Entre as 10H e as 13H do passado domingo decorreu com sucesso a terceira acção de voluntariado da LAJB no Jardim Botânico. Debaixo da larga sombra do monumental Cipreste do México, a nossa equipa de 8 voluntários exaustivamente arrancou, removeu e armazenou em contentores os rebentos de Choupo Branco que estavam a infestar o canteiro 30-B. No final ainda houve tempo para limpar o canteiro ao lado. O trabalho deixou os nossos voluntários exaustos mas imensamente satisfeitos por terem contribuido activamente para a melhoria da manutenção do Jardim Botânico. Se está interessado em ajudar, esteja atento ao nosso blogue & facebook porque em breve esperamos organizar mais acções de voluntariado. Com a recente saída do último jardineiro do quadro, o Jardim Botânico precisa desesperadamente de voluntários, de amigos - e oferecer, de forma desinteressada, horas de trabalho é ser verdadeiramente AMIGO!
sexta-feira, 4 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Operação Palmeiras: Informação aos associados
Posicionamento do tubo para tratamentos no topo da palmeira
Duas palmeiras mortas para abate
Informação aos associados da LAJB
Entre os dias 5 e 19 de Maio decorreu no Jardim Botânico a “Operação Palmeiras”, com o objectivo de tentar recuperar palmeiras infectadas pelo escaravelho da palmeira e continuar a proteger as que ainda não estão infectadas.
A intervenção necessitou de uma plataforma elevatória de 23 metros e de um técnico ( contratado ) para a limpeza das palmeiras. Esta limpeza teve três objectivos:
a) Verificar a presença do escaravelho e retirar as larvas e casulos dos exemplares infectados;
b) – Reposicionar os tubos que transportam o tratamento até ao topo da palmeira e;
c) – limpar o caule de todos os exemplares intervencionados dos restos de folhas velhas para permitir a escalada destes exemplares.
Foram intervencionadas 18 palmeiras, das quais 4 estão mortas ( ver imagens em anexo ), tendo sido limpos os caules para mais tarde poderem ser abatidas ( por escalador ); 4 estavam infectadas pelo escaravelho, pelo que foram podadas, os tubos foram recolocados numa posição mais favorável para o tratamento e foram limpos os caules. Nas restantes, reposicionaram-se os tubos e limparam-se os caules. Uma vez que o crescimento das folhas altera a posição dos tubos, a posição destes deve ser corrigida a cada cerca de seis meses, para garantir a chegada do tratamento ao topo da palmeira.
O custo total da operação foi de € 4000 (quatro mil euros) valor este comparticipado pela LAJB.
Esta foi a segunda vez que a LAJB colaborou com a Direcção do Jardim Botânico patrocinando tratamentos preventivos e curativos da nossa rica colecção de palmeiras.
Saudações Botânicas,
A Direcção da LAJ
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Adeus e Obrigado Senhor Orlando: O último jardineiro do Jardim Botânico?
Este é o Senhor Orlando Rua Sequeira, Jardineiro do Jardim Botânico de Lisboa. Hoje foi o seu último dia de trabalho porque amanhã será o seu primeiro dia enquanto Reformado. O Senhor Orlando, nascido no ano de 1952 em Fonte Arcada no concelho de Sernancelhe, veio para Lisboa em 1973 à procura de trabalho na construção civil. Mas a 1 de Abril de 1978 iniciou funções como jardineiro no Instituto Câmara Pestana. E em Outubro de 2009 entrou nos quadros do nosso Jardim Botânico onde nos habituámos a vê-lo na Classe.
Desde criança que gosta de plantas e foi logo na Escola Primária que se iniciou no cultivo de rosas e outras flores.
Mas hoje, dia 30 de Junho de 2014, realizou a sua última tarefa: aparou o buxo que dá forma aos canteiros da Classe. Com a partida deste último jardineiro encerramos um ciclo de vida do Jardim que no passado chegou a contar com mais de 3 dezenas de jardineiros.
Agora a manutenção e conservação do Jardim Botânico será ainda mais difícil e vulnerável, reduzida que está a meia dúzia de funcionários, por tempo muito limitado, do Centro de Emprego. Que futuro para um jardim classificado Monumento Nacional sem jardineiros?
