânico concluíram a 1ª fase de reabilitação da Feteira do Jardim como se pode ver nestas imagens. Em breve estão planeadas novas plantações de forma a repor a colecção de fetos que outrora existiu neste abrigado canteiro dentro do chamado Jardim das Cebolas. Mais uma vez o nosso muito obrigado a todos os generosos amigos que trabalharam de forma desinteressada a favor do Jardim Botânico! A próxima actividade terá lugar no 3º domingo de Fevereiro.
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Voluntariado da LAJB: trabalhos de reabilitação da Feteira do Jardim Botânico I
No domingo, dia 24 de Janeiro pelas 10H, um grupo de Amigos do Jardim Botânico iniciou os trabalhos de manutenção na antiga Feteira do Jardim Botânico, sob a orientação da curadora do jardim, a Dra. Teresa Antunes. O nosso muito obrigado a todos os voluntários que ofereceram a sua manhã de domingo para ajudar a reabilitar o Jardim Botânico de Lisboa.
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sábado, 23 de janeiro de 2016
Exposição: PORTUGAL EM DESCOBERTA ideias, objetos, novidades, modas
Esta exposição é sobre as realidades temporais e geográficas das descobertas e da expansão de Portugal na época moderna, conducente a uma leitura multi-civilizacional. A responsabilidade científica e museológica da exposição é do Prof. Doutor António Camões Gouveia (FCSH da UNL) e a museografia do Pintor António Viana. Estará patente ao público entre 23 de Janeiro e 25 de Abril. Com esta mostra procura-se uma maior afirmativa deste espaço no contributo para o conhecimento, problematização e divulgação destas temáticas. Intitulando-se Portugal em descoberta. Ideias, objetos, novidades, modas, a narrativa cronológico-territorial privilegia as paisagens humanas e civilizacionais. Neste sentido, dando conta da variabilidade do tema a explorar selecionaram-se peças emblemáticas nos seus suportes, origens geográficas, temporalidades e simbologias, originalmente inscritas ou posteriormente adquiridas. Estas peças foram gentilmente cedidas por 17 Museus / Arquivos e Bibliotecas de todo o país.
Exposição patente no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, de 23 de Janeiro a 25 de Abril de 2016.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Morreu o arquitecto Nuno Teotónio Pereira
O associado da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa, Nuno Teotónio Pereira morreu esta quarta-feira aos 93 anos de idade.
À sua família e amigos, a LAJB expressa as suas sentidas condolências.
"O arquitecto Nuno Teotónio Pereira morreu esta quarta-feira aos 93 anos, confirmou ao PÚBLICO fonte da família – completaria os 94 no próximo dia 30. Com uma carreira de seis décadas, foi uma das mais destacadas personalidades da arquitectura, do urbanismo e da habitação em Portugal – e, possivelmente, o último dos arquitectos modernos. Pelo seu atelier da rua da Alegria, em Lisboa, passaram sucessivas gerações dos mais importantes arquitectos portugueses, de Gonçalo Byrne a Nuno Portas.
Os seus traços estão espalhados pelo país: da Igreja de Águas (1949-57), em Penamacor, o seu primeiro projecto, construído quando tinha 27 anos) à Moradia Barata dos Santos (1959-63), em Vila Viçosa, já projectada em parceria com Nuno Portas, o arquitecto com que mais gostou de trabalhar, como confessaria numa entrevista de vida ao Expresso. Mas é em Lisboa que está o mais significativo conjunto de obras de Teotónio Pereira: o Bloco das Águas Livres (1953-56), assinado com Bartolomeu Costa Cabral; as torres do bairro de Olivais Norte (1957-67), projecto em co-autoria com Nuno Portas e Pinto de Freitas que ainda hoje é festejado como uma das melhores histórias da habitação social em Portugal; o icónico Edifício Franjinhas (1965-69), com João Braula Reis; e a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, novamente com Nuno Portas – os três últimos vencedores do prémio Valmor.
Será justamente na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, onde repetiu a proposta de assembleia em leque já experimentada em Penamacor, que o seu velório terá lugar esta quinta-feira, a partir das 17h. O funeral realiza-se no dia 22, às 13h30, no Cemitério do Lumiar.