Adeus e Obrigado Senhor Orlando!
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Esclarecimentos: AGE de 5 de Julho de 2014
No seguimento da Convocatória da Assembleia Geral Extraordinária que terá lugar no próximo dia 5 de Julho às 14H00, no Anfiteatro de Botânica Professor Aurélio Quintanilha, e que tem como "ponto único" - Alteração de denominação da LAJB", a direcção da LAJB vem prestar os seguintes esclarecimentos:
1 - Na Assembleia Geral Extraordinária realizada a 15.12.2012 resultou a aprovação da alteração da denominação e objecto da Associação. Estas alterações exigem a aprovação e emissão de certificado de admissibilidade por parte do Registo Nacional de Pessoas Colectivas ( RNPC ). Como estarão lembrados, foi votada nessa Assembleia a alteração de denominação da LAJB para - Liga dos Amigos do Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, abreviadamente LAJB-UL (Alteração aprovada pela acta nº. 13 de 15.12.2012).
2 - Em sequência foi enviado ao Sr. Reitor da Universidade de Lisboa, Professor Dr. António Cruz Serra, o pedido de autorização da alteração da mesma da mesma, que veio indeferido.
3 - Fomos então informados pela nossa advogada que face à recusa por parte da UL "a LAJB terá de levar ao conhecimento dos seus associados este facto. Esse conhecimento terá de ser em assembleia geral convocada para o efeito. Os associados terão de decidir se a denominação da LAJB se mantém inalterada procedendo-se à alteração do seu objecto ou se deliberam nova alteração de denominação. Todas as alterações aos estatutos aprovadas que incluíram a designação de LAJB – UL, ficam sem efeito."
Saudações botânicas
A Direcção da LAJB
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
LAJB: Assembleia Geral Extraordinária a 5 Julho
CONVOCATÓRIA: Convocam-se os Associados da Liga dos Amigos do Jardim Botânico para uma Assembleia Geral Extraordinária, conforme os Artigos 8º., 9º. Ponto 2 e parágrafo único, 10º. alínea b) e 12º., que terá lugar no próximo dia 5 de Julho às 14H00, no Anfiteatro de Botânica Professor Aurélio Quintanilha, na Rua da Escola Politécnica, nº.58, em Lisboa. Não se verificando a condição do Artigo 9º. Ponto 1, a Assembleia realizar-se-á 1 hora depois com o número de Associados presentes.
ORDEM DE TRABALHOS
Ponto único - Alteração de denominação da LAJB
Lisboa, 20 de Junho de 2014
A Presidente da Direcção
Maria Manuela Soares Correia Associada nº.149
Notas: 1 – No sentido de privilegiarmos a utilização dos transportes públicos indicamos os seguintes meios: Metro – linha amarela – estação Rato; Carris – carreiras nº 758 e 773.
2 - A fim de actualizarmos a nossa base de dados, agradecemos que nos seja indicado o endereço electrónico dos associados que o possuírem.
Foto: Iochroma coccineum Scheidw em floração (na Classe)
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Fachada do Teatro Nacional de D. Maria II
O Teatro Nacional de D. Maria II sempre soube dar o exemplo de boa integração de telas de divulgação das suas actividades na fachada do imóvel classificado. As telas tiram partido das linhas de composição da fachada, não obliterando elementos arquitectónicos. A presença das telas é pacífica. Também não há lugar a prefuração das paredes do imóvel - as estruturas de suporte das telas são perfeitamente reversivéis e inócuas ao monumento.
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domingo, 22 de junho de 2014
CONCURSOS NO MUSEU: PARTICIPE!
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sábado, 21 de junho de 2014
Voluntariado no Jardim Botânico: 29 Junho,10H
Estimada/o associada/o
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico tem o prazer de informar que se realizará uma acção de voluntariado, com vista à manutenção do Jardim Botânico, através da oferta de um dia de trabalho voluntário dos associados da Liga dos Amigos do Jardim Botânico.