Autor de vários artigos e comunicações nas áreas da arquitectura, do urbanismo, do património e do ordenamento do território, manteve também, com outros católicos progressistas, uma militância política extraordinariamente activa, sobretudo durante o regime de Salazar, a que se opôs frontalmente apesar de ter crescido numa família conservadora e afecta ao regime (e de, adolescente, ter desfilado entusiasticamente com a farda da Mocidade Portuguesa). Histórico defensor dos direitos cívicos e políticos durante os anos mais duros do Estado Novo (dinamizou o boletim clandestino Direito à Informação criado em 1963 para fazer a denúncia activa da Guerra Colonial, integrou a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos constituída em finais de 1969), foi um dos mentores e participantes da famosa vigília da Capela do Rato de 30 de Dezembro de 1972, uma greve de fome de 48 horas destinada a promover a reflexão sobre a Guerra Colonial que a polícia acabaria por interromper fazendo várias detenções. Ele próprio seria várias vezes preso (e duramente torturado) pela PIDE. Quando finalmente se deu o 25 de Abril de 1974, estava aliás há vários meses na prisão de Caxias, de onde seria libertado um dia depois da revolução.
Já em democracia, prosseguiu a sua militância, tendo ainda em 1974 sido um dos fundadores (com Jorge Sampaio e Ferro Rodrigues, entre outros) do Movimento de Esquerda Socialista, que seria extinto em 1981.
Como católico, Nuno Teotónio Pereira foi um dos grandes impulsionadores do Movimento da Renovação da Arte Religiosa (MRAR). A Igreja do Sagrado Coração de Jesus – onde se realizou uma homenagem por ocasião dos seus 90 anos –, classificada como monumento nacional, é disso um exemplo. Pensado com Nuno Portas, este projecto surgiu na sequência da criação, em 1952, do MRAR, de que faziam parte artistas plásticos como José Escada, Jorge Vieira, Cargaleiro, Madalena Cabral ou Eduardo Nery, e arquitectos como Nuno Portas, Luís Cunha, Diogo Lino Pimentel ou Formosinho Sanches.
O arquitecto foi mesmo o primeiro presidente do MRAR, que se definia como “uma comunidade católica de artistas, com o fim genérico de promover, em todos os domínios da arte religiosa, o encontro de uma verdadeira criação artística com as exigências do espírito cristão”. Este movimento deu um grande contributo para a recepção e para a difusão, em Portugal, das mudanças provocadas pelo Concílio Vaticano II (1962-65), que encetou o movimento de reforma da Igreja Católica."
In Jornal Público,
À sua família e amigos, a LAJB expressa as suas sentidas condolências.
"O arquitecto Nuno Teotónio Pereira morreu esta quarta-feira aos 93 anos, confirmou ao PÚBLICO fonte da família – completaria os 94 no próximo dia 30. Com uma carreira de seis décadas, foi uma das mais destacadas personalidades da arquitectura, do urbanismo e da habitação em Portugal – e, possivelmente, o último dos arquitectos modernos. Pelo seu atelier da rua da Alegria, em Lisboa, passaram sucessivas gerações dos mais importantes arquitectos portugueses, de Gonçalo Byrne a Nuno Portas.
Os seus traços estão espalhados pelo país: da Igreja de Águas (1949-57), em Penamacor, o seu primeiro projecto, construído quando tinha 27 anos) à Moradia Barata dos Santos (1959-63), em Vila Viçosa, já projectada em parceria com Nuno Portas, o arquitecto com que mais gostou de trabalhar, como confessaria numa entrevista de vida ao Expresso. Mas é em Lisboa que está o mais significativo conjunto de obras de Teotónio Pereira: o Bloco das Águas Livres (1953-56), assinado com Bartolomeu Costa Cabral; as torres do bairro de Olivais Norte (1957-67), projecto em co-autoria com Nuno Portas e Pinto de Freitas que ainda hoje é festejado como uma das melhores histórias da habitação social em Portugal; o icónico Edifício Franjinhas (1965-69), com João Braula Reis; e a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, novamente com Nuno Portas – os três últimos vencedores do prémio Valmor.