Saudações botânicas
A DIRECÇÃO da LAJB
VOLUNTARIADO NO JARDIM BOTÂNICO
DATA: 29 de Junho - 10 HORAS ( DOMINGO )
PONTO DE ENCONTRO - Junto à Ficus macrophylla
ORGANIZAÇÃO: Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB)
INSCRIÇÃO: Limitada a 10 participantes.
A LAJB vai ajudar na manutenção do Jardim Botânico através da oferta de um dia de trabalho voluntário. Os associados deverão trazer roupa e calçado confortáveis, chapéu/boné e luvas de jardinagem. Quem quiser poderá trazer tesoura de poda.
Foto: Voluntariado da LAJB no dia 30 de Junho de 2013
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
FESTA NO MUSEU A 21 JUNHO
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segunda-feira, 16 de junho de 2014
Petição contra construção de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real
«...Os abaixo assinados, moradores na zona do Príncipe Real, e demais cidadãos preocupados com a defesa e a preservação do património histórico, cultural e ambiental da cidade de Lisboa, alarmados pela notícia repentina e inquietante da retoma do projecto de construção de estacionamento subterrâneo no Jardim do Príncipe Real; Manifestam o seu repúdio pela construção de todo e qualquer parque de estacionamento subterrâneo na Praça do Príncipe Real, e apelam à Senhora Presidente da Assembleia da República, ao Senhor Presidente da CML, à Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, ao Senhor Secretário de Estado da Cultura e aos Senhores Deputados da AR e da AML para que ARQUIVEM DEFINITIVAMENTE tal pretensão do promotor...»
http://www.gopetition.com/petitions/peti%C3%A7%C3%A3o-contra-a-constru%C3%A7%C3%A3o-do-parque-de-estacionamento-subterr%C3%A2neo-na-pra%C3%A7a-do-pr%C3%ADncipe-real.html
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Em Floração: Magnolia grandiflora
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segunda-feira, 9 de junho de 2014
Homenagem da LAJB a Alexandra Escudeiro
Video da homenagem em Memória de Alexandra Escudeiro que a LAJB organizou no passado dia 3 de Junho de 2014. Este vídeo foi feito pelo nosso amigo e associado Pedro Mil-Homens:
https://www.youtube.com/watch?v=GNdwEvHMS2c&feature=youtu.be
Foto: Alexandra Escudeiro no Watch Day no Jardim Botânico a 13 de Outubro de 2012
O Jardim Botânico visto do Castelo
Lisboa vista do Castelo de São Jorge no início da década de 70 do século passado. Fotografia de Horácio de Novais (Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa). No canto superior esquerdo podemos observar a mancha verde do nosso Jardim Botânico e a Avenida da Liberdade ainda sem as demolições e o aumento de cérceas que se seguiu durante as décadas de 80 e 90 do século XX.
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sexta-feira, 6 de junho de 2014
«Cultura manda retirar telas da fachada do Museu de História Natural»
Dois anos depois de serem montadas ilegalmente, as telas que cobrem a frente do edifício foram objecto de uma ordem de remoção.
A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) determinou, no fim de Abril, a remoção das megatelas informativas que foram montadas há dois anos na fachada do Museu Nacional de História Natural e Ciência, na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa. A direcção do museu confirma que foi notificada, mas diz que “está a tratar do assunto junto das entidades competentes”.
Instaladas em Maio de 2012, as duas telas, com 18 metros de comprimento por dez de altura cada uma, foram colocadas em cima de um estrutura metálica tubular de grandes dimensões que, por sua vez, foi fixada às paredes do museu (antiga Faculdade de Ciências). A iniciativa — justificada com a necessidade de dar projecção às actividades do museu — suscitou polémica na altura, tanto mais que a Direcção Regional de Cultura tinha emitido seis meses antes um parecer desfavorável à sua concretização.
Para lá das dimensões das telas, a montar na frente de um edifício que estava em vias de classificação (no ano passado, foi classificado como monumento de interesse público), o parecer criticava o facto de elas serem “salientes relativamente ao plano” da fachada principal, provocando “um forte impacto visual sobre o núcleo museológico”. Nessa altura, porém, não foi ordenada a sua retirada, sendo criado um grupo de trabalho conjunto, entre a Direcção Regional de Cultura, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico e a Universidade de Lisboa, com o objectivo de corrigir a situação e encontrar uma solução compatível com a salvaguarda dos valores patrimoniais em presença.