Será justamente na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, onde repetiu a proposta de assembleia em leque já experimentada em Penamacor, que o seu velório terá lugar esta quinta-feira, a partir das 17h. O funeral realiza-se no dia 22, às 13h30, no Cemitério do Lumiar.
Autor de vários artigos e comunicações nas áreas da arquitectura, do urbanismo, do património e do ordenamento do território, manteve também, com outros católicos progressistas, uma militância política extraordinariamente activa, sobretudo durante o regime de Salazar, a que se opôs frontalmente apesar de ter crescido numa família conservadora e afecta ao regime (e de, adolescente, ter desfilado entusiasticamente com a farda da Mocidade Portuguesa). Histórico defensor dos direitos cívicos e políticos durante os anos mais duros do Estado Novo (dinamizou o boletim clandestino Direito à Informação criado em 1963 para fazer a denúncia activa da Guerra Colonial, integrou a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos constituída em finais de 1969), foi um dos mentores e participantes da famosa vigília da Capela do Rato de 30 de Dezembro de 1972, uma greve de fome de 48 horas destinada a promover a reflexão sobre a Guerra Colonial que a polícia acabaria por interromper fazendo várias detenções. Ele próprio seria várias vezes preso (e duramente torturado) pela PIDE. Quando finalmente se deu o 25 de Abril de 1974, estava aliás há vários meses na prisão de Caxias, de onde seria libertado um dia depois da revolução.
Já em democracia, prosseguiu a sua militância, tendo ainda em 1974 sido um dos fundadores (com Jorge Sampaio e Ferro Rodrigues, entre outros) do Movimento de Esquerda Socialista, que seria extinto em 1981.
Como católico, Nuno Teotónio Pereira foi um dos grandes impulsionadores do Movimento da Renovação da Arte Religiosa (MRAR). A Igreja do Sagrado Coração de Jesus – onde se realizou uma homenagem por ocasião dos seus 90 anos –, classificada como monumento nacional, é disso um exemplo. Pensado com Nuno Portas, este projecto surgiu na sequência da criação, em 1952, do MRAR, de que faziam parte artistas plásticos como José Escada, Jorge Vieira, Cargaleiro, Madalena Cabral ou Eduardo Nery, e arquitectos como Nuno Portas, Luís Cunha, Diogo Lino Pimentel ou Formosinho Sanches.
O arquitecto foi mesmo o primeiro presidente do MRAR, que se definia como “uma comunidade católica de artistas, com o fim genérico de promover, em todos os domínios da arte religiosa, o encontro de uma verdadeira criação artística com as exigências do espírito cristão”. Este movimento deu um grande contributo para a recepção e para a difusão, em Portugal, das mudanças provocadas pelo Concílio Vaticano II (1962-65), que encetou o movimento de reforma da Igreja Católica."
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Amigos do Botânico: Voluntariado em 2016
Informação aos associados da Liga dos Amigos do Jardim Botânico
Com a regra do «3º domingo de cada mês» vamos iniciar em 2016 o Voluntariado Mensal da LAJB no Jardim Botânico. Assim, a 1ª acção de voluntariado da LAJB será no próximo domingo dia 17 de Janeiro com início às 10H. O ponto de encontro é, como sempre, junto da bilheteira do Jardim Botânico.
Calendário dos trabalhos de manutenção no Jardim Botânico 2016:
Janeiro: dia 17
Fevereiro: dia 21
Março: dia 20
Abril: dia 17
Maio: dia 15
Junho: dia 19
Julho: dia 17
Pausa em Agosto
Setembro: dia 18
Outubro: dia 16
Novembro: dia 20
Dezembro: dia 18
Pedimos aos interessados que informem por email da sua vontade em participar
amigosdobotanico@gmail.com
Muito obrigado, Bom Ano Novo e até domingo!
A Direcção da LAJB
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sábado, 9 de janeiro de 2016
Em Floração: Camelia japonica
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
Porque tratamos assim as NOSSAS árvores?
Rua Luciano Cordeiro, Freguesia de Santo António, no 1º dia do Ano Novo! As árvores não são lixeiras!
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Em Floração: Aloe arborescens
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domingo, 27 de dezembro de 2015
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Rua Camilo Castelo Branco: plantemos as tílias!
Na Rua Camilo Castelo Branco há muitas caldeiras vazias que aguardam por novas tílias; também o pequeno jardim junto da Av. Duque de Loulé está muito abandonado e com os canteiros despidos, carecas, sem coberto vegetal. Já alertamos a Junta de Freguesia de Santo António e pedimos que se plantem as árvores em falta.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015
«Regulamento para árvores de Lisboa vai ser aprovado, mas com fortes críticas»
Depois de um ano cheio de polémicas, surge a esperança de que, a partir de agora, as coisas serão diferentes. O corte, a poda e os tratamentos das árvores da capital portuguesa, que recentemente ficaram sob a alçada das juntas de freguesia, estarão sujeitos a novas regras. Mas há quem ache que elas não serão ainda suficientes e, em alguns aspectos, pecam por falta de clareza. O que se poderá revelar contraproducente relativamente à tentativa de estabelecer uma actuação uniforme na forma de lidar com as árvores da cidade. [...]
Às juntas de freguesia – cuja actuação tem sido, ao longo de 2015, muito contestada pelos frequentes abates e podas substanciais realizadas um pouco por toda a cidade – fica vetada, porém, a capacidade de decidirem sozinhas sobre o corte de exemplares para os substituir. Num dos pontos do artigo relativo ao “plano para substituição do arvoredo” (19º), é mesmo referido que “o plano de substituição de arvoredo é aprovado pelo presidente da CML ou pelo responsável com competência delegada”. Depois de apresentado à câmara, esta tem um prazo de 15 dias para se pronunciar sobre o mesmo. Mas todas as outras intervenções estarão sujeitas ao arbítrio dos serviços das juntas.
E isso está a deixar preocupados os membros da Plataforma em Defesa das Árvores, que agrega diversos indivíduos e associações em torno de um mesmo propósito. “Algumas das nossas sugestões, que consideramos importantes, não foram consideradas, sobretudo no que se refere à falta da apresentação de um plano de intervenções a realizar pelas juntas”, critica Rosa Casimiro, porta-voz da plataforma, lamentando a inexistência de “regras claras” sobre que tipo de tratamentos e podas as juntas podem ou não fazer sem informar os serviços técnicos da CML. “Isso era essencial”, considera.
Em todo o caso, diz este elemento do colectivo de cidadania, o aparecimento do regulamento – sobre o qual a câmara terá recebido uma dúzia de sugestões durante a consulta pública – é algo a celebrar. Mas isso não garante nada, se não se fizer um acompanhamento e fiscalização sérios da aplicação do mesmo. Rosa Casimiro diz-se apreensiva. “Em reuniões que tivemos na Assembleia Municipal de Lisboa, alguns presidentes de juntas disseram-nos que não estavam dispostos a cumprir com todas as regras do regulamento”, revela a activista, mostrando cepticismo sobre a capacidade de fiscalização da câmara face à actuação das juntas.
Apesar das dúvidas, Rosa Casimiro saúda o aparecimento do regulamento, que ainda terá de ser apreciado pela assembleia municipal. E dá como um bom exemplo do que vai mudar o facto de, a partir de agora, ser obrigatório para a CML indicar um local para a recolha da madeira resultante dos cortes e podas nas árvores. “Isso é muito positivo. Tenho visto coisas inacreditáveis, com pessoas a levarem a lenha para casa”, diz a responsável da Plataforma em Defesa das Árvores, para quem “é imprescindível que o regulamento seja respeitado, caso contrário não haverá uniformidade na abordagem à macha arbórea da cidade”.»
In O Corvo (15.12.2015) Por Samuel Alemâo
domingo, 13 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Visita guiada ao Jardim Botânico | 13 de dez.
No próximo domingo o MUHNAC realiza, às 15h00, uma visita guiada ao Jardim Botânico.
Junte a família e participe! Venha conhecer os segredos do Jardim Botânico.