A criação daquele grupo de trabalho foi decidida pelo director-geral do Património Cultural logo em Maio de 2012, o qual considerou que as telas se manteriam com carácter provisório até ser encontrada uma alternativa. O provisório, porém, prolongou-se até hoje, não havendo referência na informação técnica que agora levou à ordem de remoção a qualquer reunião ou decisão daquele grupo de trabalho.
No final do ano passado, a DGPC questionou a Câmara de Lisboa sobre se as telas tinham sido objecto de alguma licença camarária, tendo a autarquia respondido que, naquele caso concreto, a instalação estava isenta de licenciamento municipal. Face às queixas chegadas à DGPC sobre o facto de tudo continuar na mesma, o subdirector-geral, João Carlos Santos, ordenou no dia 22 de Abril a remoção das telas e das estruturas metálicas, devendo ser reposta a fachada no estado em que se encontrava anteriormente.
A informação que deu origem ao despacho do subdirector-geral sugere que seja encontrada uma outra solução com menor impacto visual, “mantendo-se, contudo, a possibilidade de se publicitar a actividade e eventos culturais do museu, de uma forma digna, bem visível ao público, eventualmente através de pendões de dupla face, menos agressivos para o imóvel classificado”.
Contactado pelo PÚBLICO, o director do museu, José Pedro Sousa Dias, confirmou que já conhecia a posição da DGPC. “O museu cumprirá necessariamente a lei, mas estamos a tratar do assunto junto das entidades competentes”, afirmou.
Sousa Dias acrescentou que há “um grupo de trabalho conjunto com a DGPC por causa da zona de protecção [em que o museu se insere] e que a questão das telas é uma das que aí estão a ser tratadas”. Quanto à data de retirada das polémicas estruturas, o director do museu nada disse.
PÚBLICO, 5 de Junho de 2014 por JOSÉ ANTÓNIO CEREJO
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Fachada do Museu da Fundação Wellcome Collection, Londres (Novembro de 2012)
Fachada do Museu da Fundação Wellcome Collection, Londres (Novembro 2012). Um bom exemplo de como publicitar um museu e as suas exposições sem agredir, nem entrar em conflito com a Arquitectura de um imóvel com valor patrimonial elevado e classificado como bem cultural de interesse público ou nacional. Os edifícios têm sítios naturais, lógicos para instalação de dispositivos de publicidade. Os dispositivos de publicidade não devem retirar protagonismo à Arquitectura classificada.
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Fachada do Museu Nacional de História Natural e da Ciência em Lisboa
Imagem de 4 de Junho de 2012 - faz hoje 2 anos que se instalaram as estruturas metálicas para suporte de 2 telões que iriam tapar a maior parte da fachada do MNHNC. Este imóvel está classificadao como Monumento de Interesse Público.
Imagem de um dos corpos da fachada principal a 18 de Junho de 2012 já com os trabalhos concluídos (2 níveis de 6 vãos cada obstruídos pela colocação de telas 3D).
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Fachada do Museu Nacional de História Natural e da Ciência: 4 de Junho de 2012
Imagem de 4 de Junho de 2012 - faz hoje 2 anos que se instalaram as estruturas metálicas para suporte de 2 telões que iriam tapar a maior parte da fachada do MNHNC. Este imóvel está classificadao como Monumento de Interesse Público.
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sábado, 31 de maio de 2014
«Perfurações no Príncipe Real são para parque de estacionamento»
As sondagens que decorrem no Jardim do Príncipe Real, em Lisboa, estão a cargo da Empark, que pretende ali criar um parque de estacionamento. A autorização foi dada por três vereadores da Câmara de Lisboa. A empresa promete 90 lugares só para moradores e a preservação do histórico jardim.
"Os trabalhos que neste momento estão em curso no local são as sondagens com vista ao estudo e monitorização hidro-geológica do terreno", revelou, ao JN, Paulo Nabais, diretor-geral da Empark, após a notícia sobre a perfuração das laterais daquele espaço. Segundo Nabais, este estudo conta com a aprovação e acompanhamento da Direção-Geral do Património Cultural. Há também um "acompanhamento permanente dos técnicos da Câmara", a quem a empresa "pagou as respetivas taxas municipais para efetuar as sondagens". Além da empresa Geocontrole, cujos trabalhos deram origem à notícia do JN, a Empark conta com a colaboração um reconhecido especialista em geologia e o acompanhamento permanente de um arqueólogo. "A Empark já fez milhares de estudos para a construção deste parque, incluindo o levantamento pormenorizado do aqueduto nesta zona que nenhuma entidade tinha feito até ao momento", realçou Nabais, frisando a enorme experiência da empresa em Lisboa nesta área e dos 27 parques de estacionamento que detém.
Aprovação de Salgado, Sá Fernandes e Nunes da Silva
in Jornal de Notícias 30 Maio 2014
Nota: a LAJB estará solidária com outras associações e movimentos cívicos na defesa deste emblemático espaço verde da nossa cidade - NÃO ao estacionamento em caves no Principe Real!
sexta-feira, 30 de maio de 2014
3 Junho: Homenagem a ALEXANDRA ESCUDEIRO
Estimada/o associada/o
A Direcção da Liga dos Amigos do Jardim Botânico tem a honra de informar que se realizará a cerimónia de homenagem a Alexandra Escudeiro, no dia do seu aniversário, dia 3 de Junho de 2014, 17h30m, com visita guiada e plantação de 2 plantas no Jardim Botânico (no "Jardim do México") gentilmente cedidas pela Sra. Mendia, nossa associada. A bióloga Alexandra Escudeiro, funcionária do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, foi sócia fundadora da LAJB e presidente da direcção da mesma.
Saudações Botânicas,
A DIRECÇÃO DA LAJB
Foto: Alexandra Escudeiro no Jardim Botânicoc om um grupo de amigos da LAJB no dia 30 Maio 2012
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quinta-feira, 29 de maio de 2014
Visita da LAJB ao Palácio Vilalva a 25 Maio
Visita ao belo Palácio Vilalva em Lisboa, no passado dia 25 de Maio, que foi guiada pelo Coronel Geraldo (Director do Jornal do Exército) a quem agradecemos a disponibilidade e cuidado com que nos recebeu. As fotos são da autoria da nossa associada Cristina Girão.
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sábado, 24 de maio de 2014
LAJB planta 2 árvores na Embaixada de Itália - II
...as crianças do Jardim Infantil da Freguesia de Arroios regando a Prunus lusitanica (Azereiro)
...plantando o cipreste, com a ajuda do Exmo. Sr. Embaixador
Embaixada de Itália em Lisboa no dia 15 de Maio de 2014: Plantação de um Azereiro e de um Cipreste no jardim da Embaixada de Itália, antigo Palácio Pombeiro.
LAJB planta 2 árvores na Embaixada de Itália - I
Embaixada de Itália em Lisboa no dia 15 de Maio de 2014: Plantação de um Azereiro (Prunus lusitanica) e de um Cipreste no jardim da Embaixada de Itália, antigo Palácio Pombeiro. Este evento contou com a participação de crianças do Jardim Infantil de Arroios. Esteve ainda presente a Sra. Joana Clemente da Junta de Freguesia de Arroios e o Sr. João Pinto Soares em representação da Associação Lisboa Verde.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
Visita Guiada ao Palácio Vilalva em Lisboa
Visita Guiada ao Palácio Vilalva em Lisboa
DATA: 25 de Maio - 11H
LOCAL: Largo de São Sebastião da Pedreira, Lisboa
GUIA DA VISITA: Coronel Geraldo (Director do Jornal do Exército)
ORGANIZAÇÃO: Liga dos Amigos do Jardim Botânico (LAJB)
INSCRIÇÃO: Visita limitada a 30 participantes. É necessário inscrição prévia para amigosdobotanico@gmail.com ou TM: 935 587 982.