Atividade sem marcação prévia Preço: 2€ (valor de entrada no Jardim Botânico)
Mais informações em www.museus.ulisboa.pt
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sábado, 5 de dezembro de 2015
CONVITE: Chá de Natal LAJB - sáb. 19 Dez. 15H
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico de Lisboa tem o prazer de convidar todos os associados, adoptantes de plantas e voluntários, para um "Chá de Natal" no sábado dia 19 de Dezembro de 2015 entre as 15H e as 17H, a ter lugar no antigo Refeitório das Carmelitas do Convento dos Cardaes (Imóvel de Interesse Público).
Ao longo do ano foram muitos os contributos de associados, e não só, que nos permitem ajudar o Jardim Botânico - financiando trabalhos, compra de materiais e alfaias, indispensáveis à conservação mínima do jardim. Também os dias de voluntariado, na área da manutenção, foram uma ajuda importante especialmente num momento em que o nosso Jardim se debate com falta de jardineiros residentes.
Este Chá de Natal da LAJB é oferecido a todas estas pessoas que tão generosamente nos ajudam - a todos, o Jardim Botânico agradece do fundo do coração.
Apareça e traga amigos!
Boas Festas!
NOTA: Devido à lotação do antigo Refeitório do Convento dos Cardaes, solicitamos que nos informem da vossa vontade em estar presente, enviando um sms para 962112171, ou escrevendo para amigosdobotanico@gmail.com
CONVENTO DOS CARDAES - RUA DE 'O SÉCULO' 123 - LISBOA
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terça-feira, 1 de dezembro de 2015
IN MEMORIAM
Morreu ontem em Lisboa, o maestro Victor Roque Amaro, vítima de doença prolongada.
Uma missa cantada será realizada hoje em homenagem ao maestro a partir das 20 horas, na Igreja do Campo Grande, em Lisboa, com a participação de músicos que consigo trabalharam.
O corpo de Victor Roque Amaro, encontrar-se-á, a partir das 16 horas de hoje, na Igreja do Campo Grande, em Lisboa, onde será rezada uma missa cantada às 20h30m.
O funeral realiza-se na quarta-feira, no cemitério de Benfica, depois de nova missa, às 12 horas, também na Igreja do Campo Grande.
Victor Roque Amaro, enquanto director do Grupo Concertus Antiquus, participou a convite da Liga dos Amigos do Jardim Botânico, nas Jornadas Europeias do Património 2013, no dia 22 de Setembro, numa parceria (MNHNC e LAJB), oferecendo generosamente um belíssimo concerto, sob o silêncio luminoso das frondosas árvores do Jardim Botânico.
Em nome de todos os associados da LAJB, as nossas sentidas condolências a toda a sua família e amigos.
O seu percurso musical como intérprete, investigador e de direcção esteve ligado sobretudo à musica vocal, mas também à instrumental renascentista e barroca. Nesse contexto, dirigiu qualificados grupos vocais e instrumentais como o Coral Vértice, até 2001, o Concertus Antiquus, grupo vocal e instrumental de Música Antiga, de que foi fundador, desde 1984 e o Coro Dom Luis I (fundado no âmbito da sua investigação no Palácio da Ajuda, em 1989) com os quais participou em diversos festivais no País e no Estrangeiro (França, 1995 e 2012, Itália, 1998, 2005 e 2011) e gravou alguns CDs.
Fez os seus estudos musicais em Penafirme e em Lisboa, tendo frequentado posteriormente cursos de aperfeiçoamento de canto e direcção de coros e Musicologia em Portugal e Inglaterra (Cambridge- 1995 e 1998, Canford-2002, Lacock-2005, Dartington-2006, 2009, 2010, 2011 e 2012), Itália (Vigevano, 2004 e Veneza, 2010) e México (Puebla, 2011).
Integrou o Coro Gulbenkian durante cerca de 35 anos.
É licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa.
Em 2005, foi o Director Artístico convidado do último Festival dos Capuchos (Almada).
Além dos agrupamentos atrás referidos, dirigiu também, o Educ(ant)are desde 1993, o Corelis (Coro da Relação de Lisboa), desde Outubro de 2007, o Cantus Certus (Tribunal de Contas) e o Coro da ASSProfessores, ambos, desde Outubro de 2010 e o Coral Stella Vitae desde Março de 2011.
Coro UCP e ForuMúsica - Canticorum Jubilo - Maestro Victor Roque Amaro - 27Jan2012
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