O Palácio Vilalva, também conhecido como Palácio José Maria Eugénio ou Palácio de São Sebastião da Pedreira, foi a antiga residência da Família Eugénio de Almeida.
As origens do actual edifício remontam ao ano de 1730 quando o seu primeiro proprietário, o arquitecto francês Fernand Larre (Provedor dos Armazéns de D. João V), decidiu levantar neste local a sua residência. Este palácio, com vasta área arborizada anexa - a Quinta da Provedoura - passou depois para os herdeiros de Larre que o beneficiaram interiormente recorrendo ao famoso estucador milanês Giovanni Grossi e a outros artistas italianos como Félix Salla, Biel e Gomassa.
Em 1859 a propriedade passou para o grande capitalista José Maria Eugénio de Almeida (1811-1872), um dos sócios do «Real contrato do tabaco, sabão e pólvora», que logo iniciou a sua reedificação e ampliação, conforme hoje o vemos. O projecto foi da autoria do arquitecto francês Jean Colson. Os relevos escultóricos da fachada são do escultor francês Anatole Calmels (no tímpano do frontão uma composição representa as Artes e as Ciências numa alegoria "Estímulo para o Estudo"). O desenho e execução do parquet foi entregue ao famoso belga Joseph Godefroy e as serralharias artísticas vieram da oficina Parisiense de Alexandre Bertrand. Notável também é a grande Bibiloteca com estantes esculpidas em carvalho maciço. José Maria Eugénio teve um envolvimento muito activo em todas as fases do projecto, escrevendo cartas aos fornecedores e artistas estrangeiros. De facto, este palácio contém um conjunto notável de interiores oitocentistas, seguindo o gosto de Paris e Bruxelas:
No contexto da sociedade portuguesa do século XIX, a relevância e o estatuto alcançados pelos membros da elite social eram acompanhados por um trem de vida com sublinhados de conforto e de distinção que se manifestavam na exuberância dos palácios, nos rituais de sociabilidade, na elegância do vestir e, claro está, no requinte decorativo dos espaços de residência. Adquirido em 1859, o Palácio de São Sebastião da Pedreira foi a residência principal da família Eugénio de Almeida em Lisboa. A ornamentação dos interiores constituiu também um instrumento de afirmação do estatuto social dos seus promotores, agora pela via da estética e da arte, au goût de Paris e Bruxelas. (Isabel Mendonça, FCSH-UNL)
O parque fronteiro aos jardins do palácio - Parque de Santa Gertrudes - estendia-se então até à actual Avenida de Berna num total de 86000 m2 e era inteiramente rodeado de muro ameado. O parque, com projecto inicial de 1864 do arquitecto português Valentim Correia, teve a sua plantação iniciada em 1866 sob a direcção do jardineiro suiço Jacob Weifs. Em 1866 é entregue ao arquitecto italiano Giuseppe Cinatti o projecto da construção de luxuosas cocheiras e cavalariças num estilo que sugeria um castelo inglês (separadas do palácio pela Avenida Duque de Ávila). Em 1920 estas cocheiras seriam transformadas em habitação pelo Arquitecto Raul Lino, servindo de residência particular dos herdeiros até aos dias de hoje. No Parque de Santa Gertrudes esteve instalado o Jardim Zoológico de Lisboa entre 1890 a 1909.
Nos princípios de 1946 o Estado adquiriu o palácio ao bisneto Vasco Maria Eugénio de Almeida, 2º Conde de Vilalva, realizando-se durante os dois anos seguintes obras de beneficiação e de adaptação à nova função. Estes trabalhos foram dirigidos pelo arquitecto António Quirina e os engenheiros João de Deus Pimentel e Filipe Ribeiro. A 28 de Agosto de 1948 o edifício foi oficialmente inaugurado como Quartel-General do Governo Militar de Lisboa, no qual permaneceu até à sua extinção a 15 Julho de 2006. Desde 2007 o Palácio Vilalva alberga o Centro de Finanças Geral (CFG), a Inspecção Geral do Exército (IGE), o Conselho Superior de Disciplina do Exército (CSDE) e o Jornal do Exército (JE).
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